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10/06/2021 14:45

Bapi analisa dez anos de produção da Diest


Edição especial do boletim revisita temas estudados e antecipa debate sobre futuro do Ipea no campo político-institucional

A análise do conhecimento produzido e da atuação institucional da Diretoria de Estudos e Políticas do Estado, das Instituições e da Democracia (Diest), que neste 2021 soma dez anos de sua criação no Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), estão em foco na edição especial do Boletim de Análise Político-Institucional (Bapi). São 1.156 títulos de uma produção diversificada de 72 pesquisadores e inúmeros bolsistas que ao longo dessa década participaram de 61 parcerias institucionais e outros projetos. O número 29 do Bapi, que o Ipea lança nesta quinta-feira (10), traz uma abordagem atual e em retrospectiva desses dez anos dedicados ao desenvolvimento de estudos e pesquisas sobre a “organização e funcionamento do Estado brasileiro e de seus aparatos institucionais”.

Com esse propósito, ao criar a Diest em 2010 “o Ipea se antecipou à história e constituiu formalmente um locus privilegiado e oportuno”, disse a diretora da Diest, Flávia Schmidt. Ela lembra que os primeiros passos da produção da Diest ocorreram “em paralelo aos complexos fenômenos pertinentes à ação estatal e às suas relações com a sociedade brasileira da última década”. Com 16 artigos, a edição especial do Bapi revisita os temas estudados durante este primeiro decênio, os impactos e alcance obtidos, assim como os limites e desafios ainda presentes, explica a diretora do Ipea.

O Bapi nº 29 espelha a marca do trabalho conjunto da equipe da Diest/Ipea, concordam os pesquisadores Roberto Pires e Luseni Aquino, coordenadores da publicação. Eles contam que a maioria dos 16 artigos foi feita a quatro ou mais mãos e que a escolha dos temas em foco nessa edição especial também ocorreu de modo participativo. “Os artigos refletem o repertório de temas discutidos coletivamente na Diest”, explica Aquino, que está na Diest desde sua criação. Segundo ela, desenvolvimento, democracia e república são principais eixos organizadores dos estudos e pesquisas da Diest, que nesse decênio focou principalmente os dois primeiros.

Pires, por sua vez, também na Diest desde seu início, destaca que o Bapi nº 29, combina passado, presente e futuro. Segundo ele, o primeiro diretor da Diest, José Celso, abre a edição, trazendo uma visão histórica na qual contextualiza os primeiros anos da atuação institucional, enquanto a diretora Flávia Schmidt e sua adjunta Janine Mello dos Santos lançam um olhar sobre a produção atual e futura. Elas fazem uma avaliação do potencial temático e de sua importância para qualificar o debate público no Brasil acerca da estrutura, organização e funcionamento do Estado brasileiro e de seus arranjos institucionais, além das relações entre Estado, mercado e sociedade com foco no desenvolvimento nacional.

Seguem-se diversos artigos com uma análise panorâmica e diferentes perspectivas sobre os dez anos de pesquisas aplicadas bem como as políticas baseadas em evidências no âmbito do aprendizado institucional. “Os temais mais representativos na Diest, como desenvolvimento, instituições, capacidades estatais e inovação, burocracia do Poder Executivos e a questão federativa, Poder Legislativo e Sistema de Justiça são abordados nos outros 12 artigos do Bapi” disse Pires, ao apontar o potencial de novos estudos com a retomada da questão republicana na agenda da Diest. Portanto, o boletim faz um balanço das pesquisas aplicadas já realizadas bem como das agendas tratadas em processos de assessoramento governamental. O Bapi também comemora dez anos, desde sua primeira edição em 2011.

 

Acesse a íntegra do Bapi nº 29 

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