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Zero Hora (RS): Estrangeiro prevê alta de até 6% do PIB Os estrangeiros estão otimistas com o desempenho da economia brasileira nos próximos 12 meses. Para 29% deles, o PIB crescerá mais de 6% no período, enquanto 59% apostam em uma alta entre 3,6% e 6%. Os dados fazem parte do Monitor da Percepção Internacional do Brasil, divulgado ontem pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Em sua primeira edição oficial, a pesquisa utilizou as respostas para a formulação de três indicadores principais sobre o Brasil: economia, política, governo e instituições, e sociedade. Cada indicador varia de -100 (muito pessimista) a +100 (muito otimista). Na avaliação da economia como um todo, o indicador atingiu 24 pontos, o que revela que os estrangeiros estão moderadamente otimistas.
Rádio Jovem Pan: Ipea aponta otimismo moderado de agentes internacionais em relação ao Brasil De acordo com a rádio Jovem Pan, indicador qualitativo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revela otimismo moderado de agentes internacionais em relação ao Brasil. O levantamento foi realizado junto às embaixadas, consulados, câmaras de comércio, empresas e organizações. A escala varia entre -100 pontos e +100. O técnico de planejamento e pesquisa do Ipea, André Pinelli, destaca que apesar do bom momento do país, não se pode ter uma percepção completa de euforia.  
TV Brasil: Violência é o que mais preocupa investidores no Brasil APRESENTADOR FLORESTAN FERNANDES JÚNIOR: O mundo vê com bons olhos a economia brasileira. A única percepção negativa é com a violência no país. É o que revela uma pesquisa inédita do Instituto de Pesquisa Econômica, Aplicada (Ipea), feita com 170 entidades estrangeiras. REPÓRTER: uma empresa espanhola, que fabrica equipamentos para indústrias acabou de abrir este escritório no Brasil. Um investimento de mais de mais de R$ 2 milhões. Os empresários estrangeiros esperam um retorno de quase R$ 5 milhões em apenas dois anos. O que é que mais atraiu? DIRETOR GERAL/RICARDO PINA: Principalmente, o crescimento e a perspectiva do mercado brasileiro, já que a Europa está em crise. REPÓRTER: A empresa investiu numa estrutura para atender a, pelo menos, os primeiros quatro anos de operações no Brasil, como esse galpão, que ainda nem recebeu o carregamento. Essa perspectiva otimista do mercado brasileiro é cada vez mais comum entre as empresas do exterior. É o que constatou uma pesquisa inédita do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, realizada com 170 empresas, organizações e embaixadas estrangeiras no Brasil. Quase 60% dos entrevistados acreditam que o PIB brasileiro para os próximos 12 meses vai ficar entre 3,6 e 6%. Mais de 40% dizem que a condução da política econômica é favorável ao crescimento. Por outro lado, quase a metade acha que o nível da violência no país não diminuiu. DIRETOR DE PESQUISA DO Ipea/ANDRÉ PINELLI: São indicadores bastante favoráveis do ponto de vista da economia real. Nós focamos muito mais na economia real do que nos aspectos financeiros, do ponto de vista que o Brasil é, sim, um destino interessante para os investidores estrangeiros, para as empresas estrangeiras investirem produtivamente no país. REPÓRTER: A percepção geral é otimista, mas o Brasil ainda precisa superar alguns obstáculos para atrair o investimento externo. SEC. GERAL CÂMARA COM. ÁRABE BRASILEIRA/MICHEL ALABY: É evidente que a carga tributária brasileira, não só cerceia investimentos árabes, investimento de vários.  
TV Globo: Reportagem especial: as cinco preocupações dos brasileiros Jornal Nacional APRESENTADOR WILLIAM BONNER: Essa edição começa com mais uma preocupação dos brasileiros, apurada numa pesquisa exclusiva, encomendada ao Ibope. Depois de saúde e de educação, a terceira na lista, segurança pública. APRESENTADORA FÁTIMA BERNARDES: A repórter, Sandra Moreyra, mostra que esse tema se destaca na região que tem enfrentado os maiores índices de violência no país. ENTREVISTADA: Você sempre tem que está com medo, sempre pensando no pior acontecer, porque é o que vê todo dia. ENTREVISTADO: Meu irmão foi executado. Eu jamais esperaria que isso acontecesse na minha família. ENTREVISTADO: Chegou assim, pá-pá e matou eles e pode matar o resto da família. Ninguém sabe quem foi, nem por quê. REPÓRTER: Histórias como essas, a gente ouve quase diariamente nas grandes capitais brasileiras. Mas os relatos são de Arapiraca, Alagoas. A cidade aparece, junto com a capital, Maceió, no ranking dos dez municípios mais violentos do Brasil. De acordo com um dos mais completos estudos sobre o tema, feito pelo Instituto Sangari. Em relação ao assassinato de jovens, as duas ocupam os primeiros lugares. O levantamento mostra, ainda, que a violência está migrando. Entre as dez cidades com maior taxa de homicídios, nove estão no interior. SOCIÓLOGO DO INST. SANGARI/JULIO JACOBO WAISELFISZ: No Nordeste, aparecem municípios, polos de investimento. Municípios que se desenvolvem junto com esse desenvolvimento e atraem criminalidade. REPÓRTER: O aumento da criminalidade fez mudar o comportamento dos moradores de Alagoas. COMERCIANTE/MARIA DO AMPARO: E hoje, nós somos prisioneiros de nós próprio. Nós não podemos sair para dizer assim: ah, eu vou sair e eu sei que vou chegar tranquila. Não, não existe. REPÓRTER: Todos os dias, antes de anoitecer, os comerciantes fecham as portas. Não é o fim do expediente. É prevenção. O mercado do Giovane já foi assaltado seis vezes. ENTREVISTADO: Dificilmente tem um dia que não tem um assalto a mão armada, aqui na cidade. REPÓRTER: Na pesquisa do Ibope, para o Jornal Nacional, o Nordeste é a região que mais se preocupa com a segurança pública. A perda de vidas representa uma tragédia social. E é também um prejuízo pra economia do país, R$ 57 bilhões por ano, no cálculo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). ECONOMISTA-Ipea/DANIEL RICARDO CERQUEIRA: O Estado termina gastando mais com segurança pública, com sistema prisional, com tratamento das vítimas da violência e esses são recursos que, eventualmente, deixam de ser alocados em outros setores, como educação, na parte social. REPÓRTER: A vista da janela é o retrato da dor. Numa tarde quente de junho, o irmão e o sobrinho desta mulher foram assassinados a tiros, na porta de casa, em Arapiraca. As investigações, até agora, não deram em nada. A família quer vender o imóvel, sair do bairro, que um dia já foi um lugar tranquilo. ENTREVISTADO: Não tem mais clima de a gente morar aqui. Não dá mais. REPÓRTER: No Sudeste, onde o Ibope registrou o menor nível de preocupação com segurança, os homicídios estão diminuindo. São Paulo era o quinto estado mais violento em 97. Uma década depois, virou o terceiro menos violento. Cidade de Deus, Rio de Janeiro, a violência começa a fazer parte do passado, depois de ações conjuntas do Estado e da sociedade civil. O comércio floresceu. Alexandre, que um ano e meio atrás tinha uma banca de camelô, para vender doces e balas, virou empresário, montou um mercadinho e fica aberto dia e noite. ENTREVISTADO: Então está mudando, as pessoas estão vindo, frequentando mais. REPÓRTER: A taxa de homicídios no Brasil, que cresceu no fim da década de 90, vem mostrando tendência de queda, a partir de 2003. No Piauí, outro sinal de transformação. Uma comunidade inteira se uniu pra enfrentar a violência e o crime. Há 15 anos, um padre italiano chegou a esta favela e, junto com os moradores, começou a mudar a cara do lugar. Ele morreu ano passado, mas as escolas, oficinas e projetos culturais continuam. Não parece, mas esse galpão já foi um clube de festas, onde havia venda de drogas, prostituição, brigas, até assassinatos. Hoje, é a oficina onde o pessoal aprende a fazer pão e produz para padaria comunitária da Vila da Paz, que já foi um dos lugares mais violentos de Teresina. PROFESSOR DO CURSO/JOÃO PAULO: A transformação que a educação traz, ela não é comparável a nada. Ela é um dos agentes mais transformadores que existem no mundo. Veio, esse projeto, que iluminou a vida, não só a minha, mas de muitos aqui, muitos. APRESENTADOR WILLIAM BONNER: Amanhã, a quarta maior preocupação dos brasileiros, emprego e salário.  
O Documento (MT): Número de imóveis financiados apresenta aumento considerável    Da Redação No Brasil, a quantidade de imóveis financiados subiu de 123,9 mil, em 2009, para 187,6 mil no primeiro semestre deste ano, o que representa aumento de 51,5%. Em junho foram financiados 40,8 mil imóveis no País e um crescimento de 77% no volume financiado, que saltou de R$ 13,4 bilhões para R$ 23,8 bilhões, de acordo com dados da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança). As expectativas da Abecip, para este ano, são otimistas. A associação prevê que o financiamento imobiliário com recursos da poupança seja de R$ 45 bilhões a R$ 50 bilhões em 2010. Corretores e empresários do ramo imobiliário afirmam que os juros baixos, prazos alongados e crescimento econômico estimulam a demanda por crédito imobiliário. Atualmente, a poupança e o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) são as duas principais fontes de recursos do setor habitacional. A oferta de crédito deverá permanecer em alta no segundo semestre, o que poderá gerar “impacto positivo nos setores de bens duráveis e da construção civil”, segundo dados de uma pesquisa do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), divulgada na segunda semana de agosto. E Cuiabá segue a tendência. A partir das linhas de crédito, o número de imóveis financiados apresentou um aumento considerável. “Hoje o processo é facilitado. Muita vezes, até quem tem dinheiro para comprar à vista, opta pelo financiamento. O juro cobrado para o financiamento imobiliário é o mais barato existente no mercado financeiro atualmente”, explica o presidente do Sindicato da Habitação de Mato Grosso, Marco Pessoz, acrescentando que cada um pode se programar conforme a sua necessidade de caixa, seus programas de investimentos, e optar para fazer circular o seu dinheiro e aproveitar a baixa taxa de juros do mercado imobiliário. Diante desse cenário, instituições financeiras estão se aproximando cada vez mais de construtoras e imobiliárias para otimizar ainda mais o setor de financiamento. Para o gerente de mercado do Banco do Brasil, Rubens Valentim dos Santos, o setor é promissor. “Há cerca de um ano e meio, o Banco do Brasil passou a operar no segmento de crédito imobiliário. De lá pra cá, a instituição ampliou em 200% o volume das operações”, afirma Rubens. Segundo ele, o Banco do Brasil continuará investindo no setor, e uma das ações é a aproximação junto às entidades de classe do setor imobiliário, como o Secovi-MT. Em reunião com o Secovi-MT, Rubens ressaltou a agilidade do processo para liberação de crédito, a destinação de uma agência especializada para atender os Conselhos de classe, além de convênios com estes, cujo resultado são taxas mais atraentes para os consumidores. O banco tem como meta se tornar o terceiro maior financiador da casa própria em três anos, atrás de Caixa Econômica Federal e de Itaú Unibanco. A ideia é elevar a carteira dos atuais R$ 2,1 bilhões para R$ 3 bilhões até o final de 2010. Investidores - A facilidade de crédito e incentivos governamentais para aquisição de imóveis também chamou a atenção de muitos investidores de outras áreas que enxergaram no mercado imobiliário uma forma de se obter retornos financeiros muito superiores a qualquer outra aplicação, além de oferecer grande segurança.  
O Globo (RJ): Ao observador mais experiente, o debate rasteiro e pedestre dos candidatos presidenciais não engana. A superficialidade pode ser arma de espertos e recurso daqueles que não têm muito o que dizer de diferente. Engana-se quem pensa que com o início da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV esta situação se modifique drasticamente. Até mesmo porque todos os principais candidatos já tiveram oportunidade e tempo suficientes para apresentarem suas propostas. Foram diversas entrevistas a jornais, revistas, rádios e televisão. Se tivessem algo mais consistente para mostrar, já teriam feito. No primeiro debate promovido pela TV Bandeirantes ficou evidente a ausência de um discurso aprofundado sobre idéias e programas. Dilma Rousseff se atém a números e resultados que, de certa forma, falam por si. Por representar um governo popular cujo presidente é o grande eleitor da disputa, tende a não se aprofundar em propostas. Já José Serra e Marina Silva são superficiais por absoluta falta de originalidade no que tange a aspectos essenciais. Nada de espetacular foi falado sobre economia, segurança pública, carga tributária, reforma política, política externa, entre outros temas, pelos candidatos de oposição. Tal situação pode dar a impressão de que não existe uma agenda eleitoral posta na disputa e que a superficialidade é a regra. Não é verdade. Ao largo do debate presidencial, existe uma agenda “ônibus” que agrega gregos e troianos e que não está sendo devidamente considerada. A agenda que identifico está centrada em dois vetores: o econômico e o social. A perna econômica refere-se à intenção de se manter o ciclo de desenvolvimento instalado nos últimos anos e que começa a dar frutos. A segunda perna da agenda é a questão social, que se relaciona tanto com os vetores econômicos de renda e emprego quanto com os programas assistenciais. Segundo a FGV, a classe média brasileira (C) cresceu de 42% para 52% entre 2004 e 2008. O consumo da classe D já supera em volume o consumo da classe B. Para a FGV, uma família é considerada de classe média quando tem renda mensal entre R$ 1.064 e R$ 4.591. As classes A e B têm renda superior a R$ 4.591, enquanto a D ganha entre R$ 768 e R$ 1.064. A classe E (pobres), por sua vez, reúne famílias com rendimentos abaixo de R$ 768. De acordo com o Ipea, mais de 9,5 milhões de brasileiros deixaram a situação de indigência e mais de 18,4 milhões deixaram a situação de pobreza entre 2004 e 2008. O Brasil deve crescer mais do que 6,5% este ano, e tal resultado decorre de uma combinação de aspectos: aumento do crédito, distribuição de renda, controle da inflação, aumento de emprego, programas assistenciais e gastos públicos, entre alguns outros. A explosão do consumo resultou no fortalecimento do mercado interno e destampou um mundo de oportunidades para empresários. Nunca se vendeu tanto para tantos. Nunca se empregou tanto no país. Politicamente, a resultante dessas transformações econômicas e sociais está naquilo que o cientista político Cesar Romero identifica como “uma cadeia de interesses”. Nessa cadeia unem-se aliados improváveis em torno de interesses comuns: o desenvolvimento econômico e a distribuição de renda. Quem seriam os adeptos da agenda? O grande empresariado que produz e vende. Aqueles que fornecem material para as grandes obras de infraestrutura. O sistema financeiro, que financia e transaciona o dinheiro. O comércio, que distribui e vende. O consumidor, que compra o que nunca comprou. O trabalhador, que está empregado e consumindo. Enfim, é uma roda da fortuna que gira impulsionada pelas circunstâncias atuais e que a maioria quer que continue assim.
To sabendo.com (RJ): Firjan inicia hoje Dieta do Impostão Alana Gandra A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) inicia hoje (19) em todo o país a campanha Dieta do Impostão. Segundo a diretora de Desenvolvimento Econômico da entidade, Luciana de Sá, o objetivo da campanha é “conscientizar a população de que dentro dos produtos há uma carga tributária e de que a sociedade deve exigir dos candidatos que o assunto seja abordado nas campanhas. Pesquisa divulgada pela Firjan revela que 85,1% dos brasileiros consultados consideram importante a inclusão da questão tributária nas campanhas eleitorais deste ano. Foram realizadas 2.482 entrevistas nas seis principais regiões metropolitanas do país (Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Recife, Porto Alegre e Salvador). Outra conclusão é de que a carga tributária é percebida como muito alta por mais de 95% da população. A pesquisa Impactos dos Tributos sobre a População mostra ainda que o percentual sobe para 97,1% quando os entrevistados comparam a arrecadação de impostos com a qualidade dos serviços prestados pelo governo. “A maioria acha que a carga é elevada vis-a-vis o que se recebe em troca. Não é só uma questão de que paga-se muito. Paga-se muito e recebe-se pouco”, afirmou a diretora da Firjan. Luciana de Sá informou que a carga tributária existente no Brasil equivale a cerca de 37% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços produzidos no país. Entre as pessoas ouvidas, 89,2% defenderam a redução da carga de impostos. Considerando uma redução da carga que implicasse aumento de 5% na renda disponível do brasileiro, com base em cálculos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), os economistas da Firjan estimaram que o consumo nacional receberia uma injeção anual de R$ 57 bilhões. Se o aumento na renda atingisse 10%, a injeção no consumo chegaria a R$ 108 bilhões. Caso houvesse uma sobra mensal resultante da redução da carga de tributos, a pesquisa revelou que entre 44,3% e 48% das pessoas consultadas poupariam. “A gente observa que há uma propensão grande a poupar, o que me surpreendeu”, disse Luciana de Sá. Em contrapartida, 37% das pessoas aproveitariam o aumento da renda para consumir mais, no caso de expansão em 5%, atingindo 35,5% das respostas com um aumento de 10% da renda disponível. A campanha Dieta do Impostão terá um site (www.dietadoimpostao.com.br), onde as pessoas receberão esclarecimentos sobre a tributação e seus impactos na economia, com mobilização pelas redes sociais. Todos os brasileiros interessados poderão participar e dar sua opinião sobre o tema. Luciana de Sá acredita que a entrada do novo presidente da República é a chance de se ter uma iniciativa de reforma tributária no país. A Firjan defende a reforma para trazer maior dinamismo às empresas nacionais e atrair mais investimentos. De acordo com a pesquisa, 89,4% dos brasileiros consultados sabem que há impostos incidindo nos produtos. Metade, porém, ignora quais são esses percentuais, que podem chegar a 72% no caso de videogames, a 69% em perfume nacional, a 59% em microondas, a 53% na gasolina e a 50% em DVDs, por exemplo.  
O Reporter (RJ): Firjan inicia hoje campanha para desvendar os impostos embutidos em produtos A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) inicia hoje (19) em todo o país a campanha Dieta do Impostão. Segundo a diretora de Desenvolvimento Econômico da entidade, Luciana de Sá, o objetivo da campanha é “conscientizar a população de que dentro dos produtos há uma carga tributária e de que a sociedade deve exigir dos candidatos que o assunto seja abordado nas campanhas. Pesquisa divulgada pela Firjan revela que 85,1% dos brasileiros consultados consideram importante a inclusão da questão tributária nas campanhas eleitorais deste ano. Foram realizadas 2.482 entrevistas nas seis principais regiões metropolitanas do país (Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Recife, Porto Alegre e Salvador). Outra conclusão é de que a carga tributária é percebida como muito alta por mais de 95% da população. A pesquisa Impactos dos Tributos sobre a População mostra ainda que o percentual sobe para 97,1% quando os entrevistados comparam a arrecadação de impostos com a qualidade dos serviços prestados pelo governo. “A maioria acha que a carga é elevada vis-a-vis o que se recebe em troca. Não é só uma questão de que paga-se muito. Paga-se muito e recebe-se pouco”, afirmou a diretora da Firjan. Luciana de Sá informou que a carga tributária existente no Brasil equivale a cerca de 37% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços produzidos no país. Entre as pessoas ouvidas, 89,2% defenderam a redução da carga de impostos. Considerando uma redução da carga que implicasse aumento de 5% na renda disponível do brasileiro, com base em cálculos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), os economistas da Firjan estimaram que o consumo nacional receberia uma injeção anual de R$ 57 bilhões. Se o aumento na renda atingisse 10%, a injeção no consumo chegaria a R$ 108 bilhões. Caso houvesse uma sobra mensal resultante da redução da carga de tributos, a pesquisa revelou que entre 44,3% e 48% das pessoas consultadas poupariam. “A gente observa que há uma propensão grande a poupar, o que me surpreendeu”, disse Luciana de Sá. Em contrapartida, 37% das pessoas aproveitariam o aumento da renda para consumir mais, no caso de expansão em 5%, atingindo 35,5% das respostas com um aumento de 10% da renda disponível. A campanha Dieta do Impostão terá um site (www.dietadoimpostao.com.br), onde as pessoas receberão esclarecimentos sobre a tributação e seus impactos na economia, com mobilização pelas redes sociais. Todos os brasileiros interessados poderão participar e dar sua opinião sobre o tema. Luciana de Sá acredita que a entrada do novo presidente da República é a chance de se ter uma iniciativa de reforma tributária no país. A Firjan defende a reforma para trazer maior dinamismo às empresas nacionais e atrair mais investimentos. De acordo com a pesquisa, 89,4% dos brasileiros consultados sabem que há impostos incidindo nos produtos. Metade, porém, ignora quais são esses percentuais, que podem chegar a 72% no caso de videogames, a 69% em perfume nacional, a 59% em microondas, a 53% na gasolina e a 50% em DVDs, por exemplo.
UAI (MG): Campanha "Dieta do Impostão" é lançada em todo o Brasil Incidência de impostos nos produtos pode ultrapassar 50% do valor  A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) inicia nesta quinta-feira em todo o país a campanha Dieta do Impostão. Segundo a diretora de Desenvolvimento Econômico da entidade, Luciana de Sá, o objetivo da campanha é "conscientizar a população de que dentro dos produtos há uma carga tributária e de que a sociedade deve exigir dos candidatos que o assunto seja abordado nas campanhas". Pesquisa divulgada pela Firjan revela que 85,1% dos brasileiros consultados consideram importante a inclusão da questão tributária nas campanhas eleitorais deste ano. Foram realizadas 2.482 entrevistas nas seis principais regiões metropolitanas do país, como Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Porto Alegre e Salvador. Outra conclusão é de que a carga tributária é percebida como muito alta por mais de 95% da população. A pesquisa Impactos dos Tributos sobre a População mostra ainda que o percentual sobe para 97,1% quando os entrevistados comparam a arrecadação de impostos com a qualidade dos serviços prestados pelo governo. “A maioria acha que a carga é elevada vis-a-vis o que se recebe em troca. Não é só uma questão de que paga-se muito. Paga-se muito e recebe-se pouco”, afirmou a diretora da Firjan. Luciana de Sá informou que a carga tributária existente no Brasil equivale a cerca de 37% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços produzidos no país. Entre as pessoas ouvidas, 89,2% defenderam a redução da carga de impostos. Poder de compra Considerando uma redução da carga que implicasse aumento de 5% na renda disponível do brasileiro, com base em cálculos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), os economistas da Firjan estimaram que o consumo nacional receberia uma injeção anual de R$ 57 bilhões. Se o aumento na renda atingisse 10%, a injeção no consumo chegaria a R$ 108 bilhões. Caso houvesse uma sobra mensal resultante da redução da carga de tributos, a pesquisa revelou que entre 44,3% e 48% das pessoas consultadas poupariam. “A gente observa que há uma propensão grande a poupar, o que me surpreendeu”, disse Luciana de Sá. Em contrapartida, 37% das pessoas aproveitariam o aumento da renda para consumir mais, no caso de expansão em 5%, atingindo 35,5% das respostas com um aumento de 10% da renda disponível. Participação A campanha Dieta do Impostão terá um site onde as pessoas receberão esclarecimentos sobre a tributação e seus impactos na economia, com mobilização pelas redes sociais. Todos os brasileiros interessados poderão participar e dar sua opinião sobre o tema. Luciana de Sá acredita que a entrada do novo presidente da República é a chance de se ter uma iniciativa de reforma tributária no país. A Firjan defende a reforma para trazer maior dinamismo às empresas nacionais e atrair mais investimentos. De acordo com a pesquisa, 89,4% dos brasileiros consultados sabem que há impostos incidindo nos produtos. Metade, porém, ignora quais são esses percentuais, que podem chegar a 72% no caso de videogames, a 69% em perfume nacional, a 59% em microondas, a 53% na gasolina e a 50% em DVDs, por exemplo.
Administradores.com.br (DF): Firjan inicia hoje Dieta do Impostão Segundo a diretora de Desenvolvimento Econômico da entidade, Luciana de Sá, o objetivo da campanha é "conscientizar a população de que dentro dos produtos há uma carga tributária e de que a sociedade deve exigir dos candidatos que o assunto seja abordado nas campanhas".  Por Alana Gandra, Agência Brasil A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) inicia hoje (19) em todo o país a campanha Dieta do Impostão. Segundo a diretora de Desenvolvimento Econômico da entidade, Luciana de Sá, o objetivo da campanha é "conscientizar a população de que dentro dos produtos há uma carga tributária e de que a sociedade deve exigir dos candidatos que o assunto seja abordado nas campanhas". Pesquisa divulgada pela Firjan revela que 85,1% dos brasileiros consultados consideram importante a inclusão da questão tributária nas campanhas eleitorais deste ano. Foram realizadas 2.482 entrevistas nas seis principais regiões metropolitanas do país (Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Recife, Porto Alegre e Salvador). Outra conclusão é de que a carga tributária é percebida como muito alta por mais de 95% da população. A pesquisa Impactos dos Tributos sobre a População mostra ainda que o percentual sobe para 97,1% quando os entrevistados comparam a arrecadação de impostos com a qualidade dos serviços prestados pelo governo. "A maioria acha que a carga é elevada vis-a-vis o que se recebe em troca. Não é só uma questão de que paga-se muito. Paga-se muito e recebe-se pouco", afirmou a diretora da Firjan. Luciana de Sá informou que a carga tributária existente no Brasil equivale a cerca de 37% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços produzidos no país. Entre as pessoas ouvidas, 89,2% defenderam a redução da carga de impostos. Considerando uma redução da carga que implicasse aumento de 5% na renda disponível do brasileiro, com base em cálculos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), os economistas da Firjan estimaram que o consumo nacional receberia uma injeção anual de R$ 57 bilhões. Se o aumento na renda atingisse 10%, a injeção no consumo chegaria a R$ 108 bilhões. Caso houvesse uma sobra mensal resultante da redução da carga de tributos, a pesquisa revelou que entre 44,3% e 48% das pessoas consultadas poupariam. "A gente observa que há uma propensão grande a poupar, o que me surpreendeu", disse Luciana de Sá. Em contrapartida, 37% das pessoas aproveitariam o aumento da renda para consumir mais, no caso de expansão em 5%, atingindo 35,5% das respostas com um aumento de 10% da renda disponível. A campanha Dieta do Impostão terá um site (www.dietadoimpostao.com.br), onde as pessoas receberão esclarecimentos sobre a tributação e seus impactos na economia, com mobilização pelas redes sociais. Todos os brasileiros interessados poderão participar e dar sua opinião sobre o tema. Luciana de Sá acredita que a entrada do novo presidente da República é a chance de se ter uma iniciativa de reforma tributária no país. A Firjan defende a reforma para trazer maior dinamismo às empresas nacionais e atrair mais investimentos. De acordo com a pesquisa, 89,4% dos brasileiros consultados sabem que há impostos incidindo nos produtos. Metade, porém, ignora quais são esses percentuais, que podem chegar a 72% no caso de videogames, a 69% em perfume nacional, a 59% em microondas, a 53% na gasolina e a 50% em DVDs, por exemplo.
Pernambuco.com (PE): Firjan inicia hoje Dieta do Impostão em todo o país A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) inicia hoje (19) em todo o país a campanha Dieta do Impostão. Segundo a diretora de Desenvolvimento Econômico da entidade, Luciana de Sá, o objetivo da campanha é “conscientizar a população de que dentro dos produtos há uma carga tributária e de que a sociedade deve exigir dos candidatos que o assunto seja abordado nas campanhas. Pesquisa divulgada pela Firjan revela que 85,1% dos brasileiros consultados consideram importante a inclusão da questão tributária nas campanhas eleitorais deste ano. Foram realizadas 2.482 entrevistas nas seis principais regiões metropolitanas do país (Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Recife, Porto Alegre e Salvador). Outra conclusão é de que a carga tributária é percebida como muito alta por mais de 95% da população. A pesquisa Impactos dos Tributos sobre a População mostra ainda que o percentual sobe para 97,1% quando os entrevistados comparam a arrecadação de impostos com a qualidade dos serviços prestados pelo governo. “A maioria acha que a carga é elevada vis-a-vis o que se recebe em troca. Não é só uma questão de que paga-se muito. Paga-se muito e recebe-se pouco”, afirmou a diretora da Firjan. Luciana de Sá informou que a carga tributária existente no Brasil equivale a cerca de 37% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços produzidos no país. Entre as pessoas ouvidas, 89,2% defenderam a redução da carga de impostos. Considerando uma redução da carga que implicasse aumento de 5% na renda disponível do brasileiro, com base em cálculos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), os economistas da Firjan estimaram que o consumo nacional receberia uma injeção anual de R$ 57 bilhões. Se o aumento na renda atingisse 10%, a injeção no consumo chegaria a R$ 108 bilhões. Caso houvesse uma sobra mensal resultante da redução da carga de tributos, a pesquisa revelou que entre 44,3% e 48% das pessoas consultadas poupariam. “A gente observa que há uma propensão grande a poupar, o que me surpreendeu”, disse Luciana de Sá. Em contrapartida, 37% das pessoas aproveitariam o aumento da renda para consumir mais, no caso de expansão em 5%, atingindo 35,5% das respostas com um aumento de 10% da renda disponível. A campanha Dieta do Impostão terá um site (www.dietadoimpostao.com.br), onde as pessoas receberão esclarecimentos sobre a tributação e seus impactos na economia, com mobilização pelas redes sociais. Todos os brasileiros interessados poderão participar e dar sua opinião sobre o tema. Luciana de Sá acredita que a entrada do novo presidente da República é a chance de se ter uma iniciativa de reforma tributária no país. A Firjan defende a reforma para trazer maior dinamismo às empresas nacionais e atrair mais investimentos. De acordo com a pesquisa, 89,4% dos brasileiros consultados sabem que há impostos incidindo nos produtos. Metade, porém, ignora quais são esses percentuais, que podem chegar a 72% no caso de videogames, a 69% em perfume nacional, a 59% em microondas, a 53% na gasolina e a 50% em DVDs, por exemplo.
Monitor Mercantil (SP): Firjan inicia hoje Dieta do Impostão Federação criou até um site para o movimento (Reprodução) A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) inicia hoje em todo o país a campanha Dieta do Impostão. Segundo a diretora de Desenvolvimento Econômico da entidade, Luciana de Sá, o objetivo da campanha é "conscientizar a população de que dentro dos produtos há uma carga tributária e de que a sociedade deve exigir dos candidatos que o assunto seja abordado nas campanhas. Pesquisa divulgada pela Firjan revela que 85,1% dos brasileiros consultados consideram importante a inclusão da questão tributária nas campanhas eleitorais deste ano. Foram realizadas 2.482 entrevistas nas seis principais regiões metropolitanas do país (Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Recife, Porto Alegre e Salvador). Outra conclusão é de que a carga tributária é percebida como muito alta por mais de 95% da população. A pesquisa Impactos dos Tributos sobre a População mostra ainda que o percentual sobe para 97,1% quando os entrevistados comparam a arrecadação de impostos com a qualidade dos serviços prestados pelo governo. "A maioria acha que a carga é elevada vis-à-vis o que se recebe em troca. Não é só uma questão de que paga-se muito. Paga-se muito e recebe-se pouco", afirmou a diretora da Firjan. Luciana de Sá informou que a carga tributária existente no Brasil equivale a cerca de 37% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços produzidos no país. Entre as pessoas ouvidas, 89,2% defenderam a redução da carga de impostos. Considerando uma redução da carga que implicasse aumento de 5% na renda disponível do brasileiro, com base em cálculos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), os economistas da Firjan estimaram que o consumo nacional receberia uma injeção anual de R$ 57 bilhões. Se o aumento na renda atingisse 10%, a injeção no consumo chegaria a R$ 108 bilhões. Caso houvesse uma sobra mensal resultante da redução da carga de tributos, a pesquisa revelou que entre 44,3% e 48% das pessoas consultadas poupariam. - A gente observa que há uma propensão grande a poupar, o que me surpreendeu - disse Luciana de Sá. Em contrapartida, 37% das pessoas aproveitariam o aumento da renda para consumir mais, no caso de expansão em 5%, atingindo 35,5% das respostas com um aumento de 10% da renda disponível. A campanha Dieta do Impostão terá um site (www.dietadoimpostao.com.br), onde as pessoas receberão esclarecimentos sobre a tributação e seus impactos na economia, com mobilização pelas redes sociais. Todos os brasileiros interessados poderão participar e dar sua opinião sobre o tema. Luciana de Sá acredita que a entrada do novo presidente da República é a chance de se ter uma iniciativa de reforma tributária no país. A Firjan defende a reforma para trazer maior dinamismo às empresas nacionais e atrair mais investimentos. De acordo com a pesquisa, 89,4% dos brasileiros consultados sabem que há impostos incidindo nos produtos. Metade, porém, ignora quais são esses percentuais, que podem chegar a 72% no caso de videogames, a 69% em perfume nacional, a 59% em microondas, a 53% na gasolina e a 50% em DVDs, por exemplo.  
Dia A dia (MS): A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) inicia hoje (19) em todo o país a campanha Dieta do Impostão. Segundo a diretora de Desenvolvimento Econômico da entidade, Luciana de Sá, o objetivo da campanha é “conscientizar a população de que dentro dos produtos há uma carga tributária e de que a sociedade deve exigir dos candidatos que o assunto seja abordado nas campanhas.  Pesquisa divulgada pela Firjan revela que 85,1% dos brasileiros consultados consideram importante a inclusão da questão tributária nas campanhas eleitorais deste ano. Foram realizadas 2.482 entrevistas nas seis principais regiões metropolitanas do país (Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Recife, Porto Alegre e Salvador). Outra conclusão é de que a carga tributária é percebida como muito alta por mais de 95% da população. A pesquisa Impactos dos Tributos sobre a População mostra ainda que o percentual sobe para 97,1% quando os entrevistados comparam a arrecadação de impostos com a qualidade dos serviços prestados pelo governo. “A maioria acha que a carga é elevada vis-a-vis o que se recebe em troca. Não é só uma questão de que paga-se muito. Paga-se muito e recebe-se pouco”, afirmou a diretora da Firjan. Luciana de Sá informou que a carga tributária existente no Brasil equivale a cerca de 37% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços produzidos no país. Entre as pessoas ouvidas, 89,2% defenderam a redução da carga de impostos. Considerando uma redução da carga que implicasse aumento de 5% na renda disponível do brasileiro, com base em cálculos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), os economistas da Firjan estimaram que o consumo nacional receberia uma injeção anual de R$ 57 bilhões. Se o aumento na renda atingisse 10%, a injeção no consumo chegaria a R$ 108 bilhões. Caso houvesse uma sobra mensal resultante da redução da carga de tributos, a pesquisa revelou que entre 44,3% e 48% das pessoas consultadas poupariam. “A gente observa que há uma propensão grande a poupar, o que me surpreendeu”, disse Luciana de Sá. Em contrapartida, 37% das pessoas aproveitariam o aumento da renda para consumir mais, no caso de expansão em 5%, atingindo 35,5% das respostas com um aumento de 10% da renda disponível. A campanha Dieta do Impostão terá um site (www.dietadoimpostao.com.br), onde as pessoas receberão esclarecimentos sobre a tributação e seus impactos na economia, com mobilização pelas redes sociais. Todos os brasileiros interessados poderão participar e dar sua opinião sobre o tema. Luciana de Sá acredita que a entrada do novo presidente da República é a chance de se ter uma iniciativa de reforma tributária no país. A Firjan defende a reforma para trazer maior dinamismo às empresas nacionais e atrair mais investimentos. De acordo com a pesquisa, 89,4% dos brasileiros consultados sabem que há impostos incidindo nos produtos. Metade, porém, ignora quais são esses percentuais, que podem chegar a 72% no caso de videogames, a 69% em perfume nacional, a 59% em microondas, a 53% na gasolina e a 50% em DVDs, por exemplo.  
Jornal Pequeno (MA): Zé Reinaldo esclarece população maranhense sobre perseguição que sofre do grupo Sarney O candidato ao Senado, José Reinaldo Tavares (PSB), usou o espaço do programa eleitoral gratuito no Rádio e na TV, nesta quarta-feira, 17, para esclarecer à população maranhense a perseguição sofrida por ele por ter ousado enfrentar o grupo Sarney e contribuir para a derrota de Roseana Sarney, em 2006. “Paguei um preço alto por não ter sido dominado pelos interesses do grupo Sarney, mas o Maranhão é maior. É pelo estado e pelos maranhenses que estarei no Senado Federal lutando por mais dignidade ao nosso povo”, disse, assumindo o compromisso com a populção. Zé Reinaldo: É pelo estado e pelos maranhenses que estarei no Senado Federal lutando por mais dignidade ao nosso povo O ex-governador Zé Reinaldo também abordou temas que mostram a verdadeira realidade de sua história política no estado. A propaganda lembrou o período em que ele foi preso, em maio de 2007, com as imagens largamente utilizadas nos veículos da família Sarney para desconstruir e fragilizar a imagem de Zé Reinaldo. As cenas ainda fizeram uma retrospectiva e lembraram outubro de 2006, quando, após 40 anos, o grupo Sarney sofreu a maior derrota de sua história política. Inconformado com o fracasso na eleição da filha Roseana, o senador José Sarney escreveu à época um violento artigo no jornal da família contra Zé Reinaldo. Em maio de 2007, o preço pago por Zé Reinaldo por sua coragem de derrotar o poder do Grupo Sarney: a prisão pela Polícia Federal sob acusação de ter beneficiado a empreiteira Gautama em obras do Maranhão, sendo que documentos comprovaram que a empresa sequer participou do processo licitatório. Foi a consequência por ter rompido com a família Sarney. “Agora os maranhenses podem conhecer a verdadeira história da minha participação na política do estado. Paguei o maior preço já pago por um homem público no Maranhão. Com Flávio Dino vamos resgatar a dignidade desse estado para que possamos andar de cabeça erguida e possibilitar oportunidades iguais para todos”, concluiu o candidato a senador pelo Maranhão. AÇÕES NO GOVERNO Zé Reinaldo aproveitou ainda o tempo para lembrar as realizações feitas durante o seu governo. No programa exibido pela manhã chamou atenção para a série de trabalhos realizados. Até 30 de setembro, os maranhenses poderão conhecer os detalhes sobre como o ex-governador recebeu o Maranhão e conhecer os trabalhos e melhorias alcançadas pela gestão de Zé Reinaldo. “Quando fui governador trabalhei muito para resgatar a dignidade dos maranhenses. Nas propagandas do grupo Sarney o Maranhão parece um paraíso, sem pobreza alguma, mas quem conhece sabe que não é bem assim. Quando assumi o governo, mais de 60% das casas não tinham fossas, além de termos a pior renda per capita do país. Agora acaba de ser comprovada a redução da pobreza justamente no período que governei o estado”, disse referindo-se aos estudos nacionais do Ipea e IBGE, recentemente divulgados.
Tribuna do Brasil (DF): Firjan inicia hoje Dieta do Impostão A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) inicia hoje (19) em todo o país a campanha Dieta do Impostão. Segundo a diretora de Desenvolvimento Econômico da entidade, Luciana de Sá, o objetivo da campanha é “conscientizar a população de que dentro dos produtos há uma carga tributária e de que a sociedade deve exigir dos candidatos que o assunto seja abordado nas campanhas. Pesquisa divulgada pela Firjan revela que 85,1% dos brasileiros consultados consideram importante a inclusão da questão tributária nas campanhas eleitorais deste ano. Foram realizadas 2.482 entrevistas nas seis principais regiões metropolitanas do país (Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Recife, Porto Alegre e Salvador). Outra conclusão é de que a carga tributária é percebida como muito alta por mais de 95% da população. A pesquisa Impactos dos Tributos sobre a População mostra ainda que o percentual sobe para 97,1% quando os entrevistados comparam a arrecadação de impostos com a qualidade dos serviços prestados pelo governo. “A maioria acha que a carga é elevada vis-a-vis o que se recebe em troca. Não é só uma questão de que paga-se muito. Paga-se muito e recebe-se pouco”, afirmou a diretora da Firjan. Luciana de Sá informou que a carga tributária existente no Brasil equivale a cerca de 37% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços produzidos no país. Entre as pessoas ouvidas, 89,2% defenderam a redução da carga de impostos. Considerando uma redução da carga que implicasse aumento de 5% na renda disponível do brasileiro, com base em cálculos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), os economistas da Firjan estimaram que o consumo nacional receberia uma injeção anual de R$ 57 bilhões. Se o aumento na renda atingisse 10%, a injeção no consumo chegaria a R$ 108 bilhões. Caso houvesse uma sobra mensal resultante da redução da carga de tributos, a pesquisa revelou que entre 44,3% e 48% das pessoas consultadas poupariam. “A gente observa que há uma propensão grande a poupar, o que me surpreendeu”, disse Luciana de Sá. Em contrapartida, 37% das pessoas aproveitariam o aumento da renda para consumir mais, no caso de expansão em 5%, atingindo 35,5% das respostas com um aumento de 10% da renda disponível. A campanha Dieta do Impostão terá um site, onde as pessoas receberão esclarecimentos sobre a tributação e seus impactos na economia, com mobilização pelas redes sociais. Todos os brasileiros interessados poderão participar e dar sua opinião sobre o tema. Luciana de Sá acredita que a entrada do novo presidente da República é a chance de se ter uma iniciativa de reforma tributária no país. A Firjan defende a reforma para trazer maior dinamismo às empresas nacionais e atrair mais investimentos. De acordo com a pesquisa, 89,4% dos brasileiros consultados sabem que há impostos incidindo nos produtos. Metade, porém, ignora quais são esses percentuais, que podem chegar a 72% no caso de videogames, a 69% em perfume nacional, a 59% em microondas, a 53% na gasolina e a 50% em DVDs, por exemplo.
R7: Indústria carioca lança Dieta do Impostão Campanha tem o objetivo de conscientizar os brasileiros sobre o valor dos impostos A Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) lançou nesta quinta-feira (19) em todo o país a campanha Dieta do Impostão. O objetivo da campanha é sensibilizar a população sobre o valor dos impostos embutido nos produtos e que pode, em alguns casos, corresponder a metade do preço. Os empresários pedem que a sociedade deve exigir dos candidatos que o assunto seja abordado nas campanhas, segundo Luciana de Sá, diretora de Desenvolvimento Econômico. De acordo com a pesquisa, 89,4% dos brasileiros consultados sabem que há impostos incidindo nos produtos. Metade, porém, ignora quais são esses percentuais, que podem chegar a 72% no caso de videogames, a 69% em perfume nacional, a 59% em microondas, a 53% na gasolina e a 50% em DVDs, por exemplo. Outra conclusão é de que a carga tributária é percebida como muito alta por mais de 95% da população. A pesquisa Impactos dos Tributos sobre a População mostra ainda que o percentual sobe para 97,1% quando os entrevistados comparam a arrecadação de impostos com a qualidade dos serviços prestados pelo governo. Luciana de Sá informou que a carga tributária existente no Brasil equivale a cerca de 37% do PIB (Produto Interno Bruto), que é a soma dos bens e serviços produzidos no país. Entre as pessoas ouvidas, 89,2% defenderam a redução da carga de impostos. Informais movimentam mais de R$ 578 bi Conheça o perfil da informalidade em SP Considerando uma redução da carga que implicasse aumento de 5% na renda disponível do brasileiro, com base em cálculos do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), os economistas da Firjan estimaram que o consumo nacional receberia uma injeção anual de R$ 57 bilhões. Se o aumento na renda atingisse 10%, a injeção no consumo chegaria a R$ 108 bilhões. Caso houvesse uma sobra mensal resultante da redução da carga de tributos, a pesquisa revelou que entre 44,3% e 48% das pessoas consultadas poupariam. Em contrapartida, 37% das pessoas aproveitariam o aumento da renda para consumir mais, no caso de expansão em 5%, atingindo 35,5% das respostas com um aumento de 10% da renda disponível. A campanha Dieta do Impostão possui um site (www.dietadoimpostao.com.br), onde as pessoas receberão esclarecimentos sobre a tributação e seus impactos na economia, com mobilização pelas redes sociais. Todos os brasileiros interessados poderão participar e dar sua opinião sobre o tema. Reforma Tributária Pesquisa divulgada pela Firjan revela que 85,1% dos brasileiros consultados consideram importante a inclusão da questão tributária nas campanhas eleitorais deste ano. Foram realizadas 2.482 entrevistas nas seis principais regiões metropolitanas do país (Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Recife, Porto Alegre e Salvador). A diretora da entidade acredita também que a entrada do novo presidente da República é a chance de se ter uma iniciativa de reforma tributária no país. A Firjan defende a reforma para trazer maior dinamismo às empresas nacionais e atrair mais investimentos.
Jornal Destak (SP): A migração e as políticas públicas As constatações de que a informalidade caiu mais entre os migrantes de Estados brasileiros do que entre os não migrantes e de que o fluxo de pessoas que mudam do Nordeste para o Sudeste voltou a ser maior do que das que migram no sentido inverso nos últimos anos, reveladas pela pesquisa "Migração interna no Brasil", do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), são indícios significativos de que muitos brasileiros continuam a apostar nas oportunidades econômicas oferecidas pelas grandes metrópoles como opção de realização de sonho de vida melhor. E que muitos estão conseguindo realizá-lo, ao menos parcialmente. A migração, ainda que dentro de um mesmo país, é tema polêmico. Desperta resistências que beiram a intolerância entre parte dos residentes tradicionais dos Estados mais visados pelos migrantes. A sobrecarga que as novas populações impõem aos serviços públicos, em especial os de saúde, educação e moradia, além de eventuais choques culturais, contribui para a formação de uma postura agressiva, ainda que silenciosa, na maioria das vezes, para com o migrante. Em Brasília, além da impugnação de sua candidatura pela Justiça Eleitoral, uma das principais críticas disparadas pelos adversários ao líder das intenções de voto para governador, Joaquim Roriz (PSC), é que ele foi decisivo para um intenso processo de "favelização" da capital da República. Governador do Distrito Federal por quatro mandatos, Roriz implantou uma política de concessão de terrenos públicos para os milhares de migrantes que abandonavam o sertão nordestino ou o interior goiano em direção à capital. Algumas das maiores cidades da periferia DF hoje eram, anos atrás, não mais do que alguns barracos improvisados em área pública. O ex-governador é endeusado nestas áreas e delas obtém seu fôlego eleitoral, para o espanto do público de fora de Brasília que não consegue compreender como um candidato em situação tão delicada ainda é competitivo nas urnas. Evidentemente, o grande problema de abrir os braços sem nenhuma espécie de restrição para o trânsito populacional, mesmo numa cidade tão nova e por definição formada em grande parte por migrantes, como Brasília, é a incapacidade do poder público para lidar com as novas demandas surgidas a partir do crescimento populacional. O desafio é conseguir aparelhar estes Estados com as condições para atender de maneira adequada os migrantes sem contribuir para a ampliação das desigualdades regionais.  
Seminário 8: Trajetórias de Desenvolvimento: África do Sul, Alemanha, Argentina, China, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, Índia, México e Rússia (24 e 25 de junho de 2009) Dando prosseguimento ao projeto Perspectivas do Desenvolvimento Brasileiro, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) organizou, em junho de 2009, durante dois dias, o 8º seminário Trajetórias de Desenvolvimento. Nesse evento, foram apresentadas as estratégias de crescimento adotadas por 10 países: África do Sul, Alemanha, Argentina, China, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, Índia, México e Rússia. O seminário contou com a participação de especialistas de diversas universidades e instituições do Brasil e da Espanha, cujos artigos estão publicados no segundo volume do livro Trajetórias recentes de desenvolvimento: estudos de experiências internacionais selecionadas. O encerramento, em 26 de junho, foi feito pelo embaixador Samuel Pinheiro Guimarães (foto), secretário-geral do Ministério das Relações Exteriores. O objetivo das palestras era mostrar ao público o projeto de desenvolvimento estabelecido por cada país, analisar seus resultados e sua situação atual, especialmente diante da crise econômica global. Ao final das apresentações, o convidado especial Antônio Jorge Ramalho, professor da Universidade de Brasília, fez comentários sobre as informações passadas pela especialista em Rússia Lenina Pomeranz (USP) e pelos especialistas em Alemanha Paula Pedroti (FGV/SP) e Ricardo Mendes (Prospectiva Consultoria). O embaixador Pinheiro Guimarães afirmou, em sua exposição de encerramento, que o Brasil conseguiu evitar consequências drásticas da crise econômica internacional "graças à resistência patriótica de muitos". Ele creditou aos trabalhadores, aos empresários e aos administradores públicos o fato de País figurar hoje entre as dez maiores economias do mundo. "Se elaborarmos três listas com as dez maiores nações em território, população e Produto Interno Bruto (PIB), apenas três constarão em todas as relações: Estados Unidos, China e Brasil", afirmou Pinheiro Guimarães. Ele também relacionou a reforma do Conselho de Segurança das Nações Unidas e as relações com os países vizinhos como prioridades da política externa brasileira. Palestrantes e seus gráficos apresentados: André Cunha, palestra sobre China - UFRGS Eduardo Mariutti, palestra sobre Estados Unidos - Unicamp Andrés Ferrari, palestra sobre Argentina - UFF Joana Mostafa, palestra sobre México - Ipea Julimar Bichara, palestra sobre Espanha - Universidad Autónoma de Madrid Glauco Arbix, palestra sobre Finlândia - USP Daniela Prates, palestra sobre Índia - Unicamp Alexandre Barbosa, palestra sobre África do Sul - Cebrap/USP Lenina Pomeranz, palestra sobre Rússia - USP Paula Pedroti e Ricardo Mendes, palestra sobre Alemanha - FGV/SP e Prospectiva Consultoria Veja o convite.   Veja o cartaz.   Veja a saia de mesa.   Veja o banner. Veja a galeria de fotos.
Galeria de fotos - Trajetórias de Desenvolvimento: África do Sul, Alemanha, Argentina, China, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, Índia, México e Rússia (junho/2009)   Foto: João Viana Foto: João Viana Foto: João Viana Foto: João Viana Foto: João Viana Foto: João Viana Foto: João Viana Foto: João Viana
Seminário 7 - Desenvolvimento econômico e o trabalho decente na produção global: crise ou oportunidade para o Brasil? (27 e 28 de abril de 2009)  Exibe a versão de impressão da página  Retorna para a página anterior O seminário "Desenvolvimento econômico e o emprego na produção global: crise ou oportunidade para o Brasil?", ocorreu na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES, 20º andar), no Rio de Janeiro. Organizado em parceria com o BNDES, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a Universidade de Manchester (Reino Unido), ele deu seguimento a uma sequência de outros seminários realizados na Suíça, China, Índia e África do Sul, coordenados pelo Instituto Internacional de Estudos Laborais da OIT. O objetivo principal desses encontros foi examinar as tendências na produção global e seus impactos sobre o mundo do trabalho, além de criar uma rede internacional de pesquisadores que pudessem realizar estudos nacionais e internacionais comparativos sobre o tema e, com isso, gerar insumos para políticas governamentais, grupos de trabalhadores e de empresas. O seminário no Brasil foi organizado em quatro sessões que, dentro do quadro da atual crise econômica internacional, analisaram: (1) as tendências na reconfiguração da produção global e as implicações para o Brasil e outros países emergentes; (2) os impactos da produção global para o mundo do trabalho e estratégias para garantir a geração de emprego de qualidade; (3) o enfoque do desenvolvimento local e regional para estimular a competitividade das pequenas e médias empresas e a qualidade dos empregos; e (4) os impactos da crise econômica sobre o emprego e as políticas públicas adotadas para lidar com a crise e estimular uma inserção internacional competitiva e justa. Na primeira sessão, os participantes observaram como China, Índia e Brasil puderam adequar mecanismos de regulação e indução de suas economias para minorar os efeitos da crise internacional. Na segunda sessão, o foco foi o impacto da produção global sobre a geração de emprego de qualidade no Brasil, especialmente sobre setores de baixo valor adicionado e sob intensa concorrência de preço. Já a terceira sessão discutiu o desenvolvimento local/regional, as experiências de concentração de empresas do mesmo setor em uma localização específica e seus efeitos sobre a competitividade e o emprego. Por fim, a quarta sessão encerrou o evento com uma mesa-redonda.   O evento na sede do BNDES, no Rio, teve a participação de especialistas estrangeiros e foi o sétimo seminário do projeto Perspectivas do Desenvolvimento Brasileiro, do Ipea, que começou em 2008 e se estende por todo o ano de 2009. Palestrantes Gary Gereffi, Departamento de Sociologia, Universidade Duke (EUA) Fei Qin, Department of Management, London School of Economics (Reino Unido) João De Negri, Ipea Stephanie Barrientos, Universidade de Manchester (Reino Unido) Meenu Tewari, Department of City and Regional Planning, Universidade da Carolina do Norte (EUA) João Carlos Ferraz, BNDES Anne Posthuma, OIT Jici Wang, Universidade de Pequim (China) Helena M. M. Lastres, BNDES Dev Nathan, Institute for Human Development (Índia)

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