Os destaques nesta edição são as finanças públicas e a inflação. Na parte fiscal, são apresentadas as projeções do sistema de expectativas do Banco Central e as da Instituição Fiscal Independente, do Senado. A combinação das projeções de resultado primário, despesa com juros e PIB leva a trajetórias ascendentes da relação dívida/PIB. Quanto à inflação, a expectativa para 2026 se elevou por causa dos efeitos da guerra no Oriente Médio, mas também as previsões para 2027 subiram, enquanto as taxas esperadas para 2028 em diante continuam acima da meta de 3%.
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Boletim de expectativas – março de 2026
Por Estêvão Kopschitz Xavier Bastos e Caio Rodrigues Gomes Leite
Este Boletim de Expectativas fornece uma visão panorâmica das expectativas para algumas das principais variáveis macroeconômicas brasileiras. As projeções são do Sistema Expectativas de Mercado, também conhecido como relatório Focus, do Banco Central. Para juros e inflação, recorre-se ainda à estrutura a termo da taxa de juros derivada do mercado secundário de títulos públicos, calculada pela Anbima. O destaque é o aumento na inflação prevista, por causa da guerra.
Boletim de expectativas – outubro de 2025
Por Estêvão Kopschitz Xavier Bastos e Caio Rodrigues Gomes Leite
Este Boletim de Expectativas fornece uma visão panorâmica das expectativas para algumas das principais variáveis macroeconômicas brasileiras e internacionais. No caso do Brasil, as projeções são do Sistema Expectativas de Mercado, também conhecido como relatório Focus, do Banco Central. Para juros e inflação, recorre-se ainda à estrutura a termo da taxa de juros derivada do mercado secundário de títulos públicos, calculada pela Anbima. As previsões para Estados Unidos, China, área do euro e Argentina são de coleta da Bloomberg com analistas.
Boletim de expectativas – julho de 2025
Por Caio Rodrigues Gomes Leite e Estêvão Kopschitz Xavier Bastos
Este boletim fornece uma visão panorâmica das expectativas para algumas das principais variáveis macroeconômicas brasileiras, a partir de diversas fontes. Predominam as projeções do Sistema Expectativas de Mercado (SEM), também conhecido como relatório Focus do Banco Central do Brasil (Focus/BCB). Nas finanças públicas, elas são cotejadas com as projeções mais recentes da Instituição Fiscal Independente (IFI), do Senado. Para juros e inflação, também se recorre à estrutura a termo da taxa de juros (ETTJ) derivada do mercado secundário de título públicos, calculada pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).
Boletim de expectativas – abril de 2025
Por Caio Rodrigues Gomes Leite e Estêvão Kopschitz Xavier Bastos
Este Boletim de Expectativas baseia-se nas projeções do Sistema Expectativas de Mercado do Banco Central, para dar uma visão geral das previsões feitas pelos profissionais que contribuem com a pesquisa, abordando inflação, juros, finanças públicas e PIB. Para a inflação e as taxas de juros, recorre-se, também, à estrutura a termo da taxa de juros baseada em títulos públicos, divulgada pela Anbima. Os gráficos tomam como referência a data da última edição deste boletim, em novembro de 2024.
Boletim de expectativas – novembro de 2024
Por Estêvão Kopschitz Xavier Bastos
Este Boletim de Expectativas baseia-se nas projeções do Sistema Expectativas de Mercado do Banco Central, também conhecido como Boletim Focus, para dar uma visão geral das previsões feitas pelos profissionais que contribuem com a pesquisa, abordando inflação, juros, finanças públicas e PIB. Para a inflação e as taxas de juros, recorre-se, também, à estrutura a termo da taxa de juros baseada em títulos públicos. O texto procura concatenar as previsões médias feitas pelos respondentes da pesquisa do Banco Central e, comparando-as com as que foram analisadas na última edição deste boletim, em março de 2024, observa que, com exceção de 2024, cujo PIB previsto está maior, de 2025 a 2028 espera-se o mesmo crescimento da economia que se esperava há sete meses, mas, agora, acompanhado de mais inflação, juros mais altos e maior dívida pública. A elevação da dívida como percentual do PIB esperada se deveu à expectativa de maiores despesas com pagamento de juros, enquanto a trajetória projetada para o resultado primário pouco se alterou.
Boletim de expectativas – abril de 2024
Por Estêvão Kopschitz Xavier Bastos
Este Boletim de Expectativas se baseia nas projeções do Sistema Expectativas de Mercado do Banco Central, também conhecido como Focus, para dar uma visão geral das previsões feitas pelos profissionais que contribuem com a pesquisa, abordando inflação, juros, nível de atividade, finanças públicas e setor externo. Além das médias amostrais, apresentam-se também intervalos de projeção com mais e menos um desvio-padrão. Para a meta Selic recorre-se também ao mercado de DI Futuro e, para a inflação, à estrutura a termo da taxa de juros.
Boletim de expectativas – Dezembro de 2023
Por Estêvão Kopschitz Xavier Bastos
Este número do Boletim de Expectativas aborda a economia mundial. De maneira geral, inflação, juros e crescimento devem ser menores em 2024, em relação a 2023. Uma exceção é o PIB na Área do Euro, que deve crescer um pouco mais em 2024 do que neste ano. As projeções do Banco Mundial apontam para estabilidade dos preços das commodities, quando considerados índices de preços gerais e setoriais. Previsões coletadas junto a analistas de mercado indicam que os preços da soja e do minério de ferro, muito relevantes nas exportações brasileiras, devem cair, embora ainda fiquem em níveis superiores aos de antes da pandemia, especialmente no caso da soja. Por outro lado, para os preços de fertilizantes, importação relevante para a agricultura, a expectativa é também de queda, de acordo com o Banco Mundial.
Indicadores do mercado de crédito
Por Debora Mesquita Pimentel e Julia de Medeiros Braga
Os dados de outubro de 2023 mostram redução do ritmo de expansão do crédito total devido perda de dinamismo das concessões com recursos livres, na média trimestral, combinada com aumento das linhas com recursos direcionados, em especial à pessoa jurídica (PJ). A modalidade com destaque positivo inclui as linhas de crédito para financiamento de micro e pequenas empresas, incentivadas pelo sistema de garantias do governo federal e do BNDES. Por outro lado, as concessões de financiamento imobiliário à pessoa física (PF) seguem em declínio pelo quinto mês consecutivo.
As taxas médias de juros das concessões à PF recuaram pelo quinto mês consecutivo, atingindo em média 34,8%. A taxa de inadimplência da carteira de PF segue estabilizada, porém com elevação na modalidade do cartão de crédito rotativo. O endividamento das famílias continua em trajetória de queda, iniciada em julho de 2022. O comprometimento da renda das famílias com o serviço da dívida, que persistiu crescendo até meados de 2023 a despeito da queda do endividamento, teve uma terceira redução consecutiva, consolidando o início de tendência de queda.
No caso da carteira de PJ, a inadimplência com recursos direcionados apresentou forte recuo, entretanto, causa preocupação a contínua elevação da inadimplência da carteira de PJ com recursos livres.
Boletim de expectativas- Outubro de 2023
Por Estêvão Kopschitz Xavier Bastos
Este Boletim de Expectativas se baseia nas projeções do Sistema Expectativas de Mercado do Banco Central, também conhecido como Focus, para dar uma visão geral das previsões feitas pelos profissionais que contribuem com a pesquisa, abordando inflação, juros, nível de atividade, finanças públicas e setor externo. Além das médias amostrais, se utiliza também dos desvios-padrão, de maneira a mostrar intervalos de projeção ou a interpretação de três cenários. Para a meta Selic recorre-se também ao mercado de DI Futuro e para a inflação, à estrutura a termo da taxa de juros.







