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Diário da Manhã (GO): Ipea prevê inflação entre 4% e 5% em 2010 Alexandre Rodrigues O coordenador do grupo de Análises e Previsões do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Roberto Messenberg, informou hoje que a instituição trabalha com uma previsão entre 4% e 5% para o fechamento do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2010. Ainda segundo o técnico, a projeção do Produto Interno Bruto (PIB) para 2010 do Ipea ficou entre 5,5% e 6,5%. Messenberg participa hoje da divulgação dos resultados do boletim Carta de Conjuntura nº 10, referente ao período de junho a agosto. Pelo documento divulgado hoje, o Ipea prevê a manutenção da trajetória de crescimento da economia neste ano. O estudo corrobora as previsões de expansão mais suave ao longo do ano em relação ao crescimento recorde de 9% do primeiro trimestre, na comparação com o mesmo período de 2009, por conta da desaceleração do consumo das famílias. Apesar disso, o Ipea registra que o resultado do primeiro semestre já deixa um carregamento estatístico considerável para o crescimento do PIB em 2010. 'Caso o PIB fique estagnado nos próximos três trimestres do ano, na série com ajuste sazonal, registraria mesmo assim expansão de até 6% em relação a 2009', registrou a introdução da análise do Ipea sobre o nível de atividade. O instituto reconhece os sinais de desaquecimento na indústria e em alguns setores do comércio varejista, mas ressalta que 'a maioria dos fundamentos que têm explicado o bom desempenho do PIB, desde o segundo trimestre de 2009, ainda está presente na economia'. 'Sendo assim, é importante avaliar até que ponto essa desaceleração é nada mais do que uma acomodação para um patamar de crescimento mais compatível com a capacidade de oferta da economia.' O texto ainda avalia fatores que possam influenciar a mudança de trajetória do atual desempenho da economia, mas destaca como fatores positivos o crescimento do acesso ao crédito e da renda, com a continuidade da ampliação do poder de compra com aumento do salário mínimo e programas de transferência de renda, além do bom desempenho do mercado de trabalho. O Ipea também relaciona o crédito às empresas liderado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Entre os fatores que contribuem para um crescimento menos acelerado, o instituto cita a retirada de estímulos fiscais e a retomada da alta da taxa básica de juros (Selic), que chegou a 10,75% ao ano. O estudo também aponta 'sinais de estresse' na inadimplência, atribuído ao crescimento do grau de endividamento das famílias. No plano externo, o Ipea também registra sinais de desaceleração nos outros países emergentes.
Isto é Dinheiro: Ipea prevê inflação entre 4% e 5% em 2010 Por Alexandre Rodrigues O coordenador do grupo de Análises e Previsões do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Roberto Messenberg, informou hoje que a instituição trabalha com uma previsão entre 4% e 5% para o fechamento do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2010. Ainda segundo o técnico, a projeção do Produto Interno Bruto (PIB) para 2010 do Ipea ficou entre 5,5% e 6,5%. Messenberg participa hoje da divulgação dos resultados do boletim Carta de Conjuntura nº 10, referente ao período de junho a agosto. Pelo documento divulgado hoje, o Ipea prevê a manutenção da trajetória de crescimento da economia neste ano. O estudo corrobora as previsões de expansão mais suave ao longo do ano em relação ao crescimento recorde de 9% do primeiro trimestre, na comparação com o mesmo período de 2009, por conta da desaceleração do consumo das famílias. Apesar disso, o Ipea registra que o resultado do primeiro semestre já deixa um carregamento estatístico considerável para o crescimento do PIB em 2010. "Caso o PIB fique estagnado nos próximos três trimestres do ano, na série com ajuste sazonal, registraria mesmo assim expansão de até 6% em relação a 2009", registrou a introdução da análise do Ipea sobre o nível de atividade. O instituto reconhece os sinais de desaquecimento na indústria e em alguns setores do comércio varejista, mas ressalta que "a maioria dos fundamentos que têm explicado o bom desempenho do PIB, desde o segundo trimestre de 2009, ainda está presente na economia". "Sendo assim, é importante avaliar até que ponto essa desaceleração é nada mais do que uma acomodação para um patamar de crescimento mais compatível com a capacidade de oferta da economia." O texto ainda avalia fatores que possam influenciar a mudança de trajetória do atual desempenho da economia, mas destaca como fatores positivos o crescimento do acesso ao crédito e da renda, com a continuidade da ampliação do poder de compra com aumento do salário mínimo e programas de transferência de renda, além do bom desempenho do mercado de trabalho. O Ipea também relaciona o crédito às empresas liderado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Entre os fatores que contribuem para um crescimento menos acelerado, o instituto cita a retirada de estímulos fiscais e a retomada da alta da taxa básica de juros (Selic), que chegou a 10,75% ao ano. O estudo também aponta "sinais de estresse" na inadimplência, atribuído ao crescimento do grau de endividamento das famílias. No plano externo, o Ipea também registra sinais de desaceleração nos outros países emergentes.
Yahoo Notícias: Ipea prevê inflação entre 4% e 5% em 2010  O coordenador do grupo de Análises e Previsões do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Roberto Messenberg, informou hoje que a instituição trabalha com uma previsão entre 4% e 5% para o fechamento do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2010. Ainda segundo o técnico, a projeção do Produto Interno Bruto (PIB) para 2010 do Ipea ficou entre 5,5% e 6,5%. Messenberg participa hoje da divulgação dos resultados do boletim Carta de Conjuntura nº 10, referente ao período de junho a agosto. Pelo documento divulgado hoje, o Ipea prevê a manutenção da trajetória de crescimento da economia neste ano. O estudo corrobora as previsões de expansão mais suave ao longo do ano em relação ao crescimento recorde de 9% do primeiro trimestre, na comparação com o mesmo período de 2009, por conta da desaceleração do consumo das famílias. Apesar disso, o Ipea registra que o resultado do primeiro semestre já deixa um carregamento estatístico considerável para o crescimento do PIB em 2010. "Caso o PIB fique estagnado nos próximos três trimestres do ano, na série com ajuste sazonal, registraria mesmo assim expansão de até 6% em relação a 2009", registrou a introdução da análise do Ipea sobre o nível de atividade. O instituto reconhece os sinais de desaquecimento na indústria e em alguns setores do comércio varejista, mas ressalta que "a maioria dos fundamentos que têm explicado o bom desempenho do PIB, desde o segundo trimestre de 2009, ainda está presente na economia". "Sendo assim, é importante avaliar até que ponto essa desaceleração é nada mais do que uma acomodação para um patamar de crescimento mais compatível com a capacidade de oferta da economia." O texto ainda avalia fatores que possam influenciar a mudança de trajetória do atual desempenho da economia, mas destaca como fatores positivos o crescimento do acesso ao crédito e da renda, com a continuidade da ampliação do poder de compra com aumento do salário mínimo e programas de transferência de renda, além do bom desempenho do mercado de trabalho. O Ipea também relaciona o crédito às empresas liderado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Entre os fatores que contribuem para um crescimento menos acelerado, o instituto cita a retirada de estímulos fiscais e a retomada da alta da taxa básica de juros (Selic), que chegou a 10,75% ao ano. O estudo também aponta "sinais de estresse" na inadimplência, atribuído ao crescimento do grau de endividamento das famílias. No plano externo, o Ipea também registra sinais de desaceleração nos outros países emergentes.  
Abril.com: Ipea prevê inflação entre 4% e 5% em 2010 Por Alexandre Rodrigues Rio - O coordenador do grupo de Análises e Previsões do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Roberto Messenberg, informou hoje que a instituição trabalha com uma previsão entre 4% e 5% para o fechamento do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2010. Ainda segundo o técnico, a projeção do Produto Interno Bruto (PIB) para 2010 do Ipea ficou entre 5,5% e 6,5%. Messenberg participa hoje da divulgação dos resultados do boletim Carta de Conjuntura nº 10, referente ao período de junho a agosto. Pelo documento divulgado hoje, o Ipea prevê a manutenção da trajetória de crescimento da economia neste ano. O estudo corrobora as previsões de expansão mais suave ao longo do ano em relação ao crescimento recorde de 9% do primeiro trimestre, na comparação com o mesmo período de 2009, por conta da desaceleração do consumo das famílias. Apesar disso, o Ipea registra que o resultado do primeiro semestre já deixa um carregamento estatístico considerável para o crescimento do PIB em 2010. "Caso o PIB fique estagnado nos próximos três trimestres do ano, na série com ajuste sazonal, registraria mesmo assim expansão de até 6% em relação a 2009", registrou a introdução da análise do Ipea sobre o nível de atividade. O instituto reconhece os sinais de desaquecimento na indústria e em alguns setores do comércio varejista, mas ressalta que "a maioria dos fundamentos que têm explicado o bom desempenho do PIB, desde o segundo trimestre de 2009, ainda está presente na economia". "Sendo assim, é importante avaliar até que ponto essa desaceleração é nada mais do que uma acomodação para um patamar de crescimento mais compatível com a capacidade de oferta da economia. " O texto ainda avalia fatores que possam influenciar a mudança de trajetória do atual desempenho da economia, mas destaca como fatores positivos o crescimento do acesso ao crédito e da renda, com a continuidade da ampliação do poder de compra com aumento do salário mínimo e programas de transferência de renda, além do bom desempenho do mercado de trabalho. O Ipea também relaciona o crédito às empresas liderado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Entre os fatores que contribuem para um crescimento menos acelerado, o instituto cita a retirada de estímulos fiscais e a retomada da alta da taxa básica de juros (Selic), que chegou a 10,75% ao ano. O estudo também aponta "sinais de estresse" na inadimplência, atribuído ao crescimento do grau de endividamento das famílias. No plano externo, o Ipea também registra sinais de desaceleração nos outros países emergentes.
Estadão.com.br (SP): Ipea prevê expansão do PIB entre 5,5% e 6,5% Já a estimativa do instituto para a inflação medida pelo IPCA em 2010 fica entre 4% e 5% Alexandre Rodrigues, da Agência Estado  RIO - O coordenador do grupo de Análises e Previsões do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Roberto Messenberg, informou nesta segunda-feira, 9, que a instituição trabalha com uma previsão entre 4% e 5% para o fechamento do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2010. Ainda segundo o técnico, a projeção do Produto Interno Bruto (PIB) para 2010 do Ipea ficou entre 5,5% e 6,5%. Messenberg participa hoje da divulgação dos resultados do boletim Carta de Conjuntura nº 10, referente ao período de junho a agosto. Pelo documento divulgado nesta segunda, o Ipea prevê a manutenção da trajetória de crescimento da economia neste ano. O estudo corrobora as previsões de expansão mais suave ao longo do ano em relação ao crescimento recorde de 9% do primeiro trimestre, na comparação com o mesmo período de 2009, por conta da desaceleração do consumo das famílias. Apesar disso, o Ipea registra que o resultado do primeiro semestre já deixa um carregamento estatístico considerável para o crescimento do PIB em 2010. "Caso o PIB fique estagnado nos próximos três trimestres do ano, na série com ajuste sazonal, registraria mesmo assim expansão de até 6% em relação a 2009", registrou a introdução da análise do Ipea sobre o nível de atividade. O instituto reconhece os sinais de desaquecimento na indústria e em alguns setores do comércio varejista, mas ressalta que "a maioria dos fundamentos que têm explicado o bom desempenho do PIB, desde o segundo trimestre de 2009, ainda está presente na economia". "Sendo assim, é importante avaliar até que ponto essa desaceleração é nada mais do que uma acomodação para um patamar de crescimento mais compatível com a capacidade de oferta da economia." O texto ainda avalia fatores que possam influenciar a mudança de trajetória do atual desempenho da economia, mas destaca como fatores positivos o crescimento do acesso ao crédito e da renda, com a continuidade da ampliação do poder de compra com aumento do salário mínimo e programas de transferência de renda, além do bom desempenho do mercado de trabalho. O Ipea também relaciona o crédito às empresas liderado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Entre os fatores que contribuem para um crescimento menos acelerado, o instituto cita a retirada de estímulos fiscais e a retomada da alta da taxa básica de juros (Selic), que chegou a 10,75% ao ano. O estudo também aponta "sinais de estresse" na inadimplência, atribuído ao crescimento do grau de endividamento das famílias. No plano externo, o Ipea também registra sinais de desaceleração nos outros países emergentes.
Programa transmitido pela NBr tem sua primeira exibição nesta segunda (9) e reapresentações diárias
A avaliação animadora é da Carta de Conjuntura do Ipea, que foi divulgada nesta segunda-feira, no Rio de Janeiro  
Argenpress.info (Argentina): Brasilia, la ciudad más rica y desigual de Brasil   Brasilia, la capital federal de Brasil, es "una isla de la fantasía" en la cual se observa, al mismo tiempo, el ingreso per capita más alto del país junto con la mayor desigualdad, afirmaron especialistas. Las diferencias entre ricos y pobres crecieron entre 1995 y 2008, cuando pasaron de 0,58 a 0,62 según el índice GINI, en cual la máxima desigualdad recibe el valor 1, señaló Marcio Pochman, titular del Instituto de Pesquisa Económica Aplicada (Ipea). En cambio la mayoría de las grandes ciudades brasileñas redujo la desigualdad entre entre 1995 y 2008. "Brasilia es una isla de la fantasía... es una caricatura de Brasil, un retrato que acentúa los rasgos más extremos", afirmó el sociólogo Marcel Bursztyn, investigador del Centro de Desarrollo Sostenible de la Universidad de Brasilia. Brasilia fue fundada en 1960 para albergar a los poderes Ejecutivo, Legislativo y Judicial y el motor de su economía es la demanda de la burocracia estatal, que recibe salarios altos. Pero mientras en el centro de la capital, con cerca de 1 millón de habitantes, los niveles de consumo y los servicios son los mejores del país, en la periferia reside cerca de 1,5 millón de personas sumidas en la pobreza. En esas ciudades "satélites" crece el tráfico de drogas, y los servicios son precarios.
Peru.com (Peru): Brasil capacitará a planificadores en el Perú tras la firma de un convenio de cooperación con el CEPLAN El jefe del Instituto de Investigación de Economía Aplicada (Ipea) del Brasil, Marcio Pochmann, se reunió con el presidente del Centro Nacional de Planeamiento Estratégico (CEPLAN), Agustín Haya de la Torre, para preparar la firma de un convenio de cooperación entre ambas entidades.   El Ipea pertenece a la Secretaria de Asuntos Estratégicos de la Presidencia de la República y desde hace cuarenta años se encarga de preparar las políticas para el planeamiento estratégico del Brasil.   Pochmann expresó la voluntad del gobierno brasileño de contribuir al desarrollo de la planificación en el Perú y saludó los avances que se han venido haciendo en la formulación del Plan Bicentenario.   El funcionario explicó que el Ipea realiza estudios permanentes sobre la realidad de su país y sobre la situación internacional. Señaló que tenían cursos de formación para planificadores en diversos niveles y que en convenios con las universidades ofrecían postgrados.   El CEPLAN los invitó a realizar un taller en el mes de octubre sobre la rica experiencia brasileña en la materia así como para evaluar los programas de desarrollo socioeconómico que Brasil como potencia emergente ha venido aplicando con éxito en los últimos años.
Diário Catarinense (SC): Ipea prevê inflação entre 4% e 5% em 2010 Instituto reconhece os sinais de desaquecimento na indústria O coordenador do grupo de Análises e Previsões do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Roberto Messenberg, informou hoje que a instituição trabalha com uma previsão entre 4% e 5% para o fechamento do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2010. Ainda segundo o técnico, a projeção do Produto Interno Bruto (PIB) para 2010 do Ipea ficou entre 5,5% e 6,5%. Messenberg participa hoje da divulgação dos resultados do boletim Carta de Conjuntura nº 10, referente ao período de junho a agosto. Pelo documento divulgado hoje, o Ipea prevê a manutenção da trajetória de crescimento da economia neste ano. O estudo corrobora as previsões de expansão mais suave ao longo do ano em relação ao crescimento recorde de 9% do primeiro trimestre, na comparação com o mesmo período de 2009, por conta da desaceleração do consumo das famílias. Apesar disso, o Ipea registra que o resultado do primeiro semestre já deixa um carregamento estatístico considerável para o crescimento do PIB em 2010. — Caso o PIB fique estagnado nos próximos três trimestres do ano, na série com ajuste sazonal, registraria mesmo assim expansão de até 6% em relação a 2009 — registrou a introdução da análise do Ipea sobre o nível de atividade. O instituto reconhece os sinais de desaquecimento na indústria e em alguns setores do comércio varejista, mas ressalta que "a maioria dos fundamentos que têm explicado o bom desempenho do PIB, desde o segundo trimestre de 2009, ainda está presente na economia". — Sendo assim, é importante avaliar até que ponto essa desaceleração é nada mais do que uma acomodação para um patamar de crescimento mais compatível com a capacidade de oferta da economia. O texto ainda avalia fatores que possam influenciar a mudança de trajetória do atual desempenho da economia, mas destaca como fatores positivos o crescimento do acesso ao crédito e da renda, com a continuidade da ampliação do poder de compra com aumento do salário mínimo e programas de transferência de renda, além do bom desempenho do mercado de trabalho. O Ipea também relaciona o crédito às empresas liderado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Entre os fatores que contribuem para um crescimento menos acelerado, o instituto cita a retirada de estímulos fiscais e a retomada da alta da taxa básica de juros (Selic), que chegou a 10,75% ao ano. O estudo também aponta "sinais de estresse" na inadimplência, atribuído ao crescimento do grau de endividamento das famílias. No plano externo, o Ipea também registra sinais de desaceleração nos outros países emergentes.
Zero Hora (RS): Ipea prevê inflação entre 4% e 5% em 2010 Instituto reconhece os sinais de desaquecimento na indústria O coordenador do grupo de Análises e Previsões do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Roberto Messenberg, informou hoje que a instituição trabalha com uma previsão entre 4% e 5% para o fechamento do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2010. Ainda segundo o técnico, a projeção do Produto Interno Bruto (PIB) para 2010 do Ipea ficou entre 5,5% e 6,5%. Messenberg participa hoje da divulgação dos resultados do boletim Carta de Conjuntura nº 10, referente ao período de junho a agosto. Pelo documento divulgado hoje, o Ipea prevê a manutenção da trajetória de crescimento da economia neste ano. O estudo corrobora as previsões de expansão mais suave ao longo do ano em relação ao crescimento recorde de 9% do primeiro trimestre, na comparação com o mesmo período de 2009, por conta da desaceleração do consumo das famílias. Apesar disso, o Ipea registra que o resultado do primeiro semestre já deixa um carregamento estatístico considerável para o crescimento do PIB em 2010. — Caso o PIB fique estagnado nos próximos três trimestres do ano, na série com ajuste sazonal, registraria mesmo assim expansão de até 6% em relação a 2009 — registrou a introdução da análise do Ipea sobre o nível de atividade. O instituto reconhece os sinais de desaquecimento na indústria e em alguns setores do comércio varejista, mas ressalta que "a maioria dos fundamentos que têm explicado o bom desempenho do PIB, desde o segundo trimestre de 2009, ainda está presente na economia". — Sendo assim, é importante avaliar até que ponto essa desaceleração é nada mais do que uma acomodação para um patamar de crescimento mais compatível com a capacidade de oferta da economia. O texto ainda avalia fatores que possam influenciar a mudança de trajetória do atual desempenho da economia, mas destaca como fatores positivos o crescimento do acesso ao crédito e da renda, com a continuidade da ampliação do poder de compra com aumento do salário mínimo e programas de transferência de renda, além do bom desempenho do mercado de trabalho. O Ipea também relaciona o crédito às empresas liderado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Entre os fatores que contribuem para um crescimento menos acelerado, o instituto cita a retirada de estímulos fiscais e a retomada da alta da taxa básica de juros (Selic), que chegou a 10,75% ao ano. O estudo também aponta "sinais de estresse" na inadimplência, atribuído ao crescimento do grau de endividamento das famílias. No plano externo, o Ipea também registra sinais de desaceleração nos outros países emergentes.
DCI (SP): Análise do Ipea aponta trajetória de queda da inflação Agência Brasil RIO DE JANEIRO - O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou nesta segunda-feira (9) sua análise trimestral da economia, apontando uma trajetória descendente do índice da inflação, mas demonstrando preocupação com o futuro das contas externas. Os dados fazem parte da Carta de Conjuntura de junho, publicação que reúne as conclusões dos principais economistas do instituto em relação aos cenários econômicos do país. O coordenador do documento, economista Roberto Messenberg, afirmou que a inflação para este ano não terá tendência ascendente, devendo ficar entre 4% e 5%, dentro da meta estipulada pelo governo, de 4,5%. Por conta disso, ele considerou precipitada a decisão do Banco Central (BC) de aumentar a taxa básica de juros da economia. “Acho que eles [BC] erraram lá atrás, quando divulgaram um relatório de inflação que era francamente contrário às atas que vinham emitindo ao longo do ano passado. Isso sancionou as expectativas de alta da inflação na economia e os obrigou a tomar medidas nesse sentido, com uma elevação brutal da taxa de juros, quando, na verdade, o cenário anterior traçado por eles estava mais correto, de que o mercado estava com expectativas exageradas e que haveria uma convergência na frente”, afirmou. Para Messenberg, a maior preocupação no cenário futuro não é o descontrole nas contas públicas, como pregam alguns economistas, pois ele acredita que é necessária a participação efetiva do Estado como indutor da economia, possibilitando, entre outras coisas, destravar os gargalos que prejudicam o crescimento. O economista chamou a atenção para o descompasso na balança internacional, com o descolamento das exportações em relação às importações, principalmente de produtos como bens de consumo. “O sinal amarelo são as taxas de crescimento do déficit comercial, de aumento das importações em relação às exportações. As importações têm se acelerado de maneira contundente. Isso é preocupante, porque pode sinalizar a necessidade crescente de recursos para o fechamento do balanço de pagamentos na economia, quando justamente o investimento direto está escasseando.” O economista classificou o processo como “enxurrada de importações”, que estaria prejudicando a indústria nacional, operando abaixo de sua capacidade histórica. Segundo ele, a solução não passa unicamente por uma desvalorização cambial – que para funcionar teria que ser muito forte –, mas deve incluir mecanismos de redução de custos de produção, como desoneração tributária para alguns setores, além de investimentos em infraestrutura e logística de transportes. Messemberg elogiou a atuação do governo federal durante a crise econômica, por intermédio do grande aporte de financiamento às empresas via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do apoio ao sistema financeiro por meio do BC. “O BNDES teve um papel fundamental de expansão do crédito direcionado para as empresas, que não estavam contando com recursos externos, assim como o BC, que também entrou dando liquidez para o capital de giro”, destacou. Segundo ele, caso não houvesse essa intervenção do governo na economia, a queda do Produto Interno Bruto (PIB) seria de três a quatro pontos percentuais no ano passado, em vez do índice apurado, de – 0,2%. A íntegra da Carta de Conjuntura pode ser acessada em www.ipea.gov.br.  
Olher Direito (MT): Ipea diz que inflação está em queda, mas aponta “sinal amarelo” nas contas externas O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou hoje (9) sua análise trimestral da economia, apontando uma trajetória descendente do índice da inflação, mas demonstrando preocupação com o futuro das contas externas. Os dados fazem parte da Carta de Conjuntura de junho, publicação que reúne as conclusões dos principais economistas do instituto em relação aos cenários econômicos do país. O coordenador do estudo, economista Roberto Messenberg, afirmou que a inflação para este ano não terá tendência ascendente, devendo ficar entre 4% e 5%, dentro da meta estipulada pelo governo, de 4,5%. Por conta disso, ele considerou precipitada a decisão do Banco Central (BC) de aumentar a taxa básica de juros da economia. “Acho que eles [BC] erraram lá atrás, quando divulgaram um relatório de inflação que era francamente contrário às atas que vinham emitindo ao longo do ano passado. Isso sancionou as expectativas de alta da inflação na economia e os obrigou a tomar medidas nesse sentido, com uma elevação brutal da taxa de juros, quando, na verdade, o cenário anterior traçado por eles estava mais correto, de que o mercado estava com expectativas exageradas e que haveria uma convergência na frente”, afirmou. Para Messenberg, a maior preocupação no cenário futuro não é o descontrole nas contas públicas, como pregam alguns economistas, pois ele acredita que é necessária a participação efetiva do Estado como indutor da economia, possibilitando, entre outras coisas, destravar os gargalos que prejudicam o crescimento.. O economista chamou a atenção para o descompasso na balança internacional, com o descolamento das exportações em relação às importações, principalmente de produtos como bens de consumo. “O sinal amarelo são as taxas de crescimento do déficit comercial, de aumento das importações em relação às exportações. As importações têm se acelerado de maneira contundente. Isso é preocupante, porque pode sinalizar a necessidade crescente de recursos para o fechamento do balanço de pagamentos na economia, quando justamente o investimento direto está escasseando.” O economista classificou o processo como “enxurrada de importações”, que estaria prejudicando a indústria nacional, operando abaixo de sua capacidade histórica. Segundo ele, a solução não passa unicamente por uma desvalorização cambial – que para funcionar teria que ser muito forte –, mas deve incluir mecanismos de redução de custos de produção, como desoneração tributária para alguns setores, além de investimentos em infraestrutura e logística de transportes. Messemberg elogiou a atuação do governo federal durante a crise econômica, por intermédio do grande aporte de financiamento às empresas via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do apoio ao sistema financeiro por meio do BC. “O BNDES teve um papel fundamental de expansão do crédito direcionado para as empresas, que não estavam contando com recursos externos, assim como o BC, que também entrou dando liquidez para o capital de giro”, destacou. Segundo ele, caso não houvesse essa intervenção do governo na economia, a queda do Produto Interno Bruto (PIB) seria de três a quatro pontos percentuais no ano passado, em vez do índice apurado, de – 0,2%. A íntegra da Carta de Conjuntura pode ser acessada em www.ipea.gov.br.
O Pioneiro (RS): Ipea prevê inflação entre 4% e 5% em 2010 Instituto reconhece os sinais de desaquecimento na indústria O coordenador do grupo de Análises e Previsões do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Roberto Messenberg, informou hoje que a instituição trabalha com uma previsão entre 4% e 5% para o fechamento do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2010. Ainda segundo o técnico, a projeção do Produto Interno Bruto (PIB) para 2010 do Ipea ficou entre 5,5% e 6,5%. Messenberg participa hoje da divulgação dos resultados do boletim Carta de Conjuntura nº 10, referente ao período de junho a agosto. Pelo documento divulgado hoje, o Ipea prevê a manutenção da trajetória de crescimento da economia neste ano. O estudo corrobora as previsões de expansão mais suave ao longo do ano em relação ao crescimento recorde de 9% do primeiro trimestre, na comparação com o mesmo período de 2009, por conta da desaceleração do consumo das famílias. Apesar disso, o Ipea registra que o resultado do primeiro semestre já deixa um carregamento estatístico considerável para o crescimento do PIB em 2010. — Caso o PIB fique estagnado nos próximos três trimestres do ano, na série com ajuste sazonal, registraria mesmo assim expansão de até 6% em relação a 2009 — registrou a introdução da análise do Ipea sobre o nível de atividade. O instituto reconhece os sinais de desaquecimento na indústria e em alguns setores do comércio varejista, mas ressalta que "a maioria dos fundamentos que têm explicado o bom desempenho do PIB, desde o segundo trimestre de 2009, ainda está presente na economia". — Sendo assim, é importante avaliar até que ponto essa desaceleração é nada mais do que uma acomodação para um patamar de crescimento mais compatível com a capacidade de oferta da economia. O texto ainda avalia fatores que possam influenciar a mudança de trajetória do atual desempenho da economia, mas destaca como fatores positivos o crescimento do acesso ao crédito e da renda, com a continuidade da ampliação do poder de compra com aumento do salário mínimo e programas de transferência de renda, além do bom desempenho do mercado de trabalho. O Ipea também relaciona o crédito às empresas liderado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Entre os fatores que contribuem para um crescimento menos acelerado, o instituto cita a retirada de estímulos fiscais e a retomada da alta da taxa básica de juros (Selic), que chegou a 10,75% ao ano. O estudo também aponta "sinais de estresse" na inadimplência, atribuído ao crescimento do grau de endividamento das famílias. No plano externo, o Ipea também registra sinais de desaceleração nos outros países emergentes.
A Notícia (SC): Ipea prevê inflação entre 4% e 5% em 2010 Instituto reconhece os sinais de desaquecimento na indústria O coordenador do grupo de Análises e Previsões do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Roberto Messenberg, informou hoje que a instituição trabalha com uma previsão entre 4% e 5% para o fechamento do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2010. Ainda segundo o técnico, a projeção do Produto Interno Bruto (PIB) para 2010 do Ipea ficou entre 5,5% e 6,5%. Messenberg participa hoje da divulgação dos resultados do boletim Carta de Conjuntura nº 10, referente ao período de junho a agosto. Pelo documento divulgado hoje, o Ipea prevê a manutenção da trajetória de crescimento da economia neste ano. O estudo corrobora as previsões de expansão mais suave ao longo do ano em relação ao crescimento recorde de 9% do primeiro trimestre, na comparação com o mesmo período de 2009, por conta da desaceleração do consumo das famílias. Apesar disso, o Ipea registra que o resultado do primeiro semestre já deixa um carregamento estatístico considerável para o crescimento do PIB em 2010. — Caso o PIB fique estagnado nos próximos três trimestres do ano, na série com ajuste sazonal, registraria mesmo assim expansão de até 6% em relação a 2009 — registrou a introdução da análise do Ipea sobre o nível de atividade. O instituto reconhece os sinais de desaquecimento na indústria e em alguns setores do comércio varejista, mas ressalta que "a maioria dos fundamentos que têm explicado o bom desempenho do PIB, desde o segundo trimestre de 2009, ainda está presente na economia". — Sendo assim, é importante avaliar até que ponto essa desaceleração é nada mais do que uma acomodação para um patamar de crescimento mais compatível com a capacidade de oferta da economia. O texto ainda avalia fatores que possam influenciar a mudança de trajetória do atual desempenho da economia, mas destaca como fatores positivos o crescimento do acesso ao crédito e da renda, com a continuidade da ampliação do poder de compra com aumento do salário mínimo e programas de transferência de renda, além do bom desempenho do mercado de trabalho. O Ipea também relaciona o crédito às empresas liderado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Entre os fatores que contribuem para um crescimento menos acelerado, o instituto cita a retirada de estímulos fiscais e a retomada da alta da taxa básica de juros (Selic), que chegou a 10,75% ao ano. O estudo também aponta "sinais de estresse" na inadimplência, atribuído ao crescimento do grau de endividamento das famílias. No plano externo, o Ipea também registra sinais de desaceleração nos outros países emergentes.
Panorama Ipea é produzido toda semana e traz reportagens sobre estudos já lançados ou em elaboração no Instituto  
24 Horas News (MT): Emprego, consumo e crédito vão manter economia aquecida no 2º semestre O nível de emprego, o poder de consumo dos brasileiros e a oferta de crédito deverão ajudar a manter o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto, que é a soma das riquezas de um país) no segundo semestre, só que em ritmo mais moderado. A expectativa consta em um estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) divulgado nesta segunda-feira (9). Segundo o documento, entre os fatores que podem influenciar positivamente o PIB está “o estímulo ao poder de compra da parcela de consumidores de baixa renda, em razão do aumento do salário mínimo e da manutenção dos programas de transferência de renda, como o Bolsa Família”. O mercado de trabalho aquecido também será um dos pilares para o crescimento da economia nos últimos seis meses deste ano. De acordo com o comunicado, “os resultados positivos observados no mercado de trabalho têm contribuído de maneira importante para estimular os níveis de consumo”. - Através do aumento do emprego formal, mais pessoas passam a ter acesso não somente à renda proveniente do salário, mas também ao mercado de crédito, que está associado ao consumo de bens com maior valor agregado. A oferta de crédito deverá permanecer em alta no segundo semestre, o que poderá gerar “impacto positivo nos setores de bens duráveis e da construção civil”.  A expansão do crédito tem sido de grande importância para explicar o bom desempenho da economia. A maior concorrência entre os bancos, a expansão do crédito consignado, a extensão dos prazos para os financiamentos etc. todos estes elementos têm tornado o crédito mais acessível ao consumidor, estimulando setores importantes da economia. O crescimento da economia brasileira poderia ser maior, segundo o Ipea, se não fosse a retirada dos estímulos ao consumo, “como o fim da redução do IPI (imposto sobre produtos industrializados) para alguns setores”. O instituto aponta ainda que o “início de um ciclo de aumento da taxa básica de juros” também influencia negativamente no crescimento. Com a Selic maior, ocorrerá “o encarecimento do crédito, a contração dos prazos e o aumento da seletividade nas novas concessões, afetando diretamente o consumo das famílias”. Segundo o Ipea, o grau de endividamento das famílias e a incerteza quanto ao cenário externo também são fatores que podem frear um crescimento maior da economia brasileira até o fim do ano. O estudo do Ipea volta a afirmar o que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse em maio deste ano. Na ocasião, com base na redução das vendas de veículos em abril e maio, Mantega projetou que o Brasil teria expansão menor nos últimos trimestres de 2010. Segundo o ministro,o Brasil deverá encerrar 2010 com um crescimento entre 5,5% e 6%.
Destak (SP): Exterior e dívidas das famílias freiam 2º tri O Ipea prevê que o país irá sofrer desaceleração no segundo trimestre, sob impacto do cenário externo e do endividamento das famílias. Os juros altos e o fim dos incentivos fiscais ao consumo também são entraves ao crescimento do PIB, que não deve ir além de 6,5% no ano.  
Diário de Pernambuco.com (PE): Brasília é o retrato da desigualdade social que existe em todo o país Uma análise publicada no final do mês passado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a partir dos dados da Pesquisa Nacional de Amostra Domiciliar (Pnad) e das contas nacionais e regionais, mostra que, em praticamente todas unidades da Federação, ficou menor a distância entre os pobres e os ricos, entre 1995 e 2008. A única exceção é o Distrito Federal. Nesse período, o índice de Gini – que mede desigualdade de renda – aumentou de 0,58 para 0,62 (quanto mais próximo de 1 maior a desigualdade). A Pnad é feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Conforme o presidente do Ipea, Marcio Pochmann, a razão do aumento da desigualdade na unidade que abriga a capital do país está no pico e na base da pirâmide social. Nos últimos anos, no Distrito Federal, houve aumento de renda dos mais ricos (em Brasília, funcionários públicos com as carreiras mais valorizadas) e aumento do número de pessoas com renda extremamente baixa (migrantes). “A desigualdade aumenta porque o crescimento populacional se dá na base da pirâmide social”, explicou. Pochmann lembra que, na última década, houve recomposição dos salários do funcionalismo, mas pondera que a migração é mais responsável pela desigualdade. “Mesmo quando, nos anos 90 e no início desta década, os salários ficaram comprimidos, não tiveram reajuste e nem recuperação real, a desigualdade geral também crescia”, destacou. De acordo com o sociólogo Marcel Bursztyn, do Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília (CDS/UnB), o Distrito Federal ainda atrai migrantes sobretudo por conta do acesso a serviços públicos, como o atendimento médico-hospitalar. “São serviços de qualidade superior à [qualidade] dos que [eles, os migrantes] têm em suas regiões. Muita gente vem para Brasília em busca de tratamento de saúde de algum membro da família”, relata. Bursztyn diz que ainda se lembra de quando fez pesquisas de campo e encontrou famílias que chegaram ao Distrito Federal de carroça ou em ambulâncias. São pessoas, segundo ele, que percorreram mais de mil quilômetros para trazer alguém doente, necessitando de tratamento que não encontrou na sua região. Para o acadêmico, o aumento da desigualdade da renda no Distrito Federal mostra que Brasília, em vez de ser uma “ilha da fantasia”, se parece muito com o Brasil, tido como um dos países mais desiguais do mundo. “Brasília é um retrato caricatural, no qual se acentuam os traços mais visíveis. Brasília é uma miniatura do país.

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