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Indicador IPEA mensal de FBCF: Resultado de Abril de 2026 Por Leonardo Mello de Carvalho

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que agrega os investimentos em máquinas e equipamentos, na construção civil e em outros ativos fixos, avançou 1,1% entre abril e março, na série com ajuste sazonal. O resultado sucedeu à queda de 8,8% ocorrida no período anterior, quando devolveu parte do forte crescimento de fevereiro (9,7%). Com isso, o trimestre móvel encerrado em abril registrou expansão de 4,4% na comparação dessazonalizada. Nas comparações com os mesmos períodos de 2025, o indicador mensal apresentou crescimento de 0,1% em abril e queda de 0,5% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, por sua vez, os investimentos totais tiveram uma expansão de 0,2%.

 Na comparação com ajuste sazonal, os investimentos em máquinas e equipamentos – medidos segundo o conceito de consumo aparente, que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida das importações – apresentaram um avanço de 1,2% em abril, encerrando o trimestre móvel com crescimento de 6,1%. Quanto a seus componentes, enquanto a produção nacional avançou 2,1%, as importações caíram 2,0%. Já na comparação em médias móveis, enquanto a produção nacional avançou 0,3%, as importações subiram 31,9%. No acumulado em doze meses, o consumo aparente (ou a demanda interna) de máquinas e equipamentos registrou um recuo de 0,9%.

Os investimentos em construção civil, por seu turno, avançaram 0,4% na passagem entre os meses de março e abril, na série dessazonalizada. Com esse resultado, que sucedeu à queda de 1,4%, o segmento avançou 1,0% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, o resultado é negativo, -1,1%. Já o segmento de outros ativos fixos ficou estável na margem em abril, exibindo alta de 3,4% na comparação em médias móveis. No acumulado em doze meses, o crescimento ficou em 5,2%.

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Indicador IPEA Mensal de FBCF – Resultado de Março de 2026

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que agrega os investimentos em máquinas e equipamentos, na construção civil e em outros ativos fixos, registrou uma queda de 8,8% na comparação entre março e fevereiro na série com ajuste sazonal, resultado que sucedeu ao avanço de 9,7%. Com isso, o trimestre móvel encerrado em março registrou expansão de 3,5% na comparação dessazonalizada – resultado já ajustado de acordo com as contas nacionais trimestrais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nas comparações com os mesmos períodos de 2025, o indicador mensal apresentou crescimento de 5,1% em março, e queda de 1,4% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, por sua vez, os investimentos totais apresentaram uma expansão de 0,4%.

Na comparação com ajuste sazonal, os investimentos em máquinas e equipamentos – medidos segundo o conceito de consumo aparente, que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida das importações – apresentaram uma queda de 12,9% em março, encerrando o trimestre móvel com crescimento de 2,4%. O resultado mensal sucedeu à alta de 18,9% em fevereiro, impulsionado pela importação de uma plataforma de petróleo. Quanto aos seus componentes, enquanto a produção nacional caiu 2,6% na margem, as importações recuaram 47,9%. Já na comparação em médias móveis, a produção nacional caiu 2,0%, ao passo que as importações avançaram 29,2%.

Os investimentos em construção civil, por seu turno, registraram queda de 1,4% na passagem entre os meses de fevereiro e março, na série dessazonalizada. Com esse resultado, que sucedeu à estabilidade, o segmento registrou uma alta de 1,0% no trimestre móvel. Já o segmento de outros ativos fixos recuou 0,2% na margem em março, com avanço de 4,0% na comparação em médias móveis.

260618_Tabela 1 (23) 260618_Gráfico 1 (30)

Fonte: Ipea.

Elaboração: Grupo de Conjuntura da Dimac/Ipea.

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Indicador Ipea Mensal de FBCF – Resultado de Fevereiro de 2026

  Por: Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que agrega os investimentos em máquinas e equipamentos, na construção civil e em outros ativos fixos, registrou um avanço de 10,0% na comparação entre fevereiro e janeiro na série com ajuste sazonal. O resultado sucedeu à alta de 5,0% ocorrida no período anterior. Ainda assim, o trimestre móvel encerrado em fevereiro registrou retração de 0,9% na comparação dessazonalizada. Nas comparações com os mesmos períodos de 2024, o indicador mensal apresentou quedas de 7,1% em fevereiro e de 5,4% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, por sua vez, os investimentos totais apresentaram uma expansão de 0,1%.

Na comparação com ajuste sazonal, os investimentos em máquinas e equipamentos – medidos segundo o conceito de consumo aparente, que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida das importações – apresentaram um avanço de 19,1% em fevereiro, encerrando o trimestre móvel com uma queda de 6,4%. Quanto aos seus componentes, enquanto a produção nacional avançou 0,9%, as importações cresceram 105,2%, influenciadas pela compra de uma plataforma de petróleo no período. Na comparação em médias móveis, enquanto a produção nacional caiu 5,1%, as importações subiram 8,3%. No acumulado em doze meses, o consumo aparente (ou a demanda interna) de máquinas e equipamentos registrou uma queda de 2,2%.

Os investimentos em construção civil, por seu turno, recuaram 0,3% na passagem entre os meses de janeiro e fevereiro, na série dessazonalizada. Com esse resultado, que sucedeu à queda de 8,0% e à alta de 6,8%, o segmento declinou 3,8% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, a queda foi de 0,7%. Já o segmento de outros ativos fixos avançou 0,8% na margem em fevereiro, exibindo alta de 1,0% na comparação em médias móveis. No acumulado em doze meses, o crescimento ficou em 4,8%.

Na comparação com o mesmo período do ano anterior, o desempenho foi negativo. O componente máquinas e equipamentos recuou para um patamar 14,2% inferior a fevereiro de 2025, quando também ocorreram importações de plataforma de petróleo, aumentando a base de comparação. Já a construção civil caiu 5,2%, enquanto outros ativos fixos registraram alta de 7,8%. Na comparação trimestral, os resultados foram similares.

TABELA 1

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GRÁFICO 1

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Indicador Ipea mensal de FBCF – resultado de janeiro de 2026

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que agrega os investimentos em máquinas e equipamentos, na construção civil e em outros ativos fixos, registrou um avanço de 3,2% na comparação entre janeiro e dezembro na série com ajuste sazonal. O resultado sucedeu ao recuo de 5,0% ocorrido no período anterior. Com isso, o trimestre móvel encerrado em janeiro registrou queda de 3,8% na comparação dessazonalizada. Nas comparações com os mesmos períodos de 2025, o indicador mensal apresentou retrações de 3,8% em janeiro e de 4,0% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, por sua vez, os investimentos totais tiveram uma expansão de 2,3%.

Na comparação com ajuste sazonal, os investimentos em máquinas e equipamentos – medidos segundo o conceito de consumo aparente, que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida das importações – apresentaram um recuo de 2,4% em janeiro, encerrando o trimestre móvel com baixa de 7,8%. Quanto aos seus componentes, enquanto a produção nacional avançou 1,9%, as importações recuaram 2,7% na margem. Já na comparação em médias móveis, ambas registraram quedas, com baixas de 5,1% e 10,8%, respectivamente. No acumulado em doze meses, o consumo aparente (ou a demanda interna) de máquinas e equipamentos registrou um crescimento de 2,8%.

Os investimentos em construção civil, por seu turno, avançaram 3,5% na passagem entre os meses de dezembro e janeiro, na série dessazonalizada. Com esse resultado, que sucedeu à queda de 6,3%, o segmento declinou 2,5% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, o crescimento foi de 0,1%. Já o segmento de outros ativos fixos expandiu 4,0% na margem em janeiro, exibindo alta de 0,4% na comparação em médias móveis. No acumulado do ano, o crescimento ficou em 5,0%.

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Indicador Ipea mensal de FBCF: resultado de novembro de 2025

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que agrega os investimentos em máquinas e equipamentos, na construção civil e em outros ativos fixos, registrou uma alta de 0,5% na comparação entre novembro e outubro na série com ajuste sazonal, resultado que sucedeu à queda de 7,5%. Com isso, o trimestre móvel encerrado em novembro registrou expansão de 1,8% na comparação dessazonalizada. Nas comparações com os mesmos períodos de 2024, o indicador mensal apresentou retração de 3,4% em novembro, e alta de 0,8% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, por sua vez, os investimentos totais apresentaram uma expansão de 3,8%.

Na comparação com ajuste sazonal, os investimentos em máquinas e equipamentos – medidos segundo o conceito de consumo aparente, que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida das importações – apresentaram um avanço de 0,3% em novembro, encerrando o trimestre móvel com crescimento de 6,6%. Quanto aos seus componentes, enquanto a produção nacional recuou 1,9% na margem, as importações cresceram 6,8%. Já na comparação em médias móveis, a produção nacional caiu 4,4%, ao passo que as importações avançaram 24,8%.

Os investimentos em construção civil, por seu turno, registraram alta de 1,6% na passagem entre os meses de outubro e novembro, na série dessazonalizada. Com esse resultado, que sucedeu à queda de 1,4%, o segmento registrou uma queda de 2,1% no trimestre móvel. O segmento de outros ativos fixos, por sua vez, recuou 0,4% na margem em novembro, e 0,5% na comparação em médias móveis.

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Indicador Ipea mensal de FBCF – resultado de setembro de 2025

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que agrega os investimentos em máquinas e equipamentos, na construção civil e em outros ativos fixos, registrou uma queda de 7,2% na comparação entre outubro e setembro na série com ajuste sazonal, resultado que sucedeu à alta de 8,5%. Com isso, o trimestre móvel encerrado em outubro registrou expansão de 0,9% na comparação dessazonalizada. Nas comparações com os mesmos períodos de 2024, o indicador mensal apresentou retração de 2,1% em outubro, e alta de 0,9% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, por sua vez, os investimentos totais apresentaram uma expansão de 4,8%.

Na comparação com ajuste sazonal, os investimentos em máquinas e equipamentos – medidos segundo o conceito de consumo aparente, que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida das importações – apresentaram uma queda de 14,7% em outubro, encerrando o trimestre móvel com crescimento de 3,2%. Quanto a seus componentes, enquanto a produção nacional cresceu apenas 0,1% na margem, as importações recuaram 34,5%, afetadas pelo efeito base em setembro, quando foram impulsionadas pela compra de uma plataforma de petróleo. Já na comparação em médias móveis, a produção nacional caiu 6,0%, ao passo que as importações avançaram 16,6%.

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Indicador Ipea mensal de FBCF – resultado de setembro de 2025

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que agrega os investimentos em máquinas e equipamentos, na construção civil e em outros ativos fixos, registrou uma alta de 8,6% na comparação entre setembro e agosto na série com ajuste sazonal, resultado que sucedeu queda de 2,6%. Com isso, o trimestre móvel encerrado em setembro registrou expansão de 0,9% na comparação dessazonalizada – resultado já ajustado de acordo com as contas nacionais trimestrais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nas comparações com os mesmos períodos de 2024, o indicador mensal apresentou crescimento de 8,1% em setembro, e alta de 2,3% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, por sua vez, os investimentos totais apresentaram uma expansão de 6,0%.

Na comparação com ajuste sazonal, os investimentos em máquinas e equipamentos – medidos segundo o conceito de consumo aparente, que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida das importações – apresentaram uma expansão de 22,1% em setembro, encerrando o trimestre móvel com crescimento de 1,3%. Quanto a seus componentes, enquanto a produção nacional cresceu apenas 0,1% na margem, as importações avançaram 63,0%, impulsionadas pela compra de uma plataforma de petróleo. Já na comparação em médias móveis, a produção nacional caiu 7,1%, ao passo que as importações avançaram 11,9%.

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Indicador Ipea mensal de FBCF – resultado de agosto de 2025

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que agrega os investimentos em máquinas e equipamentos, na construção civil e em outros ativos fixos, registrou recuo de 1,2% na comparação entre agosto e julho na série com ajuste sazonal, resultado que sucedeu à alta de 0,7%. Com isso, o trimestre móvel encerrado em agosto registrou avanço de 0,4% na comparação dessazonalizada. Em relação aos mesmos períodos de 2024, o indicador mensal apresentou queda de 0,5% em agosto, com alta de 1,9% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, por sua vez, os investimentos totais apresentaram expansão de 6,8% em 2025.

Na comparação com ajuste sazonal, os investimentos em máquinas e equipamentos – medidos segundo o conceito de consumo aparente, que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida das importações – registraram recuo de 3,3% em agosto, encerrando o trimestre móvel com baixa de 0,9%. Quanto aos seus componentes, enquanto a produção nacional caiu 0,9% na margem, as importações retraíram-se 5,8%. Já na comparação em médias móveis, a produção nacional caiu 0,8%, ao passo que as importações recuaram 2,5%.

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Indicador Ipea mensal de FBCF – resultado de julho de 2025

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que agrega os investimentos em máquinas e equipamentos, na construção civil e em outros ativos fixos, registrou avanço de 0,4% na comparação entre julho e junho na série com ajuste sazonal, resultado que sucedeu à alta de 1,2%. Ainda assim, o trimestre móvel encerrado em julho registrou retração de 3,1% na comparação dessazonalizada – resultado impactado pela alta base de comparação em fevereiro. Nas comparações com os mesmos períodos de 2024, o indicador mensal apresentou crescimento de 3,4% em julho, e alta de 4,4% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, por sua vez, os investimentos totais apresentaram expansão de 7,6% em 2025.

Na comparação com ajuste sazonal, os investimentos em máquinas e equipamentos – medidos segundo o conceito de consumo aparente, que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida das importações – registraram recuo de 1,7% em julho, encerrando o trimestre móvel com baixa de 6,2%. Quanto a seus componentes, enquanto a produção nacional caiu 4,7% na margem, as importações retraíram 1,0%. Já na comparação em médias móveis, a produção nacional cresceu 2,9%, ao passo que as importações, afetadas pela alta base de comparação do trimestre móvel encerrado em abril, recuaram 24,4%.

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Indicador Ipea mensal de FBCF – resultado de abril de 2025

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que agrega os investimentos em máquinas e equipamentos, na construção civil e em outros ativos fixos, permaneceu estável na comparação entre abril e março, na série com ajuste sazonal. O resultado sucedeu à queda de 9,3% ocorrida no período anterior. Com isso, o trimestre móvel encerrado em abril registrou expansão de 4,0% na comparação dessazonalizada. Nas comparações com os mesmos períodos de 2024, o indicador mensal apresentou crescimento de 1,6% em abril e alta de 8,1% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, por sua vez, os investimentos totais tiveram uma expansão de 7,9%.

Na comparação com ajuste sazonal, os investimentos em máquinas e equipamentos – medidos segundo o conceito de consumo aparente, que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida das importações – apresentaram um avanço de 1,8% em abril, encerrando o trimestre móvel com crescimento de 9,4%. Quanto a seus componentes, enquanto a produção nacional avançou 2,2%, as importações caíram 4,8%. Já na comparação em médias móveis, enquanto a produção nacional recuou 1,3%, as importações subiram 37,8%. No acumulado em doze meses, o consumo aparente (ou a demanda interna) de máquinas e equipamentos registrou um crescimento de 11,6%.250624_cc_67_nota_21_fbcf_tabela_1 250624_cc_67_nota_21_fbcf_grafico_1

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