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PPE - volume 36 - número 1   avulso: R$ 15,00 2006 Abril - Volume 36, 1 Resultados Fiscais da Reforma de 2003 no Sistema de Previdência Social Brasileiro André Portela Souza, Hélio Zylberstajn, Luís Eduardo Afonso e Priscilla Matias Flori Mudanças no Desemprego e nos Rendimentos do Trabalho por Nível de Qualificação no Brasil Maurício Cortez Reis Efeitos da Redução Tarifária da Década de 1990 sobre a Distribuição Intra-Setorial da Produção e da Produtividade na Indústria Brasileira Adriana Schor O Impacto do Fundef na Alocação de Recursos para a Educação Básica Gabriel Ulyssea, Reynaldo Fernandes e Amaury Patrick Gremaud A Demanda por Energia Elétrica no Nordeste Brasileiro após o Racionamento de 2001-2002: Previsões de Longo Prazo Marcelo Lettieri Siqueira, Herbetes de Hollanda Cordeiro Júnior, Ivan Castelar  Acesse o sítio         Comprar publicação
PPE - volume 36 - número 2   avulso: R$ 15,00 2006 Agosto - Volume 36, 2 A Nova Lei de Falências Brasileira e seu Papel no Desenvolvimento do Mercado de Crédito Aloisio Araujo e Bruno Funchal Impactos Setoriais e Regionais da Alca: Projeções para a Economia Brasileira Edson Paulo Domingues e Eduardo Amaral Haddad Irreversibilidade dos Investimentos e Valor da Opção de Encerrar a Extração de Petróleo Fernando Antonio Slaibe Postali e Paulo Picchetti A Escolaridade das Crianças Brasileiras durante a Transição Demográfica: Aumento no Tamanho da Coorte versus Diminuição no Tamanho da Família David Lam e Letícia Marteleto A Escolaridade das Crianças Brasileiras durante a Transição Demográfica: Aumento no Tamanho da Coorte versus Diminuição no Tamanho da Família David Lam e Letícia Marteleto Tributação e Organização dos Prestadores de Serviços no Brasil Silvia Helena Barcellos, Juliano J. Assunção e Rogério L. F. Werneck  Acesse o sítio         Comprar publicação
PPE - volume 36 - número 3   avulso: R$ 15,00 2006 Dezembro - Volume 36, 3 Desemprego e qualificação: uma análise dos efeitos idade, período e coorte Mauricio Cortez Reis, Gustavo Gonzaga Transporte, eficiência e desigualdade regional: avaliação com um modelo CGE para o Brasil  Eduardo Amaral Haddad Convergência de salários entre as regiões metropolitanas brasileiras: custo de vida e aspectos de demanda e oferta de trabalho Tatiane A. Menezes, Carlos R. Azzoni Padrões espacial e setorial da evolução da informalidade no período 1991-2005  Lauro Ramos, Valéria Ferreira Os efeitos do aumento da licença-maternidade sobre o salário e o emprego da mulher no Brasil  Sandro Sacchet de Carvalho, Sergio Firpo, Gustavo Gonzaga Dinâmica da conta de transações correntes do Brasil: avaliação do modelo básico da abordagem intertemporal  Nelson da Silva, Joaquim Pinto de Andrade  Acesse o sítio         Comprar publicação
PPE - volume 37 - número 1   avulso: R$ 15,00 2007 Abril - Volume 37, 1 O Endividamento das Empresas em Moeda Estrangeira e o Regime Cambial. José Luíz Rossi Junior Impactos da integração comercial sobre a agricultura familiar no Brasil. Angelo Costa Gurgel Eficiência técnica, produtividade e liderança tecnológica na industria bancária brasileira.  Emerson Luis Lemos Marinho, Luis Chabalgoity, Maurício Benegas, Paulo J. Neto    A Estrutura a Termo das Taxas de Juros no Brasil: Testando a Hipótese de Expectativas.  Emerson Fernandes Marçal, Pedro Luiz Valls Pereira    Estimação de funções de demanda residencial de agua em contexto de preços não-lineares.  José Airton Mendonça de Melo, Paulo de Melo Jorge Neto  Acesse o sítio         Comprar publicação
PPE - volume 37 - número 2   avulso: R$ 15,00 2007 Agosto - Volume 37, 2 Impacto de reformas paramétricas na previdência social brasileira: simulações alternativas Fabio Giambiagi, Hélio Zylberstajn, Luís Eduardo Afonso, André Portela Souza, Eduardo Zylberstajn    Impactos de aposentadorias e pensões sobre a educação e a participação dos jovens na força de trabalho Maurício Cortez Reis, José Márcio Camargo     Credibilidade do regime de metas para inflação no Brasil  Helder Ferreira de Mendonça, Gustavo José de Guimarães e Souza     Ricos? Pobres? Uma análise da polarização da renda para o Brasil - 1981-2003 Luiz Guilherme Scorzafave, Sueli Aparecida Correa e Castro     Vulnerabilidade à pobreza no Brasil: medindo risco e condicionalidade a partir da função de consumo das famílias  Rafael Perez Ribas  Acesse o sítio         Comprar publicação
PPE - volume 37 - número 3   avulso: R$ 15,00 2007 Dezembro - Volume 37, 3 Elasticidades da pobreza: novas fórmulas de cálculo e avaliação de diferentes pressupostos Rodrigo O. Orair, Rodolfo Hoffmann    Garantias governamentais em projetos de PPP: uma avaliação por opções reais Luiz E Brandao, Eduardo C. G. Saraiva     Migração e distribuição regional de renda no Brasil Pedro Cavalcanti Ferreira, Cezar Santos     Eficiência das escolas públicas estaduais de Minas Gerais Victor Maia Senna Delgado, Ana Flavia Machado     Ciclos eleitorais e política monetária: evidências para o Brasil Carlos Eduardo Soares Gonçalves, Fernando Roberto Fenolio     Influência do custo de oportunidade do tempo da mulher sobre o padrão de consumo alimentar no Brasil Ana Lúcia Kassouf, Madalena Maria Schlindwein     O efeito da distribuição de renda sobre o estado de saúde individual no Brasil Monica Viegas Andrade, Kenya Valéria Micaela de Souza Noronha   Acesse o sítio         Comprar publicação
PPE - volume 38 - número 1   avulso: R$ 15,00 2008 Abril - Volume 38, 1 Mobilidade intergeracional de renda no Brasil Valéria Pero, Dimitri Szerman Convergência regional brasileira revisitada Pedro Jucá Maciel, Joaquim Andrade, Vladimir Kühl Teles   Efeitos da saúde na idade de entrada à escola Danielle Carusi Machado   Retorno da educação no Brasil Fernando de Holanda Barbosa Filho, Samuel Pessoa   A liberalização comercial e os seus impactos regionais sobre a pobreza e a distribuição de renda no Brasil Maurício Vaz Lobo Bittencourt, DonaldW. Larson, David L. Kraybill   Mercosul: o impacto da liberalização preferencial e as perspectivas para a união aduaneira André Filipe Zago de Azevedo  Acesse o sítio         Comprar publicação
PPE - volume 38 - número 2   avulso: R$ 15,00 2008 Agosto - Volume 38, 2 Liberação comercial, mudanças tecnológicas e mercado de trabalho no Brasil Beatriz Muriel Uma perspectiva microeconométrica do salário de reserva e do desemprego na década de 1990 no Brasil Victor Hugo de Oliveira Silva, José Raimundo Carvalho    Assimetria cíclica na política fiscal dos Estados brasileiros Fabiana Fontes Rocha, Ana Carolina Giuberti Ciclos de Negócios em uma perspectiva não linear: modelo auto-regressivo "smooth transition" para o Índice Geral de Produção Industrial Brasileiro e Bens de Capital João Paulo Martin Faleiros, Denisard Cneio de Oliveira Alves O investimento em infra-estrutura no Brasil: histórico recente e perspectivas  Cláudio Roberto Frischtak  Acesse o sítio         Comprar publicação
PPE - volume 38 - número 3   avulso: R$ 15,00 2008 Dezembro - Volume 38, 3 Competição tributária regional no Brasil: análise com um modelo EGC inter-regional Eduardo Amaral Haddad, Eduardo Pontual Ribeiro, Alexandre A. Porsse   Administração e sustentabilidade da dívida pública no Brasil: uma análise para o período 1996-2007 Resumo Manoel Carlos de Castro Pires, Mário Jorge Mendonça, Luis Alberto Medrano   A relação entre altura, escolaridade, ocupação e salários no Brasil Naercio Aquino Menezes Filho     Capital, risco e regulação dos bancos no Brasil Luiz Alberto D`Ávila de Araújo, Paulo de Melo Jorge Neto, Fabrício Linhares     As pressões das exportações setoriais sobre os modais de transporte: uma abordagem híbrida e intersetorial de insumo-produto Admir Antonio Betarelli Junior, Suzana Quinet de Andrade Bastos, Fernando Salgueiro Perobelli   Acesse o sítio         Comprar publicação
PPE - volume 25 - número 2    avulso: R$ 15,00 1995 Agosto - Volume 25, 2 Tendência estocástica do produto no Brasil: efeitos das flutuações da taxa de crescimento da produtividade e da taxa de juro real. Elcyon Caiado Rocha Lima, Hedibert Freitas Lopes, Ajax R. B. Moreira, Pedro L.. Valls Pereira   Mudanças no comportamento do PIB brasileiro: uma abordagem econométrica.  Vera Lucia Fava, Regina Celia Cati   A estrutura de consumo das famílias metropolitanas em São Paulo e Recife: evidências e implicações.  Sonia Rocha     Inflação e indexação de equilíbrio.  Antonio Fiorencio    Relações entre pobreza absoluta, renda média e desigualdade da distribuição de renda.  Rodolfo Hoffmann    Saneamento e educação: bens substitutos ou complementares?  Ana Lúcia Kassouf    Vantagens comparativas reveladas, custo relativo de fatores e intensidade de recursos naturais: resultados para o Brasil - 1980/88.  Marcelo Nonnenberg  Acesse o sítio          Comprar publicação
PPE - volume 25 - número 1  1995 Abril - Volume 25, 1 Nota do Corpo Editorial  Editor - Chefe     25 anos da PPE  Edmar Lisboa Bacha    A demanda por moeda em processos de inflação elevada  Octávio A. F. Tourinho   Distribuição mundial da renda no pós-guerra, crescimento econômico e desigualdade entre países - 1950/88  Regis Bonelli    Salário mínimo, distribuição de renda e pobreza no Brasil Lauro Ramos, José Guilherme Almeida Reis   A evolução do bem-estar, pobreza e desigualdade no Brasil ao longo das últimas três décadas - 1960/90  Ricardo Paes de Barros, Rosane Mendonça    Custos de saúde associados à poluição do ar no Brasil Ronaldo Serôa da Motta, Ana Paula Fernandes Mendes   O que mudou na proteção à indústria brasileira nos últimos 45 anos?  Armando Castelar Pinheiro, Guilherme Bacha de Almeida   A oferta privada de serviços públicos e a determinação de preços com objetivos sociais.  Thompson Almeida Andrade     Resenha Bibliográfica Safety nets, politics and the poor, de Carol Graham Sonia Rocha   Acesse o sítio          Comprar publicação
Callcenter.inf.com (SP): A vez das mulheres Fundadora da Uranet, Silvana Fraraccio conquistou espaço no mercado de trabalho As mulheres estão ocupando um espaço maior no mercado de trabalho. Segundo dados do Ministério do Trabalho, 16,2 milhões de mulheres estão no mercado de trabalho formal, enquanto em 2002, a participação feminina era de 11,4 milhões, crescimento de 40,9% O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta ainda que, em 10 anos, a participação masculina no mercado de trabalho se manteve praticamente estável, oscilando de 81% para 80,5%. Mas as mulheres, no mesmo período, aumentaram de 52% para 57,6%. Entretanto, as mulheres ainda continuam em grande desvantagem em relação aos homens no universo corporativo, a exemplo da remuneração: elas ganham cerca de 30% a menos do que eles.   E mesmo com algumas barreiras, há exemplos de mulheres que conquistaram seu espaço. Silvana Fraraccio, sócia da Uranet Projetos e Sistemas, ilustra esta realidade. A trajetória da empresária começou cedo. Aos 15 anos, Silvana já trabalhava com processamento de dados, em uma função que não existe mais, a de "perfuradora de cartões" que, hoje, se compara a "digitadora". Após concluir o curso de contabilidade, mudou de área e passou a trabalhar no setor financeiro de uma construtora. Posteriormente, foi trabalhar em uma rede distribuidora de malhas de Santa Catarina como gerente administrativa financeira.   Em 1990, nasceu a Sys&Tec Projetos e Sistemas, tendo Silvana como única sócia mulher e responsável pela administração da empresa, englobando toda a área administrativa e financeira. Constituída com o objetivo de realizar a manutenção e o desenvolvimento dos projetos de sistemas da Bovespa, a Sys&Tec passou a atender também a Bolsa de Valores de Bilbao, na Espanha, e a de Buenos Aires. Em 2000, ao perceberem que a empresa ganhava força na especialização de sistemas e processos focados na gestão do relacionamento com clientes, Silvana e os sócios resolveram investir no negócio de contact center, fundando a Uranet Projetos e Sistemas.   Com uma rotina de trabalho de onze a doze horas diárias, Silvana acredita que falta pouco para haver uma igualdade maior entre homem e mulher no universo corporativo. "Os conceitos já mudaram. Hoje, quem não reconhece a mulher no mesmo nível de igualdade do homem, é arcaico. E se hoje ainda não temos um cenário equilibrado no mundo dos negócios, é porque há muito o que ser feito para compensar tantos anos de preconceito com a mão de obra feminina", afirma.   Hoje, com quase quatro mil funcionários e faturamento em torno de R$ 109 milhões, a Uranet conta com duas unidades em São Paulo, uma no Centro e outra na Aclimação, e atende clientes do setor de telecomunicações, financeiro, entre outros. "É muito gratificante participar de uma empresa que gera emprego para tantas pessoas e que acaba contribuindo para a manutenção de tantas famílias. Igualmente gratificante é você ver o seu trabalho reconhecido pelo cliente, que, na verdade, é o objetivo final", conta.
Portal Energia Hoje (RJ): Reduc opera normalmente O Inea esclareceu as informações veiculadas sobre a Reduc, que estaria operando desde maio com quatro licenças ambientais vencidas. O órgão ambiental do estado do Rio de Janeiro explica que a renovação das licenças deve ser requerida 120 dias antes da expiração do seu prazo de validade, ficando este automaticamente prorrogado. Segundo o Inea, a Petrobras solicitou a renovação dentro do prazo solicitado. Porém, como a refinaria foi instalada antes da atual legislação entrar em vigor, precisa passar por um processo de avaliação para adequar-se às novas normas. A Reduc, portanto, está operando legalmente, e já está conduzindo o processo de renovação das licenças junto ao Inea. A Petrobras contratou uma empresa que está realizando a auditoria ambiental para detalhar os procedimentos e os passivos ambientais da refinaria. A partir deste laudo, que será entregue até o final de setembro, a Petrobras e o Inea vão elaborar e assinar um Termo de Ajuste de Conduta (TAC), que definirá as ações necessárias para que a refinaria opere dentro da legislação. Sobre a denúncia de que a Reduc estaria estocando resíduos de alta periculosidade para o meio ambiente, a Petrobras declarou que todos os resíduos da refinaria são segregados e tratados de acordo com a legislação. O Ipea também afirmou não ter encontrado irregularidades na refinaria e que teria tomado as providências necessárias caso as informações procedessem.
Portal do Governo do Estado do Pará (PA): Idesp e Ipea lançam prêmio de monografias sobre gestão da informação O desenvolvimento paraense, traduzido em conhecimento científico sobre gestão e uso das informações disponíveis sobre o Estado para a aplicação em políticas públicas. Promover a reflexão sobre esse assunto é a iniciativa do Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (Idesp) e da regional Norte do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) que lançam, nesta quinta-feira (26), o "I Prêmio Estadual de Monografias Professor Roberto Santos - 2010 - Gestão da Informação para o Desenvolvimento do Pará". O evento, que inicia às 19 horas, no Hangar - Centro de Convenções da Amazônia, marca uma série de apresentações do concurso em universidades e entidades públicas e privadas, para motivar a produção de teses sobre a gestão da informação. Somente neste ano, o Idesp realizou ações de diálogo sobre desenvolvimento, envolvendo quase 3 mil pessoas entre gestores, entidades de classe, associações, acadêmicos, estudantes e a sociedade em geral. Nesse contexto, a premiação será para produções científicas, de diversas áreas do conhecimento, que utilizarem o Serviço de Informação do Estado (SIE), o banco de dados sistematizado pelo Idesp, que dispoe de mais de um milhão de informações sobre o Pará na web. O SIE já concorre ao "Prêmio Nacional de Desenvolvimento Regional 2010 - Homenagem a Celso Furtado - Desenvolvimento Regional" para o Desenvolvimento Nacional, promovido pelo Ministério da Integração Nacional, como uma iniciativa pioneira na região Norte, que hoje oferece estatísticas integradas a recursos de imagem de informações espaciais e também a bases textuais de análises e estudos de instituições produtoras de conhecimento. "O Idesp tem como missão produzir, articular e disseminar conhecimento e informação para subsidiar o planejamento de políticas públicas e do desenvolvimento do estado do Pará, o que implica o crescente aprimoramento tanto de metodologias e exposição de pesquisas e indicadores da realidade paraense, como também, o que é fundamental, aperfeiçoar processos de socialização dessas informações. A sociedade em que vivemos é de um novo tipo. É uma sociedade do conhecimento, portanto o acesso à informação e o uso da mesma é pré-requisito para o nosso desenvolvimento social e econômico. Por meio do SIE, o Idesp se consolida enquanto instituição a serviço da sociedade e do poder público", argumenta o presidente do Idesp, José Raimundo Trindade. Ele lembra ainda que, por meio do SIE, o Idesp contribui com um instrumento essencial para a sociedade paraense, que facilita ações de planejamento a curto, médio e longo prazo, traduz em números a realidade cotidiana do estado, e contribui para a formação do cidadão. O SIE reúne dados fornecidos por instâncias da administração pública, pelo Idesp e outras reconhecidas instituições de pesquisa do Brasil - entre elas o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o Banco de Dados do Sistema Único de Saúde (Datasus), o Ministério do Trabalho (MT), o Tribunal Regional Eleitoral, a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará e a Defensoria Pública do Estado do Pará, entre outros. Homenagem - A primeira edição do prêmio homenageia Roberto Santos, um dos mais importantes intelectuais paraenses vivos: jurista e renomado professor de Economia pelas suas contribuições em análises da teoria do desenvolvimento no Estado. Santos teve formação em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito do Pará, em 1955, e voltou sua carreira para a promoção do debate sobre desenvolvimento regional. Teve atuação como advogado, magistrado, sociólogo, mas a paixão pelo conhecimento fez com que dedicasse a maior parte de sua vida à profissão de professor, a qual iniciou em 1957, na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, da Sociedade Civil de Agronomia e Veterinária do Pará, na disciplina de Economia Política do Curso de Ciências Sociais. Esse foi apenas o primeiro passo para uma atuação brilhante na Universidade Federal do Pará (Ufpa) e na Escola Superior de Magistratura do Tribunal de Justiça do Estado do Pará. Santos também foi autor de obras como "Problemas do emprego em Belém", "Desenvolvimento econômico de Belém: avaliação do crescimento econômico de Belém no quadro geral de evolução do Estado do Pará" e "História econômica da Amazônia (1800/1920)", que constitui obra de referência no Brasil e no exterior, principalmente centrada na fase de auge do ciclo da borracha, construída a partir de análise pormenorizada sobre a realidade amazônica e paraense do período focalizado tornou-se base para inúmeros estudos posteriores. Premiação - As monografias inscritas deverão utilizar as informações disponíveis no SIE, para produzir produções científicas em cinco temas: "Gestão democrática da informação e inovação para o desenvolvimento, econômico, social e ambiental do Pará"; "O papel do SIE na atuação da Defensoria Pública"; "A gestão da informação e o SIE como ferramenta de planejamento de políticas públicas"; "O SIE como ferramenta para gestão da informação e inovação às micro e pequenas empresas do Pará" e a "A evolução demográfica e as políticas públicas no Pará". Os cinco primeiros melhores trabalhos serão publicados pelo Ipea, e os demais também serão objetos de publicação pelo Idesp. Os primeiros colocados em cada tema também receberão a quantia de R$ 3 mil, os segundos colocados R$ 2 mil e os terceiros, a quantia de R$ 1 mil. Todos os premiados receberão ainda um notebook. O edital completo e a ficha de inscrição estão disponíveis no site www.idesp.pa.gov.br. A iniciativa do Idesp conta com o apoio de inúmeras empresas, da Fiepa, CIP, Aspas, Sol Informática e Sebrae. O entendimento do conjunto destas instituições e empresas é que somente com a compreensão detalhada dos problemas paraenses e, a partir deste diagnóstico, criar soluções criativa e inovadoras, possibilitando ao Pará ocupar espaço mais relevante no contexto federativo brasileiro. "Acho excelente o retorno do Idesp, como instituição que pudesse produzir estudos e iniciativas. A premiação é um estímulo à produção científica", afirma o diretor institucional do Centro das Indústrias do Pará (CIP), Sebastião Gonçalves.
Rede Notícia (RO): O Ipea lança na próxima quinta-feira, 26, às 9 horas, mais uma edição do Boletim Radar: Tecnologia, Inovação e Comércio Exterior. O boletim será lançado no auditório do Instituto em Brasília (SBS, Quadra 1, Bloco J, Ed.BNDES), com transmissão pela internet para todo o Brasil. Três artigos fazem parte da nona edição do boletim. O primeiro artigo, de Bruno César Araújo, trata dos incentivos fiscais à pesquisa e desenvolvimento e dos custos de inovação no Brasil. O texto apresenta um histórico dos incentivos fiscais à inovação no país, com os principais programas e leis que tratam do assunto, e acompanha a evolução do B-index, medida de custo marginal de pesquisa e desenvolvimento para a firma após os impostos, além de comparar as taxas de subvenção de vários países. O segundo artigo é de autoria de Adriana Pacheco Áurea, Luís Carlos G. de Magalhães, Leila Posenato Garcia, Carolina Fernandes dos Santos, Raquel Filgueiras de Almeida, Matheus Stivali e Lúcia Rolim Santana. O texto analisa a evolução das compras de medicamentos realizadas pelo Ministério da Saúde para os programas de assistência farmacêutica no período de 2005 a 2008 e avalia a eficiência dessas compras. O tema do terceiro artigo do boletim, escrito por Samuel César Júnior, é a nanotecnologia, setor cujo mercado total de produtos tem potencial para atingir US$ 3,1 trilhões em 2015. O artigo mostra, de forma agregada, os investimentos federais em projetos de nanotecnologia por meio dos fundos seto­riais entre os anos de 2000 e 2007. Os dados utilizados na análise são do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada www.ipea.gov.br Fundação pública vinculada à Secretaria de Assuntos Estratégicos, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada fornece suporte técnico e institucional às ações governamentais – possibilitando a formulação de inúmeras políticas públicas e programas de desenvolvimento brasileiro – e disponibiliza, para a sociedade, pesquisas e estudos realizados por seus técnicos.
Convergência Digital (DF): Ipea medirá a qualidade do Plano Nacional de Banda Larga Luís Osvaldo Grossmann Para acompanhar a evolução do Plano Nacional de Banda Larga será criada uma base de dados, a ser gerenciada pelo Instituto de Política Econômica Aplicada (Ipea), com indicadores sociais e econômicos. A meta é avaliar o programa de forma qualitativa, para além, portanto, das metas quantitativas de levar internet a 40 milhões de residências até 2014. Para isso, o Ipea deverá firmar convênios com órgãos que colhem diferentes indicadores, como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Comitê Gestor da Internet. A consolidação desses dados será pública e, provavelmente, disponibilizada pelo fórum virtual do Ipea na internet (forum.ipea.gov.br). A ideia de qualificar os dados de conectividade foi discutida em uma das reuniões realizadas nesta quarta-feira, 25/8, durante a segunda jornada de debates do Fórum Brasil Conectado - que reúne governo, empresas e sociedade para tratar da implementação do PNBL. Citou-se, como exemplo de acesso inadequado, o caso de escolas em que a conexão à banda larga é utilizada somente pelo corpo administrativo.  Embora se imagine que a consolidação dos indicadores ainda leve meses para se transformar no indicador setorial desejado, a expectativa é de que um primeiro conjunto de dados já possa ser apresentado na próxima jornada de discussões do Fórum Brasil Conectado, prevista para outubro. Em especial, de forma a subsidiarem as reuniões que vão tratar de conteúdos, serviços e aplicativos. Mais adiante, o conjunto de dados sob responsabilidade do Ipea poderá incluir indicadores que meçam os efeitos das medidas de política industrial que fazem parte do PNBL.  
Rádio BandNews: Carlos Lessa defende investimento na navegação de cabotagem Em comentário à rádio BandNews, o ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) Carlos Lessa disse que os governos deveriam buscar melhorar o transporte dos produtos até os terminais brasileiros, e não só investir em portos. Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta que o país precisa investir R$ 43 bilhões para acabar com os entraves à expansão dos portos. O levantamento aponta que apenas 20% desse valor está previsto no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) até o fim do ano. Para o ex-presidente do BNDES, se as rodovias e ferrovias estiverem defasadas nada vai adiantar modernizar os portos. E defendeu o investimento na navegação de cabotagem para diminuir os custos do frete no Brasil.  

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