Facebook Twitter LinkedIn Youtube Flickr SoundCloud
19/08/2014 00:00


 

Flávia Schmidt, do Ipea, e Isaac Roitman, da UnB, foram os convidados para o debate 


O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) realizaram, em 2013, em parceria com o Ipea, um amplo levantamento de informações sobre as condições da infraestrutura de pesquisa científica e tecnológica disponível no país, nas suas Universidades e Instituições de Pesquisa. O estudo analisou 1760 infraestruturas de pesquisa, onde trabalham cerca de 7090 pesquisadores.

Os resultados mostraram que mais de 80% dos laboratórios estão nas regiões Sul e Sudeste. 56% dos laboratórios foram criados nos anos 2000 e boa parte deles realizaram investimentos significativos nos últimos cinco anos. Mesmo assim, apenas 13% dos coordenadores ou responsáveis pelas unidades declararam que têm uma infraestrutura compatível com as melhores do mesmo gênero no exterior. Em todas as mais de 1700 unidades pesquisadas, apenas 20 têm um valor estimado, somando equipamentos e infraestrutura, maior do que 20 milhões de reais.

E é sobre a influência da estrutura dos laboratórios brasileiros e da capacitação da equipe de pesquisa na interação com o setor produtivo que conversamos com Flávia Schmidt, diretora-adjunta de Estudos e Políticas Setoriais de Inovação, Regulação e Infraestrutura do Ipea, e Isaac Roitman, professor emérito da Universidade de Brasília (UnB) e membro da Academia Brasileira de Ciências. Assista, pelo Portal Ipea, à gravação do programa, toda quarta-feira, à tarde, e participe enviando comentários e perguntas para nosso perfil no twitter: @ipeaonline.

 
 

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 2.5 Brasil.
Ipea - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
Expediente – Assessoria de Imprensa e Comunicação