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PBAgora (PB): UEPB aprova quatro novos cursos Consuni da UEPB aprova quatro novos cursos O Conselho Universitário (Consuni) da Universidade Estadual da Paraíba aprovou, por unanimidade, a criação dos cursos de Engenharia Civil, Odontologia, Ciências Naturais, com ênfase em Física, e Pedagogia para o novo campus da UEPB que funcionará em Araruna, na região do Curimataú paraibano. Os três primeiros cursos serão implantados de imediato, conforme assegurou o vice-reitor da UEPB, professor Aldo Maciel. A reunião ordinária ocorreu na Sala de Reuniões dos Conselhos do Campus I, localizada no bairro de Bodocongó, em Campina Grande. Os cursos da UEPB, a serem oferecidos em Araruna, foram selecionados a partir da premissa de contribuir para o progresso humano e regional e por consequência, nacional, bem como atender as demandas crescentes do mercado. No que se refere à Engenharia Civil, por exemplo, uma pesquisa recente realizada pelo Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI) apontou que a falta de profissionais desta área afeta o setor de inovação no país. Além disso, o Brasil ocupa o último lugar em número de engenheiros em relação à população, segundo um estudo efetuado pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), em 35 países. Outro estudo sobre o tema, realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em março de 2010, prevê que, caso a proporção atual de formação de engenheiros no país se mantenha, o Brasil poderá sofrer com déficit de oferta. O professor Aldo Maciel acrescentou que o curso de licenciatura em Ciências Naturais é novo no Brasil e alcança crescente expansão, possuindo um campo de ações bastante diversificado e em transformação contínua. Ele apontou que o curso objetiva formar profissionais com sólida e ampla base teórico-metodológica para a docência na área de Ciências da Natureza e Física, no ensino fundamental, médio e no ensino profissional de nível médio. “Com este curso, espera-se uma formação generalista em Ciências da Natureza e um aprofundamento abrangente em Física, de modo a termos um professor capaz de desenvolver práticas pedagógicas que articulem a Ciência a questões emergentes no contexto de educação básica”, explanou. O pró-reitor de Planejamento da UEPB, Antonio Guedes Rangel Junior, afirmou que a introdução do curso de Odontologia no novo Campus da UEPB também será de suma importância. “Influenciará direta e positivamente nas condições de vida da população local, a partir de atividades de extensão, entre outras, com atendimentos e práticas de prevenção viabilizadas, gratuitamente, para toda a comunidade”, destacou.  
Folha de S.Paulo (SP): Marco regulatório para os resíduos sólidos Mais do que o retorno dos resíduos pós-venda e pós-consumo, a logística reversa é uma nova economia e já está presente em vários países Artigo de Izabella Teixeira* O consumo mundial vem apresentando crescimento exponencial nos últimos 50 anos, em especial nas últimas três décadas. Relatório do Worldwatch Institute revela que em 2008 os consumidores compraram 68 milhões de carros, 85 milhões de geladeiras, 297 milhões de computadores e 1,2 bilhão de celulares. Especialistas apontam China, Índia e Brasil como os países que sustentarão a expansão do consumo nos próximos anos. Para que o planeta consiga compensar ou reduzir o impacto do aumento do consumo sobre os recursos naturais, é necessário imprimir maior sustentabilidade em nossos padrões de organização, produção e promoção do bem-estar. A sustentabilidade depende de como vamos lidar com os resíduos sólidos (lixo reutilizável ou não). Nossas opções de consumo vão determinar a economia dos próximos anos. "Green or gray economy" (economia verde ou cinza), eis a questão. Daí a importância da aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) pelo Senado, no mês passado, após quase 20 anos de tramitação no Congresso. Devemos agora ser capazes de implantar, com competência, seus ditames, regulações e, principalmente, sua visão. O desafio brasileiro é recuperar quase duas décadas de atraso, promovendo pactos verdadeiramente consistentes. Não falo apenas da área ambiental ou dos mecanismos de comando e controle, nem das conformidades e obrigatoriedades que todo marco legal implica. Falo de responsabilidade compartilhada, com cada cidadão e cada setor fazendo sua parte. Os municípios precisam acabar com os lixões e abandonar tecnologias de baixa eficiência na gestão de resíduos sólidos. É necessário que o setor produtivo proponha modelos de reciclagem abrangentes (cobrindo todo o território nacional) e eficientes, implementando a logística reversa completa. Mais que o retorno dos resíduos pós-venda e pós-consumo, a logística reversa é uma nova economia, já presente em vários países. Requer incentivos, acordos setoriais e, possivelmente, um novo arranjo produtivo em um setor que só crescia marginalmente e nem sempre de forma adequada. Adotando tecnologias de ponta, os ganhos econômicos estarão assegurados. Empresas competitivas pensam no ciclo completo ("cradle to cradle"). A nova ordem vai do ecodesign de produtos, bens e serviços ao descarte e reaproveitamento dos insumos gerados. O desperdício hoje praticado é uma deseconomia e uma perversidade social. Estudo recente do Ipea estima em R$ 8 bilhões o seu custo. Portanto, o lema é reaproveitar tudo o que for possível. No Brasil, existem hoje, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento Social, cerca de 600 cooperativas de catadores de materiais recicláveis. Esse é um elo importante da cadeia e, mais que isso, a população de catadores é um alvo de políticas públicas e privadas de inclusão. Ao expandir a economia da reciclagem, estaremos incluindo mais gente e melhorando as condições de trabalho do setor. A PNRS foi sancionada nesta semana pelo presidente Lula; o mesmo deve acontecer, nos próximos dias, com a lei que permite a remuneração por serviços ambientais urbanos, estendendo aos catadores os benefícios que geram para a sociedade ao retirar das ruas, diariamente, toneladas de resíduos. Aos consumidores coletivos -organizações, instituições e empresas-, cabe fazer opções sustentáveis. Sabemos que hábitos dos consumidores individuais não mudam de um dia para o outro. Por isso, o Ministério do Meio Ambiente faz campanhas como a de redução do uso de sacolas plásticas. *IZABELLA TEIXEIRA é ministra do Meio Ambiente. Tem ministérios que não têm razão de ser, como é o caso do Ministério de Assuntos Estratégicos, que pode ser um departamento do Ipea. Chegando lá, nós vamos fazer uma revisão geral e, não tenha dúvida, não vai ter mais ministérios do que havia, mas nós vamos criar dois, que são essenciais: o Ministério da Segurança Pública e o Ministério Especial da Pessoa com Deficiência, disse o presidenciável, após participar de um encontro com lideranças da Associação de Pais e Amigos do Excepcional (Apae). Em tom de crítica indireta ao atual governo, Serra garantiu que a criação dos dois ministérios não levará a mais inchaço da máquina pública. Não vamos fazer nenhuma estrutura de empreguismo para empregar companheiros. Trata-se de fazer um órgão pequeno, mas forte, muito eficiente para orientar o governo e muita gente virá do próprio Ministério da Saúde. O candidato não quis antecipar quais outros ministérios pretende extinguir, se eleito. Não vou abrir o debate agora, mas eu vou enxugar, sem dúvida nenhuma, o número de ministérios, que é exagerado hoje. Serra prometeu ainda criar 40 hospitais de reabilitação para deficientes físicos em todo o país. Segundo ele, o ministério voltado para o setor teria condições de sair do papel já em seu primeiro mês de governo. Aécio e o candidato ao governo de Minas, Antonio Anastasia, acompanharam o candidato na agenda em Poços de Caldas. Os dois classificaram como natural a ausência do candidato tucano no restante da agenda pelo Sul. A agenda dele era só mesmo Poços de Caldas. Serra retornou (a São Paulo) para se preparar do debate (de hoje) na televisão, justificou Aécio.  
Séculodiário.com (ES): Mudanças tributárias: incentivos fiscais financiados pelo cidadão Thaise Saether A carga tributária pende para o lado mais fraco. A máxima, com significado mais abrangente, não é diferente nas questões da economia brasileira. Medida Provisória aprovada em julho concede uma série benefícios fiscais para diferentes setores, que somam 15 itens, mas provocam mudanças no setor automotivo capazes de provocar aumento dos atuais preços de mercado. Na sistemática brasileira as classes pobres comprometem mais da sua renda com impostos do que as camadas de maior renda, e este padrão não parece ter um breve desfecho favorável aos cidadãos comuns. Apesar da desoneração positiva com a renúncia fiscal do governo abarcando a área de inovação tecnológica, autopeças, construção civil, regime aduaneiro, entre outros, os cifrões acabam saindo de contas menos abastadas, livrando de pesados ônus as multinacionais e grandes empreiteiras. É o caso da indústria de autopeças, em que a MP estabeleceu um cronograma de redução do Imposto de Importação na compra de autopeças, que vigora desde 2001, com o objetivo de estimular a competitividade da indústria automotiva nacional. O redutor de 40% na importação deixou de vigorar no sábado (31). Até 30 de outubro será de 30% e depois cairá para 20%. A partir de 1 ¬de maio do próximo ano, o redutor não mais será aplicado. Com a eliminação do redutor, a análise no mercado é de que os preços sejam elevados com o repasse do imposto para o valor do produto final. Apesar da indústria do setor estar se desenvolvendo no País, muitas peças ainda não são produzidas no Brasil. Para o tributarista Jorge Lobão, do Centro de Orientação Fiscal (Cenofisco), a eliminação do redutor vai afetar o mercado. “Os preços serão majorados, é a regra geral: se paga menos imposto, se repassa menos, no sentido contrário funciona da mesma maneira. Dessa forma o custo será passado para os preços. As indústrias nacionais irão se beneficiar, pois poderão competir.” A mudança renderá somente neste ano cerca de R$ 756 milhões ao governo federal. Já em 2011 o ganho sobe para R$ 907 milhões, provavelmente pagos pelo consumidor. De acordo com declarações da Receita Federal, a eliminação do redutor foi adotada para estimular o desenvolvimento da cadeia de fabricação de autopeças no País. A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) reconheceu que a medida provocará uma pressão de custos, mas se limitou a dizer que a questão dos preços dependerá de cada empresa. Estímulos Com a medida outro setor que terá reflexos no Espírito Santo é o de comércio exterior. Com as alterações, a Receita Federal amplia o regime aduaneiro de drawback e autoriza as empresas exportadoras a adquirir no mercado interno matérias-primas e insumos com suspensão de PIS/Pasep, IPI e Cofins. Apesar das boas novas para o setor, especialistas destacam o fato de as mudanças estenderem os benefícios antes restritos somente às Zonas de Processamento de Exportação (ZPEs) a todas as empresas, o que não favoreceria a finalidade da implementação dessas zonas de favorecimento fiscal. E são áreas delimitadas, nas quais as empresas que produzem bens prioritariamente destinados à exportação recebem incentivos tributários, com a suspensão de Imposto de Importação, IPI, Pis e Cofins, na aquisição, no mercado interno, de insumos e de bens de capital, novos ou usados. De acordo com o advogado tributarista Lucas Tristão, as ZPE’s têm como objetivos atrair novos investimentos, aumentar exportações, reduzir desequilíbrios regionais, gerar emprego e renda e promover o desenvolvimento de novas tecnologias. No entanto, com a aprovação da medida as ZPEs podem ser desqualificadas. “Com a edição da MP 497, foi concedido o mesmo benefício de desoneração de tributos às empresas exportadoras nacionais, o que, por certo, desqualifica as ZPEs para uma parcela significativa dos empresários que poderá fazer a aquisição dos insumos e bens de capital em qualquer região nacional. Possivelmente dando preferência para as áreas mais desenvolvidas, nas regiões metropolitanas dos estados, que gozam de melhor infraestrutura para atendê-los”, analisou Lucas.   No Estado, gozavam deste benefício empresas localizadas na ZPE de Vila Velha, e que em breve poderiam ser feitas na ZPE da Cidade de Aracruz. No entanto, a partir da edição da MP os insumos e bens de capital, poderão ser realizados com os mesmos benefícios fiscais para as empresas exportadoras sediadas na Capital. Para o advogado, o benefício das ZPEs não será anulado, mas terá uma fatia do bolo tomada. A Receita Federal publicou, nesta quarta-feira (04), no Diário Oficial da União, Instrução Normativa com novas regras de ressarcimento de créditos de tributos de Cofins, Pis/Pasep e IPI. As condições estão disponibilizadas no site da receita. Onerados O brasileiro já contribuiu pra o fisco, até o início de agosto, com mais R$700 bilhões. No Espírito Santo já foram arrecadados R$4,9 bilhões. Estes são dados do Impostômetro, que apresenta em tempo real as contribuições tributárias em todo o território nacional. De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o cidadão que ganha até dois salários mínimos (R$ 1.020) tem 48,9% do rendimento engolidos por impostos. Já aqueles que recebem mais de 30 salários mínimos (R$ 15,3 mil) têm apenas 26,3% da renda comprometida com impostos. A cesta básica, que serve de parâmetro de consumo para as famílias mais pobres, carrega quase 15% de tributos. Cálculo do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), divulgado no último dia 21, mostrou que o brasileiro trabalha 148 dias no ano para pagar impostos. O resultado deixa o País atrás somente da Suécia e da França, países nos quais são necessários 185 e 149 dias trabalhados respectivamente, no ranking dos impostos no mundo. O presidente Lula, em entrevista ao Portal R7, se disse “orgulhoso” com a carga tributária brasileira, e comparou o país à Dinamarca e à Suécia. “Quem tem carga tributária de 10% não tem Estado. O Estado não pode fazer absolutamente nada. Estamos aí cheios de exemplos para a gente ver. É só percorrer o mundo para perceber que exatamente os países que têm as melhores políticas sociais são os que têm a carga tributária mais elevadas, vide Estados Unidos, Alemanha, Suécia, Dinamarca.”, afirmou. Não é incomum o fato de a aplicação ineficiente dos tributos arrecadados provocar no cidadão, entre outros problemas, uma aversão ao pagamento de tributos e um estímulo à fraude.
Estado de Minas (MG): Serra quer reforma ministerial Por Leonardo Augusto     Poços de Caldas O ex-governador Aécio Neves (PSDB), candidato ao Senado negou ontem que tenha ocorrido algum atrito para o presidenciável tucano José Serra desistir da visita a Três Corações, permanecendo apenas em Poços de Caldas. De acordo com Aécio, por mais que apareçam intrigas aqui e acolá, somos um grupo político e queremos Serra presidente da Nação. No Sul de Minas, Serra disse que, se eleito, fará uma reforma ministerial. Ao anunciar oficialmente a proposta de criar uma pasta exclusiva para tratar da questão das pessoas com deficiência no país, o tucano prometeu "enxugar" o número de ministérios existentes.  
O Globo (RJ): Vagas ficaram mais concentradas no Sudeste Região tem 54,9% do emprego formal Por Henrique Gomes Batista   Os bons números do mercado de trabalho no país 10,9 milhões de novas vagas com carteira de trabalho no acumulado do governo Lula até junho escondem uma distorção: o emprego cresceu mais nas regiões mais ricas, Sul e Sudeste, onde já havia um maior número de vagas. Com isso, a concentração de empregos aumentou no Brasil. A região Sudeste, que conta com 42% da população, passou a ter, em junho, 54,9% dos empregos com carteira assinada do país, um ponto percentual de participação a mais que em dezembro de 2002, último mês do governo de Fernando Henrique Cardoso. Naquela época, foram registrados na região 13,073 milhões de empregos formais, número que chegou a 18,932 milhões em junho deste ano, uma alta de 44,8%. No Nordeste, onde vivem 28% dos brasileiros, estão apenas 15,2% das vagas formais, contra 15,8% em dezembro de 2002. Em números absolutos, a região tem 5,233 milhões de empregos, menos que o Sul, com 6,293 milhões de vagas. Como a população sulista é menor 14,4% do total a região concentra 18,2% dos empregos. Um dado é claro: o emprego formal cresceu muito em todo o Brasil. O aumento da concentração é negativo, sem dúvida, mas não significa que o emprego não cresceu no Nordeste. Talvez sejam necessárias políticas específicas para a região, como a fiscalização, que foi um dos incentivadores da formalização de trabalhadores disse João Saboya, professor da UFRJ. O economista Carlos Henrique Corsevil, do Ipea, reforça que o bom momento dos últimos anos foi disseminado, mas alerta para a estrutura setorial do emprego, com a concentração da indústria no Sul e no Sudeste. O assunto ainda não tem força na agenda dos candidatos. Marina Silva, do PV, não deve divulgar uma meta numérica de criação de empregos. Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) têm tratado do tema de forma genérica.
Agência Estadual de Notícias (PR): Curitiba sedia reunião regional sul de Conselhos da Juventude As políticas públicas voltadas aos jovens são tema de um encontro que começou nesta quinta-feira (5) e reúne cerca de 40 conselheiros dos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul que estarão reunidos até sábado (7), no Hotel Caravelle, em Curitiba. O evento é promovido pelo Conselho Nacional de Juventude (Conjuve), em parceria com a Secretaria Nacional de Juventude e o Governo do Paraná, por meio da Secretaria da Criança e da Juventude do Paraná. A secretária Thelma Alves de Oliveira; o vice-presidente do Conselho Nacional de Juventude, João Marcos Vidal; participaram da cerimônia de abertura da Reunião. Vidal apresentou os principais eixos em torno dos quais o Conjuve tem trabalhado. Entre eles estão a aprovação do PEC da Juventude, que foi aprovado como Emenda Constitucional nº 65 no último dia 13, institui a juventude como um segmento social e reconhece a necessidade da representatividade social desse público na Constituição Federal. “A inclusão do termo 'juventude' na Constituição abre caminhos para a construção de políticas públicas e para a implementação de outros projetos voltados à população entre 15 e 29 anos”, afirmou. O Pacto pela Juventude – um documento que estabelece compromissos em favor do público jovem -, o 3º Encontro Nacional de Conselhos da Juventude e da 2ª Conferência Nacional da Juventude, e o Estatuto da Juventude são outros projetos do Conjuve. “Os jovens têm demandas específicas na área do trabalho, da educação formal ou profissional, do transporte, e em várias outras áreas. É um segmento que, se não tiver condições de desenvolver sua cidadania, fica muito vulnerabilizado”, explicou Vidal. A secretária Thelma apoia a iniciativa dos Conselhos de Juventude e incentiva os jovens a participarem dos debates sobre a política destinada a este público. “Nada melhor que os próprios jovens estarem reunidos, discutindo as políticas públicas que consideram importantes para sua geração e para as futuras”, disse. Os organizadores do livro Juventude e Políticas Sociais no Brasil, publicado em 2009 pelo Instituto de Pesquisas Econômicas e Aplicada (Ipea), Jorge Abrahão de Castro e Carla Coelho de Andrade; e o autor do capítulo sobre política educacional, Paulo Roberto Corbucci; também participaram do evento, dividindo suas experiências sobre as pesquisas feitas na área durante a elaboração do livro
Blog Eleição: José Serra está Preocupado com a Situação dos Aeroportos Brasileiros A Copa do Mundo de 2014 mal começou e os congênitos impasses brasileiros já vieram à tona. Assuntos de deficiência na infraestrutura do país e falta de definições para alguns projetos – como a recepção, por parte de São Paulo, da abertura do evento e  uma série de jogos – têm sido levantados diariamente pela imprensa brasileira. A Federação Internacional de Futebol (Fifa) ilustra preocupação, assim como a própria CBF. Um dos problemas mais gritantes que pode impossibilitar qualquer realização em plena ordem, como a Copa, é a situação dos mancos aeroportos brasileiros. Há poucos meses, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) relacionou dificuldades enfrentadas pelo setor, especulação refutada por Nelson Jobim, ministro da Defesa. O tucano José Serra, candidato à presidência da República, voltou a mostrar preocupação com os aeroportos. Segundo ele, na gestão de Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente do país, foram edificados 10 novos locais, enquanto nos oitos de Luiz Inácio Lula da Silva à frente do país, conforme opinião emitida durante reportagem do Estadão, houve superlotação e nada foi feito para melhorar. Diferentemente da postura adotada por FHC – ao admitir as boas realizações de Lula durante o programa de entrevistas agenciado pela apresentadora Marília Gabriela –, a presidenciável Dilma Rousseff (PT) transferiu as problemáticas atuais nos aeroportos aos governantes anteriores e que durante os dois mandatos do ex-sindicalista, pouco foi possível ser feito. Este artigo não tem por fim agir partidariamente, mas numa colocação Serra tem toda razão: não adianta aguardar os meses finais de um governo para transferir certas culpas aos anteriores. Aliás, de transferência o PT está muito bem.
Revista Época: Dilma, Serra e Marina ficam cara a cara pela primeira vez Os três principais concorrentes à Presidência da República abrem nesta quinta-feira (5) a temporada de debates que ajudará o eleitor a decidir uma das disputas mais equilibradas da história Alberto Bombig, Leonel Rocha e Mariana Sanches  Na primeira eleição direta para a Presidência sem Luiz Inácio Lula da Silva como candidato, os três principais concorrentes ao Palácio do Planalto, Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV), vão abrir nesta semana a temporada de debates que ajudará o eleitor a decidir uma das disputas mais equilibradas da história. Na sexta-feira passada, a mais recente pesquisa Ibope/Estado de S. Paulo/TV Globo, divulgada pelo Jornal Nacional, deu a Dilma 39% das intenções de voto, 5 pontos a mais do que Serra. Marina obteve 7%. Esses números se referem ao cenário com todos os candidatos “nanicos”. Eles debaterão pela primeira vez na TV Bandeirantes, que levará ao ar o confronto na quinta-feira 5 de agosto, a partir das 22 horas. Também foi convidado pela emissora o candidato Plínio de Arruda Sampaio, do PSOL, que não pontuou na pesquisa. O confronto dará início a uma série de pelo menos quatro debates (um deles pela internet). O mais aguardado pelas campanhas é o da TV Globo, marcado para a semana decisiva do primeiro turno, em outubro. Uma das preocupações da campanha de Serra é que o primeiro debate seja ofuscado pelo jogo entre São Paulo e Internacional, semifinal da Taça Libertadores da América, que será transmitido pela Globo, no mesmo horário. A previsão é que a partida retire audiência do debate em São Paulo e no Rio Grande do Sul. A expectativa é que esse primeiro confronto sirva como um ensaio geral da reta final da campanha. Ao lado dos programas do horário eleitoral, que começarão no dia 17, os debates se tornaram, em 21 anos de eleições presidenciais diretas, um dos principais instrumentos de avaliação dos candidatos pelos eleitores e foram decisivos, em muitos casos, para os rumos da campanha (leia o quadro abaixo). Os debates, apesar de cada vez mais engessados por regras, são uma das raras ocasiões em que os presidenciáveis se expõem de maneira mais aberta. Por causa disso, os marqueteiros se esmeram na preparação dos candidatos para minimizar os riscos de escorregões. Por Dilma estar em alta nas pesquisas, representar o governo e ser inexperiente em confrontos desse tipo, a campanha do PT avalia que ela será o alvo preferencial dos ataques nos debates. Em sua preparação, Dilma tem se reunido com ministros e secretários das pastas mais importantes do governo para se atualizar sobre dados da gestão Lula. “Ela vai mostrar que ajudou o presidente Lula a fazer um bom governo”, diz Fernando Pimentel, um dos coordenadores da campanha de Dilma. Mais acostumada com os jargões burocráticos dos gabinetes do que com a linguagem popular das campanhas, Dilma foi aconselhada a não ser “tecnicista” ou professoral em suas respostas para não ser enfadonha. Outra recomendação é não ser agressiva. Desde o ano passado, Dilma tem sido preparada por Olga Curado, especialista em oratória indicada pelo marqueteiro João Santana. Dilma tem se dedicado ao estudo de duas áreas: saúde e segurança pública. Nas pesquisas, a saúde aparece como a principal preocupação dos brasileiros e é uma área em que Serra tem o que mostrar por ter sido ministro no governo Fernando Henrique Cardoso. Na segurança pública, ela deverá enfrentar críticas ao controle das fronteiras terrestres, por onde há intenso tráfico de drogas. Dilma pretende responder aos ataques com o programa de combate s ao crack e os números das operações da PF que resultaram em prisões de traficantes internacionais. Eles tentam, mas não escapam Em cinco eleições, só FHC conseguiu se eleger sem participar de debates   1989 Fernando Collor (PRN) faltou a cinco dos seis debates realizados antes do primeiro turno. Mas esteve em dois debates com Lula (PT) entre o primeiro e o segundo turno. O último foi decisivo para sua vitória  1994 Líder nas pesquisas graças ao Plano Real, Fernando Henrique Cardoso (PSDB) participou de um debate com Lula (PT). Venceu no primeiro turno, com 55% dos votos  1998 FHC foi reeleito no primeiro turno, com 53%dos votos, sem participar de nenhum debate    2002 Os candidatos Lula (PT), José Serra (PSDB), Ciro Gomes (PPS) e Anthony Garotinho (PSB) participaram de três debates antes do primeiro turno. Entre o primeiro e o segundo turno, Lula foi a um debate com Serra e faltou a dois. Foi eleito com 61% dos votos  2006 Confiante que venceria no primeiro turno, o presidente Lula faltou aos três debates. A vitória não veio. Na disputa no segundo turno, Lula teve de participar de quatro debates com Alckmin. Venceu com 61% dos votos  Enquanto Dilma é uma estreante em debates, Serra é um veterano. Participou de três das últimas quatro eleições brasileiras. Seus mais celébres debates foram os confrontos finais de segundo turno com Lula, na disputa pela Presidência em 2002, e com Marta Suplicy, no pleito pela prefeitura de São Paulo em 2004. São esses dois que servirão agora de base na preparação do tucano. O duelo com Marta é tratado como uma referência no PSDB por apresentar semelhanças com o desafio atual. Em 2004, Marta era a prefeita, detinha bons índices de aprovação e disputava a reeleição com bandeiras como os CEUs (Centros de Educação Unificada) e o Bilhete Único, um sistema inovador em transporte público. Agora, Serra tem de novo como principal adversária uma mulher, Dilma, candidata de um governo bem avaliado e com marcas como o Bolsa Família e o PAC (Plano de Aceleração do Crescimento). O que anima o PSDB e seus aliados é que Serra, ao contrário do que ocorreu em 2002, ganhou a eleição contra Marta. Na campanha municipal, o tucano tentou demonstrar total controle sobre os números da gestão petista e afirmou que, se eleito, manteria os principais programas, a exemplo do que deverá fazer neste ano.Serra evitou parecer agressivo por ter uma mulher como adversária. Mas não deixou de apontar falhas e contradições de Marta. Para os tucanos, a vitória de Serra em 2004 se deu porque ele conseguiu fixar no eleitor a imagem de que era o mais experiente e preparado. Exatamente como ele tentará fazer contra Dilma. Na campanha de Serra, ainda não há consenso se o candidato deve partir para a discussão ideológica suscitada pelos ataques às relações do PT com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e do governo Lula com os presidentes da Venezuela, Hugo Chávez, da Bolívia, Evo Morales, e do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. O mais provável é que Serra aborde essas questões ao falar do controle das fronteiras e da política externa. A preparação do tucano será feita pela equipe do marqueteiro Luiz González, o mesmo de 2004. Marina iniciou a preparação para os debates ao formar o grupo de 92 colaboradores que está elaborando seu programa de governo. Eles estão abastecendo a candidata do PV com informações, números, leituras e enfoques. Marina já se sente à vontade para tratar, por exemplo, de economia, um tema que antes a deixava desconfortável. Como preparação para sabatinas e debates, ela costuma anotar tópicos em folhas de papel – que ela chama de “aranhas”. Antes do encontro na Bandeirantes, Marina passará por simulações, comandadas pelo marqueteiro Paulo de Tarso Santos, que começarão na segunda-feira. Colaboradores da campanha dizem não ter grandes expectativas quanto aos resultados do primeiro debate. Mas avaliam que Marina precisa ter um bom desempenho para ampliar o espaço de campanha. Como Marina dispõe de pouco tempo de propaganda na TV, os debates são úteis para torná-la mais conhecida. Será também a hora de ela tentar mostrar que tem mais a dizer além de pregar a defesa de florestas. Marina aposta que colherá bons resultados com a proposta do “programa social de terceira geração”. Ela tem dito que é a única a propor algo além da manutenção do Bolsa Família para o combate à pobreza. Inspirado por Ricardo Paes de Barros, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o “programa social de terceira geração” propõe metas e acompanhamento do Estado para que as famílias pobres superem sua condição social. Marina tem a pretensão de quebrar a polarização entre PT e PSDB e se colocar como uma “terceira via”. Para conseguir isso, ela ainda precisa se mostrar uma candidata viável, com chances de vencer. Nos debates, terá de conter seu estilo prolixo, bom para discursos em palanques, ruim para a TV. Seus pontos vulneráveis são as lacunas no discurso do “desenvolvimento sustentável” – não há até hoje uma alternativa verde viável para a geração de grandes quantidades de energia, por exemplo – e suas convicções religiosas – Marina é evangélica da Assembleia de Deus e já se disse contrária ao casamento gay. Depois, recuou e defendeu a união civil entre homossexuais.  
O Globo (RJ): Serra afirma que vai reduzir ministérios Tucano diz que criará o da Segunça e de Deficientes, mas que outras pastas vão ser extintas, se for eleito Por Silvia Amorim, enviada especial O candidato a presidente pelo PSDB, José Serra, afirmou ontem, em visita a Poços de Caldas, em Minas Gerais, que, se eleito, fará uma reforma ministerial e prometeu reduzir o número de pastas existentes hoje. O tucano citou, como as que seriam passíveis de corte, a de Assuntos Estratégicos. Chegando lá (Brasília), nós vamos fazer uma revisão geral e não vai ter mais ministérios do que havia disse o presidenciável, após participar de um encontro com lideranças da Associação de Pais e Amigos do Excepcional (Apae). O tucano voltou a dizer que criará o Ministério da Segurança e o dos Deficientes Físicos. Serra disse que o Ministério dos Assuntos Estratégicos, criado pelo presidente Lula em 2007, não tem razão de ser. Pode ser um departamento do Ipea afirmou, referindo-se ao Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Em tom de crítica ao governo Lula, Serra disse que a criação dos dois ministérios não causará mais inchaço à administração federal. Não vamos fazer nenhuma estrutura de empreguismo para empregar companheiros explicou.  
Folha da Região (SP): Lula quer reforçar na Colômbia papel brasileiro no diálogo do país com a Venezuela Ivan Richard  O presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer aproveitar a ida à posse do novo presidente da Colômbia, Juan Manoel Santos, no próximo sábado (7), para reforçar que o Brasil pode ser o canal de diálogo para o fim do impasse entre colombianos e venezuelanos. Os dois países romperam relações diplomáticas após a Colômbia voltar a acusar a Venezuela de manter em seu território guerrilheiros das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia). O porta-voz da presidência da República, Marcelo Baumbach, afirmou há pouco que o Brasil tem procurado contribuir para a "reaproximação" da Colômbia com seus vizinhos, sobretudo, no âmbito da Unasul (União de Países Sul-Americanos). "A presença de Lula na posse de Juan Manoel Santos constitui gesto claro de interesse brasileiro de intensificar as relações bilaterais, tanto política quanto comercialmente, e também será oportunidade para mostrar que o Brasil pode ser um canal de diálogo entre os países da região, uma vez que tem com todos eles excelente relacionamento", disse o porta-voz. De acordo com Baumbach, Lula não pretende levar uma proposta formal para selar a paz entre a Venezuela e a Colômbia por entender que a solução do impasse entre depende, exclusivamente, dos dois países. "O presidente está disposto a ajudar no diálogo, se colocou à disposição desde o início, mas não cabe ao Brasil levar uma proposta porque esse assunto depende da iniciativa das partes e depende das soluções que sejam encontradas pelas partes. O que o presidente Lula se propõe a fazer é servir de um ponto de fomento entre as partes", argumentou. Antes de ir à Colômbia, Lula vai à Venezuela, na sexta-feira (6), onde terá encontro com o presidente Hugo Chávez. Na ocasião, serão analisados os resultados dos investimentos da CEF (Caixa Econômica Federal) em habitação e inclusão bancária em território venezuelano e será inaugurado o escritório do Ipea (Instituto de Pesquisas Econômica Aplicada). Também deve ser inaugurado o primeiro ponto de correspondência bancária na comunidade de La Viega, uma parceira entre a CEF e bancos da Venezuela. Lula e Chávez ainda devem assinar acordos bilaterais sobre regime especial de fronteira, para desenvolvimento de transporte turístico rodoviária, entre outros.  
Agência Brasil: Lula quer reforçar na Colômbia papel brasileiro no diálogo do país com a Venezuela Ivan Richard Repórter da Agência Brasil O presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer aproveitar a ida à posse do novo presidente da Colômbia, Juan Manoel Santos, no próximo sábado (7), para reforçar que o Brasil pode ser o canal de diálogo para o fim do impasse entre colombianos e venezuelanos. Os dois países romperam relações diplomáticas após a Colômbia voltar a acusar a Venezuela de manter em seu território guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). O porta-voz da presidência da República, Marcelo Baumbach, afirmou há pouco que o Brasil tem procurado contribuir para a “reaproximação” da Colômbia com seus vizinhos, sobretudo, no âmbito da União de Países Sul-Americanos (Unasul). “A presença de Lula na posse de Juan Manoel Santos constitui gesto claro de interesse brasileiro de intensificar as relações bilaterais, tanto política quanto comercialmente, e também será oportunidade para mostrar que o Brasil pode ser um canal de diálogo entre os países da região, uma vez que tem com todos eles excelente relacionamento”, disse o porta-voz. De acordo com Baumbach, Lula não pretende levar uma proposta formal para selar a paz entre a Venezuela e a Colômbia por entender que a solução do impasse entre depende, exclusivamente, dos dois países. “O presidente está disposto a ajudar no diálogo, se colocou à disposição desde o início, mas não cabe ao Brasil levar uma proposta porque esse assunto depende da iniciativa das partes e depende das soluções que sejam encontradas pelas partes. O que o presidente Lula se propõe a fazer é servir de um ponto de fomento entre as partes”, argumentou. Antes de ir à Colômbia, Lula vai à Venezuela, na sexta-feira (6), onde terá encontro com o presidente Hugo Chávez. Na ocasião, serão analisados os resultados dos investimentos da Caixa Econômica Federal (CEF) em habitação e inclusão bancária em território venezuelano e será inaugurado o escritório do Instituto de Pesquisas Econômica Aplicada (Ipea). Também deve ser inaugurado o primeiro ponto de correspondência bancária na comunidade de La Viega, uma parceira entre a CEF e bancos da Venezuela. Lula e Chávez ainda devem assinar acordos bilaterais sobre regime especial de fronteira, para desenvolvimento de transporte turístico rodoviária, entre outros.  
Correio Catarinense (SC): Lula quer que Brasil seja canal de diálogo entre Venezuela e Colômbia Presidente visita os dois países nas próximas sexta e sábado, respectivamente O presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer aproveitar a ida à posse do novo presidente da Colômbia, Juan Manoel Santos, no próximo sábado (7), para reforçar que o Brasil pode ser o canal de diálogo para o fim do impasse entre colombianos e venezuelanos. Os dois países romperam relações diplomáticas após a Colômbia voltar a acusar a Venezuela de manter em seu território guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). O porta-voz da presidência da República, Marcelo Baumbach, afirmou que o Brasil tem procurado contribuir para a "reaproximação" da Colômbia com seus vizinhos, sobretudo, no âmbito da União de Países Sul-Americanos (Unasul). - A presença de Lula na posse de Juan Manoel Santos constitui gesto claro de interesse brasileiro de intensificar as relações bilaterais, tanto política quanto comercialmente, e também será oportunidade para mostrar que o Brasil pode ser um canal de diálogo entre os países da região, uma vez que tem com todos eles excelente relacionamento - disse o porta-voz. De acordo com Baumbach, Lula não pretende levar uma proposta formal para selar a paz entre a Venezuela e a Colômbia por entender que a solução do impasse entre depende, exclusivamente, dos dois países. - O presidente está disposto a ajudar no diálogo, se colocou à disposição desde o início, mas não cabe ao Brasil levar uma proposta porque esse assunto depende da iniciativa das partes e depende das soluções que sejam encontradas pelas partes. O que o presidente Lula se propõe a fazer é servir de um ponto de fomento entre as partes - argumentou. Antes de ir à Colômbia, Lula vai à Venezuela, na sexta-feira (6), onde terá encontro com o presidente Hugo Chávez. Na ocasião, serão analisados os resultados dos investimentos da Caixa Econômica Federal (CEF) em habitação e inclusão bancária em território venezuelano e será inaugurado o escritório do Instituto de Pesquisas Econômica Aplicada (Ipea). Também deve ser inaugurado o primeiro ponto de correspondência bancária na comunidade de La Viega, uma parceira entre a CEF e bancos da Venezuela. Lula e Chávez ainda devem assinar acordos bilaterais sobre regime especial de fronteira, para desenvolvimento de transporte turístico rodoviária, entre outros
Zero Hora (RS): Lula quer que Brasil seja canal de diálogo entre Venezuela e Colômbia Presidente visita os dois países nas próximas sexta e sábado, respectivamente O presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer aproveitar a ida à posse do novo presidente da Colômbia, Juan Manoel Santos, no próximo sábado (7), para reforçar que o Brasil pode ser o canal de diálogo para o fim do impasse entre colombianos e venezuelanos. Os dois países romperam relações diplomáticas após a Colômbia voltar a acusar a Venezuela de manter em seu território guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). O porta-voz da presidência da República, Marcelo Baumbach, afirmou que o Brasil tem procurado contribuir para a "reaproximação" da Colômbia com seus vizinhos, sobretudo, no âmbito da União de Países Sul-Americanos (Unasul). - A presença de Lula na posse de Juan Manoel Santos constitui gesto claro de interesse brasileiro de intensificar as relações bilaterais, tanto política quanto comercialmente, e também será oportunidade para mostrar que o Brasil pode ser um canal de diálogo entre os países da região, uma vez que tem com todos eles excelente relacionamento - disse o porta-voz. De acordo com Baumbach, Lula não pretende levar uma proposta formal para selar a paz entre a Venezuela e a Colômbia por entender que a solução do impasse entre depende, exclusivamente, dos dois países. - O presidente está disposto a ajudar no diálogo, se colocou à disposição desde o início, mas não cabe ao Brasil levar uma proposta porque esse assunto depende da iniciativa das partes e depende das soluções que sejam encontradas pelas partes. O que o presidente Lula se propõe a fazer é servir de um ponto de fomento entre as partes - argumentou. Antes de ir à Colômbia, Lula vai à Venezuela, na sexta-feira (6), onde terá encontro com o presidente Hugo Chávez. Na ocasião, serão analisados os resultados dos investimentos da Caixa Econômica Federal (CEF) em habitação e inclusão bancária em território venezuelano e será inaugurado o escritório do Instituto de Pesquisas Econômica Aplicada (Ipea). Também deve ser inaugurado o primeiro ponto de correspondência bancária na comunidade de La Viega, uma parceira entre a CEF e bancos da Venezuela. Lula e Chávez ainda devem assinar acordos bilaterais sobre regime especial de fronteira, para desenvolvimento de transporte turístico rodoviária, entre outros.  
Agência Brasil: Desenvolver cidades preservando o meio ambiente é desafio para administrador público O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) constatou problemas como baixo comprometimento dos gestores públicos com a legislação ambiental e pouca participação da sociedade em debates e sugestões sobre o tema. A conclusão faz parte de estudo desenvolvido em 23 municípios de seis estados. A pesquisa só será finalizada daqui a seis meses. Os dados preliminares do estudo foram expostos hoje (4) pelo coordenador de Desenvolvimento Urbano do Ipea, Bolivar Pêgo, no seminário Gestão Ambiental do Espaço Urbano - Desafios e Oportunidades, que ocorre na Câmara dos Deputados. Na pesquisa, cujo objetivo é levantar o cenário do licenciamento ambiental para fins urbanos no Brasil, o que se vê é um processo demorado para a obtenção do licenciamento. O deputado federal, Cassio Taniguchi (DEM-PR), disse que é preciso adequar a legislação ambiental ao espaço urbano. Segundo o deputado, existe a necessidade de compatibilizar as demandas voltadas para a preservação do meio ambiente e para o desenvolvimento das cidades. “Essas duas demandas entram em choque por diversas vezes e causam transtornos para os administradores públicos”, afirmou. Para Taniguchi, é hora do Poder Público propor uma reavaliação na legislação ambiental para garantir o desenvolvimento sustentável, de acordo com as necessidades reais dos municípios. No debate, a prefeita de Carinhanha, na Bahia, Chica do PT, apontou as dificuldades enfrentadas no município. Segundo ela, a cidade, de 30 mil habitantes, não tem muitos recursos e falta a presença do Poder Judiciário para julgar os processos contra pessoas que ocupam indevidamente as margens do Rio Carinhanha. “Muitas vezes encaminhamos à Justiça ações contra essas ocupações, mas elas acabam caducando por falta de juiz e promotor de Justiça”, contou a prefeita. O seminário é promovido pela Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados. No evento, estão em discussão os problemas dos administradores públicos e privados na gestão do desenvolvimento urbano em decorrência da legislação ambiental em vigor.  
Correio Braziliense (DF): Desenvolver cidades preservando o meio ambiente é desafio para administrador público Agência Brasil O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) constatou problemas como baixo comprometimento dos gestores públicos com a legislação ambiental e pouca participação da sociedade em debates e sugestões sobre o tema. A conclusão faz parte de estudo desenvolvido em 23 municípios de seis estados. A pesquisa só será finalizada daqui a seis meses. Os dados preliminares do estudo foram expostos hoje (4) pelo coordenador de Desenvolvimento Urbano do Ipea, Bolivar Pêgo, no seminário Gestão Ambiental do Espaço Urbano - Desafios e Oportunidades, que ocorre na Câmara dos Deputados. Na pesquisa, cujo objetivo é levantar o cenário do licenciamento ambiental para fins urbanos no Brasil, o que se vê é um processo demorado para a obtenção do licenciamento. O deputado federal, Cassio Taniguchi (DEM-PR), disse que é preciso adequar a legislação ambiental ao espaço urbano. Segundo o deputado, existe a necessidade de compatibilizar as demandas voltadas para a preservação do meio ambiente e para o desenvolvimento das cidades. “Essas duas demandas entram em choque por diversas vezes e causam transtornos para os administradores públicos”, afirmou. Para Taniguchi, é hora do Poder Público propor uma reavaliação na legislação ambiental para garantir o desenvolvimento sustentável, de acordo com as necessidades reais dos municípios. No debate, a prefeita de Carinhanha, na Bahia, Chica do PT, apontou as dificuldades enfrentadas no município. Segundo ela, a cidade, de 30 mil habitantes, não tem muitos recursos e falta a presença do Poder Judiciário para julgar os processos contra pessoas que ocupam indevidamente as margens do Rio Carinhanha. “Muitas vezes encaminhamos à Justiça ações contra essas ocupações, mas elas acabam caducando por falta de juiz e promotor de Justiça”, contou a prefeita. O seminário é promovido pela Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados. No evento, estão em discussão os problemas dos administradores públicos e privados na gestão do desenvolvimento urbano em decorrência da legislação ambiental em vigor.
Portal Exame: Ipea pesquisa emissão de licenças ambientas nas cidades    Os dados preliminares do estudo foram expostos hoje (4) pelo coordenador de Desenvolvimento Urbano do Ipea, Bolivar Pêgo, no seminário Gestão Ambiental do Espaço Urbano - Desafios e Oportunidades, que ocorre na Câmara dos Deputados. Na pesquisa, cujo objetivo é levantar o cenário do licenciamento ambiental para fins urbanos no Brasil, o que se vê é um processo demorado para a obtenção do licenciamento. O deputado federal, Cassio Taniguchi (DEM-PR), disse que é preciso adequar a legislação ambiental ao espaço urbano. Segundo o deputado, existe a necessidade de compatibilizar as demandas voltadas para a preservação do meio ambiente e para o desenvolvimento das cidades. "Essas duas demandas entram em choque por diversas vezes e causam transtornos para os administradores públicos", afirmou. Para Taniguchi, é hora do Poder Público propor uma reavaliação na legislação ambiental para garantir o desenvolvimento sustentável, de acordo com as necessidades reais dos municípios. No debate, a prefeita de Carinhanha, na Bahia, Chica do PT, apontou as dificuldades enfrentadas no município. Segundo ela, a cidade, de 30 mil habitantes, não tem muitos recursos e falta a presença do Poder Judiciário para julgar os processos contra pessoas que ocupam indevidamente as margens do Rio Carinhanha. "Muitas vezes encaminhamos à Justiça ações contra essas ocupações, mas elas acabam caducando por falta de juiz e promotor de Justiça", contou a prefeita. O seminário é promovido pela Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados. No evento, estão em discussão os problemas dos administradores públicos e privados na gestão do desenvolvimento urbano em decorrência da legislação ambiental em vigor.  
Portugal Digital (Portugal): Lula quer reforçar na Colômbia papel brasileiro no diálogo do país com a Venezuela Antes de ir à Colômbia, Lula vai à Venezuela, na sexta-feira (6), onde terá encontro com o presidente Hugo Chávez. Da Redação, com Agência Brasil O presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer aproveitar a ida à posse do novo presidente da Colômbia, Juan Manoel Santos, no próximo sábado (7), para reforçar que o Brasil pode ser o canal de diálogo para o fim do impasse entre colombianos e venezuelanos. Os dois países romperam relações diplomáticas após a Colômbia voltar a acusar a Venezuela de manter em seu território guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). O porta-voz da presidência da República, Marcelo Baumbach, afirmou que o Brasil tem procurado contribuir para a “reaproximação” da Colômbia com seus vizinhos, sobretudo, no âmbito da União de Países Sul-Americanos (Unasul). “A presença de Lula na posse de Juan Manoel Santos constitui gesto claro de interesse brasileiro de intensificar as relações bilaterais, tanto política quanto comercialmente, e também será oportunidade para mostrar que o Brasil pode ser um canal de diálogo entre os países da região, uma vez que tem com todos eles excelente relacionamento”, disse o porta-voz. De acordo com Baumbach, Lula não pretende levar uma proposta formal para selar a paz entre a Venezuela e a Colômbia por entender que a solução do impasse depende, exclusivamente, dos dois países. “O presidente está disposto a ajudar no diálogo, se colocou à disposição desde o início, mas não cabe ao Brasil levar uma proposta porque esse assunto depende da iniciativa das partes e depende das soluções que sejam encontradas pelas partes. O que o presidente Lula se propõe a fazer é servir de um ponto de fomento entre as partes”, argumentou. Antes de ir à Colômbia, Lula vai à Venezuela, na sexta-feira (6), onde terá encontro com o presidente Hugo Chávez. Na ocasião, serão analisados os resultados dos investimentos da Caixa Econômica Federal (CEF) em habitação e inclusão bancária em território venezuelano e será inaugurado o escritório do Instituto de Pesquisas Econômica Aplicada (Ipea). Também deve ser inaugurado o primeiro ponto de correspondência bancária na comunidade de La Viega, uma parceira entre a CEF e bancos da Venezuela. Lula e Chávez ainda devem assinar acordos bilaterais sobre regime especial de fronteira, para desenvolvimento de transporte turístico rodoviária, entre outros.
MSN: Desenvolver cidades preservando o meio ambiente é desafio para administrador público O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) constatou problemas como baixo comprometimento dos gestores públicos com a legislação ambiental e pouca participação da sociedade em debates e sugestões sobre o tema. A conclusão faz parte de estudo desenvolvido em 23 municípios de seis estados. A pesquisa só será finalizada daqui a seis meses. Os dados preliminares do estudo foram expostos hoje (4) pelo coordenador de Desenvolvimento Urbano do Ipea, Bolivar Pêgo, no seminário Gestão Ambiental do Espaço Urbano - Desafios e Oportunidades, que ocorre na Câmara dos Deputados. Na pesquisa, cujo objetivo é levantar o cenário do licenciamento ambiental para fins urbanos no Brasil, o que se vê é um processo demorado para a obtenção do licenciamento. O deputado federal, Cassio Taniguchi (DEM-PR), disse que é preciso adequar a legislação ambiental ao espaço urbano. Segundo o deputado, existe a necessidade de compatibilizar as demandas voltadas para a preservação do meio ambiente e para o desenvolvimento das cidades. 'Essas duas demandas entram em choque por diversas vezes e causam transtornos para os administradores públicos', afirmou. Para Taniguchi, é hora do Poder Público propor uma reavaliação na legislação ambiental para garantir o desenvolvimento sustentável, de acordo com as necessidades reais dos municípios. No debate, a prefeita de Carinhanha, na Bahia, Chica do PT, apontou as dificuldades enfrentadas no município. Segundo ela, a cidade, de 30 mil habitantes, não tem muitos recursos e falta a presença do Poder Judiciário para julgar os processos contra pessoas que ocupam indevidamente as margens do Rio Carinhanha. 'Muitas vezes encaminhamos à Justiça ações contra essas ocupações, mas elas acabam caducando por falta de juiz e promotor público', contou a prefeita. O seminário é promovido pela Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados. No evento, estão em discussão os problemas dos administradores públicos e privados na gestão do desenvolvimento urbano em decorrência da legislação ambiental em vigor.
Monitor Mercantil Digital (SP): BC achatou o crescimento da indústria em 2010 A alta de 16,2% na produção industrial no primeiro semestre, ante o mesmo período de 2009, foi minimizada pelo Instituto de Estudos para do Desenvolvimento da Indústria (Iedi), que ressaltou a queda de 1% verificada em junho contra maio, a terceira baixa seguida, segundo o IBGE. Para o Iedi, "uma luz amarela foi acesa na indústria", já que a atividade produtiva da indústria no segundo trimestre como um todo também foi negativa em 0,8% frente ao primeiro trimestre de 2010. "O fato é que o primeiro trimestre foi marcado por fatores pontuais, como a antecipação das compras de veículos e outros bens duráveis diante da data final dos incentivos fiscais a esses bens." Tanto o Iedi, quanto o economista Leonardo Carvalho, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), avaliam que a indústria voltará a crescer, mas não no padrão de do primeiro trimestre. Carvalho alerta, ainda, para os efeitos mais fortes do aperto monetário, que se farão sentir no futuro: "Houve, sim, um sobressalto do Banco Central. Além dessa desaceleração na indústria, os índices de preços passaram a ter comportamento muito mais benigno. Alguns analistas já estão considerando o fim do ciclo de aumento de juros bem antes do previsto", destacou.  
O Globo (RJ): Serra diz que, se eleito, fará reforma ministerial O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, afirmou nesta quarta-feira, em visita a Poços de Caldas, em Minas Gerais, que, se eleito, fará uma reforma ministerial. Ao anunciar oficialmente a proposta de criar uma pasta exclusiva para tratar da questão das pessoas com deficiência no país, o tucano prometeu "enxugar" o número de ministérios existentes. - Tem ministérios que não têm razão de ser, como é o caso do Ministério de Assuntos Estratégicos, que pode ser um departamento do Ipea. Chegando lá, nós vamos fazer uma revisão geral e, não tenha duvida, não vai ter mais ministérios do que havia, mas nós vamos criar dois, que são essenciais: o Ministério da Segurança Pública e o Ministério Especial da Pessoa com Deficiência _ disse o presidenciável, após participar de um encontro com lideranças da Associação de Pais e Amigos do Excepcional (Apae). Em tom de crítica indireta ao atual governo, Serra garantiu que a criação dos dois ministérios não levará a mais inchaço da máquina pública. _ Não vamos fazer nenhuma estrutura de empreguismo para empregar companheiros. Trata-se de fazer um órgão pequeno, mas forte, muito eficiente para orientar o governo e muita gente virá do próprio Ministério da Saúde. O candidato não quis antecipar quais outros ministérios pretende extinguir, se eleito. _ Não vou abrir o debate agora, mas eu vou enxugar, sem dúvida nenhuma, o número de ministérios, que é exagerado hoje. Serra prometeu ainda criar 40 hospitais de reabilitação para deficientes físicos em todo o país. Segundo ele, o ministério voltado para o setor teria condições de sair do papel já em seu primeiro mês de governo. O ex-governador de Minas, Aécio Neves, e o candidato ao governo de Minas, Antonio Anastasia, acompanharam o candidato na agenda em Poços de Caldas.  

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