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01/08/2020 10:00

Nota Técnica - 2020 - Julho - Número 72 - Diset

Aspectos socioeconômicos da COVID-19: o que dizem os dados do Município do Rio de Janeiro?


Autores: Pedro Miranda, Priscila Koeller, Graziela Zucoloto, Weverthon Machado e Fernanda De Negri

 

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O primeiro caso da Covid-19 no município do Rio de Janeiro foi notificado no início de março de 2020. Até meados de junho do mesmo ano, mais de 47 mil casos já tinham sido confirmados e o número de óbitos estava acima de 6,8 mil. A pandemia, no entanto, não se iniciou em todas as regiões da cidade no mesmo momento e não atinge os bairros de maneira uniforme ou seguindo o mesmo padrão da distribuição populacional.

Algumas análises têm apontado que a população mais vulnerável é a população mais pobre, de baixa escolaridade e pretos e pardos. O Núcleo de Operações e Inteligência em Saúde (Nois), da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ),2 por exemplo, analisou os dados de notificações de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) confirmados para Covid-19 e concluiu que a taxa de letalidade (óbitos como proporção de casos registrados) é maior, no Brasil, entre pretos e pardos e entre pessoas com baixo nível de escolaridade. Como não existem dados de renda nos sistemas de notificação do Ministério da Saúde, muitas vezes esse tipo de análise utiliza o local de residência, informado nesses sistemas, como uma aproximação para o nível de renda do indivíduo.

Palavras-chave: distanciamento social; Covid-19; intervenções não farmacêuticas; federalismo.

 

 
 

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