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Indicador Ipea mensal de FBCF – resultado de janeiro de 2026

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que agrega os investimentos em máquinas e equipamentos, na construção civil e em outros ativos fixos, registrou um avanço de 3,2% na comparação entre janeiro e dezembro na série com ajuste sazonal. O resultado sucedeu ao recuo de 5,0% ocorrido no período anterior. Com isso, o trimestre móvel encerrado em janeiro registrou queda de 3,8% na comparação dessazonalizada. Nas comparações com os mesmos períodos de 2025, o indicador mensal apresentou retrações de 3,8% em janeiro e de 4,0% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, por sua vez, os investimentos totais tiveram uma expansão de 2,3%.

Na comparação com ajuste sazonal, os investimentos em máquinas e equipamentos – medidos segundo o conceito de consumo aparente, que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida das importações – apresentaram um recuo de 2,4% em janeiro, encerrando o trimestre móvel com baixa de 7,8%. Quanto aos seus componentes, enquanto a produção nacional avançou 1,9%, as importações recuaram 2,7% na margem. Já na comparação em médias móveis, ambas registraram quedas, com baixas de 5,1% e 10,8%, respectivamente. No acumulado em doze meses, o consumo aparente (ou a demanda interna) de máquinas e equipamentos registrou um crescimento de 2,8%.

Os investimentos em construção civil, por seu turno, avançaram 3,5% na passagem entre os meses de dezembro e janeiro, na série dessazonalizada. Com esse resultado, que sucedeu à queda de 6,3%, o segmento declinou 2,5% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, o crescimento foi de 0,1%. Já o segmento de outros ativos fixos expandiu 4,0% na margem em janeiro, exibindo alta de 0,4% na comparação em médias móveis. No acumulado do ano, o crescimento ficou em 5,0%.

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Indicador Ipea mensal de FBCF: resultado de novembro de 2025

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que agrega os investimentos em máquinas e equipamentos, na construção civil e em outros ativos fixos, registrou uma alta de 0,5% na comparação entre novembro e outubro na série com ajuste sazonal, resultado que sucedeu à queda de 7,5%. Com isso, o trimestre móvel encerrado em novembro registrou expansão de 1,8% na comparação dessazonalizada. Nas comparações com os mesmos períodos de 2024, o indicador mensal apresentou retração de 3,4% em novembro, e alta de 0,8% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, por sua vez, os investimentos totais apresentaram uma expansão de 3,8%.

Na comparação com ajuste sazonal, os investimentos em máquinas e equipamentos – medidos segundo o conceito de consumo aparente, que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida das importações – apresentaram um avanço de 0,3% em novembro, encerrando o trimestre móvel com crescimento de 6,6%. Quanto aos seus componentes, enquanto a produção nacional recuou 1,9% na margem, as importações cresceram 6,8%. Já na comparação em médias móveis, a produção nacional caiu 4,4%, ao passo que as importações avançaram 24,8%.

Os investimentos em construção civil, por seu turno, registraram alta de 1,6% na passagem entre os meses de outubro e novembro, na série dessazonalizada. Com esse resultado, que sucedeu à queda de 1,4%, o segmento registrou uma queda de 2,1% no trimestre móvel. O segmento de outros ativos fixos, por sua vez, recuou 0,4% na margem em novembro, e 0,5% na comparação em médias móveis.

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Indicador Ipea mensal de FBCF – resultado de setembro de 2025

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que agrega os investimentos em máquinas e equipamentos, na construção civil e em outros ativos fixos, registrou uma queda de 7,2% na comparação entre outubro e setembro na série com ajuste sazonal, resultado que sucedeu à alta de 8,5%. Com isso, o trimestre móvel encerrado em outubro registrou expansão de 0,9% na comparação dessazonalizada. Nas comparações com os mesmos períodos de 2024, o indicador mensal apresentou retração de 2,1% em outubro, e alta de 0,9% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, por sua vez, os investimentos totais apresentaram uma expansão de 4,8%.

Na comparação com ajuste sazonal, os investimentos em máquinas e equipamentos – medidos segundo o conceito de consumo aparente, que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida das importações – apresentaram uma queda de 14,7% em outubro, encerrando o trimestre móvel com crescimento de 3,2%. Quanto a seus componentes, enquanto a produção nacional cresceu apenas 0,1% na margem, as importações recuaram 34,5%, afetadas pelo efeito base em setembro, quando foram impulsionadas pela compra de uma plataforma de petróleo. Já na comparação em médias móveis, a produção nacional caiu 6,0%, ao passo que as importações avançaram 16,6%.

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Indicador Ipea mensal de FBCF – resultado de setembro de 2025

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que agrega os investimentos em máquinas e equipamentos, na construção civil e em outros ativos fixos, registrou uma alta de 8,6% na comparação entre setembro e agosto na série com ajuste sazonal, resultado que sucedeu queda de 2,6%. Com isso, o trimestre móvel encerrado em setembro registrou expansão de 0,9% na comparação dessazonalizada – resultado já ajustado de acordo com as contas nacionais trimestrais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nas comparações com os mesmos períodos de 2024, o indicador mensal apresentou crescimento de 8,1% em setembro, e alta de 2,3% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, por sua vez, os investimentos totais apresentaram uma expansão de 6,0%.

Na comparação com ajuste sazonal, os investimentos em máquinas e equipamentos – medidos segundo o conceito de consumo aparente, que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida das importações – apresentaram uma expansão de 22,1% em setembro, encerrando o trimestre móvel com crescimento de 1,3%. Quanto a seus componentes, enquanto a produção nacional cresceu apenas 0,1% na margem, as importações avançaram 63,0%, impulsionadas pela compra de uma plataforma de petróleo. Já na comparação em médias móveis, a produção nacional caiu 7,1%, ao passo que as importações avançaram 11,9%.

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Indicador Ipea mensal de FBCF – resultado de agosto de 2025

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que agrega os investimentos em máquinas e equipamentos, na construção civil e em outros ativos fixos, registrou recuo de 1,2% na comparação entre agosto e julho na série com ajuste sazonal, resultado que sucedeu à alta de 0,7%. Com isso, o trimestre móvel encerrado em agosto registrou avanço de 0,4% na comparação dessazonalizada. Em relação aos mesmos períodos de 2024, o indicador mensal apresentou queda de 0,5% em agosto, com alta de 1,9% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, por sua vez, os investimentos totais apresentaram expansão de 6,8% em 2025.

Na comparação com ajuste sazonal, os investimentos em máquinas e equipamentos – medidos segundo o conceito de consumo aparente, que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida das importações – registraram recuo de 3,3% em agosto, encerrando o trimestre móvel com baixa de 0,9%. Quanto aos seus componentes, enquanto a produção nacional caiu 0,9% na margem, as importações retraíram-se 5,8%. Já na comparação em médias móveis, a produção nacional caiu 0,8%, ao passo que as importações recuaram 2,5%.

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Indicador Ipea mensal de FBCF – resultado de julho de 2025

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que agrega os investimentos em máquinas e equipamentos, na construção civil e em outros ativos fixos, registrou avanço de 0,4% na comparação entre julho e junho na série com ajuste sazonal, resultado que sucedeu à alta de 1,2%. Ainda assim, o trimestre móvel encerrado em julho registrou retração de 3,1% na comparação dessazonalizada – resultado impactado pela alta base de comparação em fevereiro. Nas comparações com os mesmos períodos de 2024, o indicador mensal apresentou crescimento de 3,4% em julho, e alta de 4,4% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, por sua vez, os investimentos totais apresentaram expansão de 7,6% em 2025.

Na comparação com ajuste sazonal, os investimentos em máquinas e equipamentos – medidos segundo o conceito de consumo aparente, que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida das importações – registraram recuo de 1,7% em julho, encerrando o trimestre móvel com baixa de 6,2%. Quanto a seus componentes, enquanto a produção nacional caiu 4,7% na margem, as importações retraíram 1,0%. Já na comparação em médias móveis, a produção nacional cresceu 2,9%, ao passo que as importações, afetadas pela alta base de comparação do trimestre móvel encerrado em abril, recuaram 24,4%.

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Indicador Ipea mensal de FBCF – resultado de abril de 2025

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que agrega os investimentos em máquinas e equipamentos, na construção civil e em outros ativos fixos, permaneceu estável na comparação entre abril e março, na série com ajuste sazonal. O resultado sucedeu à queda de 9,3% ocorrida no período anterior. Com isso, o trimestre móvel encerrado em abril registrou expansão de 4,0% na comparação dessazonalizada. Nas comparações com os mesmos períodos de 2024, o indicador mensal apresentou crescimento de 1,6% em abril e alta de 8,1% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, por sua vez, os investimentos totais tiveram uma expansão de 7,9%.

Na comparação com ajuste sazonal, os investimentos em máquinas e equipamentos – medidos segundo o conceito de consumo aparente, que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida das importações – apresentaram um avanço de 1,8% em abril, encerrando o trimestre móvel com crescimento de 9,4%. Quanto a seus componentes, enquanto a produção nacional avançou 2,2%, as importações caíram 4,8%. Já na comparação em médias móveis, enquanto a produção nacional recuou 1,3%, as importações subiram 37,8%. No acumulado em doze meses, o consumo aparente (ou a demanda interna) de máquinas e equipamentos registrou um crescimento de 11,6%.250624_cc_67_nota_21_fbcf_tabela_1 250624_cc_67_nota_21_fbcf_grafico_1

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Desempenho do PIB: primeiro trimestre de 2025

Por Leonardo Mello de Carvalho e Claudio Hamilton Matos dos Santos

Segundo divulgação do IBGE, o PIB registrou crescimento de 1,4% no primeiro trimestre de 2025 em relação ao trimestre imediatamente anterior, considerando a série dessazonalizada. Mais do que a forte aceleração em relação ao avanço de apenas 0,1% nos últimos três meses do ano passado, esta foi a décima quinta variação positiva seguida na série com ajuste sazonal. Na comparação com o mesmo período de 2024, a economia expandiu 2,9%, indicando alguma desaceleração em relação aos resultados anteriores. Com isso, o crescimento acumulado em quatro trimestres acelerou pelo quarto período consecutivo, aumentando de 3,4% para 3,5%. Em valores correntes, o PIB totalizou R$ 3,0 trilhões nos primeiros três meses de 2025, sendo R$ 2,6 trilhões referentes ao valor adicionado (VA) a preços básicos e R$ 0,4 trilhão, aos impostos sobre produtos líquidos de subsídios.

Embora o cenário macroeconômico brasileiro não tenha sofrido grandes alterações em relação ao final do ano passado, e siga negativamente influenciado pelo ciclo de aperto da política monetária e por incertezas globais, a resiliência do mercado de trabalho, juntamente com o impacto do salário-mínimo, e as transferências públicas de assistência e previdência, mantiveram a demanda doméstica aquecida. Além disso, a forte contribuição positiva da agropecuária, pelo lado da produção, ajuda a explicar a aceleração do ritmo de crescimento do PIB no primeiro trimestre de 2025. Com este resultado, o carry-over para 2025 ficou em 2,0% – ou seja, caso permaneça estagnado ao longo dos próximos três trimestres, o PIB fechará o ano crescendo a esta taxa.

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Indicador Ipea mensal de FBCF – resultado de janeiro de 2025

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que agrega os investimentos em máquinas e equipamentos, na construção civil e em outros ativos fixos, registrou um avanço de 0,5% na comparação entre janeiro e dezembro na série com ajuste sazonal. O resultado sucedeu recuo de 0,8% ocorrido no período anterior. Com isso, o trimestre móvel encerrado em janeiro registrou expansão de 0,4% na comparação dessazonalizada. Nas comparações com os mesmos períodos de 2024, o indicador mensal apresentou crescimento de 5,5% em janeiro e alta de 7,3% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, por sua vez, os investimentos totais apresentaram uma expansão de 7,3%.

Na comparação com ajuste sazonal, os investimentos em máquinas e equipamentos – medidos segundo o conceito de consumo aparente, que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida das importações – apresentaram um avanço de 0,9% em janeiro, encerrando o trimestre móvel com crescimento de 0,3%. Quanto a seus componentes, tanto a produção nacional como as importações cresceram, com altas de 0,7% e 3,8%, respectivamente. Já na comparação em médias móveis, enquanto a produção nacional subiu 0,7%, as importações caíram 0,2%. No acumulado em doze meses, o consumo aparente (ou a demanda interna) de máquinas e equipamentos registrou um crescimento de 10,4%.

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Desempenho do PIB em 2024 – quarto trimestre e acumulado no ano

Por Leonardo Mello de Carvalho e Claudio Hamilton Matos dos Santos 

O produto interno bruto (PIB), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou crescimento de 0,2% no quarto trimestre de 2024 em relação ao trimestre imediatamente anterior, considerando a série dessazonalizada. Na comparação com o mesmo período de 2023, a economia expandiu 3,6%, resultando em um crescimento acumulado de 3,4% no ano. Esses resultados vieram em linha com as previsões apresentadas na Nota de Conjuntura no 65, publicada em dezembro de 2024 pela Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas (Dimac) do Ipea, que projetava altas de 0,3% na margem, de 3,8% na comparação interanual e de 3,5% para o acumulado do ano em 2024.

O desempenho da economia no quarto trimestre reflete a desaceleração da atividade econômica ocorrida ao longo dos últimos três meses do ano, influenciada basicamente pelo ciclo de aperto da política monetária iniciado em setembro e pelas altas concomitantes do dólar e da inflação. Em tal contexto, era mesmo de se esperar – já em dezembro último – uma moderação no ritmo de crescimento, conforme antecipamos em nosso cenário.

Já no acumulado do ano, o crescimento de 3,4% do PIB em 2024 teve como pano de fundo principalmente uma pujante demanda doméstica, sustentada pelo dinamismo do mercado de trabalho, pelas transferências de renda por parte do governo às famílias e pelas despesas dos entes subnacionais. Dito isto, mesmo com algum ajustamento de estoques ao longo do ano, e com um nível elevado de utilização dos fatores de produção, uma parcela significativa da demanda interna precisou ser suprida pelo aumento das importações, resultando em uma contribuição líquida negativa do setor externo para o crescimento do PIB. Em contrapartida, a composição do PIB em 2024 revelou uma expressiva participação de componentes tributáveis. O forte crescimento da absorção doméstica no ano (5,3%) teve um impacto positivo na arrecadação de impostos, que encerrou 2024 com alta de 5,5%.

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