Arquivos da categoria: Inflação

Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI) – maio de 2020

O Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI), calculado pelo Ipea, apresentou uma taxa de variação de 0,26% em maio de 2020, situando-se 0,37 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada no mês anterior. Na comparação com abril de 2019, o recuo observado foi de 0,18 p.p.

Após a incorporação desse resultado, o ICTI acumula uma variação de 5,61% nos últimos doze meses, atingindo patamar superior ao registrado pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE), mas abaixo das taxas apontadas tanto pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) quanto pelo Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), ambos da Fundação Getulio Vargas (FGV), como mostra a tabela 1.

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Na desagregação pelos oito grupos de serviços que compõem o ICTI, observa-se que, no acumulado em doze meses, os maiores impactos ao índice vieram dos segmentos pessoal e demais despesas operacionais, cuja contribuição conjunta de 4,12 p.p. respondeu por mais de 73% da variação total apontada pelo indicador.

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Inflação

Por Maria Andréia P. Lameiras e Marcelo L. de Moraes

A crise provocada pela pandemia da Covid-19 está tendo um significativo impacto deflacionário, especialmente nos setores mais afetados pelo isolamento social – serviços e bens de consumo duráveis. As fortes deflações registradas pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em abril e maio já dão indícios de que a taxa de inflação projetada para 2020 ficará abaixo da esperada no trimestre anterior. Adicionalmente, a expectativa de uma retomada gradual da demanda, aliada à capacidade ociosa presente na maioria dos setores produtivos e à redução dos custos de mão de obra e aluguéis, deve manter uma trajetória bem comportada para os preços dos serviços e bens livres. Dentro desse contexto, a projeção do Grupo de Conjuntura da Dimac/Ipea é de a inflação (medida pelo IPCA) encerrando o ano em 1,8%, o que representa uma redução de 1,1 ponto percentual (p.p.) em relação à última taxa projetada (2,90%) na visão geral da Carta de Conjuntura de março deste ano.

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Inflação por Faixa de renda

Por Maria Andréia Parente Lameiras e Sandro Sacchet de Carvalho

Essa Nota Técnica tem por objetivo retratar, a partir dos dados da POF 2017/2018, a atualização dos vetores de peso utilizados para a construção do Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda, além de divulgar e analisar as taxas mensais de inflação, de janeiro a maio de 2020, para as seis classes pesquisadas. De acordo com o indicador, nos cinco primeiros meses do ano, à exceção de fevereiro, a inflação da faixa de renda mais baixa manteve-se acima das registradas no segmento mais rico, refletindo que, embora tenha ocorrido queda de preços em diversos itens, a dos alimentos vem impactando mais fortemente o custo de vida dos mais pobres. No acumulado do ano, enquanto as famílias de renda mais baixa, registram uma taxa de inflação positiva de 0,45%, a faixa de renda mais alta aponta uma deflação de 0,45% – beneficiada pela queda nos preços do grupo transporte, em especial, dos combustíveis e das passagens aéreas. De fato, em maio, embora todas as classes tenham apresentado deflação, ela foi bem mais intensa no segmento mais rico da população (-0,57%), cuja taxa registrada foi três vezes menor que a observada na parcela composta por famílias de renda muito baixa (-0,19%). Com a incorporação desse resultado, no acumulado dos últimos doze meses, a inflação da classe de renda muito baixa mostra alta de 2,4%, situando-se 1,0 p.p. acima da registrada pela faixa de renda alta (1,4%).

NT_Tabela 4

NT_Gráficos

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Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI) – abril de 2020

O Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI), calculado pelo Ipea, apresentou uma taxa de variação de 0,63% em abril de 2020, situando-se em 0,11 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada no mês anterior. Na comparação interanual, observou-se uma alta 0,09 p.p. em relação ao observado em abril de 2019.

Após a incorporação desse resultado, o ICTI aponta uma variação acumulada de 5,81% nos últimos doze meses, alcançando patamar superior ao registrado pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), porém abaixo das taxas verificadas tanto pelo Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP) quanto pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), da Fundação Getulio Vargas (FGV), como mostra a tabela 1.

Na desagregação pelos oito grupos de serviços que compõem o ICTI, observa-se que, no acumulado em doze meses, os maiores impactos ao índice vieram dos segmentos de pessoal e de demais despesas operacionais, cuja contribuição de 4,67 p.p. respondeu por 80% da variação total.

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Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI) de março de 2020

O Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI), calculado pelo Ipea, apresentou uma taxa de variação de 0,73% em março de 2020, 0,34 ponto percentual (p.p.) acima da taxa registrada no mês anterior. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o índice apontou estabilidade.

Como uma incorporação desse resultado, o ICTI mantém a variação de 5,7% acumulada nos últimos doze meses, patamar acima do que foi registrado pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mas abaixo tanto do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP) quanto do Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), da Fundação Getulio Vargas (FGV), como mostra a tabela 1.

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Na desagregação pelos oito grupos de serviços que compõem o ICTI, observa-se que, no acumulado em doze meses, a maior contribuição continua sendo originada pelo segmento de despesas com pessoal, cuja alta de 8,24% gerou um impacto da ordem de 4,02 p.p., respondendo por aproximadamente 70% da variação total apresentada pelo índice. Ainda que em menor intensidade, o segmento demais despesas operacionais também afetou significativamente o ICTI, com alta de 6,82% e impacto de 1,21 p.p. Nota-se ainda que, embora apresente uma variação pouco expressiva (0,06%), a alta nos preços de material de consumo em março interrompeu uma trajetória de deflações sucessivas iniciada em julho de 2019, que vinha gerando alívio sobre os custos.

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Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI) – fevereiro de 2020

O Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI), calculado pelo Ipea, apresentou uma taxa de variação de 0,39% em fevereiro de 2020, situando-se em 0,05 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada em janeiro. Na comparação com o mesmo mês de 2019, o índice recuou 0,27 p.p.

Com a incorporação desse resultado, o ICTI acumula alta de 5,7% nos últimos doze meses, mantendo-se em patamar superior ao registrado pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), porém abaixo do observado tanto pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) quanto pelo Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), ambos divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV), como mostra a tabela 1

Tabela 1_fev20

Na desagregação pelos oito grupos de serviços que compõem o ICTI, observa-se que, no acumulado em doze meses, a maior contribuição veio do segmento de despesas com pessoal, cujo impacto de 4,38 p.p. foi responsável por aproximadamente 77% da variação total apresentada pelo índice. Ainda que em menor intensidade, o segmento demais despesas operacionais também afetou significativamente o ICTI, com contribuição de 1,21 p.p. No sentido contrário, a queda de 2,04% nos preços dos materiais de consumo vem gerando redução de custos.

Tabela 2_fev20

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Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI) – janeiro de 2020

O Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI), calculado pelo Ipea, apresentou uma taxa de variação de 0,44% em janeiro de 2020, 0,19 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada no mês anterior (dezembro). Na comparação com o mesmo mês de 2019, a variação foi 0,24 p.p. menor.

Como uma incorporação desse resultado, o ICTI acumula uma variação de 5,99% nos últimos doze meses, patamar acima do que foi registrado pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE), mas abaixo tanto do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP) quanto do Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), da Fundação Getulio Vargas (FGV) – como mostra a tabela 1.

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Na desagregação pelos oito grupos de serviços que compõem o ICTI, observa-se que, no acumulado em doze meses, a maior contribuição veio do segmento de despesas com pessoal, cuja alta de 4,66 p.p. foi responsável por aproximadamente 78% da variação total apresentada pelo índice. Ainda que em menor intensidade, o segmento demais despesas operacionais também afetou significativamente o ICTI, com impacto de 1,38 p.p. No sentido contrário, a queda de 2,92% nos preços dos materiais de consumo vem gerando redução de custos.

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Inflação

Por Maria Andréia Parente Lameiras

Os dados mais recentes indicam que, após uma aceleração em novembro e dezembro, os resultados favoráveis dos principais índices de preços em janeiro, aliados à melhora nas expectativas em relação a fatores importantes para a dinâmica inflacionária, sinalizam um cenário de inflação confortável em 2020, cuja trajetória esperada para o ano é ainda mais benigna que a prevista anteriormente. De acordo com o modelo de projeção do Grupo de Conjuntura da Dimac, a inflação medida pelo IPCA deve encerrar o ano em 3,28%, evidenciando não só uma desaceleração em relação ao observado em 2019 (4,31%), como também em relação ao projetado na Visão Geral da Carta de Conjuntura de dezembro (3,76%).

Em janeiro, o IPCA registrou alta de 0,21%, surpreendendo positivamente ao ficar abaixo do esperado, repercutindo uma reversão mais intensa dos preços dos alimentos, que deve se prolongar nos próximos meses. Por certo, o fim do impacto da alta dos preços das carnes e a estimativa de uma safra brasileira recorde, 2,2% superior à registrada no ano passado, devem contribuir para uma inflação de alimentos em 2020 da ordem de 4,2%, ou seja, 3,6 pontos percentuais (p.p.) menor que a de 2019. De modo semelhante, a previsão do Grupo de Conjuntura da Dimac aponta um comportamento mais favorável dos preços administrados, cuja inflação projetada, de 3,9% em 2020, situa-se bem abaixo dos 5,5% registrados em 2019. A percepção de menor risco hidrológico, a redução do patamar de reajustes e revisões das tarifas de energia, a perspectiva de estabilidade do preço do petróleo e a baixa probabilidade dos aumentos de tarifas de ônibus urbano em anos de eleição devem contribuir conjuntamente para a manutenção dos preços administrados em patamares mais confortáveis.

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Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI) – dezembro de 2019

Por Tarsylla S. G. Oliveira e José Ronaldo de C. Souza Júnior

O Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI), calculado pelo Ipea, apresentou uma taxa de variação de 0,63% em dezembro de 2019, 0,38 ponto percentual (p.p.) acima da taxa registrada no mês anterior (novembro). Na comparação com o mesmo mês de 2018, a variação foi 0,63 p.p. maior.

Como uma incorporação desse resultado, o ICTI acumulou uma variação de 6,24% em 2019, patamar abaixo do que foi registrado tanto no Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), quanto no Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), da Fundação Getulio Vargas (FGV), mas acima do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE) – como mostra a tabela 1.

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Na desagregação pelos oito grupos que compõem o ICTI, observa-se que, no acumulado em doze meses, a maior contribuição veio do segmento de despesas com pessoal, cuja alta de 4,9 p.p. foi responsável por aproximadamente 79% da variação total apresentada pelo índice. Ainda que em menor intensidade, o segmento demais despesas operacionais também afetou significativamente o ICTI, com impacto de 1,32 p.p. No sentido contrário, a queda de 2,36% nos preços dos materiais de consumo vem gerando redução de custos.

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Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI) – novembro de 2019

Por José Ronaldo de C. Souza Júnior e Tarsylla S. G. Oliveira

O Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI), calculado pelo Ipea, apresentou uma taxa de variação de 0,25% em novembro de 2019, apenas 0,01 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada no mês anterior (outubro). Na comparação com o mesmo mês de 2018, a variação foi 0,26 p.p. maior.

Como uma incorporação desse resultado, o ICTI acumula uma variação de 5,58% nos últimos doze meses, patamar acima do que foi registrado tanto no Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), da Fundação Getulio Vargas (FGV), quanto no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mas abaixo do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP) – como mostra a tabela 1.

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Na desagregação pelos oito grupos de serviços que compõem o ICTI, observa-se que, no acumulado em doze meses, a maior contribuição veio do segmento de despesas com pessoal, cuja alta de 4,81 p.p. foi responsável por aproximadamente 86% da variação total apresentada pelo índice. Ainda que em menor intensidade, o segmento demais despesas operacionais também afetou positivamente o ICTI, com contribuições de 0,72 p.p. No sentido contrário, a queda de 2,3% nos preços dos materiais de consumo vem gerando um alívio sobre os custos.

ICTI nov-19_tabela 2

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