Arquivos da categoria: Inflação

Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI) – dezembro de 2025

Por Maria Andreia Parente Lameiras

O Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI), calculado pelo Ipea, apresentou taxa de variação de 0,22% em dezembro de 2025, situando-se 0,35 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada no mês anterior. Na comparação com o mesmo mês de 2024, a variação foi 0,44 p.p. menor. Com a incorporação desse resultado, o ICTI acumula variação de 3,29% nos últimos doze meses.

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Inflação por faixa de renda – Dezembro/2025

Por Maria Andréia P. Lameiras

Os dados do Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda mostram que, em dezembro, todas as faixas de renda apresentaram aceleração da inflação em relação ao mês anterior. Apesar do alívio inflacionário observado no grupo habitação – refletindo a queda de 5,4% nas tarifas de energia elétrica –, o encerramento das deflações dos alimentos no domicílio, combinado com reajustes mais intensos nos grupos transportes e saúde e cuidados pessoais, explica o avanço da inflação no mês. Nesse contexto, a inflação das famílias de renda muito baixa passou de 0,01% em novembro para 0,14% em dezembro, enquanto, na faixa de renda alta, a taxa avançou de 0,45% para 0,51% na mesma base de comparação.

Com a incorporação do resultado de dezembro, observa-se que, no acumulado de 2025, a faixa de renda baixa registrou a menor variação inflacionária (3,8%), ao passo que a renda alta apresentou a maior taxa (4,7%). Nota-se, ainda, que, na comparação com 2024, houve descompressão inflacionária nas cinco primeiras faixas de renda e pressão inflacionária adicional no segmento de renda alta.

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Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI) – novembro de 2025

Por Maria Andreia Parente Lameiras

O Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI), calculado pelo Ipea, apresentou taxa de variação de 0,57% em novembro de 2025, situando-se 0,78 ponto percentual (p.p.) acima da taxa registrada no mês anterior. Na comparação com o mesmo mês de 2024, a variação foi 0,17 p.p. maior. Com a incorporação desse resultado, o ICTI acumula uma variação de 3,75% nos últimos doze meses.

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Análise e Projeções de Inflação

Por: Maria Andréia P. Lameiras e Tarsylla Godoy de Oliveira

O ambiente inflacionário brasileiro apresenta sinais claros de arrefecimento ao longo de 2025, embora ainda permaneça desafiador. Após um período marcado por pressões intensas, a trajetória recente do IPCA revela um processo de desinflação mais consistente, tendo a inflação acumulada em doze meses retornado ao intervalo de tolerância da meta. No entanto, os núcleos de inflação seguem acima do centro do objetivo estabelecido e as expectativas permanecem desancoradas, indicando que ainda há incertezas quanto à sustentabilidade desse movimento. Em que pese a comercialização da safra brasileira recorde e a desaceleração das commodities agrícolas no mercado mundial, o principal vetor de alívio inflacionário no período recente tem sido a valorização cambial, que reduziu pressões sobre os preços de alimentos, bens industriais e combustíveis. Dessa forma, o processo de descompressão inflacionária avança, mas ainda de forma gradual e com custos relevantes em termos de política monetária restritiva.

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Visão geral da conjuntura

Por Claudio Hamilton Matos dos Santos, Cláudio Roberto Amitrano e Mônica Mora Y Araujo

Conforme previsto na última Visão Geral da Conjuntura (VG) (Nota de Conjuntura nº 25 da Carta de Conjuntura nº 68 de setembro de 2025), o PIB do terceiro trimestre de 2025 foi 0,1% superior ao valor reportado no segundo trimestre do ano na série dessazonalizada. Na comparação interanual com o terceiro trimestre de 2024, o crescimento do PIB no terceiro trimestre de 2025 alcançou 1,8%, resultado apenas ligeiramente superior à projeção de 1,6% divulgada na VG de setembro para essa mesma base de comparação.

A acurácia das projeções reportadas nas últimas Visões Gerais da Conjuntura sugere que nossos modelos interpretativos têm sido capazes de capturar os aspectos centrais da dinâmica de curto prazo da economia brasileira. Há algum tempo, temos argumentado que a política econômica tem buscado alcançar simultaneamente quatro objetivos principais, a saber: (i) a manutenção de níveis próximos ao pleno emprego da mão de obra, com crescimento dos rendimentos reais médios do trabalho; (ii) a preservação dos programas públicos de transferência de renda voltados aos mais idosos e aos mais pobres, bem como a expansão dos gastos com serviços públicos de saúde e educação; (iii) a manutenção da inflação dentro da meta estabelecida pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central; e (iv) a observância do Regime Fiscal Sustentável (RFS), conforme previsto na Lei Complementar nº 200/2023.

Neste contexto, apesar de o cenário prospectivo permanecer praticamente inalterado, estamos elevando a nossa projeção de crescimento do PIB para 2025 de 2,2% para 2,3%, refletindo, em grande medida, a revisão implementada pelo IBGE, que elevou em 0,2 p.p. o crescimento do primeiro trimestre de 2025. Para 2026, mantemos a expansão esperada em 1,6%, porém com viés de alta. Em relação ao quarto trimestre, conforme colocado anteriormente, a expectativa é de resiliência em alguns segmentos mais cíclicos, combinada à contribuição positiva de componentes mais exógenos, o que sugere a manutenção de um quadro de relativa estabilidade no curto prazo, com crescimento modesto. Nesse sentido, projetamos que o PIB avance 0,2% na margem, com alta de 2,0% em relação ao quarto trimestre de 2024.

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Inflação por faixa de renda – Novembro/2025

Por Maria Andréia P. Lameiras

O Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda mostra que, após o recuo observado em outubro, a inflação voltou a acelerar em novembro para todos os segmentos de renda, impulsionada pelos reajustes nos grupos habitação, transportes e despesas pessoais. Em termos absolutos, a classe de renda muito baixa registrou a menor taxa (0,01%), enquanto a faixa de renda alta apresentou a variação mais elevada (0,45%). A deflação de alimentos, itens de residência e artigos de higiene pessoal atenuou a pressão exercida pela alta das tarifas de energia, beneficiando especialmente as famílias de menor renda. Já os aumentos das passagens aéreas e dos serviços de recreação contribuíram de forma mais significativa para a inflação da classe de renda alta.

O comportamento mais favorável dos preços dos alimentos ao longo dos últimos meses — dada sua elevada participação na cesta das famílias de menor renda — explica por que a classe de renda muito baixa registra as menores taxas de inflação tanto no acumulado do ano (3,7%) quanto em doze meses (4,2%). Em contrapartida, pressionada pelos reajustes de serviços, a faixa de renda alta apresenta as maiores taxas no ano (4,2%) e no acumulado em doze meses (4,8%).

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Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI) – outubro de 2025

Por Maria Andreia Parente Lameiras

O Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI), calculado pelo Ipea, apresentou taxa de variação de -0,21% em outubro de 2025, situando-se 0,57 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada no mês anterior. Na comparação com o mesmo mês de 2024, a variação foi 0,84 p.p. menor. Com a incorporação desse resultado, o ICTI acumula uma variação de 3,57% nos últimos doze meses.

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Inflação por faixa de renda – Outubro/2025

Por Maria Andréia P. Lameiras

Os dados mais recentes do Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda mostram que, após a aceleração registrada em setembro, a inflação registrou recuo expressivo em outubro, ainda que de forma distinta entre os grupos. Entre as famílias de renda muito baixa, a inflação passou de uma alta de 0,59% em setembro para uma leve deflação de 0,03% em outubro, possibilitada não só pela continuidade da queda dos preços dos alimentos no domicílio, mas também pelo recuo do grupo habitação. Já para as famílias de renda alta, a desaceleração ocorreu de modo mais suave, uma vez que após registrar taxa de 0,35% em setembro, a inflação recuou para 0,22% em outubro. Neste caso, nota-se que a descompressão inflacionária menos intensa reflete não apenas uma contribuição negativa menor vinda da queda dos alimentos e da energia elétrica – dado o peso destes itens nas suas cestas de consumo –, mas também as altas dos combustíveis, das passagens aéreas e dos serviços pessoais ocorridas em outubro.

Apesar do resultado mais favorável de outubro, no acumulado do ano, as maiores variações continuam concentradas nas faixas de renda baixa (3,89%) e muito baixa (3,84%), enquanto o menor aumento aparece na classe de renda alta (3,16%). Essa configuração, no entanto, não se mantém no horizonte de doze meses, tendo em vista que a inflação é mais elevada entre as famílias de renda média-alta (4,78%) e renda alta (4,96%), ao passo que as famílias de renda muito baixa registram variação de 4,43%, reforçando como diferentes padrões de consumo modulam a intensidade com que os choques de preços atingem cada grupo social.

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Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI) – setembro de 2025

Por Maria Andreia Parente Lameiras

O Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI), calculado pelo Ipea, apresentou taxa de variação de 0,36% em setembro de 2025, situando-se 0,14 ponto percentual (p.p.) acima da taxa registrada no mês anterior. Na comparação com o mesmo mês de 2024, a variação foi 0,04 p.p. maior. Com a incorporação desse resultado, o ICTI acumula uma variação de 4,44% nos últimos doze meses.

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Boletim de expectativas – outubro de 2025

Por Estêvão Kopschitz Xavier Bastos e  Caio Rodrigues Gomes Leite

Este Boletim de Expectativas fornece uma visão panorâmica das expectativas para al­gumas das principais variáveis macroeconômicas brasileiras e internacionais. No caso do Brasil, as projeções são do Sistema Expectativas de Mercado, também conhecido como relatório Focus, do Banco Central. Para juros e infla­ção, recorre-se ainda à estrutura a termo da taxa de juros derivada do merca­do secundário de títulos públicos, calculada pela Anbima. As previsões para Estados Unidos, China, área do euro e Argentina são de coleta da Bloomberg com analistas.

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