Facebook Twitter LinkedIn Youtube Flickr SoundCloud

Resultados 17661 - 17680 de 21027

Monitor Digital (SP): Ipea divulga mais uma edição do Boletim Radar O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) lança hoje mais uma edição do Boletim Radar: Tecnologia, Inovação e Comércio Exterior. O documento traz artigos de especialistas de diversas áreas. Um desses artigos trata dos incentivos fiscais à pesquisa e desenvolvimento e dos custos de inovação no Brasil. Outro analisa a evolução das compras de medicamentos feitas pelo Ministério da Saúde para os programas de assistência farmacêutica no período de 2005 a 2008 e avalia a eficiência dessas compras. O terceiro artigo do boletim é sobre a nanotecnologia, setor cujo mercado total de produtos tem potencial para atingir US$ 3,1 trilhões em 2015
To Sabendo.com (DF): Ipea divulga mais uma edição do Boletim Radar Da Agência Brasil O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) lança hoje (26) mais uma edição do Boletim Radar: Tecnologia, Inovação e Comércio Exterior. O documento traz artigos de especialistas de diversas áreas. Um desses artigos trata dos incentivos fiscais à pesquisa e desenvolvimento e dos custos de inovação no Brasil. Outro analisa a evolução das compras de medicamentos feitas pelo Ministério da Saúde para os programas de assistência farmacêutica no período de 2005 a 2008 e avalia a eficiência dessas compras. O terceiro artigo do boletim é sobre a nanotecnologia, setor cujo mercado total de produtos tem potencial para atingir US$ 3,1 trilhões em 2015. O boletim será lançado no auditório do instituto em Brasília, no Setor Bancário Sul, com transmissão pela internet para todo o país.  
MSN: Ipea divulga mais uma edição do Boletim Radar Da Agência Brasil O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) lança hoje (26) mais uma edição do Boletim Radar: Tecnologia, Inovação e Comércio Exterior. O documento traz artigos de especialistas de diversas áreas. Um desses artigos trata dos incentivos fiscais à pesquisa e desenvolvimento e dos custos de inovação no Brasil. Outro analisa a evolução das compras de medicamentos feitas pelo Ministério da Saúde para os programas de assistência farmacêutica no período de 2005 a 2008 e avalia a eficiência dessas compras. O terceiro artigo do boletim é sobre a nanotecnologia, setor cujo mercado total de produtos tem potencial para atingir US$ 3,1 trilhões em 2015. O boletim será lançado no auditório do instituto em Brasília, no Setor Bancário Sul, com transmissão pela internet para todo o país.  
Valor Econômico (SP): Presença do Brasil no mundo Marcio Pochmann Política externa mostra que o Brasil não aceita mais ser liderado e quer contribuir para uma nova fase do desenvolvimento mundial A política externa dos últimos anos indica o quanto o Brasil não mais aceita ser liderado, desejando cada vez mais contribuir para uma nova fase do desenvolvimento mundial. Atualmente, por exemplo, o país, juntamente com Índia e China, tornou-se um dos principais responsáveis pelo movimento de recuperação econômica mundial, o que não se observava desde a Depressão de 1929. Diante dos sinais de relativa decadência dos Estados Unidos, abre-se um novo cenário para o desenvolvimento multipolar, assim como ocorreu durante a longa depressão de 1873 a 1896, quando a antiga hegemonia inglesa começou a ceder lugar frente à relativa ascensão econômica da Alemanha e dos Estados Unidos, entre outros países. Somente com o encerramento das duas grandes guerras mundiais do século XX , o mundo capitalista se hierarquizou centrado nos Estados Unidos, uma vez que o bloco das economias centralmente planejadas orbitou em torno da União Soviética. O fim da guerra fria, na sequência do desmoronamento das experiências de socialismo real, representado pela queda do muro de Berlim ao final da década de 1980, concedeu aos Estados Unidos uma condição de potência unipolar do mundo. Isso, porém, parece ter apresentado limites, conforme indicam as consequências atuais da crise global geradas pela queda figurada do muro de Wall Street, em 2008. Ademais dos Estados Unidos e da União Europeia, aparecem em perspectiva dois novos centros regionais na Ásia e no sul do continente americano. Para que o Brasil possa perseguir a trajetória da liderança conjunta de um novo desenvolvimento suprarregional, torna-se indispensável considerar três aspectos fundamentais. O primeiro encontra-se centrado na necessária geração de moeda supranacional, com capacidade de viabilizar as três funções clássicas da moeda (unidade de conta, troca e valor) para além do espaço nacional. Dessa forma, podem ser fincadas as novas bases de um padrão monetário e de financiamento do desenvolvimento sul-americano. O segundo aspecto vincula-se ao destravamento do sistema de produção e difusão tecnológica. Isso já vem ocorrendo em algumas áreas importantíssimas como energia (etanol) e agropecuária, entre outras, mas precisa avançar mais rápida e amplamente para outros setores estratégicos que permitam elevar o valor agregado em distintas cadeias de produção. Por fim, o desencadeamento do complexo produtivo e tecnológico para o sistema de defesa nacional, uma vez que diante de tantas riquezas - nem todas ainda plenamente conhecidas - segue o país desprotegido internamente nas enormes dimensões fronteiriças. Tudo isso, é claro, não ocorrerá espontânea e naturalmente. Torna-se fundamental o comando por parte de uma maioria política democrática e capaz de colocar em movimento o verdadeiro potencial brasileiro. O sistema de planejamento estratégico nacional precisa ser recuperado democraticamente em novas bases, necessárias para afiançar o desenrolar dos investimentos públicos e privados de médio e longo prazo para além da infraestrutura econômica e social. Entre 1960 e 1980, por exemplo, o Brasil multiplicou por 1,7 a sua presença na economia mundial, passando de 1,45% para 2,42% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial. De lá para cá, a participação econômica do Brasil no PIB do mundo decaiu 12,4%, pois atingiu, em 2008, 2,14% do PIB mundial. Na comparação com o ano de 2003 (1,99%), que registrou a pior situação experimentada pelo país desde 1980, a participação do Brasil cresceu 7,5% na relação com a economia mundial. Mesmo assim, ainda está abaixo da participação verificada em 1980. Ao fortalecer o setor produtivo, sem desconsiderar a sustentabilidade ambiental e social, o Brasil passa a assumir uma posição estratégica ainda maior no cenário internacional. Mas isso não ocorre tranquilamente, tendo em vista a existência de distintos interesses organizados que se articulam em torno da volta da financeirização da riqueza e da defesa da produção e do emprego, bem como da herança colonial que muitas vezes continua ativa e aprisionadora do pensamento liberal-conservador. A libertação das mentes para o novo é mais do que a ousadia de quem constata que o conjunto de oportunidades que bate à porta dos brasileiros representa a concretização do ideário que nasceu contido na Independência nacional em 1822 e ganhou os ares abolicionistas do final do século XIX, logo interrompidos pela regressão do agrarismo da República Velha. Marcio Pochmann é presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), professor licenciado do Instituto de Economia e do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesit) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Escreve mensalmente às quintas-feiras.  
Gazeta Digital (MT): Ipea divulga mais uma edição do Boletim Radar O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) lança hoje (26) mais uma edição do Boletim Radar: Tecnologia, Inovação e Comércio Exterior. O documento traz artigos de especialistas de diversas áreas. Um desses artigos trata dos incentivos fiscais à pesquisa e desenvolvimento e dos custos de inovação no Brasil. Outro analisa a evolução das compras de medicamentos feitas pelo Ministério da Saúde para os programas de assistência farmacêutica no período de 2005 a 2008 e avalia a eficiência dessas compras. O terceiro artigo do boletim é sobre a nanotecnologia, setor cujo mercado total de produtos tem potencial para atingir US$ 3,1 trilhões em 2015. O boletim será lançado no auditório do instituto em Brasília, no Setor Bancário Sul, com transmissão pela internet para todo o país. (Agência Brasil)
Tribuna do Brasil (DF): Ipea divulga mais uma edição do Boletim Radar O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) lança hoje (26) mais uma edição do Boletim Radar: Tecnologia, Inovação e Comércio Exterior. O documento traz artigos de especialistas de diversas áreas. Um desses artigos trata dos incentivos fiscais à pesquisa e desenvolvimento e dos custos de inovação no Brasil. Outro analisa a evolução das compras de medicamentos feitas pelo Ministério da Saúde para os programas de assistência farmacêutica no período de 2005 a 2008 e avalia a eficiência dessas compras. O terceiro artigo do boletim é sobre a nanotecnologia, setor cujo mercado total de produtos tem potencial para atingir US$ 3,1 trilhões em 2015. O boletim será lançado no auditório do instituto em Brasília, no Setor Bancário Sul, com transmissão pela internet para todo o país.
Olhar Direto (MT): Ipea estima crescimento de 9,2% da produção industrial O indicador de Produção Industrial Mensal (PIM) de agosto do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estima que o resultado da produção in­dustrial mensal de julho de 2010 registrará crescimento de 9,2% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Na comparação com junho deste ano, a previsão é de que tenha havido crescimento de 0,9% na produção com ajuste sazonal. Todos os indicadores setoriais voltaram a regis­trar crescimento na comparação com o mesmo perío­do de 2009. Os indicadores são os mesmos utiliza­dos no modelo de previsão da Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física (PIM-PF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – fluxo de veículos pesados em rodovias concedidas; expedição de papelão ondulado; produção de autoveículos; e carga de energia. O principal avanço foi registrado no setor de autoveículos: 2,9% na passagem de junho para julho, na série livre de influências sazonais. Na comparação com o mesmo período de 2009, houve alta de 12,1% sobre julho de 2009. Também houve aumento no indicador de fluxo de veículos pesados. O crescimento foi de 1,1% na comparação com junho e de 11,4% com relação a julho de 2009. O indicador Carga de Energia ficou estável na comparação com o mês anterior. Na comparação com julho de 2009, houve crescimento de 7,2%. A única queda foi registrada no indicador referente às vendas da indústria de papelão ondulado: -0,4% com relação a junho. Na comparação com julho de 2009, no entanto, a variação foi positiva, de 12%. Indicador Produzido pelo Grupo de Análise e Previsões da Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas (Dimac) do Ipea, o indicador PIM é divulgado antes de os números oficiais da PIM-PF serem lançados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Administradores.com (SP): Presença do Brasil no mundo Política externa mostra que o Brasil não aceita mais ser liderado e quer contribuir para uma nova fase do desenvolvimento mundial Vinicius Costa Formiga Cavaco ImprimirA política externa dos últimos anos indica o quanto o Brasil não mais aceita ser liderado, desejando cada vez mais contribuir para uma nova fase do desenvolvimento mundial. Atualmente, por exemplo, o país, juntamente com Índia e China, tornou-se um dos principais responsáveis pelo movimento de recuperação econômica mundial, o que não se observava desde a Depressão de 1929. Diante dos sinais de relativa decadência dos Estados Unidos, abre-se um novo cenário para o desenvolvimento multipolar, assim como ocorreu durante a longa depressão de 1873 a 1896, quando a antiga hegemonia inglesa começou a ceder lugar frente à relativa ascensão econômica da Alemanha e dos Estados Unidos, entre outros países. Somente com o encerramento das duas grandes guerras mundiais do século XX , o mundo capitalista se hierarquizou centrado nos Estados Unidos, uma vez que o bloco das economias centralmente planejadas orbitou em torno da União Soviética. O fim da guerra fria, na sequência do desmoronamento das experiências de socialismo real, representado pela queda do muro de Berlim ao final da década de 1980, concedeu aos Estados Unidos uma condição de potência unipolar do mundo. Isso, porém, parece ter apresentado limites, conforme indicam as consequências atuais da crise global geradas pela queda figurada do muro de Wall Street, em 2008. Ademais dos Estados Unidos e da União Europeia, aparecem em perspectiva dois novos centros regionais na Ásia e no sul do continente americano. Para que o Brasil possa perseguir a trajetória da liderança conjunta de um novo desenvolvimento suprarregional, torna-se indispensável considerar três aspectos fundamentais. O primeiro encontra-se centrado na necessária geração de moeda supranacional, com capacidade de viabilizar as três funções clássicas da moeda (unidade de conta, troca e valor) para além do espaço nacional. Dessa forma, podem ser fincadas as novas bases de um padrão monetário e de financiamento do desenvolvimento sul-americano. O segundo aspecto vincula-se ao destravamento do sistema de produção e difusão tecnológica. Isso já vem ocorrendo em algumas áreas importantíssimas como energia (etanol) e agropecuária, entre outras, mas precisa avançar mais rápida e amplamente para outros setores estratégicos que permitam elevar o valor agregado em distintas cadeias de produção. Por fim, o desencadeamento do complexo produtivo e tecnológico para o sistema de defesa nacional, uma vez que diante de tantas riquezas - nem todas ainda plenamente conhecidas - segue o país desprotegido internamente nas enormes dimensões fronteiriças. Tudo isso, é claro, não ocorrerá espontânea e naturalmente. Torna-se fundamental o comando por parte de uma maioria política democrática e capaz de colocar em movimento o verdadeiro potencial brasileiro. O sistema de planejamento estratégico nacional precisa ser recuperado democraticamente em novas bases, necessárias para afiançar o desenrolar dos investimentos públicos e privados de médio e longo prazo para além da infraestrutura econômica e social. Entre 1960 e 1980, por exemplo, o Brasil multiplicou por 1,7 a sua presença na economia mundial, passando de 1,45% para 2,42% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial. De lá para cá, a participação econômica do Brasil no PIB do mundo decaiu 12,4%, pois atingiu, em 2008, 2,14% do PIB mundial. Na comparação com o ano de 2003 (1,99%), que registrou a pior situação experimentada pelo país desde 1980, a participação do Brasil cresceu 7,5% na relação com a economia mundial. Mesmo assim, ainda está abaixo da participação verificada em 1980. Ao fortalecer o setor produtivo, sem desconsiderar a sustentabilidade ambiental e social, o Brasil passa a assumir uma posição estratégica ainda maior no cenário internacional. Mas isso não ocorre tranquilamente, tendo em vista a existência de distintos interesses organizados que se articulam em torno da volta da financeirização da riqueza e da defesa da produção e do emprego, bem como da herança colonial que muitas vezes continua ativa e aprisionadora do pensamento liberal-conservador. A libertação das mentes para o novo é mais do que a ousadia de quem constata que o conjunto de oportunidades que bate à porta dos brasileiros representa a concretização do ideário que nasceu contido na Independência nacional em 1822 e ganhou os ares abolicionistas do final do século XIX, logo interrompidos pela regressão do agrarismo da República Velha. Marcio Pochmann é presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), professor licenciado do Instituto de Economia e do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesit) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).  
Rondonia Jurídico (RO): REPORTAGEM ESPECIAL - Estatuto do Desarmamento continua polêmico após seis anos Há quase sete anos em vigor, o estatuto é considerado por seus defensores e pelo governo como um fator decisivo na redução da violência, mas ainda hoje provoca polêmica, que se reflete no número de propostas sobre o assunto em tramitação na Câmara. A Câmara analisa 58 propostas de alteração no Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826, de 2003), das quais 24 ampliam a lista de categorias profissionais que podem portar armas de fogo. Por outro lado, defensores do desarmamento querem ampliar as restrições para o porte de arma. Desde 2003, vem caindo o número de mortes provocadas por armas de fogo no País, conforme estudo publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo esse estudo, que utilizou dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde, houve 39.325 mortes causadas por armas de fogo em 2003. Desde então o número vem sendo reduzido (exceto em 2006), chegando a 35.076 em 2007 – redução de 10,8%. Antes da aprovação do estatuto, o número de mortes por arma de fogo crescia sistematicamente desde 1996 (veja quadro). O Ipea conclui que a redução se deve principalmente à vigência do estatuto, combinada a aprovação de outras normas legais (como alterações no Código de Processo Penal) e com políticas públicas na área de segurança, como o aprimoramento da execução penal. Porte de arma Os opositores da lei dizem que ela fere um direito constitucional, que é o de legítima defesa, ao criar uma série de exigências para a compra de armas. Dizem também que o estatuto desrespeita o resultado do referendo realizado em 2005, que decidiu pela não proibição da venda de armas no País. (Confira o bate-papo promovido pela Agência Câmara sobre o referendo). Hoje, para obter o porte de arma, o interessado precisa declarar efetiva necessidade da arma e comprovar idoneidade, com certidões negativas de antecedentes criminais, ocupação lícita e residência certa, capacidade técnica e aptidão psicológica para o manuseio de arma de fogo, além de não estar respondendo a inquérito policial ou a processo criminal. A arma deverá ser registrada no Serviço Nacional de Armas da Polícia Federal. A autorização é temporária e só é válida em uma região limitada. Essas exigências não se aplicam para o uso de armas em serviço pelas seguintes categorias profissionais: integrantes das Forças Armadas, agentes de segurança pública, de segurança privada, auditores da Receita Federal, auditores-fiscais do Trabalho, agentes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e do Departamento de Segurança do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, além dos guardas municipais de cidades com mais de 50 mil habitantes. Além desses profissionais, o porte é facilitado também para colecionadores e praticantes de tiro esportivo. Adequação Paes de Lira quer driblar resistências à reforma no estatuto Para o deputado Paes de Lira (PTC-SP), as propostas pretendem adequar o estatuto ao referendo de 2005. "Até agora, os legisladores não deram uma resposta à altura do resultado do referendo, que decidiu pela preservação de um direito constitucional, de legítima defesa", disse. O deputado é autor do PL 6746/10, que permite a aquisição de pistola até calibre 45 por policiais e militares para uso particular. "Apesar da obrigação da polícia de garantir a vida dessas pessoas (policiais e militares) e de outras que vivem sob ameaça, isso nem sempre é possível, e a pessoa não pode ficar exposta à ação criminosa", afirma. Apesar de acreditar que é necessário revisar todo o estatuto, Paes de Lira afirma que existe no Congresso e no governo uma "fortíssima" resistência a uma reforma. Por isso, ele defende atenuar a lei, estabelecendo algumas exceções e retirando dispositivos que, para ele, ferem direitos dos cidadãos. Os projetos de lei propõem a ampliação para categorias diversas, incluindo guardas-parques, conselheiros tutelares, agentes de segurança socioeducativos e guardas municipais de municípios com menos de 50 mil habitantes. Cultura de paz Já o delegado federal Douglas Saldanha, chefe do Serviço Nacional de Armas, afirma que as proposições que ampliam o número de autorizados a portar armas podem desfigurar o estatuto. Ele acredita que a lei foi eficiente ao estabelecer uma cultura de paz, o que seria visível na redução do número de mortes por disparo de armas de fogo. "Ela introduziu a ideia de que só deve ter arma quem realmente precisa", disse. A legislação anterior, afirmou, era ineficiente na repressão. Para Denis Mizne, do Instituto Sou da Paz, o estatuto rompeu um ciclo de 13 anos de crescimento da violência no País. Além disso, acrescenta, foram recolhidas mais de meio milhão de armas em campanhas de entrega voluntária.  
PPE - volume 25 - número 3  1995 Dezembro - Volume 25, 3 A substituição de moeda no Brasil: a moeda indexada Fernando de Holanda Barbosa, Pedro Luiz Valls Pereira e Elvia Mureb Sallum Saneamento urbano: a demanda residencial por água Thompson Almeida Andrade, Antônio Salazar Pessôa Brandão, Waldir Jesus de Araujo Lobão e Salomão Lipcovith Q. da Silva A integração do mercado financeiro brasileiro durante o período 1978/80 Fernando Blumenschein Firmas heterogêneas, sobreposição de contratos e desinflação Carlos Viana de Carvalho Sobre a mensuração dos salários reais em alta inflação Marcelo Neri Causalidade entre preços externos e quantidades exportadas de café do Brasil no mercado internacional - 1965/89 Clóvis Oliveira de Almeida e Teobaldo Campos Mesquita Patentes de invenção concedidas a residentes no Brasil: indicações da eficiência dos gastos em pesquisa e desenvolvimento Eduardo da Motta e Albuquerque e Paulo Brígido Rocha Macedo  Acesse o sítio          Comprar publicação
PPE - volume 26 - número 1  1996 Abril - Volume 26, 1 O crescimento econômico ótimo em economias com inflação Octavio A. F. Tourinho Crescimento econômico estocástico: a teoria do quantum de conhecimento Joilson Dias Privatização e dívida pública Armando Castelar Pinheiro e Elena Landau Evolução e custo da dívida líquida do setor público: 1981-1994 Fabio Giambiagi Mudanças estruturais reais nas matrizes de insumo-produto: Brasil 1980-85 Roberto Luís Olinto Ramos A tarifação da energia elétrica em ambiente econômico desregulado e competitivo Danilo de Souza Dias e Adriano Pires Rodrigues Uma análise da qualidade da ocupação nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e de São Paulo em 1990 Edward Amadeo, Valéria Pero e Joana Meyer   Acesse o sítio          Comprar publicação
PPE - volume 26 - número 2   avulso: R$ 15,00 1996 Agosto - Volume 26, 2 O modelo monetário de determinação da taxa de câmbio: testes para o Brasil José W. Rossi A relação teórica entre incerteza cambial e investimento: os modelos neoclássicos e de investimento irreversível Fernando Seabra Um estudo sobre a volatilidade do mercado futuro de taxa de juros no Brasil Eduarda Cunha de La Rocque e Márcio G. P. Garcia Investimento em infra-estrutura no Brasil: fatos estilizados e relações de longo prazo Pedro Cavalcanti Ferreira Previsão de séries de sempo: redes neurais artificiais e modelos estruturais Luiz Gustavo L. Fernandes, Philippe O. A. Navaux e Marcelo Savino Portugal Cenários para as contas públicas: 1996/2002 Fabio Giambiagi O estímulo aos investimentos tecnológicos: o impacto sobre as empresas brasileiras Virene Roxo Matesco e Paulo Tafner Um modelo de histerese institucional para a análise da política industrial brasileira Newton Paulo Bueno The future of capitalism: how today`s economic forces shape tomorrow`s world, de Lester C Robson R. Gonçalves  Acesse o sítio          Comprar publicação
PPE - volume 26 - número 3   avulso: R$ 15,00 1996 Dezembro - Volume 26, 3 Impactos microeconômicos da privatização no Brasil Armando Castelar Pinheiro A sustentabilidade do endividamento externo no Brasil: uma análise de co-integração Adriana Ferreira Ponta Mercado de trabalho não regulamentado: participação relativa e diferenciais de salários Reynaldo Fernandes Mudança tecnológica da cafeicultura mineira sob a ótica do mercado de fatores Luiz Gonzaga de Castro Júnior, Ricardo Pereira Reis, Arnaldo Pereira Vieira e Antônio João dos Reis Indicadores de esforço tecnológico: comparações e implicações Virene Roxo Matesco e Lia Hasenclever Concessão de patentes e residentes no Brasil: 1990-1995 Eduardo da Motta e Albuquerque e Paulo Brígido Rocha Macedo Instabilidade dos modelos dinâmicos aplicados de Leontief e o processo de planejamento econômico brasileiro Newton Paulo Bueno A estrutura a termo de taxa de juros: uma síntese José W. Rossi O fim dos empregos, de Jeremy Riskin Valéria Pero   Acesse o sítio          Comprar publicação
PPE - volume 27 - número 1 avulso: R$ 15,00 1997 Abril - Volume 27, 1 Mudança qualitativa dos automóveis brasileiros - 1960/94 Renato Fonseca Crescimento endógeno, distribuição de renda e política fiscal: uma análise cross-section para os estados brasileiros Victor Duarte Lledó e Pedro Cavalcanti Gomes Ferreira Demanda setorial por trabalho: uma aplicação do modelo de geração de emprego Sheila Najberg e Solange Paiva Vieira Necessidades de financiamento do setor público 1991/96 - bases para a discussão do ajuste fiscal no Brasil Fabio Giambiagi A intervenção do estado no mercado de trabalho: a lei de fomento do emprego Cecilia Garavito Distribuição setorial da renda - seus efeitos de indução na economia brasileira José Euclides Alhadas Cavalcanti A evolução do sistema tributário brasileiro ao longo do século: anotações e reflexões para futuras reformas Ricardo Varsano  Acesse o sítio          Comprar publicação
PPE - volume 27 - número 2   avulso: R$ 15,00 1997 Agosto - Volume 27, 2 Distribuição pessoal de renda nos estados e desigualdade de renda entre estados no Brasil: 1960, 70, 80 e 1991 Carlos Roberto Azzoni Desigualdade de rendimentos na agricultura brasileira: uma análise regional Angela M. C. Jorge Corrêa e Rodolfo Hoffmann Do consumo observado à linha de pobreza Sônia Rocha Modelos de volatilidade estocástica com deformação temporal: um estudo empírico para o índice Ibovespa Flávio A. Ziegelmann e Pedro L. Valls Pereira Produtividade na indústria brasileira: questões metodológicas e novas evidências empíricas Claudio Salm, João Saboia e Paulo Gonzaga M. de Carvalho Ajuste estrutural e agricultura na década de 80: uma abordagem de equilíbrio geral Joaquim Bento de Souza Ferreira Filho A proteção nominal da agricultura e o regime cambial - 1972/94 Heloisa Lee Burnquist  Acesse o sítio          Comprar publicação
PPE - volume 27 - número 3   avulso: R$ 15,00 1997 Dezembro - Volume 27, 3 Balanço intergeracional: o caso brasileiro Regina Villela Malvar e Laurence J. Kotlikoff Saúde e mercado de trabalho Ana Lúcia Kassouf Regimes regulatórios: possibilidades e limites Marcelo Resende As tarifas de importação no Plano Real Renato Baumann, Josefina Rivero e Yohana Zavattiero Como se equilibra o orçamento do governo no Brasil: aumento de receitas ou corte de gastos? João Victor Issler e Luiz Renato Lima Correlação espúria em modelos de painel: uma análise do desmatamento na Amazônia Clive W. J. Granger e Namwon Hyung Três modelos teóricos para a previdência social Rogério Boueri Miranda  Acesse o sítio          Comprar publicação
PPE - volume 28 - número 1   avulso: R$ 15,00 1998 Abril - Volume 28, 1 Estimação de equações de exportação e importação para o Brasil - 1955/95 Alexandre Samy de Castro e Marco Antônio F. H. Cavalcanti Taxa de câmbio real de longo prazo no Brasil Antonio Fiorencio e Ajax R. B. Moreira Determinantes da balança comercial de produtos agrícolas e agroindustriais do Brasil: 1961/95 Clóvis Oliveira de Almeida e Carlos José Caetano Bacha O investimento em infra-estrutura e a retomada do crescimento econômico sustentado Francisco José Zagari Rigolon DMR-BR: um modelo aplicável de equilíbrio geral utilizado para análise dos efeitos de políticas econômicas no Brasil Rossana Lott Rodrigues, Suely de Fátima Ramos Silveira, Armando Vaz Sampaio e Joaquim José Martins Guilhoto Uma análise da demanda residencial por água usando diferentes métodos de estimação Zilda Paes de Barros Mattos  Acesse o sítio          Comprar publicação
PPE - volume 28 - número 2   avulso: R$ 15,00 1998 Agosto - Volume 28, 2 Renda permanente e poupança precaucional: evidências empíricas para o Brasil no passado recente Eustáquio J. Reis, João Victor Issler, Fernando Blanco e Leonardo Mello de Carvalho Ganhos de produtividade e de eficiência: novos resultados para a economia brasileira Regis Bonelli e Renato Fonseca Impactos produtivos da infra-estrutura no Brasil ? 1950/95 Pedro Cavalcanti Ferreira e Thomas Georges Malliagros Proteção social e eqüidade: uma proposta para o seguro social Francisco Eduardo Barreto de Oliveira, Kaizô Iwakami Beltrão e Maria Tereza de Marsillac Pasinato Abertura comercial: criando ou exportando empregos Maurício Mesquita Moreira e Sheila Najberg Independência do banco central: teoria e aplicações para o Brasil Francisco José Zagari Rigolon   Acesse o sítio          Comprar publicação
PPE - volume 28 - número 3   avulso: R$ 15,00 1998 Dezembro - Volume 28, 3 O balanço de pagamentos e o passivo externo do Brasil: perspectivas de médio prazo Fabio Giambiagi, Eustáquio J. Reis, Marco Antônio F. H. Cavalcanti e Alexandre Samy de Castro O impacto do Mercosul sobre o emprego setorial no Brasil Gustavo M. Gonzaga, Maria Cristina T. Terra e Jorge Cavalcante Credibilidade da política cambial e as opções cambiais Katia Maria Carlos Rocha e Ajax R. Bello Moreira Mudança tecnológica e viés de produção na agropecuária brasileira - 1970/85 Roberto Serpa Dias e Carlos José Caetano Bacha O ajustamento cíclico dos gastos públicos federais brasileiros Rodrigo Pereira  Acesse o sítio          Comprar publicação
PPE - volume 29 - número 1   avulso: R$ 15,00 1999 Abril - Volume 29, 1 Evolução da Produtividade Industrial Brasileira e Abertura Comercial José Luiz Rossi Júnior e Pedro Cavalcanti Ferreira O Ajustamento a um Choque de Produtividade: Análise com um Modelo de Acumulação Ótima Samuel de Abreu Pessôa Uma Análise da Estrutura do Desemprego e da Inatividade no Brasil Metropolitano Reynaldo Fernandes e Paulo Picchetti Avaliação Contingente para a Valoração de Projetos de Conservação e Melhoria dos Recursos Hídricos Walter Belluzzo Jr. Previsão de Falência Bancária: Um Modelo de Risco Proporcional Fabiana Rocha  Acesse o sítio          Comprar publicação

<< Início < Anterior 881 882 883 884 885 886 887 888 889 890 Próximo > Fim >>
Página 884 de 1052

 
 
 
 

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 2.5 Brasil.
Ipea - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
Expediente – Assessoria de Imprensa e Comunicação