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TD 1095 - Gestão do Conhecimento na Administração pública

Fábio Ferreira Batista, Carlos Olavo Quandt, Fernando Flávio Pacheco e José Cláudio Cyrineu Terra / Brasília, junho de 2005

Este trabalho analisa as mudanças que estão ocorrendo na Gestão Pública no que se refere à implementação de práticas de Gestão do Conhecimento (GC) em 28 órgãos da Administração Direta e em seis empresas estatais do Executivo Federal brasileiro. O texto analisa a situação atual das práticas de Gestão do Conhecimento na Administração Pública Direta (governo federal); aborda as estratégias de implementação da Gestão do Conhecimento; compara a situação do governo brasileiro com os governos dos países-membros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) participantes de pesquisa realizada em 2002; propõe recomendações e diretrizes para a política de governo eletrônico em Gestão do Conhecimento; e apresenta recomendações para a elaboração e a implementação de uma política de GC para o setor público. Os resultados da pesquisa mostram a importância de uma política de Gestão do Conhecimento para sua efetiva institucionalização a exemplo do que ocorreu em empresas estatais nos órgãos da Administração Direta. O estudo conclui que os esforços de GC encontram-se em níveis bastante distintos na Administração Pública Federal. As grandes empresas estatais parecem se encontrarem níveis de formalização, implementação e obtenção de resultados semelhantes àqueles das organizações públicas dos países pertencentes à OCDE. O mesmo fato ocorre com alguns poucos ministérios avaliados: a maior parte deles, no entanto, ainda apresenta iniciativas e resultados muito incipientes em torno do tema. Os resultados ainda tímidos são, em grande medida, uma conseqüência de iniciativas isoladas e esforços pulverizados, muitas vezes em um mesmo ministério; a ausência de comunicação e compartilhamento de informações internamente e entre as organizações sobre práticas de GC; e, finalmente, o desconhecimento do tema entre membros da alta administração, de chefias intermediárias e de servidores de uma maneira geral. Tal situação demonstra que, para que ocorra a massificação da Gestão do Conhecimento na Administração Direta, uma política de GC ampla se faz necessária, com direcionadores estratégicos, alocação de recursos específicos e treinamentos nos vários níveis organizacionais.

This study analyzes the implementation of Knowledge Management (KM) practices in 28 central government agencies and six state-controlled companies within the Federal Government of Brazil.The report analyzes the current situation of knowledge management practices in federal government agencies; describes the strategies for KM implementation; compares the Brazilian government situation with that of OECD countries that were surveyed in 2002; proposes recommendations and guidelines for e-government knowledge management policies; and presents recommendations for the development and implementation of a knowledge management policy for the public sector.The research results highlight the importance of a knowledge management policyfor the effective formalization of KM in federal agencies, following the example of thestate-controlled companies. The study reveals that KM efforts are quite uneven in the federal government. The large state-owned companies appear to have reached levels of formalization, implementation and results that are similar to those of public organizations in OECD countries. Similar results are observed in a few ministries. Formost of them, however, the KM initiatives and results are still emerging.The incipient results observed at this stage are, to a great extent, the outcome of isolated initiatives and scattered efforts, sometimes within the same ministry; the absence of communication and shared information about KM practices within and among the organizations; and finally, little awareness about KM among the upper management, middle managers and public servants in general. In this situation, the widespread adoption of KM in central government will require the establishment of abroad KM policy, with strategic directives, specific resource allocation and training at the various organizational levels.

 

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