Arquivos da categoria: Indicadores Ipea

Indicador IPEA de consumo aparente de bens industriais – Julho de 2022

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais – definido como a parcela da produção industrial doméstica destinada ao mercado interno acrescida das importações – registrou uma alta de 2,1% na comparação entre julho e junho na série com ajuste sazonal. Com esse resultado, o trimestre móvel terminado em julho avançou 2,4% na margem. Entre os componentes do consumo aparente, ainda na comparação dessazonalizada, enquanto a produção interna destinada ao mercado nacional (bens nacionais) cresceu 0,8% em julho (com alta de 2,7% no trimestre móvel), as importações de bens industriais, após cederem 2,5% em junho, aumentaram 9,8% em julho, com alta de 8,4% no trimestre móvel, conforme mostra a tabela 1.

Na comparação interanual, a demanda interna por bens industriais cresceu 1,9% contra julho do ano passado. Com isso, o trimestre móvel aumentou 1,4% em relação ao verificado no mesmo período de 2021. Tomando por base a variação acumulada em doze meses, a demanda cedeu 1,7%, enquanto a produção industrial, mensurada pela Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física (PIM-PF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), acumulou uma queda de 3%, como visto no gráfico 1. Na mesma base de comparação, as importações de bens industriais cresceram 9,7%.

Tabela_1

 

Grafico_1

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Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI) – julho de 2022

Por Maria Andreia Parente Lameiras

O Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI), calculado pelo Ipea, apresentou variação de 0,35% em julho de 2022, situando-se 0,35 ponto percentual (p.p.) acima da taxa registrada no mês anterior. Na comparação com o mesmo mês de 2021, a variação foi 0,29 p.p. maior. Com a incorporação desse resultado, o ICTI acumula uma variação de 5,96% nos últimos doze meses.

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ICTI – Série Completa – Julho de 2022 (xlsx)



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Inflação por faixa de renda – Agosto/2022

Por Maria Andréia P. Lameiras

Em agosto, os dados do Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda demostram que todas as classes de renda apresentaram deflação, com taxas variando entre -0,51% para o segmento de renda alta e -0,12% para a classe de renda muito baixa. Após a incorporação desse resultado, no acumulado do ano, até agosto, a inflação registrada varia de 4,11% (renda média alta) a 4,94% (renda muito baixa). No acumulado em doze meses, todas as classes de renda registraram​ desaceleração inflacionária na comparação com o mês imediatamente anterior. Em termos absolutos, a faixa de renda média-alta aponta a menor inflação acumulada em doze meses (8,2%) e a faixa de renda muito baixa registra a maior alta no período considerado (9,2%).​

Tabela 1_ago22

Gráficos 1 e 2 _ago22

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Inflação por faixa de renda



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Desempenho do PIB no segundo trimestre de 2022

Por Leonardo Mello de Carvalho e Estêvão Kopschitz Xavier Bastos

O PIB avançou 1,2% no segundo trimestre de 2022, na comparação com o trimestre anterior, já livre de efeitos sazonais, e 3,2% na comparação interanual, de acordo com o IBGE. Na comparação com o trimestre anterior, os resultados do quarto trimestre de 2021 e primeiro de 2022 sofreram revisão para cima, ambos em 0,1 ponto percentual (p.p.), passando de 0,7% para 0,8% e de 1% para 1,1%, respectivamente. Nas comparações sobre o mesmo período do ano anterior, não houve modificações. O resultado veio acima da nossa previsão, que era de 0,6% na margem e de 2,3% na comparação interanual. Em relação ao último trimestre de 2019, período imediatamente anterior ao início da crise causada pela pandemia de covid-19, o PIB encontra-se em patamar 3% superior. O avanço de 1,2% no segundo trimestre representou a quarta variação positiva na margem em sequência, com o crescimento em aceleração nesse período. Com isso, o carry-over para 2022 ficou em 2,6% – ou seja, caso permaneça estagnado nos dois próximos trimestres, o PIB fechará o ano com alta de 2,6%.

 Em relação à ótica da produção, o PIB da agropecuária apresentou o desempenho mais modesto, com avanço de 0,5% na margem e queda de 2,5% na comparação interanual. O resultado, que veio abaixo da nossa projeção de 0,7% sobre o mesmo trimestre de 2021, foi impactado pelas contribuições negativas das lavouras de soja (-12%) e arroz (-8,5%) no período. Já o setor de serviços voltou a se destacar no segundo trimestre, ficando acima do projetado. Desde a forte queda ocorrida no segundo trimestre de 2020, quando a crise sanitária provocou uma retração de 10% na margem, o setor vem apresentando trajetória de recuperação. Refletindo a normalização dos níveis de mobilidade urbana, assim como a melhora nos indicadores do mercado de trabalho, o setor voltou a acelerar seu ritmo de crescimento no segundo trimestre, com altas de 1,3% na margem e 4,5% em termos anuais (nossa projeção era de 0,4% e 3,5%, respectivamente). Por fim, o setor industrial, cujos gargalos relacionados à oferta de insumos vêm diminuindo, foi o grande destaque positivo. Após a queda de 0,9% ocorrida no quarto trimestre de ano passado, o setor registrou a segunda variação positiva seguida na comparação dessazonalizada, acelerando sua taxa de crescimento de 0,6% para 2,2% na passagem entre o primeiro e o segundo trimestre de 2022. Na comparação com o mesmo período de 2021, a alta de 1,9%, que interrompeu uma sequência de dois trimestres em queda, foi maior que nossa previsão (-0,3%). Em termos dessazonalizados, o bom desempenho no segundo trimestre ocorreu de modo generalizado entre os segmentos industriais, com destaque para a construção, cuja alta de 2,7% foi a oitava variação positiva em sequência.

 Pela ótica da despesa, o destaque ficou por conta da formação bruta de capital fixo (FBCF), que, recuperando-se da queda de 3,0% nos primeiros três meses do ano, em relação ao último trimestre de 2021, registrou altas de 4,8% na margem e de 1,5% na comparação interanual. Este resultado foi explicado pelo bom desempenho da construção civil e da demanda por softwares. Com isso, a taxa de investimento manteve-se em 18,7% no segundo trimestre, o que representou um aumento de 0,1 p.p. em relação ao mesmo período de 2021. Já o consumo das famílias registrou forte aceleração na passagem entre o primeiro e o segundo trimestres. Na comparação com ajuste sazonal, o avanço de 2,6% sucedeu uma alta de 0,5%, sendo esta a quarta variação positiva seguida. Na comparação interanual, o crescimento de 5,3% veio acima da nossa previsão, que era de 2,8%. Por fim, as exportações líquidas registraram contribuição negativa para o resultado do segundo trimestre, seja na comparação com ajuste sazonal, seja em termos interanuais, refletindo o crescimento da absorção interna acima do registrado pelo PIB, de 2,9% sobre o primeiro trimestre deste ano e de 3,8% sobre o segundo do ano passado.

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Indicador Ipea de Consumo Aparente de Bens Industriais – junho de 2022

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais – definido como a parcela da produção industrial doméstica destinada ao mercado interno acrescida das importações – registrou uma queda de 1,1% na comparação entre junho e maio na série com ajuste sazonal. Com esse resultado, o trimestre móvel terminado em junho avançou 2,9% na margem. Entre os componentes do consumo aparente, ainda na comparação dessazonalizada, enquanto a produção interna destinada ao mercado nacional (bens nacionais) recuou 0,9% em junho (com alta de 2,7% no trimestre móvel), as importações de bens industriais, após crescerem 3,3% em maio, cederam 2,7% em junho, com alta de 5,8% no trimestre móvel, conforme mostra a tabela 1.

Na comparação interanual, a demanda interna por bens industriais cresceu 0,1% contra junho do ano passado. Com isso, o trimestre móvel permaneceu estável em relação ao verificado no mesmo período de 2021. Tomando por base a variação acumulada em doze meses, a demanda cedeu 1,2%, enquanto a produção industrial, mensurada pela Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física (PIM-PF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), acumulou uma queda de 2,8%, como visto no gráfico 1. Na mesma base de comparação, as importações de bens industriais cresceram 11,9%.

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Indicador IPEA de Consumo Aparente de Bens Industriais (xlsx)



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Inflação por faixa de renda – Julho/2022

Por Maria Andréia P. Lameiras

De acordo com os dados do Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda, em julho, todas as classes de renda apresentaram deflação, com taxas variando entre -0,85% para o segmento de renda média e -0,34% para a classe de renda muito baixa. Após a incorporação deste resultado, no acumulado do ano, até julho, a inflação registra altas que variam de 4,60% (rendas média baixa e média alta) a 5,24% (renda alta). Como resultado desta deflação generalizada, registrada em julho de 2022, no acumulado em doze meses, todas as classes de renda registraram desaceleração inflacionária na comparação com o mês de junho. Em termos absolutos, enquanto a faixa de renda média-alta aponta a menor inflação acumulada em doze meses (9,7%), a faixa de renda alta é a que registra a maior alta no período considerado (10,5%).​

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Taxa mensal de inflação por faixa de renda (xlsx)



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Indicador Ipea de Consumo Aparente de Bens Industriais – maio de 2022

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais – definido como a parcela da produção industrial doméstica destinada ao mercado interno acrescida das importações – registrou uma alta de 1,4% na comparação entre maio e abril na série com ajuste sazonal. Com esse resultado, o trimestre móvel terminado em maio avançou 2,2% na margem. Entre os componentes do consumo aparente, ainda na comparação dessazonalizada, enquanto a produção interna destinada ao mercado nacional (bens nacionais) subiu 1,3% em maio (com alta de 1,9% no trimestre móvel), as importações de bens industriais, após crescerem 3,4% em abril, avançaram 3,7% em maio, com alta de 5,1% no trimestre móvel, conforme mostra a tabela 1.

Na comparação interanual, a demanda interna por bens industriais cresceu 2% contra maio do ano passado. Com isso, o trimestre móvel registrou uma queda de 1,6% em relação ao verificado no mesmo período de 2021. Tomando por base a variação acumulada em doze meses, a demanda cedeu 0,1%, enquanto a produção industrial, mensurada pela Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física (PIM-PF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), acumulou uma queda de 1,9%, como visto no gráfico 1. Na mesma base de comparação, as importações de bens industriais cresceram 15,4%.

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Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI) – junho de 2022

Por Maria Andreia Parente Lameiras

O Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI), calculado pelo Ipea, apresentou variação de 0,7% em junho de 2022, situando-se 0,09 ponto percentual (p.p.) acima da taxa registrada no mês anterior. Na comparação com o mesmo mês de 2021, a variação foi 0,63 p.p. maior. Com a incorporação desse resultado, o ICTI acumula uma variação de 6,26% nos últimos doze meses.

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ICTI – Série Completa – Junho de 2022 (xlsx)



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Inflação por faixa de renda – Junho/2022

Por Maria Andréia P. Lameiras

​Em junho, os dados do Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda mostram que a inflação variou entre 0,61% para o segmento de renda muito baixa e 0,98% para a classe de renda alta. Com a incorporação deste resultado, no acumulado do ano, até junho, a inflação registra altas que variam de 5,43% (renda muito baixa) a 5,69% (renda alta). Já no acumulado em doze meses, à exceção da faixa de renda média-alta, com taxa de variação de 11,5%, todas as demais registram altas próximas a 12,0%.​​

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Taxa mensal de inflação por faixa de renda (xlsx)



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Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI) – maio de 2022

Por Maria Andreia Parente Lameiras

O Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI), calculado pelo Ipea, apresentou taxa de variação de 0,61% em maio de 2022, situando-se 0,11 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada no mês anterior. Na comparação com o mesmo mês de 2021, a variação foi 0,17 p.p. menor. Com a incorporação desse resultado, o ICTI acumula uma variação de 5,59% nos últimos doze meses.​

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ICTI – Série Completa – Maio de 2022 (xlsx)



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