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O Povo (CE): Reunião de Cátedra Hoje na sede do Ipea, em Brasília, acontece a reunião de todos os pesquisadores catedráticos do Instituto. Serão apresentados os diversos estudos realizados pelo grupo e que poderão servir ao Governo Federal nos próximos anos. Do Ceará, o professor Flávio Ataliba (UFC) responde pela Cátedra Josué de Castro. Ataliba apresenta pesquisa sobre a avaliação recente da pobreza no Brasil na perspectiva de indicadores não-monetários, como de saúde, educação e moradia.
Portos e Navios (RJ): Seminário vai discutir desenvolvimento do Litoral a partir do Pré Sal      Para discutir o desenvolvimento da região litorânea por meio do petróleo presente na camada do Pré-Sal no domínio marítimo paranaense, a Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) promove no próximo dia 3 de setembro, a partir das 9 horas, em Antonina, o Seminário “Perspectivas do Desenvolvimento do Litoral Paranaense a partir do Pré-Sal”. O evento conta com o apoio da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Prefeitura de Antonina e Fundação Araucária. Além do governador Orlando Pessuti, está confirmada a presença do ministro Paulo Bernardo, do Planejamento, assim como a participação do ministro chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Alexandre Rocha Santos Padilha. O evento reunirá prefeitos, secretários municipais e técnicos dos sete municípios do litoral paranaense, autoridades estaduais e federais, empresários, pesquisadores, professores, estudantes, representantes de associações, cooperativas, sindicatos e representantes da sociedade civil organizada, no Hotel Camboa Capela Antonina (Rua Vale Porto, 208, no centro histórico de Antonina – PR). De acordo com o secretário de Estado Nildo José Lübke, da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, é necessário que os municípios e a iniciativa privada se preparem para dar suporte às demandas que surgirão a partir da exploração do petróleo e/ou gás natural nas camadas de pré-sal. A programação do seminário prevê solenidade de abertura às 9 horas, seguida de uma mesa de debates sobre o tema “O desenvolvimento do litoral do Paraná a partir do Pré Sal” (das 10h às 11h30). Serão expositores do tema os ministros Paulo Bernardo e Alexandre Padilha e o governador Orlando Pessuti. É esperada a confirmação dos ministros Sérgio Machado Rezende, da Ciência e Tecnologia; e Márcio Pereira Zimmermann, das Minas e Energia. Os moderadores dos debates serão o superintendente dos Portos de Paranaguá e Antonina, Mario Lobo Filho, e o secretário Nildo Lübke. “O impacto do Pré Sal no desenvolvimento do Litoral do Paraná: aspectos econômicos e sociais” será tema de debate das 13h30 às 15h, com a participação dos prefeitos de Antonina, Carlos Augusto Machado e de Pontal do Paraná, Rudisney Gimenes. Será confirmada a participação do presidente Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Wohlers de Almeida. O segundo painel, sobre o tema “Perspectivas do setor naval a partir do Pré Sal”, acontecerá das 15h20 às 17h., e terá como expositor João Alberto De Negri. Atuarão como debatedores o prefeito de Paranaguá, José Baka Filho; o presidente do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Volnei Bisogrin: e Lenita Turchi, do Ipea. O encerramento está previsto para as 18 horas.  
Valor Econômico (SP): Em caso de vitória petista, Mantega quer ficar no governo Por João Villaverde, de São Paulo O conflito ideológico que Guido Mantega e Antonio Palocci travaram no primeiro governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve se repetir nos últimos meses do ano. Divergiram quanto aos rumos da política econômica até março de 2006, quando Mantega substituiu Palocci na Fazenda. Quatro anos depois de Palocci deixar o governo, a disputa entre os dois deve voltar a se intensificar nos próximos meses, tendo um objetivo claro: justamente a Fazenda que Palocci passou a Mantega. Segundo afirmou ao Valor fonte próxima a Mantega, o atual ministro da Fazenda mudou de ideia quanto a sua permanência em Brasília. Até o começo de agosto, Mantega mantinha firme a decisão de que sua missão no governo estaria cumprida em 31 de dezembro, quando acaba o segundo mandato de Lula. Por meio de sua assessoria, o ministro preferiu não se manifestar. As pesquisas eleitorais mais recentes mudaram a composição de forças, ao apontar possível vitória de Dilma Rousseff (PT) no primeiro turno. As discussões em torno de eventual quadro de ministros, antes pouco presentes, hoje já ganham força entre os nomes mais fortes. "Mantega mudou de ideia e hoje já diz que quer continuar na Fazenda, algo que ele não cogitava até julho", diz a fonte, próxima ao primeiro escalão do governo. A percepção de que Dilma deve ser eleita em outubro colocou em evidência economistas graúdos do governo Lula, como Mantega e Luciano Coutinho, presidente do BNDES desde 2007, além de Palocci, que é médico. O ex-ministro da Fazenda tem ótimo trânsito entre financistas, economistas de bancos e empresários - boa relação essa que o levou a ser escolhido pela cúpula petista para chefiar o comitê de campanha de Dilma. Seu nome já foi aventado para a Fazenda e para a Casa Civil de um eventual governo Dilma, mas já se começa a falar, segundo apurou o Valor, na presidência do Banco Central. "Algo que seria consistente com a visão de economia que o Palocci tem, menos desenvolvimentista que a de Mantega, Luciano e mesmo que a própria Dilma", diz. Nome forte do primeiro governo Lula, Palocci chegou a ameaçar a saída da Fazenda entre novembro e dezembro de 2005, após embates com Dilma, que chamou a política econômica de "rudimentar", e antes da crise que gerou seu afastamento de Brasília, quando foi acusado de ter quebrado o sigilo bancário do caseiro Francenildo da Costa. O ex-ministro acabaria inocentando pelo Supremo. O cerne da discórdia se dava em torno do superávit primário - política acertada com o Fundo Monetário Internacional (FMI) em 1999, após o empréstimo-ponte de dezembro de 1998, que cobrou da política econômica a redução do endividamento público por meio de superávits primários. Entre os anos de Palocci à frente da Fazenda, de 2003 a 2005, a economia feita pelo setor público para pagar sua dívida foi superior à implementada pela dupla Pedro Malan (Fazenda) e Armínio Fraga (Banco Central) durante o segundo governo de Fernando Henrique Cardoso. A formação do superávit primário consistia em cortes consideráveis do Orçamento e dos gastos de todos os ministérios. O grupo de economistas heterodoxos, com Mantega à frente, no BNDES, defendia a redução do primário e a consequente ampliação das despesas com investimentos - uma estratégia que seria implementada a partir de janeiro de 2007, quando o governo federal lançou o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Tanto economistas próximos a Mantega quanto a Palocci citam reunião no Planalto no fim de 2005 em que Mantega, então presidente do BNDES, rechaçou a ideia de déficit nominal zero, promovida por Delfim Netto e levada ao governo por Palocci, que a defendia entusiasticamente, porque residia no incremento do superávit primário para redução da dívida pública. Mantega defendia aumento dos investimentos e aceleração do PIB como forma de redução do endividamento público. A própria política do BNDES mudou após a saída de Palocci. "A política industrial no primeiro governo Lula não era abrangente, os gastos do banco tinham que caber no Orçamento", recorda Mansueto Almeida, economista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). A mudança de 2006 e 2007 deu espaço para uma alteração mais profunda no jogo de forças e, consequentemente, no rumo da política econômica. Palocci deixou a Fazenda para Mantega, que deixou o BNDES para, em 2007, Luciano Coutinho. "No lançamento da política industrial, em maio de 2008, o próprio governo já avisava que seria preciso ampliar o orçamento do BNDES para os gastos que viriam", diz Almeida. "O BNDES deixou de conciliar seu avanço aos limites do Orçamento, mas depois o banco passou a ditar suas necessidades, sempre atendidas", afirma o economista, para quem o cenário atual "leva a crer que o pêndulo pós-2010 está mais para a manutenção da política econômica atual".  
Monitor Mercantil (RJ): Crédito industrial cresce mais que para o consumo (MANCHETE DO JORNAL) Para Ipea, movimento reflete sinalização da parada na escalada da alta dos juros Favorecido pelo financiamento à habitação, que cresceu 3,9%, o estoque das operações de crédito do sistema financeiro avançou 1,2% em julho ante junho, atingindo R$ 1,548 trilhão. Este ano, a alta soma 9,4% e, em 12 meses, 18,4%. Outro destaque foi a indústria, cuja carteira cresceu 1,6% ante junho, totalizando R$ 329,211 bilhões, e superou os empréstimos paras as pessoas físicas, que tiveram expansão de 1,1% no mês. Para o economista Leonardo Carvalho, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), é sinal de que o descompasso entre a expansão do crédito ao consumo e à produção pode estar diminuindo. Para ele, esse movimento reflete a expectativa de que o Banco Central (BC) vai interromper a trajetória de alta nos juros antes do previsto. Carvalho antecipou ao MM que a projeção do Ipea para a produção industrial apontará crescimento na comparação sobre o mês anterior. Há três meses que essa comparação apresenta queda. "Mercado de trabalho, massa salarial, pessoal ocupado, rendimento médio real, estão positivos, mas faltava o crédito, que vinha com comportamento flutuante. Além disso, a indústria começa a se preparar para a demanda de final de ano", disse, ponderando, ainda, que a base de comparação não é forte, por causa da Copa do Mundo. Já o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento da Indústria (Iedi) destacou também o maior ritmo de crescimento das operações de repasses do BNDES (compostas, em grande parte, pelos financiamentos da Finame à indústria) frente aos empréstimos concedidos diretamente por esse banco, que se concentram em projetos maiores (4,7% frente a 0,5%). "É sinal de que o processo de investimento na indústria está se generalizando para todo o leque de empresas, já que os repasses de recursos do BNDES através da rede bancária beneficiam as pequenas e médias empresas."
Exibição de Notícia Folha de S.Paulo (SP): Violência urbana derruba competitividade no turismo (05/03/2008 - 09:25) País é o 49º em ranking do Fórum Econômico Mundial Por Marina Gazzoni Brasil é o 49º país mais atraente para investimentos no setor de viagens e turismo dentre 130 países avaliados no Relatório de Competitividade de Viagens e Turismo 2008, divulgado ontem pelo Fórum Econômico Mundial. Entre os países da América Latina, o Brasil ficou na quarta colocação, atrás de Barbados (29º), Costa Rica (44º) e Porto Rico (46º). Uma mudança na metodologia de cálculo do ICVT (Índice de Competitividade de Viagens e Turismo) elevou a classificação do país em dez posições -no ano passado o Brasil foi o 59º da lista. O índice é calculado por uma média de 14 itens relacionados ao turismo, como infra-estrutura em aeroportos, segurança e regulamentação. Neste ano, a sustentabilidade ambiental obteve um peso maior na composição do índice e contribuiu para um melhor desempenho do Brasil, que ficou em 37º no ranking do item. As melhores avaliações do Brasil foram em recursos naturais e culturais, categorias que foram separadas neste ano -3º e 12º lugar, respectivamente. O pior desempenho brasileiro foi quanto à segurança. O país foi o 128º colocado no ranking, à frente apenas de Bangladesh e Nigéria. O Brasil também foi mal nos indicadores que medem a eficiência da regulamentação para a entrada de turistas e a infra-estrutura para o turismo -95ª posição em ambas as categorias. Para a ministra do Turismo, Marta Suplicy, os resultados dos investimentos aparecem na pesquisa, mas ainda há muito a fazer. "Estudos como esse revelam os acertos e mostram os desafios que temos a enfrentar. Mas estamos no caminho certo, dentro de um planejamento de médio e longo prazo." Apesar de não considerar o 49º lugar um desempenho positivo, Ricardo Mader, sócio da consultoria especializada no setor de turismo HIA (Hotel Investments Advisors), disse que ele não reflete a realidade. "Trabalho há 25 anos como consultor de investimentos no setor e nunca vi um momento de tanta demanda," disse. Dados do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) divulgados ontem mostram que o crescimento do setor de turismo entre 2002 e 2006 gerou 235 mil empregos. O resultado representa um aumento de 14,4% no período, desempenho de 0,4 ponto percentual acima da evolução do PIB (Produto Interno Bruto) nesses quatro anos. Para Mader, o resultado do setor de turismo poderia ser ainda melhor. "O problema nessa área [turismo] é igual a todas as outras. A burocracia e a alta carga fiscal jogam contra qualquer investimento."  
Exibição de notícia Portal Mercado & Eventos: Ipea: vagas no setor crescem 14,4% (06/03/2008 - 10:02) Os empregos gerados pela atividade do Turismo cresceram 14,4% entre o ano de 2002 e 2006. A pesquisa foi realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e registrou um acréscimo de 235 mil ocupações no turismo. Tal desempenho supera o avanço do PIB em 0,4 ponto percentual. O Produto Interno Bruto cresceu cerca de 14% no mesmo período. A região Norte, com crescimento de 47%, seguida pelo Sul, com 23%, e o Nordeste, com 17%, cresceram acima da média. A região Sudeste, que concentra 44% da ocupação total no turismo, teve crescimento de apenas 7%, taxa semelhante à observada no Centro-Oeste, que tem a menor participação no número de ocupações do turismo. Há um predomínio da ocupação informal no setor em todas as regiões, e o seu ritmo de crescimento é maior que o do emprego formal. Em dezembro de 2006, 59% das 1,869 milhão de ocupações existentes no turismo eram informais. O número de ocupações informais também cresce mais do que formais. O segmento informal teve ascensão de 16%, enquanto o formal, 12%, no período pesquisado. Os maiores níveis de formalidade ocorrem nas regiões Sudeste e Sul, com 48%, e Centro-Oeste, com 46%, valores superiores à média do Brasil, de 41%. Destacam-se como atividades com maior formalidade: alojamento, aluguel de transportes e transportes. E como atividades informais: alimentação e cultura e lazer.
Emprego no Turismo Portal Ipea: Nordeste e Sudeste concentram empregos no turismo Mercado & Eventos: Ipea: vagas no setor crescem 14,4% Folha de S.Paulo (SP): Violência urbana derruba competitividade no turismo
Boletim também analisa custos da inovação no Brasil e compras de medicamentos
A Gazeta de Ribeirão Preto (SP): Os problemas do ensino médio O ensino médio passa por uma profunda crise, como mostram os números: apenas 48% da população com idade entre 15 e 17 anos, que deveria estar matriculada, frequenta a escola. O restante está atrasado, tentando ainda aprender lições do ensino fundamental. Mais assustador ainda é saber que 18% de pessoas com essa idade está fora da escola, ou seja, dois milhões de jovens brasileiros. Na opinião de Ricardo Paes de Barros, pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), não podemos encarar isso com naturalidade. Segundo ele, o índice das pessoas nessa faixa etária que frequenta a escola estagnou em 80% desde o início dos anos 2000. O ensino médio é de responsabilidade dos governos estaduais e, nas propostas dos candidatos a governador, não se tem manifestação de projetos para encontrar soluções para o problema. Também há que se considerar a falta de interesse dos jovens pelo ensino médio. Devemos também lembrar que o desemprego juvenil é três vezes maior do que das outras faixas etárias. Ou seja, é uma população jovem que está fora da escola e fora do mercado de trabalho. Vivemos um atraso histórico de três décadas, pois a maioria da população brasileira com 30 anos possui apenas nove anos de estudo, o que significa ter completado apenas o ensino fundamental. Segundo os responsáveis pela educação brasileira, o problema de quantidade está resolvido e só basta melhorar a qualidade do ensino. Mas não é só o ensino médio que tem dificuldades. Comemorado pelo presidente Lula como um dos programas educacionais mais bem sucedidos de sua gestão, a expansão do ensino profissional ainda não conseguiu resolver problemas crônicos de infraestrutura nas escolas técnicas brasileiras. Desde 2008, o governo já destinou 1,1 bilhão de reais para erguer prédios e construir laboratórios, mas destinou apenas 44 milhões para qualificar professores. Em 2001 eram 141 escolas técnicas, devendo passar agora para 354. Como se vê, não faltam recursos para a educação brasileira, eles existem o suficiente para empreender um programa educacional de qualidade e suprir todas as lacunas existentes. O que deve ser aprimorado e levado a sério é o problema da gestão. Sem isso, não adianta colocar recursos à disposição de um sistema falho. (Benjamin Ribeiro da Silva é presidente licenciado do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo
Blogue Agência Noticias (SP): Novo indicar visa Monitorar a Percepção Internacional do Brasil O mundo integrado de hoje em dia visa a imagem econômica de um país, sendo assim as instituições e organização social formam um painel importante para os seus parceiros comerciais e políticos e para medir como os estrangeiros, governos e empresas percebem o Brasil o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) desenvolveu um questionário que reuniu 15 perguntas de múltipla escolha com peso variando de -100 a +100 e que foi respondido por 170 entidades internacionais com presença no país, englobando embaixadas e consulados, câmaras de comércio, empresas estrangeiras e organizações multilaterais. Chamado de Monitor da Percepção Internacional do Brasil, as respostas formaram um índice que varia em uma escala de -100 (muito pessimista) a +100 (muito otimista) avaliando a economia, governo e instituições e políticas sociais no Brasil. O resultado global do índice indica um otimismo moderado em relação ao Brasil, já que a economia obteve índice +24, governo e instituições índice +30 e avanços sociais +7. Dos índices negativos, que foram apenas dois, o que obteve o índice mais pessimista, -37, foi o nível de violência no país. O que comprova o quanto o Brasil necessita de uma política de segurança pública mais eficiente no combate a violência, que um dos grandes problemas que o país enfrenta.
Itu.com.br (SP): Estudo do Ipea aponta crescimento regional do PIB entre 1996 e 2007 por Leandro Sarubo Itu teve evolução de 54,65%. Tatuí bateu 106%. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), órgão da Secretaria de Assuntos estratégicos da Presidência da República, divulgou na última semana um estudo sobre a evolução do Produto Interno Bruto (soma de todos os bens e serviços finais produzidos de cada município brasileiro), no período de 1996 a 2007. O levantamento apontou bom desempenho das cidades da região com mais de 100 mil habitantes, que cresceram com índices superiores ao registrado pela capital (30,45%). Tatuí foi um dos destaques, atingindo 106,2% de evolução. Itu registrou elevação de 54,65%, Salto cresceu 91,96%, Votorantim progrediu 90,43% e Sorocaba 80,88%. Campinas obteve 34,88%
CF-88 Vinte Anos Depois: balanço e perspectivas para as políticas públicas federais  Exibe a versão de impressão da página  Retorna para a página anterior CF - 88: Infra-estrutura Econômica - Diset - Carlos Campos, Ricardo Soares e Bolivar Pêgo   CF - 88: Avanços na Ciência, Tecnologia e Inovação - Diset - Mansueto Almeida CF - 88: Questão Federativa - Dirur - Rogério Boueri CF - 88: A questão regional - Dirur - Carlos Wagner CF - 88: Desenvolvimento Urbano - Dirur - Diana Motta   CF - 88: Direito à Moradia - Dirur - Maria da Piedade   CF - 88: Meio Ambiente - Dirur - José Aroudo Mota   CF - 88: Sistema Tributário Nacional - Dimac - Cláudio Hamilton e Denise Gentil   CF - 88: Sistema Brasileiro de Proteção Social - Disoc - Jorge Abrahão Castro
Agência Senado: Alvaro Dias diz que infraestrutura é principal problema a ser enfrentado na preparação para a Copa "A infraestrutura é adversária do Brasil na Copa de 2014", afirmou o senador Alvaro Dias (PSDB-PR) ao avaliar as principais dificuldades que o país enfrentará na preparação para a Copa do Mundo. Um dia após o final da Copa da África do Sul, lembrou o senador, a própria Fifa advertiu que "falta tudo" para o Brasil ter condições de sediar o próximo mundial de futebol. Naquela ocasião, o secretário-geral da Fifa, Jerome Valcke, declarou que o Brasil precisa construir estádios e estradas, modernizar o sistema de telecomunicações, ampliar os aeroportos e garantir vagas suficientes no setor hoteleiro. O Tribunal de Contas da União (TCU), por sua vez, disse o senador, já alertou que as providências estão "impressionantemente atrasadas". O temor do Tribunal de Contas da União, explicou Alvaro Dias, é que se repita a experiência que ocorreu nos jogos Pan-Americanos Rio 2007, cujo orçamento inicial de R$ 520 milhões passou, ao final da obra, para R$ 4 bilhões. Naquela ocasião, o governo federal assumiu gastos a título de socorro emergencial. O senador acrescentou que o TCU também teme que alguns estádios se tornem "elefantes brancos", ou seja, não tenham nenhuma utilidade após a Copa. Segundo Alvaro Dias, nenhum estádio brasileiro atende a exigência da Fifa de contar com tribunas de imprensa, assentos numerados, vestiários para atletas, árbitros e gandulas e área próxima para a concentração de torcedores, além de estar localizado próximo a estacionamento e hospitais. No setor de transportes, o sistema aeroportuário está operando acima de sua capacidade. - Apesar de estudos realizados por órgãos do próprio governo, como divulgado no fim de maio pelo Ipea [Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada], apontarem que o setor aéreo brasileiro poderá entrar em colapso se não houver investimentos urgentes nos aeroportos, as obras ainda caminham a passos lentos - afirmou Alvaro Dias. O senador pelo Paraná também revelou que o estudo "Portos Brasileiros: Diagnóstico, Políticas e Perspectivas", do Ipea, concluiu que o Brasil tem cinco anos para evitar um apagão logístico caso cresça em um patamar entre 4% a 5% ao ano. Para complicar, complementou Alvaro Dias, os investimentos para a área portuária correm o risco de não serem suficientes para as 265 obras avaliadas como "gargalos".
Blogue Sobre Isso (SP): Levar Trabalho para casa – Vida Pessoal e Profissional Ao mesmo tempo em que a rede mundial é totalmente benéfica à agilidade na informação, serviços e outros tantos, uma tendência atual tem prejudicado não somente a saúde dos cidadãos, como também suas próprias famílias. Alguns brasileiros, visando atribuir maior qualidade ao seu trabalho sem, no entanto, deixá-lo para o próximo dia, levam serviços para seus lares. Pessoas que atuam em cargos de liderança ou sob trabalho autônomo são situações exemplares, tais como a enfrentada por Beatriz Magalhães, gerente de uma agência de publicidade em São Paulo. Conforme relacionado pela Folha UOL, a entrevistada acessa sua caixa de mensagens eletrônicas, via celular, a cada 30 minutos, tanto que assume sua vida pessoal não tão movimentada em relação à profissional. Especialistas que tomam exemplos como esse para seus estudos asseveram que essa nova modalidade de trabalho ainda não foi sentida veementemente nem pelos próprios profissionais, nem pelas companhias. Marcio Pochmann, presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), atesta que esse trabalho não é reconhecido, nem muito menos remunerado, situação na qual há ferimento da legislação vigente. José Márcio Camargo, professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) é contrário ao posicionamento de Marcio. Segundo ele, essa flexibilidade permite ao trabalhador o alcance de seu bem-estar, apesar da problemática de aumento no número de horas trabalhadas. Com base na matéria fonte deste artigo, muitas outras questões podem vir à tona. Cabe ao próprio trabalhador avaliar positiva ou negativamente sua colocação. Se o profissional almeja conquistar sonhos, sejam eles reconhecimento profissional, financeiro ou qualquer outro, um período de suas vidas pode ser dedicado tranquilamente à nova realidade. Contudo, se existe algo forçado, mais vale a saúde.
Convergência Digital (RJ): Teles e fabricantes vão discutir como ampliar as compras de equipamentos nacionais Governo, operadoras e fabricantes vão discutir como ampliar as compras de equipamentos nacionais. A reunião foi acertada durante a segunda jornada de debates do Fórum Brasil Conectado, no qual é discutida a implementação das políticas previstas no Plano Nacional de Banda Larga, e que acontece nesta terça-feira, 24/08, em Brasília. Dada a crítica de fabricantes de que as teles concentram suas compras em equipamentos importados - repetida neste primeiro dia de reuniões do Fórum - o foco será justamente medir a possibilidade de aumentar a participação dos produtos feitos no país. Além do governo e das teles, a reunião deve contar com representantes da Abinee e do consórcio Gente, formado por fabricantes brasileiros interessados nos negócios a serem gerados pelo PNBL. Para reforçar essa discussão, além de subsidiar futuras políticas, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) prepara um estudo sobre a cadeia produtiva de telecomunicações e software. Um dos objetivos desse estudo - e do workshop sobre o tema previsto para meados de setembro - é medir se o país comporta a produção local de equipamentos, principalmente de novas tecnologias, como o LTE. O esforço de negociação e análise se dará em conjunto com outras políticas previstas no PNBL, como a preferência a fabricantes nacionais nas compras governamentais e o uso de recursos públicos para fomento de pesquisa e desenvolvimento - como a subvenção econômica, que prevê R$ 90 milhões para o setor de telecom e o uso de R$ 200 milhões em dinheiro do Funtel a partir do próximo ano. Em outra vertente, voltou ao debate a criação de uma linha de crédito do BNDES especialmente voltada para a aquisição de equipamentos nacionais para a banda larga. Segundo o assessor especial da Presidência, Nelson Fujimoto, falta a definição dos juros a serem aplicados, mas ele sustenta que serão mais baixos daqueles normalmente aplicados pelo banco. Além dessa linha, o governo promete dar condições para que pequenas empresas, como provedores, também tenham condições de acessar os recursos do BNDES. Nesse caso, para superar a barreira mais comum dos pequenos - a falta de garantias - discute com o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e o próprio banco de fomento o estabelecimento de um fundo garantidor.  
ParanShop (PR): PR realiza II Semana Acadêmica de Ciências Econômicas O Centro Acadêmico de Ciências Econômicas da UFPR irá promover entre os dias 30 de agosto e 03 de setembro a II Semana Acadêmica de Ciências Econômicas com o tema “Para onde o Brasil vai?”. O evento que tem como foco principal a Economia e a Política Brasileira terá como objetivo fazer um paralelo com a teoria econômica, as políticas governamentais e a atuação dos movimentos sociais. A Semana Acadêmica terá a presença de vários palestrantes, tais como o diretor presidente da Bematech, Marcel Martins Malczewski; Fundador da Yoguland, Rafael Soares; diretor da FIEP e CIFAL, Gustavo Fanaya; do professor da UFPR, Mariano Mattos; representante da Economia Solidária,  Maria de Fátima Costamilan; diretor da FIEP, Rafael Cesar da Costa; professor da UFPR, Fabio Scatolin; professor da UFPR, Luciano Nakabashi; professpr da UFRG, Pedro Fonseca; professor da UFSC, Renato Ramos Campos; professor da MPA, Marcelo Curado e Valter e de Alexandra E. C. P. de Meira da Aliança Empreendedora. As mesas do evento que têm início na noite do dia 30 de agosto no auditório Ulisses de Campos, localizado no setor de Ciências Sociais Aplicadas, no Campus do Jardim Botânico da UFPR, serão relacionadas com os seguintes temas: Desenvolvimento Social e Econômico, Setor Público, Empreendimentos, Inovação e Tecnologia, Movimentos Sociais, Conjuntura e Expectativas de Mercado e Soberania Nacional. As palestras serão realizadas das 9 às 11 horas e das 19 horas às 21 horas. As inscrições podem ser feitas na sede do Centro Acadêmico no prédio do Setor de Ciências Sociais Aplicadas, Campus Botanico – UFPR, na Rua Prefeito Lothário Meissner, 632 .   O encontro conta com o apoio do Ippuc, Fiep, Bematech, Yoguland, Aliança Empreendedora, Cifal, Economia Solidária, Movimento dos Pequenos Agricultores, Ipea, entre outros.  
1º Fórum de Integração IPEA/SOF/CGU: 03 e 04 de julho/2008. Relatório Final. Relatórios Parciais. Documentos SOF / CGU / Ipea.           Fórum Integração           Fórum Ipea           Fórum SOF           Fórum CGU    
Fórum de Integração do Ciclo de Gestão: Relatório de Atividades e Plano de Trabalho de 2009.  Exibe a versão de impressão da página  Retorna para a página anterior Integração Sistêmica do IPEA no Ciclo de Gestão das Políticas Públicas Federais   Já é consenso entre especialistas em políticas públicas e gestores governamentais, que a melhoria das ações de governo, em termos da clássica tríade efetividade / eficácia / eficiência, passa necessariamente por aprimoramentos técnicos ligados ao circuito que vai da formulação e planejamento de políticas e programas, orçamentação, implementação e monitoramento, gestão e controle dos mesmos, até a sua avaliação e redesenho quando pertinente.   Para tanto, faz-se cada vez mais necessária uma aproximação entre os órgãos que compõem aquele circuito, como estratégia conjunta e condição de melhoria das ações e iniciativas governamentais. Pensando nisso, IPEA, SPI, SOF, SEGES, SPE, STN e CGU criaram o Fórum de Integração do Ciclo de Gestão das Políticas Públicas Federais, a partir do que estão desenvolvendo atividades conjuntas com os seguintes objetivos específicos:     Estabelecer sistemática de relacionamentos técnicos e institucionais para dar concretude ao objetivo de caminhar-se rumo à melhoria das políticas públicas, em todas as suas dimensões;     Estabelecer condições institucionais e técnicas para o compartilhamento cruzado de bases de dados, acervo de informações já processadas, metodologias de acompanhamento e avaliação de políticas, programas e ações governamentais;     Estabelecer critérios e condições institucionais para a produção de documentos conjuntos (sob a forma de pareceres e notas técnicas, ou outros que se julgarem necessários e pertinentes), visando contribuir, no âmbito intra-governamental, com avaliações técnicas e propostas de redesenho e/ou reorientação estratégica de políticas, programas e ações de governo. Em 2009, parte destes objetivos pretende-se atingir por meio do desenvolvimento de metodologias específicas de integração das equipes técnicas de todas as entidades acima citadas, integração esta que se fará, concretamente, por meio de projetos pilotos relacionados às áreas de saúde e transportes.   Outra parte daqueles objetivos - ligados mais diretamente a um amadurecimento conceitual e operativo do que deveria ser o ciclo de gestão das políticas públicas no Brasil e sua forma de funcionamento de fato integrado - realizar-se-á, doravante, por meio de eventos periódicos conjuntos, envolvendo todas as entidades acima listadas, e outras que venham a se juntar a este processo de reflexão e diálogo ao longo do tempo.   Nesta linha, já estão agendados, para o primeiro semestre de 2009, os seguintes encontros:     Março: apresentação SOF/SPI: Processo Orçamentário e Revisão do PPA.     Abril: apresentação CGU/SEGES: Processo de Alocação de Recursos.     Maio: apresentação IPEA/SPI/CGU: Monitoramento e Avaliação de Políticas Públicas.     Junho: apresentação SPE/STN/SOF: Gestão da Dívida Pública e Qualidade do Gasto. Por oportuno, vale dizer que o registro das atividades realizadas no âmbito do Fórum alimentará a produção do documento do IPEA sobre o eixo do Fortalecimento do Estado, das Instituições e da Democracia, parte integrante que é do projeto Perspectivas do Desenvolvimento Brasileiro.   Relatório de atividades e plano de trabalho 2009
Agência de Notícias (PR): Seminário vai discutir desenvolvimento do Litoral a partir do Pré Sal  Para discutir o desenvolvimento da região litorânea por meio do petróleo presente na camada do Pré-Sal no domínio marítimo paranaense, a Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) promove no próximo dia 3 de setembro, a partir das 9 horas, em Antonina, o Seminário “Perspectivas do Desenvolvimento do Litoral Paranaense a partir do Pré-Sal”. O evento conta com o apoio da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Prefeitura de Antonina e Fundação Araucária. Além do governador Orlando Pessuti, está confirmada a presença do ministro Paulo Bernardo, do Planejamento, assim como a participação do ministro chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Alexandre Rocha Santos Padilha. O evento reunirá prefeitos, secretários municipais e técnicos dos sete municípios do litoral paranaense, autoridades estaduais e federais, empresários, pesquisadores, professores, estudantes, representantes de associações, cooperativas, sindicatos e representantes da sociedade civil organizada, no Hotel Camboa Capela Antonina (Rua Vale Porto, 208, no centro histórico de Antonina – PR). De acordo com o secretário de Estado Nildo José Lübke, da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, é necessário que os municípios e a iniciativa privada se preparem para dar suporte às demandas que surgirão a partir da exploração do petróleo e/ou gás natural nas camadas de pré-sal. A programação do seminário prevê solenidade de abertura às 9 horas, seguida de uma mesa de debates sobre o tema “O desenvolvimento do litoral do Paraná a partir do Pré Sal” (das 10h às 11h30). Serão expositores do tema os ministros Paulo Bernardo e Alexandre Padilha e o governador Orlando Pessuti. É esperada a confirmação dos ministros Sérgio Machado Rezende, da Ciência e Tecnologia; e Márcio Pereira Zimmermann, das Minas e Energia. Os moderadores dos debates serão o superintendente dos Portos de Paranaguá e Antonina, Mario Lobo Filho, e o secretário Nildo Lübke. “O impacto do Pré Sal no desenvolvimento do Litoral do Paraná: aspectos econômicos e sociais” será tema de debate das 13h30 às 15h, com a participação dos prefeitos de Antonina, Carlos Augusto Machado e de Pontal do Paraná, Rudisney Gimenes. Será confirmada a participação do presidente Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Wohlers de Almeida. O segundo painel, sobre o tema “Perspectivas do setor naval a partir do Pré Sal”, acontecerá das 15h20 às 17h., e terá como expositor João Alberto De Negri. Atuarão como debatedores o prefeito de Paranaguá, José Baka Filho; o presidente do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Volnei Bisogrin: e Lenita Turchi, do Ipea. O encerramento está previsto para as 18 horas
Correio do Litoral (PR): Seminário sobre futuro do Litoral com o pré-sal  A Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) promove no próximo dia 3 de setembro, a partir das 9 horas, em Antonina, o Seminário “Perspectivas do Desenvolvimento do Litoral Paranaense a partir do pré-sal”. O evento conta com o apoio da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Prefeitura de Antonina e Fundação Araucária.   Além do governador Orlando Pessuti, está confirmada a presença do ministro Paulo Bernardo, do Planejamento, assim como a participação do ministro chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Alexandre Rocha Santos Padilha. O evento reunirá prefeitos, secretários municipais e técnicos dos sete municípios do litoral paranaense, autoridades estaduais e federais, empresários, pesquisadores, professores, estudantes, representantes de associações, cooperativas, sindicatos e representantes da sociedade civil organizada, no Hotel Camboa Capela Antonina (Rua Vale Porto, 208, no centro histórico de Antonina – PR).   De acordo com o secretário de Estado Nildo José Lübke, da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, é necessário que os municípios e a iniciativa privada se preparem para dar suporte às demandas que surgirão a partir da exploração do petróleo e/ou gás natural nas camadas de pré-sal.   A programação do seminário prevê solenidade de abertura às 9 horas, seguida de uma mesa de debates sobre o tema “O desenvolvimento do litoral do Paraná a partir do Pré Sal” (das 10h às 11h30). Serão expositores do tema os ministros Paulo Bernardo e Alexandre Padilha e o governador Orlando Pessuti. É esperada a confirmação dos ministros Sérgio Machado Rezende, da Ciência e Tecnologia; e Márcio Pereira Zimmermann, das Minas e Energia. Os moderadores dos debates serão o superintendente dos Portos de Paranaguá e Antonina, Mario Lobo Filho, e o secretário Nildo Lübke.   “O impacto do Pré Sal no desenvolvimento do Litoral do Paraná: aspectos econômicos e sociais” será tema de debate das 13h30 às 15h, com a participação dos prefeitos de Antonina, Carlos Augusto Machado e de Pontal do Paraná, Rudisney Gimenes. Será confirmada a participação do presidente Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Wohlers de Almeida.   O segundo painel, sobre o tema “Perspectivas do setor naval a partir do Pré Sal”, acontecerá das 15h20 às 17h., e terá como expositor João Alberto De Negri. Atuarão como debatedores o prefeito de Paranaguá, José Baka Filho; o presidente do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Volnei Bisogrin: e Lenita Turchi, do Ipea. O encerramento está previsto para as 18 horas.

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