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Indicador Ipea de Consumo Aparente de Bens Industriais – Fevereiro de 2021 Demanda interna por bens industriais recua 1,2% em fevereiro

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais – definido como a parcela da produção industrial doméstica destinada ao mercado interno acrescida das importações – registrou uma queda de 1,2% na comparação entre fevereiro e janeiro na série com ajuste sazonal. Com esse resultado, que sucedeu uma alta de 2,7% no período anterior, o trimestre móvel encerrado em fevereiro avançou 6,5% na margem. Entre os componentes do consumo aparente, ainda na comparação dessazonalizada, enquanto a produção interna destinada ao mercado nacional (bens nacionais) caiu 1,6% em fevereiro, as importações de bens industriais cederam 0,7%.

Na comparação interanual, a demanda interna por bens industriais cresceu 5,4% contra fevereiro do ano passado. Com isso, o trimestre móvel apresentou uma alta de 8,7% em relação ao verificado no mesmo período de 2020. Tomando por base a variação acumulada em doze meses, a demanda registrou uma queda de 5,3%, enquanto a produção industrial, mensurada pela PIM-PF do IBGE, acumulou uma baixa de 4,2%.

Tabela 1

Grafico 1

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Indicador Ipea de FBCF – Janeiro de 2021 Investimentos iniciam 2021 com queda de 15,9% na margem

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aponta um recuo de 15,9% na comparação entre janeiro de 2021 e dezembro de 2020, na série com ajuste sazonal. Ainda assim, o trimestre móvel terminado em janeiro registrou alta de 23,5%. Na comparação com o ano anterior, a FBCF atingiu um patamar 6,1% superior ao verificado em janeiro de 2020. No acumulado em doze meses, a taxa de crescimento dos investimentos passou de -0,8% para -1,3%. O resultado de janeiro foi influenciado pela alta base de comparação, em virtude do forte crescimento no último mês do ano passado, explicado pelo alto volume importado de plataformas de petróleo e outros bens de capital de apoio à prospecção e extração de petróleo e gás natural.

Na comparação com o ajuste sazonal, o consumo aparente de máquinas e equipamentos – que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida das importações – apresentou uma queda de 37,1% em janeiro. Apesar desse resultado, o trimestre móvel registrou alta de 53%. De acordo com os seus componentes, enquanto a produção nacional de máquinas e equipamentos ficou praticamente estável, com um pequeno recuo de 0,3% em janeiro, a importação cedeu 40,5% no mesmo período. Embora tenham ocorrido novas importações de plataformas de petróleo em janeiro, o volume importado dos outros bens de apoio à prospecção e extração de petróleo e gás natural sofreu forte queda. No acumulado em doze meses, a demanda interna por máquinas e equipamentos apresentou retração de 3,2%.

Os investimentos em construção civil, por sua vez, recuaram 0,2% em janeiro, na série dessazonalizada, interrompendo uma sequência de oito altas na margem. Com isso, o segmento registrou um avanço de 2,4% no trimestre móvel, embora ainda apresente baixa de 1,3% no acumulado em doze meses.

Tabela 1

Gráfico 1

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Visão Geral da Conjuntura

Por José Ronaldo Souza Jr., Marco Cavalcanti, Paulo Levy e Leonardo Carvalho

Dados recentes de janeiro de 2021 e estimativas da Dimac do Ipea para fevereiro mostram que a trajetória de recuperação continuou no primeiro bimestre deste ano na indústria e, principalmente, nos serviços. No entanto, o agravamento recente da pandemia, que culminanou no quadro atual de forte pressão sobre o sistema de saúde, vem motivando os governos estaduais e municipais a reintroduzir medidas impositivas de isolamento social. Se, por um lado, se espera que a nova rodada de restrições possa ajudar a conter o número de novos casos da doença e aliviar o sistema de saúde, por outro lado, aumentam as incertezas em relação ao desempenho da economia no curto prazo. O impacto negativo sobre a atividade econômica tende a ser significativo, mas menor do que no segundo trimestre do ano passado.

O desequilíbrio fiscal é analisado nesta nota na perspectiva do orçamento de 2021 recém-aprovado pelo Congresso, especialmente em relação ao cumprimento do teto de gastos, e do impacto da aprovação da Emenda Constitucional (EC) no 109, derivada da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Emergencial, sobre a sustentabilidade das contas públicas em prazo mais longo. Argumenta-se que a necessidade de duras medidas de contenção de despesas visando ao cumprimento do teto de gastos em 2021, que já era significativa, foi magnificada pelo Autógrafo do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) aprovado. Contudo, dado o já relativamente baixo nível das despesas discricionárias, o espaço para o ajuste requerido é estreito, havendo risco de interrupção parcial ou total de algumas atividades ou programas públicos. Faz-se necessária, portanto, a busca por uma solução que envolva a revisão de parte da programação orçamentária aprovada no Autógrafo do PLOA. No que se refere à sustentabilidade da política fiscal no longo prazo, entende-se que a EC no 109 seja um passo importante na direção correta, ao proporcionar instrumentos e reforçar princípios relevantes para o equilíbrio fiscal intertemporal. Um dos determinantes de seus impactos, porém, será a aprovação de leis complementares que regulamentem algumas das alterações constitucionais. Ao longo do tempo, o impacto final da EC no 109 sobre as contas públicas ficará mais claro.

Neste contexto de incertezas de política fiscal e relacionadas à pandemia, a previsão da Dimac/Ipea para o PIB de 2021 é de um crescimento de 3%, com recuo de 0,5% do PIB no primeiro trimestre, na comparação com ajuste sazonal. Ainda que uma nova rodada de medidas fiscais de combate aos efeitos da pandemia esteja programada para começar em abril, o impacto negativo sobre a atividade econômica tende a prevalecer no primeiro semestre, embora em magnitude significativamente menor do que a verificada no ano passado. No segundo semestre, o cenário considerado na projeção é que a cobertura vacinal contra a Covid-19 esteja avançada e permita a retomada do crescimento devido ao aumento da confiança dos consumidores e empresários e à redução de medidas de isolamento social. Para 2022, a Dimac/Ipea projeta um aumento de 2,8% para o PIB. Embora esse resultado do ano seja inferior ao previsto para 2021, o cenário caracteriza-se pela manutenção, ao longo de 2022, da retomada da atividade esperada para o segundo semestre deste ano.

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No que diz respeito à inflação de 2021, projeta-se uma variação de 4,6% do IPCA e de 4,3% do INPC. Essa projeção considera as surpresas inflacionárias adversas do início do ano, especialmente em relação aos preços administrados, bem como o recente período de seca verificado nas principais regiões produtoras de carne e leite, a trajetória observada e esperada para a taxa de câmbio e a continuada aceleração dos preços das matérias-primas no mercado internacional. Contudo, espera-se que, no contexto de uma política monetária mais apertada e sob a hipótese de que as atuais incertezas fiscais sejam controladas, a inflação volte a cair ao longo do ano e permaneça controlada em 2022, atingindo, nesse ano, 3,4% tanto para o IPCA quanto para o INPC.

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Atividade econômica: indicadores mensais

Por Leonardo M. de Carvalho

O desempenho recente dos indicadores de atividade aponta para uma acomodação no ritmo de crescimento da economia no primeiro trimestre de 2021. Embora os efeitos do recrudescimento da pandemia afetem a economia de maneira ampla, as pesquisas setoriais do IBGE sugerem algumas particularidades em relação ao seu desempenho. A produção industrial, medida na PIM-PF, registrou alta de 0,4% em janeiro, na série com ajuste sazonal, atingindo um patamar 3,7% superior ao observado em fevereiro de 2020, período imediatamente anterior ao início da crise sanitária. O resultado de janeiro representou a nona variação positiva seguida na margem, embora a tendência seja de desaceleração. A Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas (Dimac) do Ipea estima que a produção industrial de fevereiro tenha ficado estável, com crescimento nulo na série sem efeitos sazonais. Com isso, o carry-over para o primeiro trimestre ficaria em 1,3%.

A análise setorial revela que a grande maioria dos segmentos que compõem a indústria manufatureira registra atualmente níveis de estoques abaixo do planejado. Embora essa situação, a princípio, represente um fator positivo para o aumento da produção nos próximos meses, a escassez de matérias-primas, juntamente com o aumento dos seus custos, tem se tornado mais disseminada, o que pode vir a retardar essa normalização. De acordo com o IPA, da FGV, a indústria manufatureira registra uma alta de 26,9% no acumulado em doze meses até fevereiro. Além disso, certos setores convivem com algumas limitações associadas à utilização dos fatores de produção, uma vez que já operam em níveis acima de sua média histórica.

Nesta nota, há ainda análises e projeções para as vendas do comércio varejista e as receitas dos serviços.



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Atualização das séries de estoque de capital até dezembro de 2020

Por José Ronaldo de C. Souza Jr. e Felipe Cornelio

Esta nota atualiza as séries de investimento líquido e de estoque de capital com base nos dados anuais detalhados do Sistema de Contas Nacionais (SCN) de 2018, do IBGE, e apresenta as estimativas para o período até 2020 com base nos dados do indicador Ipea mensal de investimentos. Os dados do SCN de 2018 mostraram que a formação bruta de capital fixo (FBCF) havia sido maior do que o indicado pelos dados trimestrais (do IBGE) e mensais (do Ipea) anteriormente. De agosto de 2016 até outubro de 2019, o investimento líquido acumulou resultados negativos (FBCF menor que a depreciação) em doze meses, resultando em quedas do estoque de capital. Foi apenas no final de 2019 que o investimento líquido voltou a ter resultados positivos no acumulado em doze meses. Essa recuperação, porém, foi abruptamente abortada por conta dos impactos econômicos da pandemia. Em relação aos dados anuais desagregados, o texto destaca os dados de fluxo e estoque dos investimentos em construção de infraestrutura. A crise econômica anterior teve especial impacto nos investimentos em infraestrutura, que tiveram quedas significativas (em percentual do PIB e em valores correntes e constantes). Essas quedas fizeram não só os investimentos líquidos ficarem abaixo da depreciação como também reduziram o nível do estoque em percentual do PIB a partir de 2017. Do pico recente de 41,7% do PIB em 2016, o estoque de capital de construções de infraestrutura caiu para 40% do PIB em 2018.​​

estoque de capital

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Os dados estão disponíveis no Ipeadata



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Projeção do valor adicionado do setor agropecuário para 2021

Por Pedro Mendes Garcia, José Ronaldo de C. Souza Júnior e Fabio Servo

A Dimac do Ipea, com base nas estimativas para 2021 do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), do IBGE, e em projeções próprias para a pecuária a partir dos dados da Pesquisa Trimestral do Abate de Animais, da Produção de Ovos de Galinha e Leite, revisou a estimativa de crescimento do valor adicionado (VA) do setor agropecuário de 2021 de 1,5% (como divulgado na visão geral da Carta de Conjuntura no 49) para 2,2%.

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A nova projeção, além de levar em consideração projeções atualizadas para a produção agropecuária, faz uma revisão metodológica que visa considerar de maneira mais precisa a evolução do consumo intermediário a partir dos valores das tabelas de recursos e usos do Sistema de Contas Nacionais. Com isso, o VA do setor passa a ser desagregado em dois componentes: produção animal e produção vegetal. A produção animal é composta pelos segmentos da pecuária (bovinos, suínos, aves, leite e ovos), além da pesca e da aquicultura, enquanto a produção vegetal é composta pelos produtos da lavoura e pela exploração florestal e silvicultura.

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Indicador Ipea de Consumo Aparente de Bens Industriais – Janeiro de 2021 Demanda interna por bens industriais inicia 2021 com avanço de 0,6%

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais – definido como a parcela da produção industrial doméstica destinada ao mercado interno acrescida das importações – registrou um crescimento de 0,6% na comparação entre janeiro e dezembro na série com ajuste sazonal. Com esse resultado, que sucedeu uma alta de 3,8% no período anterior, o trimestre móvel encerrado em janeiro avançou 6,6% na margem. Entre os componentes do consumo aparente, ainda na comparação dessazonalizada, enquanto a produção interna destinada ao mercado nacional (bens nacionais) aumentou 0,9% em janeiro, as importações de bens industriais cederam 3,6%.

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Na comparação interanual, a demanda interna por bens industriais cresceu 1,5% contra janeiro do ano passado. Com isso, o trimestre móvel apresentou uma alta de 6% em relação ao verificado no mesmo período de 2019. Tomando por base a variação acumulada em doze meses, a demanda registrou uma queda de 5,8%, enquanto a produção industrial, conforme mensurada pela PIM-PF do IBGE, acumulou uma baixa de 4,2%.

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Veja no documento completo a análise por grandes grupos econômicos e por setores

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Atividade econômica: desempenho do PIB

Por Leonardo M. Carvalho e José Ronaldo de C. Souza Jr.

Conforme divulgado pelo IBGE, o PIB avançou 3,2% no quarto trimestre de 2020, na comparação com o trimestre anterior, já livre de efeitos sazonais. Com isso, a queda de 4,1% do PIB em 2020 foi próxima da previsão divulgada em dezembro do ano passado na Carta de Conjuntura, de queda de 4,3%. Pela ótica da produção, não houve surpresas significativas em relação ao que se esperava no fim do ano passado. Pela ótica da despesa, por sua vez, há uma surpresa causada pelo forte crescimento da formação bruta de capital fixo (FBCF) em dezembro – como detalhado na nota n° 16 desta Carta de Conjuntura. Parte dessa surpresa pode estar associada a possíveis importações “fictas” de plataformas de petróleo em razão do Repetro-Sped. De qualquer forma, o ano fecha com uma queda forte do PIB em função dos impactos econômicos da pandemia de Covid-19, que começaram mais fortemente em meados de março do ano passado. Essa queda é, no entanto, bem menor que as projeções divulgadas no segundo trimestre – ponto mais grave da crise econômica aguda – pela Dimac/Ipea, pelo mercado financeiro e pelas principais organizações multilaterais internacionais. Os resultados do quarto trimestre deixam um carry-over positivo em 3,6% para 2021. Caso permaneça estagnado ao longo de todos os trimestres de 2021, o PIB fecharia o ano com alta de 3,6%.

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Indicador IPEA de FBCF – Dezembro e Quarto Trimestre de 2020 Impulsionados pela importação de plataformas de petróleo, investimentos apresentam alta de 22,2% em dezembro, encerrando o ano com queda de 0,8%

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aponta um avanço de 22,2% na comparação entre dezembro e novembro de 2020, na série com ajuste sazonal, com forte impacto gerado pela importação de plataformas de petróleo no período. Com isso, o quarto trimestre fechou com uma alta de 13,5%, resultado já ajustado pelo resultado das Contas Nacionais Trimestrais, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nas comparações com os mesmos períodos de 2019, enquanto dezembro registrou uma expansão de 47,4%, o quarto trimestre apresentou alta de 13,5%. No acumulado em doze meses, os investimentos caíram 0,8% em 2020. Estimamos que, sem o efeito das importações de plataformas ao longo de 2020, mais notadamente nos meses de maio e dezembro, o resultado da FBCF teria sido mais negativo (-4,8%).

Na comparação com o ajuste sazonal, o consumo aparente de máquinas e equipamentos – que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida às importações – apresentou um crescimento de 59,2% em dezembro, encerrando o quarto trimestre com uma alta de 39,8%. De acordo com os seus componentes, enquanto a produção nacional de máquinas e equipamentos recuou 10,2% em dezembro, a importação aumentou 304,4% no mesmo período, devido à realização de importações de plataformas de petróleo no valor de US$ 4,8 bilhões, que ainda podem estar associados às mudanças no regime aduaneiro Repetro – cujo prazo final para as chamadas “importações fictas” era dezembro de 2020. No acumulado em 12doze meses, a demanda interna por máquinas e equipamentos encerra o ano de 2020 com queda de 1,1%.

Os investimentos em construção civil, por sua vez, voltaram a retroceder em dezembro, na série dessazonalizada, registrando queda de 3,3%. Ainda assim, o segmento registrou um avanço de 0,6% no quarto trimestre, encerrando 2020 com baixa de 1,2%.

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Indicador Ipea de Consumo Aparente de Bens Industriais – Dezembro de 2020 Demanda interna por bens industriais avançou 3,6% no mês, encerrando 2020 com queda de 5,2%

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais – definido como a parcela da produção industrial doméstica destinada ao mercado interno acrescida das importações – registrou alta de 3,6% na comparação entre dezembro e novembro, na série com ajuste sazonal. Com esse resultado, que representou a oitava variação positiva seguida na margem, o quarto trimestre de 2020 registrou aumento de 9,4%. Entre os componentes do consumo aparente, enquanto a produção interna destinada ao mercado nacional (bens nacionais) avançou 3,5% ante novembro, as importações de bens industriais cresceram 17,3%, conforme mostra a tabela

Na comparação interanual, a demanda interna por bens industriais superou em 20,1% o resultado verificado em dezembro de 2019. Com disso, o quarto trimestre de 2020 apresentou um crescimento de 4,4% em relação ao verificado no mesmo período do ano anterior. Tomando por base a variação acumulada em doze meses, a demanda encerrou 2020 com uma variação negativa de -5,2%, enquanto a produção industrial, mensurada pela Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física (PIM-PF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), acumulou baixa de 4,5% no ano, como visto no gráfico 1.

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Grafico 1

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