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De Fato Online (MG): Ipea prevê inflação entre 4% e 5% em 2010 Coordenador do grupo de Análises e Previsões do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Roberto Messenberg, informou nesta segunda-feira (9) que a instituição trabalha com uma previsão entre 4% e 5% para o fechamento do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2010. Ainda segundo o técnico, a projeção do Produto Interno Bruto (PIB) para 2010 do Ipea ficou entre 5,5% e 6,5%. Messenberg participa da divulgação dos resultados do boletim Carta de Conjuntura nº 10, referente ao período de junho a agosto. Pelo documento divulgado nesta segunda, o Ipea prevê a manutenção da trajetória de crescimento da economia neste ano. O estudo corrobora as previsões de expansão mais suave ao longo do ano em relação ao crescimento recorde de 9% do primeiro trimestre, na comparação com o mesmo período de 2009, por conta da desaceleração do consumo das famílias. Apesar disso, o Ipea registra que o resultado do primeiro semestre já deixa um carregamento estatístico considerável para o crescimento do PIB em 2010. "Caso o PIB fique estagnado nos próximos três trimestres do ano, na série com ajuste sazonal, registraria mesmo assim expansão de até 6% em relação a 2009", registrou a introdução da análise do Ipea sobre o nível de atividade. O instituto reconhece os sinais de desaquecimento na indústria e em alguns setores do comércio varejista, mas ressalta que "a maioria dos fundamentos que têm explicado o bom desempenho do PIB, desde o segundo trimestre de 2009, ainda está presente na economia". "Sendo assim, é importante avaliar até que ponto essa desaceleração é nada mais do que uma acomodação para um patamar de crescimento mais compatível com a capacidade de oferta da economia." O texto ainda avalia fatores que possam influenciar a mudança de trajetória do atual desempenho da economia, mas destaca como fatores positivos o crescimento do acesso ao crédito e da renda, com a continuidade da ampliação do poder de compra com aumento do salário mínimo e programas de transferência de renda, além do bom desempenho do mercado de trabalho. O Ipea também relaciona o crédito às empresas liderado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Entre os fatores que contribuem para um crescimento menos acelerado, o instituto cita a retirada de estímulos fiscais e a retomada da alta da taxa básica de juros (Selic), que chegou a 10,75% ao ano. O estudo também aponta "sinais de estresse" na inadimplência, atribuído ao crescimento do grau de endividamento das famílias. No plano externo, o Ipea também registra sinais de desaceleração nos outros países emergentes.
DCI (SP): Mercado revisa para baixo projeção de avanço do PIB Fernanda Bompan SÃO PAULO - O boletim Focus desta semana revelou queda na projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, ao passar de 7,20%, percentual mantido nas quatro semanas anteriores, para 7,12%. Ao mesmo tempo, os consultados pelo Banco Central (BC) revisaram para baixo as expectativas sobre a taxa básica de juros (Selic), de 11,50% para 11% ao ano, e sobre a inflação, de 5,27% para 5,19%. Com relação ao próximo ano, a perspectiva para o PIB permanece a 4,5% há 35 semanas. Da mesma forma, se mantém (há 17 semanas) a expectativa para a inflação (4,80%). A única alteração na expectativa para 2011 foi a da taxa Selic, ao passar de 11,75% para 11,63% ao ano. De acordo com economistas, as mudanças se adaptaram aos resultados registrados no segundo trimestre deste ano, os quais apresentaram forte desaceleração, entre eles da atividade industrial. "Com todos os resultados divulgados e com a retirada dos estímulos fiscais, os entrevistados pelo BC refizeram suas projeções para abaixo do analisado no começo do ano", explica o analista da Tendências Consultoria, Bernardo Wjuniski. Ele prevê que o PIB em 2010 feche a 6,6%, bem inferior da previsão Focus. "Mas acredito que o mercado deve reduzir ainda mais a sua expectativa para o crescimento econômico, o que pode ser menor do que 7%", diz. O vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel de Oliveira, endossa a opinião do analista da Tendências. "Os próximos meses apresentarão um crescimento mais suave, dentro da normalidade. Porém, ainda será uma expansão robusta pouco abaixo de 7%", entende. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) informou ontem que trabalha com uma previsão entre 5,5% e 6,5% para o PIB de 2010, além de expectativa de 4% e 5% para o fechamento do IPCA deste ano. Segundo relatório do Ipea, a expansão econômica deve ser mais suave nos próximos meses, por conta da desaceleração do consumo das famílias, em comparação com o crescimento recorde de 9% registrado no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. O texto diz, ainda, que "caso o PIB fique estagnado nos próximos três trimestres do ano, na série com ajuste sazonal, registraria mesmo assim expansão de até 6% em relação a 2009". Entre os fatores que contribuem para um crescimento menos acelerado, o instituto cita a retirada de estímulos fiscais e a retomada da alta da taxa Selic, que está a 10,75% ao ano. No caso da taxa básica de juros, tanto Bernardo Wjuniski quanto Miguel de Oliveira acreditam que o ciclo de aperto monetário já deve ter encerrado. "Se subir, deve ser conforme escreve o Focus: apenas em setembro com alta de 0,25 ponto percentual", comenta o vice-presidente da Anefac. Já o professor de Finanças da Fundação Getulio Vargas (FGV-EESP), Samy Dana, prevê alta para a Selic na próxima reunião do Copom. "Acredito que haverá alta de 0,5 ponto percentual na próxima reunião (em setembro). Isso deve ocorrer porque apesar de a inflação estar controlada, há déficit na balança comercial", explica Dana. O analista da Tendências afirma não concordar com a sinalização do BC de encerrar as elevações da Selic. "Pelo ritmo de crescimento da economia, a autoridade monetária terá de subir a taxa no próximo ano", diz. Inflação Para Dana, com relação à previsão para a inflação, "esta indica que os preços tendem a cair, o que resulta no aumento do poder de compra do salário". Bernardo Wjuniski projeta fechamento de 5% em 2010, assim como Miguel de Oliveira. "Junho e julho apresentaram desaceleração, mas em agosto o IPCA deve voltar a subir", aponta o analista da Tendências. "De qualquer forma, as previsões são otimistas para este ano", completa Oliveira. O mercado também alterou a estimativa para o IGP, DI, ao passar de 8,36% para 8,43% em 2010, mas manteve o prognóstico para 2011 a 5% (há 14 semanas). O IGP-M também passou de 8,47% para 8,50%, em 2010 e ficou estável a 5% em 2011. Já a previsão do IPC-Fipe recuou de 5,12% para 5,04% neste ano, e passou de 4,53% para 4,5 no ano seguinte. Outros importantes elementos para as análises dos economistas são as expectativas para câmbio - que se mantém a R$ 1,80 há 20 semanas, para 2010 e a R$ 1,85, para 2011 - e para a produção industrial - a qual passou de 11,98% de crescimento para 11,70%, a encerrar este ano e de 8,05% para 5%, em 2011. Depois de revisar suas projeções da taxa básica de juros (Selic), economistas já começam a baixar também suas projeções do crescimento da economia em 2010. Instituições importantes, como a Tendências Consultoria e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), trabalham com crescimento abaixo de 7% do Produto Interno Bruto neste ano. Apesar de também ter revisto para baixo suas previsões, o mercado financeiro ainda está um pouco mais otimista. O boletim Focus desta semana revelou queda da projeção do PIB de 7,20% para 7,12%, depois de quatro semanas de estabilidade. Ao mesmo tempo, as instituições consultadas pelo Banco Central (BC) revisaram para baixo as expectativas da Selic: de 11,50% para 11% ao ano. "Com todos os resultados divulgados e com a retirada dos estímulos fiscais, os entrevistados pelo BC refizeram suas projeções para abaixo do analisado no começo do ano", explica o analista da Tendências, Bernardo Wjuniski. Ele prevê que o PIB, em 2010, feche a 6,6%, bem inferior à previsão do Focus. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) informou ontem que trabalha com uma previsão de entre 5,5% e 6,5% para o PIB de 2010, além de expectativa de 4% a 5% para o fechamento do IPCA deste ano. Segundo relatório do Ipea, a expansão econômica deve ser mais suave nos próximos meses por causa da desaceleração do consumo das famílias, em relação ao crescimento de 9% registrado no primeiro trimestre.
Paraná Online (PR): Palestra sobre crescimento econômico na PUCPR O economista José Aroudo Mota, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), é convidado do Conselho Regional de Economia do Paraná (Corecon-Pr) e da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (Puc-Pr) para realizar uma palestra que tem como tema a “Natureza como limitante do crescimento Econômico”. O evento será realizado hoje às 19h30, no auditório Maria Montessori, no Centro de Teologia e Ciências Humanas (Rua Imaculada Conceição, 1155 Prado Velho). Os professores de economia Breno Lemos (Puc-Pr) e Irene Domenes Zapparoli, da Universidade Estadual de Londrina, participam de um debate após a palestra junto com o economista José Aroudo Mota. A palestra tem como objetivo discutir se o padrão atual de crescimento da economia precisa ser modificado, criando um novo modelo onde a relação economia e meio ambiente caminhem juntos.  
Convergência Digital (SP): Segundo Telebrasil, país tem 26,1 milhões de conexões em banda larga Da redação  A banda larga ofertada no Brasil pelas redes fixas e móveis das prestadoras de serviços privadas alcançou 26,1 milhões de acessos no final do primeiro semestre deste ano, segundo balanço da Telebrasil, entidade que representa as empresas de telecomunicações. Isso significa um crescimento de 42% sobre os 18,4 milhões de acessos registrados em dezembro de 2009. Para chegar a esse número, as operadoras incluem os 6,1 milhões de novos celulares – passaram de 4,3 milhões para 10,4 milhões entre janeiro e junho deste ano. Além disso, a conta inclui 800 mil conexões fixas (11,4 milhões para 12,2 milhões) e 800 mil modems 3G (2,7 milhões para 3,5 milhões no mesmo período). Ainda de acordo com as operadoras, no fim de 2009 71% das conexões eram feitas com velocidades acima de 512 kbps. Nesse cenário, a velocidade média dos acessos em banda larga no Brasil seria de 1,3 Mbps, o que deixaria o país atrás do Chile e da Colômbia na América Latina. Ao divulgar o balanço sobre a banda larga, a Telebrasil lembra que a baixa renda dos brasileiros é um dos obstáculos à massificação do uso da internet rápida, pois falta recursos tanto para pagar pelo acesso quanto para comprar computador. E embora um estudo do Ipea tenha indicado que o custo dos serviços seja a maior barreira ao acesso à internet, as empresas sustentam que o maior problema é a falta de computador nas residências. A entidade aproveita, também, para defender regras que determinem o compartilhamento de infraestrutura, de forma a ampliar a competição no setor e, com isso, ampliar a penetração dos serviços. Pedem ainda uma regra única sobre o direito de passagem, de forma a facilitar a implantação de redes. Além disso, a Telebrasil volta a pregar o uso de fundos, como Fust e Fistel, como mecanismos de incentivo à banda larga. E, naturalmente, reclamam da alta carga tributária, equivalente a 43% dos preços dos serviços de telecomunicações no país. Segundo as empresas, o custo médio de uma conexão de 256 kbps no Brasil é de US$ 28, e que, por isso, “está na média do grupo que paga menos pela internet rápida”.  
Administradores.com (SP): Mercado de trabalho deve permanecer estável no segundo semestre, diz Ipea Já a atividade econômica deve apresentar desaceleração, que não deve ser suficientemente forte para atingir o mercado Por Karla Santana Mamona, A atividade econômica do Brasil deve apresentar desaceleração no segundo semestre deste ano, entretanto, ela não deve ser suficientemente forte para afetar de forma expressiva o mercado de trabalho. Segundo o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), em sua Carta de Conjuntura publicada na segunda-feira (9), a previsão é de que o mercado deva permanecer estável no mesmo período. Primeiro semestre Nos primeiros seis meses do ano, foram criadas 1.473.320 vagas de emprego, o que representa um crescimento de 4,5% na comparação com o mesmo semestre de 2009. De acordo com o Caged (Cadastrado Geral de Empregados e Desempregados), o destaque do período foi o setor de Construção Civil, impulsionado pela expansão de novas moradias e pelo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), que apresentou crescimento de 10,2% na oferta de postos de trabalho. Outro setor que apresentou bom desempenho foi a Indústria de Transformação, que teve uma taxa de expansão superior a 5%, repercutindo o bom comportamento dos segmentos de calçados (11,7%) e metalurgia (7,3%). O setor de serviços, com taxa de crescimento de 3,7%, continua sendo o segmento com maior criação de vagas em termos absolutos (490 mil novos postos em 2010), o que significa que, de cada três novas vagas na economia, uma foi aberta no setor de serviços. Taxa de desocupação Em relação à taxa de desocupação, a PME (Pesquisa Mensal de Emprego) aponta que, de janeiro a junho, ela ficou em 7,3%, ficando 1,3 ponto percentual abaixo do observado no mesmo mês de 2009. Esta queda da taxa de desemprego, em 2010, é decorrente da expansão de 3,6% na população ocupada, o que mostra que os empregos criados neste período não só foram suficientes para absorver o aumento de 2,1% da PEA (População Economicamente Ativa) como também possibilitaram a recolocação de um contingente de profissionais desempregados no mercado de trabalho. Massa salarial O estudo indica ainda que o crescimento da população ocupada vem garantindo a manutenção da expansão da massa salarial na economia brasileira. Após obter alta de 3,9% em 2009, a massa salarial real habitualmente recebida registrou aumento de 5,3% nos primeiros seis meses do ano, o que explica a expressiva contribuição do consumo das famílias no crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro. Em termos salariais, verifica-se que, em 2010, o segmento que mais acumula ganhos é o setor privado sem carteira assinada, com alta de 8,3%. Após apontar alta de 5,3% em 2009, a dinâmica dos salários no setor público vem perdendo força, de modo que, em 2010, esta taxa recuou para 2,6%, o que, entretanto, ainda se mantém bem acima do observado no setor privado com carteira (0,6%).
Jornal do Comércio (RS): Ipea projeta PIB entre 5,5% e 6,5% neste ano Para o instituto, mesmo com estagnação até o fim do ano a alta seria de 6% O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou sua Carta de Conjuntura com previsão de manutenção da trajetória de crescimento da economia este ano. No entanto, o estudo corrobora as previsões de expansão mais suave ao longo do ano em relação ao crescimento recorde de 9% do primeiro trimestre, na comparação com o mesmo período de 2009, por causa da desaceleração do consumo das famílias. Apesar disso, o Ipea registra que o resultado do primeiro semestre já deixa um carregamento estatístico considerável para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2010. O coordenador do grupo de Análises e Previsões do Ipea, Roberto Messenberg, informou que o instituto trabalha com uma projeção do PIB para o ano entre 5,5% e 6,5%. "Caso o PIB fique estagnado nos próximos três trimestres do ano, na série com ajuste sazonal, registraria, mesmo assim, expansão de até 6% em relação a 2009", argumenta o instituto na introdução da análise sobre o nível de atividade. O instituto reconhece os sinais de desaquecimento na indústria e em alguns setores do comércio varejista, mas ressalta que "a maioria dos fundamentos que têm explicado o bom desempenho do PIB, desde o segundo trimestre de 2009, ainda está presente na economia. Sendo assim, é importante avaliar até que ponto essa desaceleração é nada mais do que uma acomodação para um patamar de crescimento mais compatível com a capacidade de oferta da economia". O texto ainda avalia fatores que possam influenciar em mudança de trajetória do atual desempenho da economia, mas destaca como aspectos positivos o crescimento do acesso ao crédito e da renda, a ampliação do poder de compra e programas de transferência de renda, além do bom desempenho do mercado de trabalho. O Ipea também relaciona o crédito às empresas liderado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes). Entre os fatores que contribuem para um crescimento menos acelerado, o instituto cita a retirada de estímulos fiscais e a retomada da alta da taxa básica de juros (Selic), que chegou a 10,75% ao ano. O estudo também aponta "sinais de estresse" na inadimplência, que atribui ao crescimento do grau de endividamento das famílias. No plano externo, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada também registra sinais de desaceleração nos outros países emergentes. O grupo de Análises e Previsões do Instituto trabalha com uma previsão entre 4% e 5% para o fechamento do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2010. Superávit comercial é de US$ 943 milhões A balança comercial brasileira registrou um superávit de US$ 943 milhões na primeira semana de agosto, segundo informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O resultado, referente a cinco dias úteis, corresponde à diferença entre as exportações e as importações do País. No período, as exportações somaram US$ 4,418 bilhões, com média diária de US$ 883,6 milhões, o que representa um aumento de 34,1% ante a média diária verificada em todo o mês de agosto de 2009 (US$ 659,1 milhões) e de 10% ante a média de julho deste ano (US$ 803,3 milhões). Já as importações totalizaram, na primeira semana de agosto, US$ 3,475 bilhões, com média diária de US$ 695 milhões, valor 35,3% superior à média de agosto do ano passado (US$ 513,7 milhões) e 6,3% menor que a média de julho deste ano (US$ 741,6 milhões). A balança comercial acumula superávit de US$ 10,176 bilhões no ano, até a primeira semana de agosto, segundo os dados do MDIC. O saldo é 42,7% inferior aos US$ 17,753 bilhões alcançados pela balança comercial em igual período do ano passado. Apesar da queda, a corrente de comércio (soma das exportações e das importações) soma US$ 212,380 bilhões no período, valor 35,3% superior aos US$ 156,981 bilhões registrados no mesmo intervalo de 2009. No período, as exportações totalizam US$ 111,278 bilhões, com média diária de US$ 741,9 milhões, valor 27,4% superior à média de igual intervalo de 2009 (US$ 582,4 milhões). As importações somam US$ 101,102 bilhões no ano, com média diária de US$ 674 milhões, valor 45,2% maior que a média verificada no mesmo período de 2009 (US$ 464,1 milhões). Mercado reduz a previsão de elevação da Selic e do Produto Interno Bruto para o ano Analistas do mercado financeiro reduziram pela terceira semana seguida a projeção para o nível da taxa básica de juros, a Selic, ao final deste ano. De acordo com a pesquisa Focus, divulgada pelo Banco Central, a previsão recuou de 11,5% para 11% em 2010. Há um mês, analistas previam juro 1 ponto percentual maior, em 12%. Na segunda pesquisa realizada pelo BC após a divulgação da ata da reunião de julho do Comitê de Política Monetária (Copom), o mercado encurtou a projeção para o ciclo de alta em curso. Até a última semana do mês passado, a expectativa era de que os aumentos da taxa Selic ocorressem até outubro. Na semana passada, porém, essa previsão foi diminuída para até o mês que vem. Para os analistas, a última elevação da Selic no atual ciclo acontece em 1 de setembro, com um aumento de 0,25 ponto percentual, o que levaria o juro básico para 11%. Uma semana antes, o mercado esperava aumento de 0,5 ponto porcentual no próximo encontro, o que levaria a taxa para 11,25%. No grupo dos analistas que mais acertam as projeções coletadas semanalmente pelo BC, o chamado Top 5, a previsão para o patamar da Selic no fim deste ano está mais alta em relação ao restante do mercado e manteve-se em 11,25%. Para 2011, esse grupo de cinco analistas reduziu a expectativa para a Selic, de 13% para 12,25%. Após quatro semanas seguidas de números estáveis, analistas reduziram a projeção para o crescimento da economia em 2010. De acordo com a pesquisa Focus, a mediana das previsões para a expansão do caiu de 7,20% para 7,12% neste ano.
Segunda edição do evento discute, em 19 e 20 de agosto, temas como equilíbrio democrático e controle social
Em Sergipe.com (SE): Desigualdade social em Brasília é o retrato da desigualdade social que existe em todo o paísAgência BrasilUma análise publicada no final do mês passado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a partir dos dados da Pesquisa Nacional de Amostra Domiciliar (Pnad) e das contas nacionais e regionais, mostra que, em praticamente todas unidades da Federação, ficou menor a distância entre os pobres e os ricos, entre 1995 e 2008. A única exceção é o Distrito Federal. Nesse período, o índice de Gini – que mede desigualdade de renda – aumentou de 0,58 para 0,62 (quanto mais próximo de 1 maior a desigualdade). A Pnad é feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Conforme o presidente do Ipea, Marcio Pochmann, a razão do aumento da desigualdade na unidade que abriga a capital do país está no pico e na base da pirâmide social. Nos últimos anos, no Distrito Federal, houve aumento de renda dos mais ricos (em Brasília, funcionários públicos com as carreiras mais valorizadas) e aumento do número de pessoas com renda extremamente baixa (migrantes). “A desigualdade aumenta porque o crescimento populacional se dá na base da pirâmide social”, explicou. Pochmann lembra que, na última década, houve recomposição dos salários do funcionalismo, mas pondera que a migração é mais responsável pela desigualdade. “Mesmo quando, nos anos 90 e no início desta década, os salários ficaram comprimidos, não tiveram reajuste e nem recuperação real, a desigualdade geral também crescia”, destacou. De acordo com o sociólogo Marcel Bursztyn, do Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília (CDS/UnB), o Distrito Federal ainda atrai migrantes sobretudo por conta do acesso a serviços públicos, como o atendimento médico-hospitalar. “São serviços de qualidade superior à [qualidade] dos que [eles, os migrantes] têm em suas regiões. Muita gente vem para Brasília em busca de tratamento de saúde de algum membro da família”, relata. Bursztyn diz que ainda se lembra de quando fez pesquisas de campo e encontrou famílias que chegaram ao Distrito Federal de carroça ou em ambulâncias. São pessoas, segundo ele, que percorreram mais de mil quilômetros para trazer alguém doente, necessitando de tratamento que não encontrou na sua região. Para o acadêmico, o aumento da desigualdade da renda no Distrito Federal mostra que Brasília, em vez de ser uma “ilha da fantasia”, se parece muito com o Brasil, tido como um dos países mais desiguais do mundo. “Brasília é um retrato caricatural, no qual se acentuam os traços mais visíveis. Brasília é uma miniatura do país.”    
Correio do Brasil (RJ): Desigualdade social no Brasil Por Frei Betto*, do Rio de Janeiro Relatório da ONU (Pnud), divulgado em julho, aponta o Brasil como o terceiro pior índice de desigualdade no mundo. Quanto à distância entre pobres e ricos, nosso país empata com o Equador e só fica atrás de Bolívia, Haiti, Madagáscar, Camarões, Tailândia e África do Sul. "O Brasil é um país rico, mas não é justo" Aqui temos uma das piores distribuições de renda do planeta. Entre os 15 países com maior diferença entre ricos e pobres, 10 se encontram na América Latina e Caribe. Mulheres (que recebem salários menores que os homens), negros e indígenas são os mais afetados pela desigualdade social. No Brasil, apenas 5,1% dos brancos sobrevivem com o equivalente a 30 dólares por mês (cerca de R$ 54) O percentual sobe para 10,6% em relação a índios e negros. Na América Latina, há menos desigualdade na Costa Rica, Argentina, Venezuela e Uruguai. A ONU aponta como principais causas da disparidade social a falta de acesso à educação, a política fiscal injusta, os baixos salários e a dificuldade de dispor de serviços básicos, como saúde, saneamento e transporte. É verdade que nos últimos dez anos o governo brasileiro investiu na redução da miséria. Nem por isso se conseguiu evitar que a desigualdade se propague entre as futuras gerações. Segundo a ONU, 58% da população brasileira mantém o mesmo perfil social de pobreza entre duas gerações. No Canadá e países escandinavos este índice é de 19%. O que permite a redução da desigualdade é, em especial, o acesso à educação de qualidade. No Brasil, em cada grupo de 100 habitantes, apenas 9 possuem diploma universitário. Basta dizer que, a cada ano, 130 mil jovens, em todo o Brasil, ingressam nos cursos de engenharia. Sobram 50 mil vagas… E apenas 30 mil chegam a se formar. Os demais desistem por falta de capacidade para prosseguir os estudos, de recursos para pagar a mensalidade ou necessidade de abandonar o curso para garantir um lugar no mercado de trabalho. Nas eleições deste ano votarão 135 milhões de brasileiros. Dos quais, 53% não terminaram o ensino fundamental. Que futuro terá este país se a sangria da desescolaridade não for estancada? Há, sim, melhoras em nosso país. Entre 2001 e 2008, a renda dos 10% mais pobres cresceu seis vezes mais rapidamente que a dos 10% mais ricos. A dos ricos cresceu 11,2%; a dos pobres, 72%. No entanto, há 25 anos, de acordo com dados do Ipea, este índice não muda: metade da renda total do Brasil está em mãos dos 10% mais ricos do país. E os 50% mais pobres dividem entre si apenas 10% da riqueza nacional. Para operar uma drástica redução na desigualdade imperante em nosso país é urgente promover a reforma agrária e multiplicar os mecanismos de transferência de renda, como a Previdência Social. Hoje, 81,2 milhões de brasileiros são beneficiados pelo sistema previdenciário, que promove de fato distribuição de renda. Mais da metade da população do Brasil detém menos de 3% das propriedades rurais. E apenas 46 mil proprietários são donos de metade das terras. Nossa estrutura fundiária é a mesma desde o Brasil império! E quem dá emprego no campo não é o latifúndio nem o agronegócio, é a agricultura familiar, que ocupa apenas 24% das terras mas emprega 75% dos trabalhadores rurais. Hoje, os programas de transferência de renda do governo – incluindo assistência social, Bolsa Família e aposentadorias – representam 20% do total da renda das famílias brasileiras. Em 2008, 18,7 milhões de pessoas viviam com menos de π do salário mínimo. Se não fossem as políticas de transferência, seriam 40,5 milhões. Isso significa que, nesses últimos anos, o governo Lula tirou da miséria 21,8 milhões de pessoas. Em 1978, apenas 8,3% das famílias brasileiras recebiam transferência de renda. Em 2008 eram 58,3%. É uma falácia dizer que, ao promover transferência de renda, o governo está “sustentando vagabundos”. O governo sustenta vagabundos quando não pune os corruptos, o nepotismo, as licitações fajutas, a malversação de dinheiro público. Transferir renda aos mais pobres é dever, em especial num país em que o governo irriga o mercado financeiro engordando a fortuna dos especuladores que nada produzem. A questão reside em ensinar a pescar, em vez de dar o peixe. Entenda-se: encontrar a porta de saída do Bolsa Família. Todas as pesquisas comprovam que os mais pobres, ao obterem um pouco mais de renda, investem em qualidade de vida, como saúde, educação e moradia. O Brasil é rico, mas não é justo. *Frei Betto é escritor e assessor de movimentos sociais e autor de Cartas da Prisão (Agir), entre outros livros.
TV Band: Lula assina decreto que prevê aplicação das sanções da ONU ao Irã APRESENTADOR RICARDO BOECHAT: O presidente Lula assinou hoje o decreto que prevê a aplicação das sanções da ONU contra o Irã. O Brasil resistiu, resistiu, tentou atuar como mediador, jogou a toalha finalmente e aderiu à tese predominante na ONU: sanções contra o Irã. E, também, numa reunião ministerial, o presidente Lula pediu empenho para agilizar licenças ambientais e acelerar as obras do PAC. REPÓRTER: Existem pelo menos 120 grandes obras paradas no Brasil por falta de licenciamento ambiental, de acordo com os dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Na reunião ministerial o presidente Lula determinou que o governo encontre uma maneira para agilizar as licenças ambientais. MINISTRO DAS RELAÇÕES INSTITUCIONAIS/ALEXANDRE PADILHA: O presidente deu um prazo até setembro. Ele citou isso, também, para que esteja concluída uma nova proposta de procedimentos e normas internas, não leis, para o processo de licenciamento ambiental, para acelerar o licenciamento ambiental. REPÓRTER: Na segunda reunião ministerial com a nova equipe, o presidente Lula cobrou empenho de todos. E classificou os próximos cinco meses como a época da colheita. Contrariado, o presidente Lula assinou um decreto que aplica sanções contra o Irã, o país foi punido pela ONU por insistir no programa nuclear. Brasil e Turquia foram os únicos votos contrários no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas. MINISTRO RELAÇÕES EXTERIORES/CELSO AMORIM: O presidente Lula assinou o decreto porque o Brasil tem a tradição de cumprir com as resoluções do Conselho de Segurança, mesmo quando não concorda, eventualmente com elas, por ser fiel ao multilateralismo e por ser contra decisões unilaterais.  
Olhar Direto (MT): Falta de profissionais deixa setor aéreo em colapso Nas últimas três semanas os problemas nos aeroportos brasileiros se agravaram. Uma das principais alavancas para o retorno do caos aéreo é a carência de profissionais qualificados para atuar na aviação civil. Mais de 60% dos voos nacionais foram cancelados ou sofreram atrasos nas últimas semanas. O problema está ligado à carga horária dos trabalhadores do setor. Para se ter uma ideia, para cada novo avião que entra em operação, são necessárias pelo menos 60 novas contratações. Entre 2007 e 2009, por exemplo, a média de licenciamento de novos pilotos comerciais de linhas aéreas foi de 373 profissionais por ano. Esse número seria suficiente para atender apenas 62 novas aeronaves, de acordo com especialistas. TAM, Gol e Azul, juntas, absorveriam pelo menos 70% desse total, considerando o número de aviões que elas compram a cada ano. Considerando esse cenário, sobraria menos de um terço dos formandos para atender todo o restante do mercado. A escassez de mão de obra já era prevista por especialistas do setor, pois o curso de pilotos é caro, demorado e a aviação comercial exige cada vez mais horas de trabalho. De acordo com informações da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) divulgadas no mês de março deste ano, o curso que forma pilotos demanda um investimento entre R$ 14 mil a R$ 70 mil. Além disso, a tripulação tem mais responsabilidades e recebe menos no Brasil do que o mercado paga no exterior. Essa dificuldade para recrutar pilotos de aviões comerciais torna a situação ainda mais preocupante no Brasil, que está às vésperas de sediar uma Copa do Mundo e uma Olimpíada. Especialistas ouvidos pelo R7 estimam que o setor aéreo tende a entrar em colapso em, no máximo, três anos. Aeroportos Um estudo do Ipea (Instituto Brasileiro de Pesquisa Econômica Aplicada) divulgado em junho mostrava que boa parte dos aeroportos está operando no limite da capacidade. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, criticou severamente a pesquisa dizendo que esta apresentava erros relativos à capacidade operativa dos aeroportos, além de considerar informações sobre tributos que não incidem sobre peças e componentes de aeronaves. Segundo o Ipea, nenhum dos dez aeroportos pesquisados – todos localizados em cidades que sediarão jogos da Copa do Mundo de 2014 – tem capacidade para dar conta dos pedidos de pousos e decolagens nos horários de pico. - [A deficiência aeroportuária] prejudica consideravelmente as operações aéreas, na medida em que aeroportos como Congonhas, Guarulhos e Brasília já atingem ou estão próximos da sua capacidade operacional máxima. Estes gargalos se tornarão ainda mais graves a partir de 2013. Para o coordenador de infraestrutura econômica do instituto, Carlos Campos, esse é um dos principais desafios que o Brasil terá de resolver para a Copa do Mundo de 2014. Os casos mais graves, mostra o documento, são os de Manaus, São Paulo e Brasília. Na capital do Amazonas, o aeroporto da cidade recebe 17 pedidos de pousos e decolagens por hora, enquanto que a capacidade é de apenas nove. O aeroporto de Congonhas, em São Paulo, tem 34 pedidos por hora, mas a capacidade é para 24. Em Brasília, o aeroporto foi construído para 36 pousos e decolagens por hora, mas recebe 45 em média. Em maio a Zona Franca de Manaus teve sua economia afetada pela sobrecarga do sistema do aeroporto local. A matéria-prima para a produção de TVs ficou empilhada sob tendas improvisadas. O aquecimento da economia brasileira fez com que a indústria ampliasse a compra de equipamentos, mas o aeroporto de Manaus não estava preparado para suportar tamanha alta do movimento, de 200% maior que em 2009. O ministro do Esporte, Orlando Silva, admitiu publicamente que um dos focos do governo federal neste momento é investir na infraestrutura e nos serviços prestados nos portos e aeroportos para a promoção da Copa do Mundo de 2014 no país. Segundo ele, seriam destinados R$ 5,5 bilhões para 13 aeroportos das 12 cidades-sede entre 2011 e 2014. Desse total, R$ 740,7 milhões serviriam para a revitalização dos terminais de Salvador, Natal, Fortaleza, Manaus, do Rio de Janeiro e de Santos.  
Valor Econômico (SP): Ipea sugere que setor público invista mais Por  Juliana Ennes, do Rio Para que a economia brasileira passe a crescer de maneira sustentada, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) avalia ser necessário que o governo volte a investir pesadamente. O coordenador do grupo de análise e previsões do instituto, Roberto Messenberg, diz que o consumo interno não terá capacidade de sustentar o crescimento por muito tempo. Ele disse que a economia brasileira não está preparada para entrar em trajetória de crescimento sustentado, em que o investimento dá a sustentação necessária. "O problema da estrutura produtiva brasileira é a preocupação excessiva com a instabilidade de preços. Conseguimos a estabilidade, mas ela não foi indolor", disse, na apresentação na Carta de Conjuntura de junho. A revisão das previsões realizadas em maio para o fechamento do ano manteve a expectativa de que a inflação deverá ficar dentro da meta estabelecida pelo governo, com o IPCA entre 4% e 5%. A expectativa é que o crescimento da economia fique em torno dos 5,5% a 6,5% no ano. Para que a economia cresça, na opinião do pesquisador, não basta mais que o investimento fique em torno de três vezes o avanço do PIB. Ou seja, o patamar de 18% a 19% do PIB para a formação bruta de capital fixo é considerado baixo, precisando chegar a algo em torno de 23%. O que só seria possível, na opinião do Ipea, com o aumento de investimentos do setor público. Para Messenberg, o governo precisa realizar investimentos diretamente na economia, em setores como educação, infraestrutura, saúde e segurança.
Chamada Pública nº 063/2010 Chamada Pública nº 063/2010 - Projeto "Panorama da Comunicação no Brasil 2010" Vagas: 04 (quatro) bolsas Doutor Prazo de inscrição: 23 de julho a 09 de agosto de 2010 Prorrogação de Inscrições: Até 16 de agosto de 2010 Resultado: A partir de 19 de agosto de 2010 Início das bolsas:  setembro de 2010 Chamada Pública nº 063/2010 Clique aqui para ver o Resultado Observação: A carta de anuência refere-se a aceitação do mestre em participar do projeto "Panorama da Comunicação no Brasil: PBC 2010" caso seja selecionado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
The Wall Street Journal (USA): Brazil's IPEA Institute Sees 2010 Economic Growth Of At Least 6% BRASILIA (Dow Jones) - Brazil's economy should grow by at least 6% this year under the combined influence of recent strong activity and diminished government stimulus, according to projections released Monday by the government's Ipea economic research institute. According to the institute, the local economy has sufficient inertia to maintain robust growth even in the event of a slowdown in the second half. "Even if ...
Portugal Digital (Portugal): Brasília é o retrato da desigualdade social que existe em todo o país, revela estudo O índice de Gini – que mede desigualdade de renda – aumentou de 0,58 para 0,62 (quanto mais próximo de 1 maior a desigualdade). Brasília – Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a partir dos dados da Pesquisa Nacional de Amostra Domiciliar (Pnad) e das contas nacionais e regionais, mostra que, em praticamente todas unidades da Federação, ficou menor a distância entre os pobres e os ricos, entre 1995 e 2008. A única exceção é o Distrito Federal. Nesse período, o índice de Gini – que mede desigualdade de renda – aumentou de 0,58 para 0,62 (quanto mais próximo de 1 maior a desigualdade). A Pnad é feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Conforme o presidente do Ipea, Marcio Pochmann, a razão do aumento da desigualdade na unidade que abriga a capital do país está no pico e na base da pirâmide social. Nos últimos anos, no Distrito Federal, houve aumento de renda dos mais ricos (em Brasília, funcionários públicos com as carreiras mais valorizadas) e aumento do número de pessoas com renda extremamente baixa (migrantes). “A desigualdade aumenta porque o crescimento populacional se dá na base da pirâmide social”, explicou. Pochmann lembra que, na última década, houve recomposição dos salários do funcionalismo, mas pondera que a migração é mais responsável pela desigualdade. “Mesmo quando, nos anos 90 e no início desta década, os salários ficaram comprimidos, não tiveram reajuste e nem recuperação real, a desigualdade geral também crescia”, destacou. De acordo com o sociólogo Marcel Bursztyn, do Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília (CDS/UnB), o Distrito Federal ainda atrai migrantes sobretudo por conta do acesso a serviços públicos, como o atendimento médico-hospitalar. “São serviços de qualidade superior à [qualidade] dos que [eles, os migrantes] têm em suas regiões. Muita gente vem para Brasília em busca de tratamento de saúde de algum membro da família”, relata. Bursztyn diz que ainda se lembra de quando fez pesquisas de campo e encontrou famílias que chegaram ao Distrito Federal de carroça ou em ambulâncias. São pessoas, segundo ele, que percorreram mais de mil quilômetros para trazer alguém doente, necessitando de tratamento que não encontrou na sua região. Para o acadêmico, o aumento da desigualdade da renda no Distrito Federal mostra que Brasília, em vez de ser uma “ilha da fantasia”, se parece muito com o Brasil, tido como um dos países mais desiguais do mundo. “Brasília é um retrato caricatural, no qual se acentuam os traços mais visíveis. Brasília é uma miniatura do país.” As informações são da ABr.
G1 Economia e negocios: Expansão do PIB deve perder força, aponta Ipea Economia cresceu 9,0% no 1º tri ante o mesmo período do ano passado. Mesmo com estagnação no resto do ano, PIB cresceria até 6,0% ante 2009. Mercado reduz previsão para inflação pela quinta vez consecutiva O crescimento da economia brasileira deve perder força nos próximos trimestres, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo o instituto, essa expectativa tem sido corroborada “por vários indicadores de atividade referentes ao segundo trimestre”. “Tanto na indústria, quanto em alguns setores do comércio varejista, já há sinais de desaquecimento em relação ao resultado do primeiro trimestre”, diz o Ipea em sua carta de conjuntura.
Valor Online (SP): Cenário externo e dívidas das famílias podem afetar PIB, diz Ipea Juliana Ennes | Valor RIO - O produto interno bruto (PIB) brasileiro cresceria 6% em 2010 mesmo se ficasse totalmente estagnado no segundo, terceiro e quarto trimestres, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). No entanto, é preciso compreender os fatores que podem continuar impulsionando o crescimento do país, além daqueles que podem segurar o avanço da economia. O avanço de 9% no primeiro trimestre, impulsionado pelas políticas anticíclicas implementadas pelo governo, pela expansão do crédito e pelos programas de transferência de renda, não deve se verificar nos trimestres seguintes. De acordo com a Carta de Conjuntura divulgada pelo Ipea, apesar do patamar elevado em que se encontra, o consumo das famílias vem desacelerando o ritmo de crescimento desde o segundo trimestre de 2009, "o que pode sugerir uma trajetória de expansão mais suave nos próximos trimestres". De qualquer forma, o instituto vê o Brasil em um ciclo saudável, com mais investimentos produtivos e menor consumo. Isso contribui para a expansão do PIB potencial, seja através do aumento do estoque de capital, seja através do aumento da produtividade total dos fatores. Mas a expectativa de que o ritmo de crescimento diminua tem sido baseada em vários indicadores de atividade referentes ao segundo trimestre. Para o Ipea, tanto na indústria quanto em alguns setores do comércio varejista, já há sinais de desaquecimento em relação ao resultado do primeiro trimestre. O instituto de pesquisa tenta analisar se a desaceleração é apenas uma acomodação para um patamar de crescimento mais compatível com a capacidade de oferta da economia, ou se existem fatores que possam vir a comprometer o ciclo atual. O PIB brasileiro este ano poderá sofrer impacto positivo do estímulo ao poder de compra da baixa renda, em função do aumento do salário mínimo, já que quase a totalidade dos aumentos da renda dessa população é direcionada ao consumo, estimulando, particularmente, os setores de bens semiduráveis e não duráveis. Além disso, o mercado de trabalho tem sido considerado aquecido, elevando o contingente de potenciais consumidores. O crescimento da oferta de crédito também gera impacto positivo nos setores de bens duráveis e da construção civil. Por outro lado, o Ipea destacou fatores que podem desacelerar a economia, como a retirada dos estímulos ao consumo, como o fim da redução do imposto sobre produtos industrializados (IPI) para alguns setores. O início do ciclo de aumento da taxa básica de juros também pode ter impacto negativo sobre o resultado da economia brasileira. O grau de endividamento das famílias também pode se tornar uma preocupação, devido à elevação dos níveis de inadimplência que, antes bem comportados, começam a dar sinais de estresse. Além de todos os fatores internos, a incerteza quanto ao cenário externo, com sinais de desaquecimento, também pode influenciar os países emergentes, que, até então, vinham sustentando a recuperação mundial.  
R7 Notícias: Emprego, consumo e crédito vão manter economia aquecida no 2º semestre. Alta dos juros e fim de incentivos fiscais, porém, vão pesar negativamente no PIB ...O nível de emprego, o poder de consumo dos brasileiros e a oferta de crédito deverão ajudar a manter o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto, que é a soma das riquezas de um país) no segundo semestre, só que em ritmo mais moderado. A expectativa consta em um estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) divulgado nesta segunda-feira (9). Segundo o documento, entre os fatores que podem influenciar positivamente o PIB está “o estímulo ao poder de compra da parcela de consumidores de baixa renda, em razão do aumento do salário mínimo e da manutenção dos programas de transferência de renda, como o Bolsa Família”. O mercado de trabalho aquecido também será um dos pilares para o crescimento da economia nos últimos seis meses deste ano. De acordo com o comunicado, “os resultados positivos observados no mercado de trabalho têm contribuído de maneira importante para estimular os níveis de consumo”. - Através do aumento do emprego formal, mais pessoas passam a ter acesso não somente à renda proveniente do salário, mas também ao mercado de crédito, que está associado ao consumo de bens com maior valor agregado. A oferta de crédito deverá permanecer em alta no segundo semestre, o que poderá gerar “impacto positivo nos setores de bens duráveis e da construção civil”. Quer ler mais notícias do R7? Clique aqui ...- A expansão do crédito tem sido de grande importância para explicar o bom desempenho da economia. A maior concorrência entre os bancos, a expansão do crédito consignado, a extensão dos prazos para os financiamentos etc. todos estes elementos têm tornado o crédito mais acessível ao consumidor, estimulando setores importantes da economia. O crescimento da economia brasileira poderia ser maior, segundo o Ipea, se não fosse a retirada dos estímulos ao consumo, “como o fim da redução do IPI (imposto sobre produtos industrializados) para alguns setores”. O instituto aponta ainda que o “início de um ciclo de aumento da taxa básica de juros” também influencia negativamente no crescimento. Com a Selic maior, ocorrerá “o encarecimento do crédito, a contração dos prazos e o aumento da seletividade nas novas concessões, afetando diretamente o consumo das famílias”. Segundo o Ipea, o grau de endividamento das famílias e a incerteza quanto ao cenário externo também são fatores que podem frear um crescimento maior da economia brasileira até o fim do ano. O estudo do Ipea volta a afirmar o que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse em maio deste ano. Na ocasião, com base na redução das vendas de veículos em abril e maio, Mantega projetou que o Brasil teria expansão menor nos últimos trimestres de 2010. Segundo o ministro,o Brasil deverá encerrar 2010 com um crescimento entre 5,5% e 6%.
O Globo (RJ): Cenário externo e dívida das famílias farão economia brasileira desacelerar no segundo trimestre, diz Ipea RIO - O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) prevê que a economia brasileira irá sofrer desaceleração no segundo trimestre, sob impacto do cenário externo e do endividamento das famílias. De acordo com a Carta de Conjuntura divulgada pelo instituto governamental, apesar do patamar elevado em que se encontra, o consumo das famílias vem desacelerando o ritmo de crescimento desde o segundo trimestre de 2009, "o que pode sugerir uma trajetória de expansão mais suave nos próximos trimestres". Em recente pesquisa, o instituto elevou a previsão de crescimento da economia de 5,5% para 6,5% em 2010. O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceria 6% em 2010 mesmo se ficasse totalmente estagnado no segundo, terceiro e quarto trimestres, de acordo com Ipea. Mas o avanço de 9% no primeiro trimestre ante o mesmo período do ano passado, impulsionado pelas políticas anticíclicas implementadas pelo governo, pela expansão do crédito e pelos programas de transferência de renda, não deve se verificar nos trimestres seguintes. Entre os fatores que podem contribuir para a perda de fôlego da economia estão a retirada dos estímulos ao consumo, como o fim da redução do imposto sobre produtos industrializados (IPI) para alguns setores. O início do ciclo de aumento da taxa básica de juros também pode ter impacto negativo sobre o resultado da economia brasileira. O grau de endividamento das famílias também pode se tornar uma preocupação, devido à elevação dos níveis de inadimplência que, antes bem comportados, começam a dar sinais de estresse. Além de todos os fatores internos, a incerteza quanto ao cenário externo, com sinais de desaquecimento, também pode influenciar os países emergentes, que, até então, vinham sustentando a recuperação mundial. De qualquer forma, o instituto vê o Brasil em um ciclo saudável, com mais investimentos produtivos e menor consumo. Isso contribui para a expansão do PIB potencial, seja através do aumento do estoque de capital, seja através do aumento da produtividade total dos fatores. Mas a expectativa de que o ritmo de crescimento diminua tem sido baseada em vários indicadores de atividade referentes ao segundo trimestre. Para o Ipea, tanto na indústria quanto em alguns setores do comércio varejista, já há sinais de desaquecimento em relação ao resultado do primeiro trimestre. O instituto de pesquisa tenta analisar se a desaceleração é apenas uma acomodação para um patamar de crescimento mais compatível com a capacidade de oferta da economia, ou se existem fatores que possam vir a comprometer o ciclo atual. O PIB brasileiro este ano poderá sofrer impacto positivo do estímulo ao poder de compra da baixa renda, em função do aumento do salário mínimo, já que quase a totalidade dos aumentos da renda dessa população é direcionada ao consumo, estimulando, particularmente, os setores de bens semiduráveis e não duráveis. Além disso, o mercado de trabalho tem sido considerado aquecido, elevando o contingente de potenciais consumidores. O crescimento da oferta de crédito também gera impacto positivo nos setores de bens duráveis e da construção civil.
Paraná Online (PR): Ipea prevê que inflação fique entre 4% e 5% em 2010   O coordenador do grupo de Análises e Previsões do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Roberto Messenberg, informou hoje que a instituição trabalha com uma previsão entre 4% e 5% para o fechamento do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2010. Ainda segundo o técnico, a projeção do Produto Interno Bruto (PIB) para 2010 do Ipea ficou entre 5,5% e 6,5%. Messenberg participa hoje da divulgação dos resultados do boletim Carta de Conjuntura nº 10, referente ao período de junho a agosto. Pelo documento divulgado hoje, o Ipea prevê a manutenção da trajetória de crescimento da economia neste ano. O estudo corrobora as previsões de expansão mais suave ao longo do ano em relação ao crescimento recorde de 9% do primeiro trimestre, na comparação com o mesmo período de 2009, por conta da desaceleração do consumo das famílias. Apesar disso, o Ipea registra que o resultado do primeiro semestre já deixa um carregamento estatístico considerável para o crescimento do PIB em 2010. "Caso o PIB fique estagnado nos próximos três trimestres do ano, na série com ajuste sazonal, registraria mesmo assim expansão de até 6% em relação a 2009", registrou a introdução da análise do Ipea sobre o nível de atividade. O instituto reconhece os sinais de desaquecimento na indústria e em alguns setores do comércio varejista, mas ressalta que "a maioria dos fundamentos que têm explicado o bom desempenho do PIB, desde o segundo trimestre de 2009, ainda está presente na economia". "Sendo assim, é importante avaliar até que ponto essa desaceleração é nada mais do que uma acomodação para um patamar de crescimento mais compatível com a capacidade de oferta da economia." O texto ainda avalia fatores que possam influenciar a mudança de trajetória do atual desempenho da economia, mas destaca como fatores positivos o crescimento do acesso ao crédito e da renda, com a continuidade da ampliação do poder de compra com aumento do salário mínimo e programas de transferência de renda, além do bom desempenho do mercado de trabalho. O Ipea também relaciona o crédito às empresas liderado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Entre os fatores que contribuem para um crescimento menos acelerado, o instituto cita a retirada de estímulos fiscais e a retomada da alta da taxa básica de juros (Selic), que chegou a 10,75% ao ano. O estudo também aponta "sinais de estresse" na inadimplência, atribuído ao crescimento do grau de endividamento das famílias. No plano externo, o Ipea também registra sinais de desaceleração nos outros países emergentes.

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