O SIMPLES NACIONAL E A FORMALIZAÇÃO DAS FIRMAS NO RIO DE JANEIRO

Autores

  • Luciana R. V. Kalume IBMEC-RJ
  • Carlos Henrique L. Corseuil IPEA
  • Daniel Domingues dos Santos USP-RP

Palavras-chave:

Simples Nacional, elegível, diferenças-em-diferenças, transições, atividade

Resumo

Neste trabalho estima-se, pelo método de diferenças-em-diferenças, em que medida o Simples Nacional (SN) contribuiu para que empresas inativas se tornassem ativas e/ou as menos ativas se tornassem inativas. Tanto no trimestre de implementação do SN quanto no trimestre de adesão ao programa, não há variação significativa nas transições totais, nem queda nas transições voláteis do tipo inativa-ativa. Portanto, infere-se que há um aumento médio nas transições permanentes no sentido da inatividade para a atividade, o que pode indicar que o SN contribuiu para a abertura de empresas ou para a retomada de atividade definitiva daquelas que permaneciam inativas.

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Biografia do Autor

  • Luciana R. V. Kalume, IBMEC-RJ
    Mestre em economia empresarial pelo Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais do Rio de Janeiro (IBMEC-RJ).
  • Carlos Henrique L. Corseuil, IPEA
    Técnico de Planejamento e Pesquisa da Diretoria de Estudos e Políticas Sociais do Ipea.
  • Daniel Domingues dos Santos, USP-RP
    Professor do departamento de economia da Universidade de São Paulo de Ribeirão Preto (USP-RP).

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Publicado

13-01-2022

Como Citar

O SIMPLES NACIONAL E A FORMALIZAÇÃO DAS FIRMAS NO RIO DE JANEIRO. (2022). Planejamento E Políticas Públicas, 40. https://www.ipea.gov.br/ppp/index.php/PPP/article/view/376

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