Arquivo da tag: Exportações

Indicador Ipea de consumo aparente de bens industriais – outubro de 2025

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais recuou 2,2% na comparação entre outubro e setembro na série com ajuste sazonal. O indicador é uma proxy da demanda interna por bens industriais – definido como a parcela da produção industrial doméstica destinada ao mercado interno, acrescida das importações. Por trás deste resultado, a produção interna destinada ao mercado nacional (bens nacionais) caiu 1,0%, enquanto as importações de bens industriais recuaram 6,3%, conforme mostra a tabela 1.

A queda na série dessazonalizada devolveu o avanço ocorrido em agosto. Com isso, o trimestre móvel encerrado em setembro registrou estabilidade na margem, quando comparado com aquele encerrado em julho. Na comparação interanual, enquanto o indicador mensal baixou 2,4% em relação a outubro de 2024, a variação em médias móveis trimestrais também foi negativa (-0,4%). No acumulado em doze meses, a demanda por bens industriais registrou alta de 2,4% em outubro, contrastando com a elevação de 0,9% da produção interna, medida na Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PIM-PF/IBGE). Ambas apontam para uma desaceleração, como ilustra o gráfico 1.

251223_cc_69_nota_24_consumo_aparente_tabela_1

251223_cc_69_nota_24_consumo_aparente_grafico_1

Acesse o texto completo

Dados Xls



------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Balanço de pagamentos e balança comercial

Por Estêvão Kopschitz Xavier Bastos e Caio Rodrigues Gomes Leite

O déficit em transações correntes do balanço de pagamentos, depois de aumentar bastante em 2024, estabilizou-se. O saldo da balança comercial tem crescido ao longo deste ano, especialmente devido ao aumento das quantidades exportadas. Nas exportações brasileiras por bloco econômico, destaca-se a redução nos embarques para a América do Norte, refletindo, principalmente, a queda nas vendas para os Estados Unidos. O real continua em sua trajetória de valorização que vem caracterizando o ano. A taxa de câmbio prevista para o fim de 2026, de acordo com o sistema de expectativas de mercado do BCB, é de R$ 5,49/US$.

251128_cc_69_nota 12_grafico

251128_cc_69_nota 12_tabela

Acesse o texto completo



------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Indicador Ipea de consumo aparente de bens industriais – setembro de 2025

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais recuou 2,1% na comparação entre setembro e agosto na série com ajuste sazonal. O indicador é uma proxy da demanda interna por bens industriais – definido como a parcela da produção industrial doméstica destinada ao mercado interno, acrescida das importações. Por trás deste resultado, a produção interna destinada ao mercado nacional (bens nacionais) cresceu 1,8%, enquanto as importações de bens industriais avançaram 6,3%, conforme mostra a tabela.

O crescimento na série dessazonalizada interrompeu uma sequência de duas quedas. Com isso, o trimestre móvel encerrado em setembro registrou alta 0,2% na margem, quando comparado com aquele encerrado em junho. Na comparação interanual, enquanto o indicador mensal subiu 3,5% em relação a setembro de 2024, a variação em médias móveis trimestrais também foi positiva (0,6%). No acumulado em doze meses, a demanda por bens industriais registrou alta de 3,6% em setembro, contrastando com a elevação de 1,5% da produção interna, medida na Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PIM-PF/IBGE). Ambas apontam para uma desaceleração, como ilustra o gráfico.

251119_cc_69_nota_11_tabela251119_cc_69_nota_11_graficos

Acesse o texto completo

Dados Xls



------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Indicador Ipea de consumo aparente de bens industriais – agosto de 2025

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais recuou 0,3% na comparação entre agosto e julho na série com ajuste sazonal. O indicador é uma proxy da demanda interna por bens industriais – definido como a parcela da produção industrial doméstica destinada ao mercado interno, acrescida das importações. Por trás deste resultado, a produção interna destinada ao mercado nacional (bens nacionais) cresceu 0,8%, enquanto as importações de bens industriais recuaram 1,5%, conforme mostra a tabela 1.

A retração na série dessazonalizada foi a segunda consecutiva. Com isso, o trimestre móvel encerrado em agosto caiu 0,5% na margem, quando comparado com aquele encerrado em maio. Na comparação interanual, enquanto o indicador mensal caiu 2,3% em relação a agosto de 2024, a variação em médias móveis trimestrais também foi negativa (-1,0%). No acumulado em doze meses, a demanda por bens industriais registrou alta de 3,9% em agosto, contrastando com a elevação de 1,6% da produção interna, medida na Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PIM-PF/IBGE). Ambas apontam para uma desaceleração, como ilustra o gráfico 1.

251022_cc_69_nota_5 _tabela

251022_cc_69_nota_5 _grafico

Acesse o texto completo

Dados Xls



------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Indicador Ipea de consumo aparente de bens industriais – julho de 2025

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais recuou 1,0% na comparação entre julho e junho na série com ajuste sazonal. O indicador é uma proxy da demanda interna por bens industriais – definido como a parcela da produção industrial doméstica destinada ao mercado interno, acrescida das importações. Esse resultado ocorreu em razão das quedas de 0,9% da produção interna destinada ao mercado nacional (bens nacionais) e de 4,9% das importações de bens industriais, conforme mostra a tabela.

A retração na série dessazonalizada foi de 0,6%. Com isso, o trimestre móvel encerrado em julho caiu 0,7% na margem, quando comparado com aquele encerrado em abril. Na comparação interanual, enquanto o indicador mensal cresceu 0,5% em relação a julho de 2024, o indicador em médias móveis trimestrais aumentou 1,3%. No acumulado em doze meses, a demanda por bens industriais registrou alta de 4,7% em julho, contrastando com a elevação de 1,9% da produção interna, medida na Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PIM-PF/IBGE). Ambas apontam para uma desaceleração, como ilustra o gráfico.

250919_cc_68_nota_18_tabela

250919_cc_68_nota_18_grafico

Acesse o texto completo

Dados Xls



------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Indicador Ipea mensal de FBCF – resultado de junho de 2025

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que agrega os investimentos em máquinas e equipamentos, na construção civil e em outros ativos fixos, registrou avanço de 1,0% na comparação entre junho e maio na série com ajuste sazonal, resultado que sucedeu à queda de 1,4%. Com isso, o trimestre móvel encerrado em março registrou retração de 2,2% na comparação dessazonalizada – resultado já ajustado de acordo com as contas nacionais trimestrais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nas comparações com os mesmos períodos de 2024, o indicador mensal apresentou crescimento de 3,0% em junho, e alta de 4,1% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, por sua vez, os investimentos totais apresentaram expansão de 8,3% em 2025.

Na comparação com ajuste sazonal, os investimentos em máquinas e equipamentos – medidos segundo o conceito de consumo aparente, que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida das importações – registraram crescimento de 1,6% em junho, encerrando o trimestre móvel com baixa de 4,4%. Quanto a seus componentes, enquanto a produção nacional cresceu 1,4% na margem, as importações avançaram 2,9%. Já na comparação em médias móveis, a produção nacional cresceu 5,4%, ao passo que as importações, afetadas pela alta base de comparação do primeiro trimestre, recuaram 24,3%.

Os investimentos em construção civil, por seu turno, registraram queda de 0,7% na passagem entre os meses de maio e junho, na série dessazonalizada. Com esse resultado, que sucedeu à alta de 1,2%, o segmento registrou crescimento de 2,9% no trimestre móvel. Já o segmento de outros ativos fixos recuou 0,4% na margem em junho, com alta de 2,3% na comparação em médias móveis.

250911_cc_68_14_tabela

250911_cc_68_14_grafico

Acesse o texto completo

Dados Xls



------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Balanço de pagamentos e balança comercial

Por Estêvão Kopschitz Xavier Bastos e Caio Rodrigues Gomes Leite

O déficit em transações correntes do Brasil vem aumentando rapidamente, principalmente devido ao aumento das importações. Observando-se os principais destinos das exportações brasileiras por blocos de países no período acumulado de janeiro a julho, houve aumento das exportações, em relação a 2024, para a América do Norte (+4,4%), a Europa (+6,8%) e, sobretudo, para a América do Sul (+20,6%). Em contrapartida, houve retração de 5,7% nas exportações para a Ásia, reflexo principalmente da queda de 6,8% nas vendas para a China.  As exportações para os Estados Unidos, no acumulado do ano até julho, cresceram 4%, alcançando US$ 24 bilhões, e mantiveram alta em relação a 2024 em todos os meses após a implementação das tarifas em abril. A série em dólares dessazonalizada mostra tendência de queda desde o início deste ano, com acentuação a partir de abril. A observação dessas séries nos últimos três anos, entretanto, não permite tirar conclusões, por enquanto, a respeito de efeitos das tarifas.

O instituto Robert Triffin International escreveu uma resposta crítica ao texto Guia do usuário para a reestruturação do sistema global de comércio, de Stephen Miran, atual presidente do Conselho de Assessores Econômicos do presidente dos Estados Unidos e recentemente indicado para ocupar uma diretoria no FED. Essa resposta é resumida no box desta seção, dando sequência à abordagem do tema, crucial para compreender a nova política econômica e geopolítica dos Estados Unidos.

250903_cc_68_nota_12_setor_externo_graficos_1_e_9

Acesse o texto completo



------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Indicador Ipea de consumo aparente de bens industriais – junho de 2025

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais avançou 0,7% na comparação entre junho e maio na série com ajuste sazonal. O indicador é uma proxy da demanda interna por bens industriais – definido como a parcela da produção industrial doméstica destinada ao mercado interno, acrescida das importações. Esse resultado ocorreu em razão da queda de 0,4% da produção interna destinada ao mercado nacional (bens nacionais), enquanto as importações de bens industriais cresceram 4,6%, conforme mostra a tabela 1.

A alta na série dessazonalizada interrompeu três recuos. Com isso, o trimestre móvel encerrado em junho caiu 0,4% na margem, quando comparado com aquele encerrado em março. Na comparação interanual, enquanto o indicador mensal recuou 1,4% em relação a junho de 2024, o indicador em médias móveis trimestrais aumentou 1,3%. No acumulado em doze meses, a demanda por bens industriais registrou alta de 5,5% em junho, contrastando com a elevação de 2,4% da produção interna, medida na Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PIM-PF/IBGE). Ambas apontam para uma desaceleração, como ilustra o gráfico 1.

250828_cc_68_nota_11_tabela

250828_cc_68_nota_11_grafico

Acesse o texto completo

Dados Xls



------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Indicador Ipea mensal de FBCF – resultado de maio de 2025

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que agrega os investimentos em máquinas e equipamentos, na construção civil e em outros ativos fixos, recuou 0,4% na comparação entre maio e abril, na série com ajuste sazonal. O resultado sucedeu à alta de 0,2% ocorrida no período anterior. Com isso, o trimestre móvel encerrado em maio registrou queda de 3,0% na comparação dessazonalizada. Nas comparações com os mesmos períodos de 2024, o indicador mensal apresentou crescimento de 5,6% em maio e alta de 3,3% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, por sua vez, os investimentos totais tiveram uma expansão de 8,5%.

Na comparação com ajuste sazonal, os investimentos em máquinas e equipamentos – medidos segundo o conceito de consumo aparente, que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida das importações – apresentaram um recuo de 1,4% em maio, encerrando o trimestre móvel com queda de 5,8%. Quanto a seus componentes, enquanto a produção nacional avançou 0,3%, as importações caíram 1,6%. Já na comparação em médias móveis, enquanto a produção nacional cresceu 2,7%, as importações retrocederam 22,1%. No acumulado em doze meses, o consumo aparente (ou a demanda interna) de máquinas e equipamentos registrou um crescimento de 11,9%.

250807_cc_68_nota_8_fbcf_tabela_1

250807_cc_68_nota_8_fbcf_grafico_1

Acesse o texto completo

Dados Xls



------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Indicador Ipea de consumo aparente de bens industriais – maio de 2025

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais avançou 0,2% na comparação entre maio e abril na série com ajuste sazonal. O indicador é uma proxy da demanda interna por bens industriais – definido como a parcela da produção industrial doméstica destinada ao mercado interno, acrescida das importações. Esse resultado ocorreu em razão da alta de 0,3% da produção interna destinada ao mercado nacional (bens nacionais), enquanto as importações de bens industriais permaneceram estáveis, conforme mostra a tabela 1.

              A alta na série dessazonalizada sucedeu recuo de 0,6% em abril. Com isso, o trimestre móvel encerrado em maio cresceu 0,9% na margem, quando comparado com aquele encerrado em fevereiro. Na comparação interanual, enquanto o indicador mensal subiu 4,5% em relação a maio de 2024, o indicador em médias móveis trimestrais aumentou 3,3%. No acumulado em doze meses, a demanda por bens industriais registrou alta de 6,3% em maio, contrastando com a elevação de 2,8% da produção interna, medida na Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PIM-PF/IBGE). Ambas apontam para uma aceleração, como ilustra o gráfico 1.

250724_nota_6_tabela

250724_nota_6_grafico

Acesse o texto completo

Dados Xls



------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------