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24/07/2020 19:06

Por que a classe média será o grupo mais afetado pela reforma tributária

O governo envia ao Congresso parte de seu projeto com proposta que penalizará a parcela da população que já arca com a maioria dos impostos no país

Um dos planos mais importantes produzidos pelo governo para garantir a melhora do ambiente econômico do país e o crescimento de longo prazo veio à luz depois de longos e turbulentos dezoito meses de gestação. Na terça-feira, 21, o ministro da Economia, Paulo Guedes, finalmente entregou ao Congresso propostas que começaram a ser debatidas nos gabinetes do ministério desde a posse de Jair Bolsonaro como presidente. Quem esperava uma reforma ampla e abrangente teve de se contentar com uma versão modesta do plano, em que a principal novidade é a fusão de dois impostos quase idênticos, o PIS e a Cofins, em um novo tributo, a contribuição sobre bens e serviços (CBS). Idealizado por um grupo de especialistas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e adotado pela equipe econômica, o projeto gerou, já na largada, reações adversas. Apesar de propor algo extremamente simples, que é a unificação dos dois tributos, a CBS vai ter impacto direto sobre o principal grupo social gerador de renda e impulsionador do crescimento econômico: a classe média.

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