Arquivos da categoria: Indicadores Ipea

Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI) – novembro de 2025

Por Maria Andreia Parente Lameiras

O Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI), calculado pelo Ipea, apresentou taxa de variação de 0,57% em novembro de 2025, situando-se 0,78 ponto percentual (p.p.) acima da taxa registrada no mês anterior. Na comparação com o mesmo mês de 2024, a variação foi 0,17 p.p. maior. Com a incorporação desse resultado, o ICTI acumula uma variação de 3,75% nos últimos doze meses.

251204_cc_69_nota_15_icti_out_25_tabela_1

251204_cc_69_nota_15_icti_out_25_tabela_2

Acesse o texto completo

Dados Xls



------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Indicadores de indústria, comércio e serviços

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,1% no terceiro trimestre de 2025, na série dessazonalizada, confirmando a desaceleração do nível de atividade econômica como consequência de efeitos defasados e contemporâneos da política monetária contracionista. Mesmo num contexto interno ainda caracterizado por um mercado de trabalho pujante, com ocupação elevada e massa de rendimentos em expansão moderada, sobressaem os impactos da manutenção de patamares elevados da taxa nominal de juros básica por um período já bastante longo. Descontando a inflação projetada para os próximos 12 meses, os juros reais se situam atualmente acima de 10,0%, o que não apenas desestimula decisões de investimento privado – ao encarecer o custo de capital e aumentar a exigência de retorno dos novos projetos – como também pressiona o orçamento das famílias, à medida que encarece o custo do crédito ao consumidor.

Nesse cenário, os dados mensais de atividade econômica de outubro de 2025 revelam um panorama heterogêneo para a abertura do quarto trimestre. De maneira geral, os três principais levantamentos setoriais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reportaram variações positivas na margem, ainda que com performances distintas entre os segmentos desagregados. Enquanto as vendas do comércio varejista exibiram recuperação após período de fraqueza, o setor de serviços mantém a performance positiva observada ao longo do ano. A produção industrial, embora tenha apresentado variação favorável, continua evidenciando fragilidades relevantes, particularmente na indústria de transformação, onde os efeitos da restrição monetária têm sido mais acentuados. Em síntese, a resiliência em determinados segmentos mais cíclicos, combinada à contribuição favorável de outros mais exógenos, indicam a preservação de um cenário de relativa estabilidade no horizonte próximo.

Acesse o texto completo



------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Indicador Ipea mensal de FBCF – resultado de setembro de 2025

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que agrega os investimentos em máquinas e equipamentos, na construção civil e em outros ativos fixos, registrou uma queda de 7,2% na comparação entre outubro e setembro na série com ajuste sazonal, resultado que sucedeu à alta de 8,5%. Com isso, o trimestre móvel encerrado em outubro registrou expansão de 0,9% na comparação dessazonalizada. Nas comparações com os mesmos períodos de 2024, o indicador mensal apresentou retração de 2,1% em outubro, e alta de 0,9% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, por sua vez, os investimentos totais apresentaram uma expansão de 4,8%.

Na comparação com ajuste sazonal, os investimentos em máquinas e equipamentos – medidos segundo o conceito de consumo aparente, que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida das importações – apresentaram uma queda de 14,7% em outubro, encerrando o trimestre móvel com crescimento de 3,2%. Quanto a seus componentes, enquanto a produção nacional cresceu apenas 0,1% na margem, as importações recuaram 34,5%, afetadas pelo efeito base em setembro, quando foram impulsionadas pela compra de uma plataforma de petróleo. Já na comparação em médias móveis, a produção nacional caiu 6,0%, ao passo que as importações avançaram 16,6%.

251224_cc_69_nota_25_tabela

251224_cc_69_nota_25_grafico

Acesse o texto completo 

Dados Xls



------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Indicador Ipea de consumo aparente de bens industriais – outubro de 2025

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais recuou 2,2% na comparação entre outubro e setembro na série com ajuste sazonal. O indicador é uma proxy da demanda interna por bens industriais – definido como a parcela da produção industrial doméstica destinada ao mercado interno, acrescida das importações. Por trás deste resultado, a produção interna destinada ao mercado nacional (bens nacionais) caiu 1,0%, enquanto as importações de bens industriais recuaram 6,3%, conforme mostra a tabela 1.

A queda na série dessazonalizada devolveu o avanço ocorrido em agosto. Com isso, o trimestre móvel encerrado em setembro registrou estabilidade na margem, quando comparado com aquele encerrado em julho. Na comparação interanual, enquanto o indicador mensal baixou 2,4% em relação a outubro de 2024, a variação em médias móveis trimestrais também foi negativa (-0,4%). No acumulado em doze meses, a demanda por bens industriais registrou alta de 2,4% em outubro, contrastando com a elevação de 0,9% da produção interna, medida na Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PIM-PF/IBGE). Ambas apontam para uma desaceleração, como ilustra o gráfico 1.

251223_cc_69_nota_24_consumo_aparente_tabela_1

251223_cc_69_nota_24_consumo_aparente_grafico_1

Acesse o texto completo

Dados Xls



------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Indicador Ipea mensal de FBCF – resultado de setembro de 2025

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que agrega os investimentos em máquinas e equipamentos, na construção civil e em outros ativos fixos, registrou uma alta de 8,6% na comparação entre setembro e agosto na série com ajuste sazonal, resultado que sucedeu queda de 2,6%. Com isso, o trimestre móvel encerrado em setembro registrou expansão de 0,9% na comparação dessazonalizada – resultado já ajustado de acordo com as contas nacionais trimestrais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nas comparações com os mesmos períodos de 2024, o indicador mensal apresentou crescimento de 8,1% em setembro, e alta de 2,3% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, por sua vez, os investimentos totais apresentaram uma expansão de 6,0%.

Na comparação com ajuste sazonal, os investimentos em máquinas e equipamentos – medidos segundo o conceito de consumo aparente, que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida das importações – apresentaram uma expansão de 22,1% em setembro, encerrando o trimestre móvel com crescimento de 1,3%. Quanto a seus componentes, enquanto a produção nacional cresceu apenas 0,1% na margem, as importações avançaram 63,0%, impulsionadas pela compra de uma plataforma de petróleo. Já na comparação em médias móveis, a produção nacional caiu 7,1%, ao passo que as importações avançaram 11,9%.

251216_cc_69_nota_20_fbcf_tabela_1

251216_cc_69_nota_20_fbcf_grafico_1

Acesse o texto completo

Dados Xls



------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Indicadores bimestrais de receitas e despesas correntes dos entes subnacionais – atualização para o 5° bimestre de 2025

Por Pedro Marques de Santana

No quinto bimestre de 2025, a receita corrente do conjunto dos estados e do distrito federal (DF) cresceu 4,0% em relação ao mesmo período do ano anterior enquanto a taxa de variação acumulada em doze meses registrou expansão de 1,6%. Já a despesa corrente desses entes cresceu 6,3% no quinto bimestre do ano em comparação com o mesmo período do ano passado (contra 4,1% no acumulado de doze  meses).

No caso dos municípios, o crescimento de 10,9% na comparação interanual das receitas correntes verificado no bimestre terminado em outubro ficou muito acima do observado para o acumulado em doze meses (3,1%) enquanto que as despesas correntes também apresentaram um crescimento interanual superior ao observado no acumulado em doze meses (4,9% contra 2,7%, respectivamente).

Acesse o texto completo

Dados Xls



------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Desempenho do PIB: terceiro trimestre de 2025

Por Leonardo Mello de Carvalho e Claudio Hamilton Matos dos Santos

O PIB brasileiro cresceu 0,1% no terceiro trimestre de 2025, na série dessazonalizada, ritmo que representa nova desaceleração do nível de atividade, após as expansões de 1,5% no início do ano e de 0,3% no período seguinte. Na comparação com o mesmo período de 2024, a economia expandiu 2,2%. Esses resultados vieram próximos às previsões apresentadas na Nota de Conjuntura no 68, publicada em junho de 2025 pela Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas (Dimac) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que projetava altas de 0,1% na margem, e de 1,6% na comparação interanual. Com isso, o carry-over para o ano de 2025 ficou em 2,3%, significando dizer que a economia crescerá a essa última taxa no referido ano caso o crescimento verificado no quarto trimestre seja zero. Cabe destacar que a nova divulgação incorporou revisões relevantes na série recente das Contas Nacionais Trimestrais, elevando as taxas de crescimento interanual do PIB no primeiro e no segundo períodos de 2025 e, por conseguinte, aumentando também o resultado acumulado do primeiro semestre, que passou de 2,5% para 2,7%.

A desaceleração em curso da atividade econômica, corroborada pelo resultado do PIB do terceiro trimestre, segue ocorrendo em linha com o cenário já antecipado e, portanto, reforça o diagnóstico de fundo da Dimac/Ipea sobre o ciclo atual. Mesmo num contexto interno ainda caracterizado por um mercado de trabalho pujante, com ocupação elevada e massa de rendimentos em expansão moderada, sobressaem os efeitos defasados e contemporâneos da política monetária contracionista, marcada pela manutenção de patamares elevados da taxa nominal de juros básica por um período já bastante longo, mesmo em um contexto de expectativas inflacionárias decrescentes.

251209_cc_69_nota_16_pib_grafico_1

Acesse o texto completo



------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI) – outubro de 2025

Por Maria Andreia Parente Lameiras

O Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI), calculado pelo Ipea, apresentou taxa de variação de -0,21% em outubro de 2025, situando-se 0,57 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada no mês anterior. Na comparação com o mesmo mês de 2024, a variação foi 0,84 p.p. menor. Com a incorporação desse resultado, o ICTI acumula uma variação de 3,57% nos últimos doze meses.

251204_cc_69_nota_15_icti_out_25_tabela_1

251204_cc_69_nota_15_icti_out_25_tabela_2

Acesse o texto completo

Dados Xls



------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Indicador Ipea de consumo aparente de bens industriais – setembro de 2025

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais recuou 2,1% na comparação entre setembro e agosto na série com ajuste sazonal. O indicador é uma proxy da demanda interna por bens industriais – definido como a parcela da produção industrial doméstica destinada ao mercado interno, acrescida das importações. Por trás deste resultado, a produção interna destinada ao mercado nacional (bens nacionais) cresceu 1,8%, enquanto as importações de bens industriais avançaram 6,3%, conforme mostra a tabela.

O crescimento na série dessazonalizada interrompeu uma sequência de duas quedas. Com isso, o trimestre móvel encerrado em setembro registrou alta 0,2% na margem, quando comparado com aquele encerrado em junho. Na comparação interanual, enquanto o indicador mensal subiu 3,5% em relação a setembro de 2024, a variação em médias móveis trimestrais também foi positiva (0,6%). No acumulado em doze meses, a demanda por bens industriais registrou alta de 3,6% em setembro, contrastando com a elevação de 1,5% da produção interna, medida na Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PIM-PF/IBGE). Ambas apontam para uma desaceleração, como ilustra o gráfico.

251119_cc_69_nota_11_tabela251119_cc_69_nota_11_graficos

Acesse o texto completo

Dados Xls



------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI) – setembro de 2025

Por Maria Andreia Parente Lameiras

O Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI), calculado pelo Ipea, apresentou taxa de variação de 0,36% em setembro de 2025, situando-se 0,14 ponto percentual (p.p.) acima da taxa registrada no mês anterior. Na comparação com o mesmo mês de 2024, a variação foi 0,04 p.p. maior. Com a incorporação desse resultado, o ICTI acumula uma variação de 4,44% nos últimos doze meses.

251105_cc_69_nota_8_icti_set25_tabela_1

251105_cc_69_nota_8_icti_set25_tabela_2

Acesse o texto completo

Dados Xls



------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------