Desenvolvimento Territorial e Perímetros Irrigados: Avaliação das Políticas Governamentais Implantadas nos Perímetros Irrigados Bebedouro e Nilo Coelho em Petrolina (PE)

Autores

  • Antônio César Ortega UFU
  • Tiago Farias Sobel Sobel

Palavras-chave:

Petrolina-Juazeiro, Pequenos Produtores, Perímetros de Irrigação

Resumo

Nos diferentes perímetros de irrigação, observa-se uma série de particularidades que fazem com que sua dinâmica seja afetada. Nesse sentido, este trabalho procura analisar as distinções existentes no interior de diferentes perímetros de irrigação, por meio do estudo de caso dos perímetros irrigados Nilo Coelho e Bebedouro, ambos situados em Petrolina (PE). Apesar de, em cada perímetro implantado pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), existirem “áreas de empresas” e “áreas de colonização”, este trabalho foi dirigido ao estudo destes últimos. A metodologia utilizada consistiu essencialmente em realização de entrevistas com agentes-chave dos perímetros estudados, com aplicação de questionários semiestruturados; coleta e análise de dados secundários; e revisão da literatura. De modo geral, pode-se dizer que, apesar dos problemas enfrentados pelos pequenos produtores, em ambos os perímetros, os do Nilo Coelho apresentam-se mais aptos ao cultivo de frutas irrigadas, quando comparados aos do Bebedouro.

Biografia do Autor

Antônio César Ortega, UFU

Professor Associado do Instituto de Economia da Universidade Federal de Uberlândia (UFU).

Tiago Farias Sobel, Sobel

Doutorando em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), pesquisador bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamentode Pessoal de Nível Superior (Capes) e da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (Facepe).

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Como Citar

Ortega, A. C., & Sobel, T. F. (2010). Desenvolvimento Territorial e Perímetros Irrigados: Avaliação das Políticas Governamentais Implantadas nos Perímetros Irrigados Bebedouro e Nilo Coelho em Petrolina (PE). Planejamento E Políticas Públicas, 2(35). Recuperado de //www.ipea.gov.br/ppp/index.php/PPP/article/view/198