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Metodologia de cálculo dos indicadores bimestrais de receitas e despesas correntes, receitas de transferências correntes e próprias e despesas com pessoal e encargos sociais e outras despesas correntes de estados e municípios

Por Cláudio Hamilton dos Santos e Pedro Marques de Santana

O objetivo desta nota é apresentar uma metodologia de construção de indicadores bimestrais de receitas e despesas correntes, receitas de transferências, receitas correntes próprias, despesas com pessoal e encargos sociais e outras despesas correntes para o conjunto dos estados e do Distrito Federal e dos municípios brasileiros.

A execução orçamentária dos entes subnacionais é relativamente pouco acompanhada pelos analistas da conjuntura econômica do país, apesar de sua elevada importância macroeconômica e para o bem-estar da população por meio da prestação de bens e serviços públicos finais. Em anos mais recentes, a disponibilização das Estatísticas Fiscais do Governo Geral (EFGG) trimestrais pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN) lançou considerável luz sobre o tema (BRASIL, 2015; 2021). Os indicadores bimestrais ora apresentados, os primeiros de um grupo maior a ser divulgado nos próximos meses, têm como objetivo complementar os dados da EFGG com informações mais tempestivas, além de conceitualmente distintas.

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Retrato dos rendimentos do trabalho: resultados da PNAD Contínua do terceiro trimestre de 2025

Por Sandro Sacchet de Carvalho

Os dados dos rendimentos do trabalho do terceiro trimestre de 2025 apresentaram uma elevação da renda em relação ao trimestre anterior, renovando outra vez o pico da série histórica iniciada em 2012. O crescimento interanual da renda habitual média foi de 4%. No trimestre móvel terminado em outubro de 2025, a renda média subiu para R$ 3.528,00, sendo 3,9% acima do mesmo trimestre no ano anterior. Com tal resultado, completa-se exatamente três anos com o crescimento interanual da renda acima de 3%.

Por grupos demográficos, os maiores aumentos na renda na comparação com o mesmo período de 2024 foram registrados no Sul, entre os trabalhadores adultos (entre 40 e 59 anos) e com ensino médio incompleto. Piores desempenhos ocorreram entre os trabalhadores mais velho (mais de 60 anos) e entre aqueles com ensino superior.

Na análise por tipo de vínculo, assim como no trimestre anterior, os trabalhadores por conta própria e empregados sem carteira apresentaram crescimento interanual da renda acima dos demais tipos de vínculo (5,2% e 7,1%, respectivamente). Por sua vez, os trabalhadores privados com carteira mostraram um crescimento de 1,9%, mantendo taxas de crescimento mais lento que as categorias informais desde o início de 2022.

Por setor, no terceiro trimestre de 2025, a agricultura continuou uma recuperação do rendimento habitual (6%), após ter sido claramente o setor que obteve o menor crescimento da renda ao longo de 2024. Além da agricultura, os maiores aumentos interanuais da renda habitual foram observados no setor de construção (5,8) e na administração pública (5,1%). O menor crescimento da renda média habitual foi no comércio com apenas 1,1% no terceiro trimestre de 2025, seguido do setor de transporte com elevação de 1,8%.

Após o pico de desigualdade causado pela pandemia, o índice de Gini tem se mantido relativamente estável desde o terceiro trimestre de 2022. No terceiro trimestre de 2025, o índice de Gini da renda domiciliar retornou para 0,513. Já o índice de Gini da renda individual caiu de 0,486 para 0,485 entre o segundo e o terceiro trimestres de 2025.

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Inflação por faixa de renda – Outubro/2025

Por Maria Andréia P. Lameiras

Os dados mais recentes do Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda mostram que, após a aceleração registrada em setembro, a inflação registrou recuo expressivo em outubro, ainda que de forma distinta entre os grupos. Entre as famílias de renda muito baixa, a inflação passou de uma alta de 0,59% em setembro para uma leve deflação de 0,03% em outubro, possibilitada não só pela continuidade da queda dos preços dos alimentos no domicílio, mas também pelo recuo do grupo habitação. Já para as famílias de renda alta, a desaceleração ocorreu de modo mais suave, uma vez que após registrar taxa de 0,35% em setembro, a inflação recuou para 0,22% em outubro. Neste caso, nota-se que a descompressão inflacionária menos intensa reflete não apenas uma contribuição negativa menor vinda da queda dos alimentos e da energia elétrica – dado o peso destes itens nas suas cestas de consumo –, mas também as altas dos combustíveis, das passagens aéreas e dos serviços pessoais ocorridas em outubro.

Apesar do resultado mais favorável de outubro, no acumulado do ano, as maiores variações continuam concentradas nas faixas de renda baixa (3,89%) e muito baixa (3,84%), enquanto o menor aumento aparece na classe de renda alta (3,16%). Essa configuração, no entanto, não se mantém no horizonte de doze meses, tendo em vista que a inflação é mais elevada entre as famílias de renda média-alta (4,78%) e renda alta (4,96%), ao passo que as famílias de renda muito baixa registram variação de 4,43%, reforçando como diferentes padrões de consumo modulam a intensidade com que os choques de preços atingem cada grupo social.

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Dados Xls



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Estimativa preliminar do resultado primário do governo central em outubro de 2025

Por Sergio Ferreira

Segundo dados da execução orçamentária registrados no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) do governo federal, que constituem uma fonte confiável para a aproximação dos resultados oficiais posteriormente divulgados pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), o mês de outubro de 2025 registrou superávit primário de R$ 37,1 bilhões nas contas do governo central. A receita líquida do governo central alcançou R$ 229,4 bilhões nesse período, frente aos R$ 219,2 bilhões observados em outubro de 2024, representando um aumento real de 4,7%. As despesas totalizaram R$ 192,4 bilhões, ante R$ 176,3 bilhões no mesmo mês do ano anterior, crescimento real de 9,1%. No acumulado anual, verifica-se um déficit primário de R$ 61,8 bilhões, a preços constantes de outubro, o que é inferior ao déficit de R$ 65,9 bilhões registrado no mesmo intervalo de 2024.

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Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI) – setembro de 2025

Por Maria Andreia Parente Lameiras

O Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI), calculado pelo Ipea, apresentou taxa de variação de 0,36% em setembro de 2025, situando-se 0,14 ponto percentual (p.p.) acima da taxa registrada no mês anterior. Na comparação com o mesmo mês de 2024, a variação foi 0,04 p.p. maior. Com a incorporação desse resultado, o ICTI acumula uma variação de 4,44% nos últimos doze meses.

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Dados Xls



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Indicador Ipea mensal de FBCF – resultado de agosto de 2025

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que agrega os investimentos em máquinas e equipamentos, na construção civil e em outros ativos fixos, registrou recuo de 1,2% na comparação entre agosto e julho na série com ajuste sazonal, resultado que sucedeu à alta de 0,7%. Com isso, o trimestre móvel encerrado em agosto registrou avanço de 0,4% na comparação dessazonalizada. Em relação aos mesmos períodos de 2024, o indicador mensal apresentou queda de 0,5% em agosto, com alta de 1,9% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, por sua vez, os investimentos totais apresentaram expansão de 6,8% em 2025.

Na comparação com ajuste sazonal, os investimentos em máquinas e equipamentos – medidos segundo o conceito de consumo aparente, que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida das importações – registraram recuo de 3,3% em agosto, encerrando o trimestre móvel com baixa de 0,9%. Quanto aos seus componentes, enquanto a produção nacional caiu 0,9% na margem, as importações retraíram-se 5,8%. Já na comparação em médias móveis, a produção nacional caiu 0,8%, ao passo que as importações recuaram 2,5%.

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Dados Xls



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Panorama Fiscal: evolução recente e perspectivas

Por Marco A. F. H. Cavalcanti e Sergio Fonseca Ferreira

Em setembro de 2025, conforme informações contidas na nota Estimativa preliminar do resultado primário do governo central em setembro de 2025 (Carta de Conjuntura no 69, Nota de Conjuntura no 2, quarto trimestre de 2025), o governo central apresentou déficit primário de R$ 36,7 bilhões no acumulado em doze meses, a preços de setembro, contra déficit de R$ 256,4 bilhões na mesma base de comparação no ano anterior. No acumulado de 2025 até setembro, o resultado primário foi deficitário em R$ 99,9 bilhões (a preços de setembro de 2025), ante déficit de R$ 108,7 bilhões no mesmo período de 2024. A receita primária total no acumulado do ano até setembro totalizou R$ 2.129,3 bilhões, representando crescimento real de 3,8% comparativamente a 2024. No mesmo período, as despesas primárias registraram aumento real de 2,8% (ou R$ 48,4 bilhões), com crescimento das despesas obrigatórias da ordem de 3,2% (R$ 52,7 bilhões), com destaque para os maiores desembolsos com benefícios previdenciários, pessoal e encargos sociais e demais despesas obrigatórias. O atraso na aprovação orçamentária de 2025 e o bloqueio de dotações para cumprimento dos limites de gastos estabelecidos pela Lei Complementar (LC) no 200/2023 resultaram em redução das despesas discricionárias, observando-se queda real de 3,3% (R$ 4,4 bilhões) até setembro, o que contribuiu para mitigar parcialmente o acréscimo nas despesas obrigatórias.

Para o exercício de 2025, o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias (RARDP) da União referente ao quarto bimestre de 2025 projeta estimativa de déficit primário de R$ 73,5 bilhões. Descontados os pagamentos de precatórios que excedem o limite imposto pela Emenda Constitucional (EC) no 114/2021 – em conformidade com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) nas Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) nos 7.047 e 7.064 –, o déficit projetado cai para R$ 30,2 bilhões, dentro do intervalo previsto pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para a meta de resultado primário (que admite um déficit máximo de R$ 30,9 bilhões) e, portanto, afastando a obrigatoriedade de contingenciamento. Em relação ao limite de despesa imposto pela LC no 200/2023, o RARDP do quarto bimestre apontou que, diante das novas estimativas de despesas obrigatórias, tornou-se necessário o bloqueio de dotações orçamentárias relativas a despesas discricionárias no valor de R$ 12,1 bilhões, a fim de cumprir o referido limite.

Para 2026, o Projeto de Lei Orçamentária (Ploa) projeta déficit primário para o governo central de R$ 23,3 bilhões, ou -0,17% do produto interno bruto (PIB); ao considerar a compensação de R$ 57,84 bilhões referente ao pagamento de precatórios, o resultado primário projetado atinge um superávit de R$ 34,5 bilhões (0,25% do PIB), em linha com o centro da meta estabelecida no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2026. Ressalta-se que o Ploa 2026 projeta aumento de 8,1% nas despesas discricionárias e de 7,5% nas despesas obrigatórias em relação ao projetado para 2025 no RARDP do quarto bimestre. As reservas para emendas apresentaram acréscimo de 4,95% no Ploa, percentual inferior ao reajuste do limite de despesa (8%) e ao incremento das despesas discricionárias. A alocação mínima para a área de educação teve elevação de 9,3%, enquanto para a saúde observou-se crescimento de 7,7%, conforme comparativo entre o Ploa 2026 e a última estimativa para 2025.

As expectativas medianas mais recentes de mercado para 2025 projetam déficit primário do governo central de R$ 67,6 bilhões, ou 0,5% do PIB, em linha com as estimativas do RARDP do quarto bimestre. Para os próximos anos, observa-se divergência significativa dessas projeções em relação às projeções oficiais, com a expectativa mediana de mercado apontando para a geração de resultados primários piores do que o projetado pela LDO em 2026 e 2027. No que se refere à dívida pública, as expectativas de mercado indicam uma trajetória ascendente para a relação dívida/PIB, que deverá atingir, segundo o Prisma Fiscal/Secretaria de Política Econômica (SPE), 79,6% no final de 2025, 83,7% em 2026 e 87,0% em 2027. Essas expectativas são condizentes com as projeções de déficit primário para os próximos anos, bem como com a previsão de níveis relativamente elevados das taxas de juros e do custo da dívida. Nesse contexto, um dos objetivos prioritários da política fiscal deve ser evitar a deterioração adicional dessas expectativas e o aumento da percepção de risco fiscal, que poderiam gerar uma dinâmica perversa para a razão dívida/PIB.

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Inflação por faixa de renda – Setembro/2025

Por Maria Andréia P. Lameiras

Os dados do Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda revelam que, em setembro, houve aceleração da inflação em todas as classes de renda, com impacto mais expressivo entre as famílias de menor poder aquisitivo. Após a deflação de 0,29% observada em agosto, a inflação das famílias de renda muito baixa avançou para 0,59%, influenciada principalmente pelo reajuste de 10,3% na tarifa de energia elétrica. Para as famílias de renda mais alta, a pressão inflacionária foi relativamente menor, devido não apenas à influência mais moderada do aumento da energia, mas também à redução de 2,8% nas passagens aéreas, o que suavizou a aceleração entre agosto (0,10%) e setembro (0,35%).

No acumulado de 2025 até setembro, a inflação mais elevada é registrada na faixa de renda baixa, com 3,78%, enquanto a classe de renda alta apresenta a menor variação, de 3,50%. O mesmo padrão se mantém no acumulado em doze meses: as famílias de renda baixa registram alta de 5,37%, ao passo que as de renda alta tiveram aumento de 5,02%.

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Dados Xls



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Visão Geral da Conjuntura

Por Claudio Hamilton Matos dos Santos, Claudio Roberto Amitrano e Mônica Mora Y Araujo

Conforme previsto na última visão geral da Conjuntura (Nota Técnica no 26, Carta de Conjuntura, no 67, de junho de 2025), o ritmo de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro diminuiu consideravelmente ao longo do segundo trimestre. Com efeito, o PIB cresceu 0,4% no segundo trimestre de 2025 na série dessa zonalizada, ritmo bem inferior ao avanço de 1,4% apresentado nos primeiros três meses do ano. Já na comparação com o mesmo período de 2024, a economia expandiu 2,2%.

Já no terceiro trimestre de 2024 era possível diferencial antever que “(…) a perspectiva de crescente de juros praticados no Brasil e nos Estados Unidos (…)” – derivada das políticas opostas anunciadas pelo Banco Central brasileiro e pelo Federal Reserve na “superquarta” de 16/09/2024 – tenderia a ganhar “(…) o mercado de câmbio, aliviando com isso pressão inflacionária (…)” e contribuindo para desaquecer a economia, “(…) para o patamar de 2,4% de crescimento anual ao longo de 2025” (Nota Técnica no 21, Carta de Conjuntura, no 64, de setembro de 2024). É fato que a rápida subida do dólar no quarto trimestre de 2024 – opinião global que se manifestou de modo particularmente intenso no Brasil – lançou dúvidas em um primeiro momento sobre esse diagnóstico, relembrando a todos que reações exageradas (overshootings) são comuns nos mercados cambiais. Mas embora a dinâmica precisa, trimestre a trimestre, a taxa de câmbio seja classicamente de prever – inclusive porque afetada, em grande medida, pela política macroeconômica e pela dinâmica financeira dos países centrais – ao longo de vários trimestres a chance de os modelos difíceis errarem muito é significativamente menor.

Nem tudo pode ser previsto, entretanto, e é justo considerar que o Grupo de Conjuntura do Ipea foi questionado com o anúncio, por parte do governo dos EUA, de tarifas punitivas à importação de centenas de produtos brasileiros no último dia 9 de julho – tarifas essas colocadas na prática no último dia primeiro de agosto e que estão entre as maiores implicações pelo governo dos EUA para quaisquer países do mundo.

Neste contexto, estamos reduzindo a nossa projeção de PIB para 2025 de 2,4% para 2,2%) assim como o crescimento esperado para 2026, que passa de 1,8% para 1,6%. Não apenas por conta da questão tarifária dos EUA, registre-se, mas também porque a taxa de juros reais vai mais alta do que se defendeu anteriormente – por conta da redução da expectativa de inflação medida pelo IPCA no ano 2025 em um contexto de estabilidade esperada para a Selic nominal.

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Indicador Ipea mensal de FBCF – resultado de julho de 2025

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que agrega os investimentos em máquinas e equipamentos, na construção civil e em outros ativos fixos, registrou avanço de 0,4% na comparação entre julho e junho na série com ajuste sazonal, resultado que sucedeu à alta de 1,2%. Ainda assim, o trimestre móvel encerrado em julho registrou retração de 3,1% na comparação dessazonalizada – resultado impactado pela alta base de comparação em fevereiro. Nas comparações com os mesmos períodos de 2024, o indicador mensal apresentou crescimento de 3,4% em julho, e alta de 4,4% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, por sua vez, os investimentos totais apresentaram expansão de 7,6% em 2025.

Na comparação com ajuste sazonal, os investimentos em máquinas e equipamentos – medidos segundo o conceito de consumo aparente, que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida das importações – registraram recuo de 1,7% em julho, encerrando o trimestre móvel com baixa de 6,2%. Quanto a seus componentes, enquanto a produção nacional caiu 4,7% na margem, as importações retraíram 1,0%. Já na comparação em médias móveis, a produção nacional cresceu 2,9%, ao passo que as importações, afetadas pela alta base de comparação do trimestre móvel encerrado em abril, recuaram 24,4%.

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Dados Xls



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