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Books published 1st Forum: Book: "Regulatory frameworks in Brazil: what was done and the new challenges" Analyzes the theory and the recent experience of regulation in Brazil, draws international comparisons and proposes specific solutions for several industries such as telecommunications, electricity, civil aviation, natural gas, ports, railways, urban transport and sewage disposal. The book compiles the novel papers and presentations made by economists, lawyers and executives from regulatory institutions in the 1st Regulatory Studies Forum. Number of accesses since January of 2007: 1.432 . ___________________________________________________________________________ 2nd Forum: Book: "Regulation and Competition in Brazil: Governance, Incentives and Efficiency" The brazilian privatization and regulation process has started ten years ago. Notwithstanding the taxes matters, there was a clear goal of increasing investments and establishing dynamism into the monopolized sectors. Nevertheless, the development of the regulatory process seems to have lost the freshness, leaving regulatory gaps all over the country. This book discusses the mechanisms and incentives to competition for air transport, sanitation, energy, carbon emission trading and telecommunications sectors, and deepens theoretical issues concerning governance, incentives and efficiency, improving the debate introduced by first book of the serie: "Regulatory frameworks in Brazil: what was done and the new challenges". Number of accesses since April of 2007: 2.800.     ___________________________________________________________________________ 3rd Forum: Book: "Regulatory frameworks in Brazil: investment incentives and regulatory governance"  This book attempts to identify tools for investments improvement, the barriers for its development, its potentials and limits, and also to discuss conditions for effectiveness of the agencies, with emphasis on the principles of transparency and accountability, to ensure that business firms behavior aligns with the public interest. This volume gathers presentations of academics, researchers, economists, business managers and regulators on the 3rd Regulatory Studies Forum, with a common goal, which is to build strong and efficient institutions that better attend the interests of society. Number of accesses since October 2008: 1.914.   ___________________________________________________________________________  4th Forum: The book of the fourth Regulatory Studies Forum will be published soon. ___________________________________________________________________________ Forum: Exceptional Edition: The book of the Exceptional Edition will be published soon.
Correio do Brasil (RJ): Banda larga fixa chega a 100% das cidades em 2010 Marcelo Bernstein Estudo divulgado pela Telebrasil, associação que representa as operadoras de telefonia, afirma que as redes de banda larga fixa (backhaul), instaladas pelas concessionárias privadas do serviço de telefonia fixa já estão em mais de 4.800 municípios e até o fim deste ano chegarão a todo Brasil. No fim do ano passado, 88% dos municípios brasileiros já tinham backhaul instalado e em 85,7% deles havia serviços de internet rápida. Em 2011, as redes de acesso deverão cobrir 80% da população do País. Elaborado em parceria com a consultoria Teleco, o estudo “Situação da Banda Larga no Brasil” revela que o uso das redes da iniciativa privada cresceu 42% no primeiro semestre deste ano, com 7,7 milhões de novos acessos ativados, alcançando o total de 26,1 milhões de acessos, considerando as malhas fixa e móvel. Um crescimento 42% em relação a dezembro de 2009, que registrou 18,4 milhões de acessos. De janeiro a junho, a banda larga fixa passou de 11,4 milhões de acessos para 12,2 milhões. Já na banda larga móvel, o número de celulares de terceira geração (3G) saltou de 4,3 milhões para 10,4 milhões e o total de modems de acesso à internet subiu de 2,7 milhões para 3,5 milhões. Ainda segundo o estudo, datado de junho de 2010, já no fim de 2009 71% das conexões eram feitas acima de 512 kilobits por segundo (kbps). A velocidade média dos acessos em banda larga no Brasil é de 1,3 megabits por segundo (Mbps), atrás apenas do Chile e da Colômbia, entre os países da América Latina. Cobertura A cobertura também tem evoluído significativamente. Os dados da Telebrasil contradizem estudo recente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que diz que a cobertura da banda larga no Brasil era de apenas 46,6% dos municípios. A Telebrasil argumenta que o Ipea considerou somente os municípios onde a densidade era superior a 0,5 acesso por grupo de 100 habitantes, reduzindo consideravelmente o universo em avaliação, não dando uma dimensão real da oferta de serviços. Segundo a Telebrasil, o instituto também teria trabalhado com dados do 1º trimestre de 2009, ou seja, com nove meses de defasagem em relação ao fim do ano passado. E considerado exclusivamente os dados da banda larga fixa, desconsiderando a penetração da banda larga móvel, que já superara em quantidade de acesso os de banda larga fixa – são 13,9 milhões de acessos, entre celulares 3G e modems, contra 12,2 milhões da banda larga fixa. O estudo da Telebrasil afirma que as redes 3G já estão instaladas em 740 municípios. E o ritmo de ativação é de um município a cada dia útil. A estimativa das operadoras é a de que cheguem a três mil municípios no próximo ano, com cobertura de mais de 80% da população. Desafios Os grandes desafios para o aumento da penetração, segundo o estudo, continuam sendo a alta carga tributária, que contribui para a imagem de serviço caro. E o atual marco regulatório de compartilhamento de infraestrutura, essencial para promover maior competição e penetração dos serviços. A Telebrasil argumenta que os impostos sobre os serviços de telecomunicações oneram o cidadão em mais de 43%. Ainda assim a associação afirma que o preço médio cobrado pelos serviços no Brasil está na média internacional. E a velocidade das conexões brasileiras é a terceira mais rápida da América Latina. Citando levantamento realizado no ano passado pela UIT, a Telebrasil afirma que na comparação com países da América Latina, o Brasil tem o segundo menor preço de banda larga (US$ 28,03, em média, para uma conexão de 256 Kbps, com franquia de dados de um gigabyte), sendo superado apenas pelo México, onde o valor médio é de US$ 16,24. Na Argentina, o preço sobe para US$ 31,22, na Venezuela é US$ 31,31, na Colômbia US$ 34,78, no Peru US$ 36,46 e no Chile US$ 48,15. O mesmo estudo da UIT aponta que o preço da banda larga no Brasil corresponde a 4,58% da renda mensal per capita, abaixo de outros países que têm perfil de desenvolvimento semelhante ao Brasil, como a China (7,19%) e Índia (5,84%).
Jornadas de Estudos de Regulação     As Jornadas, organizadas anualmente pela Coordenação de Estudo de Regulação e Mercados da Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais, Inovação, Produção, Infraestrutura (Diset) - consistem em um fórum de debate interdisciplinar sobre temas que perpassam setores econômicos e reúnem representantes da área acadêmica, do poder público e dos entes regulados. A cada ano, procuramos identificar uma agenda de questões comuns aos setores regulados, tratadas em mesas-redondas compostas por interlocutores que agregam diferentes perspectivas à discussão, e a partir de trabalhos técnicos recém-concluídos ou em andamento, em torno dos quais são montados painéis de debates. Os trabalhos apresentados, bem como a discussão tratada nas mesas-redondas, são publicados em livro pelo Ipea. A 1ª Jornada de Estudos de Regulação, realizada em outubro de 2004, como parte das comemorações dos 40 anos do Ipea, fez um diagnóstico dos avanços obtidos, até aquele momento, em termos de constituição de marcos regulatórios, e, principalmente, do que ainda precisava ser feito em termos do novo arranjo institucional brasileiro, centrado na regulação da economia através de agências com autonomia operacional em relação ao Estado. Na 2ª Jornada de Estudos de Regulação, realizada pelo Instituto em novembro de 2005, foram enfatizados os incentivos de concorrência e de governança, que se alinham imediatamente com as questões prementes de necessidade de investimentos no País para engendrar um salto quantitativo e qualitativo ao nosso desenvolvimento. Não houve uma posição única nas avaliações e nas propostas de políticas e instrumentos, mas a preocupação com o crescimento sustentável foi consenso flagrante em todas as análises. A 3ª Jornada de Estudos de Regulação, realizada em abril de 2007, manteve a organização dos trabalhos dividida em temas horizontais, que perpassam a atuação regulatória do Estado, e painéis técnicos, nos quais se destacaram trabalhos de ponta sobre setores regulados. O foco da Jornada foi na questão da governança regulatória, nos desenhos das agências na interação entre os instrumentos regulatórios e as instituições. Na 4ª Jornada de Estudos de Regulação o tema proposto foi: "É tempo de rever regras?", pois este é, de fato, um dos dilemas da regulação. Ao mesmo tempo a regulação requer manutenção de regras e estabilidade de regras para conferir credibilidade a si própria, criando incentivos e segurança ao investimento. Mas o mundo real é dinâmico, está em permanente mutação, o que exige de todos os agentes envolvidos no processo regulatório a flexibilidade necessária para adaptar as regras às novas realidades, aos novos desafios. Na Sessão Especial da Jornada de Estudos de Regulação abordamos o tema da . "Judicialização e Independência" das Decisões das Agências Regulatórias e do Cade. Em duas mesas-redondas discutiram-se os possíveis impactos da portaria 164/09 da AGU sobre a autonomia das Agências Regulatórias e do Cade. Na 5ª Jornada de Estudos de Regulação, os temas propostos foram: Regulação Financeira, Governança de Estatais, o Papel dos Bancos Públicos, Análise de Impacto Regulatório: “Revendo o papel do Estado após a Crise Financeira”. Livros publicados Apresentações dos palestrantes da 6ª Jornada de Estudos de Regulação  
Diário Catarinense (SC): Política para ter inclusão alimentar A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Márcia Lopes, propôs, ontem, o fortalecimento da área de segurança alimentar nos municípios, principalmente quanto ao combate à desnutrição. A discussão sobre o assunto prossegue, hoje, no Seminário de Indicadores e Monitoramento da Realização do Direito Humano à Alimentação Adequada no Brasil, que está sendo realizado em Brasília. – Ações devem ser articuladas com estados e municípios para que a população tenha acesso completo às políticas públicas relacionadas à segurança alimentar – comentou. Uma das frentes que serão trabalhadas durante o seminário tem por objetivo pensar e construir um sistema a partir dos estudos que permita monitorar e avaliar as políticas relacionadas à segurança alimentar. Os temas terão como base a promoção do direito humano à alimentação adequada, além da questão nutricional da população. Especialistas de várias áreas trocam ideias O encontro reúne especialistas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), representantes da sociedade civil e de universidades. O presidente do Consea, Renato Maluf, destacou que o encontro vai permitir a elaboração de um relatório com os principais pontos para aperfeiçoar a área de segurança alimentar. O documento será apresentado em outubro durante a Semana Nacional de Alimentação. E pode orientar futuras políticas públicas para melhorar este setor até mesmo em forma de lei.  
Fátima News (MT): Ipea mostra dimensão da desigualdade nos municípios do Brasil Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) traz em seu novo estudo o grau de concentração/desigualdade dos estados e regiões do País. Com uma análise feita com base nos PIBs e PIBs per capita dos municípios, a pesquisa permite apontar as unidades da federação e as regiões que tiveram queda ou aumento da desigualdade e concentração de renda. O Comunicado do Ipea nº 60 – Desigualdade da Renda no Território Brasileiro, será divulgado nesta quinta-feira (12), às 11h, na sede do Instituto, em Brasília (SBS, Quadra 1, Bloco J, Edifício BNDES, auditório do 16º andar), com apresentação do presidente Marcio Pochmann. O Comunicado do Ipea nº 60 apresenta, por estados da federação e por regiões: · breve síntese do movimento de integração da renda no espaço nacional entre 1920 e 2007, por intermédio da evolução do Produto Interno Bruto dos municípios brasileiros; · dinâmica de participação dos municípios na composição do Produto Interno Bruto brasileiro em quase 90 anos; e · movimento recente de evolução dos indicadores de concentração/desigualdade dos PIBs municipais por estados da federação e grandes regiões geográficas do Brasil.    
Avicultura Industrial (SP): APAGÃO NOS PORTOS O Brasil sofre um apagão portuário e pode ter que reduzir o seu crescimento. "Precisamos investir mais de US$ 30 bilhões para resolver este problema, mas não temos este dinheiro", diz Luiz Antonio Fayet, consultor de logística da Confederação da Agricultura e da Pecuária do Brasil (CNA). NA LANTERNINHA Entre 134 países, o Brasil ocupa hoje a 123ª posição no ranking  mundial de qualidade dos portos. A avaliação é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), órgão ligado ao próprio governo. POUCA GRANA As obras portuárias incluídas nos Programas de Aceleração do Crescimento (PAC) 1 e 2, segundo levantamento do IPEA, são insuficientes para a melhoria dos portos brasileiros. QUESTÃO PROFUNDA Para os técnicos do Instituto, seriam necessários investimentos de R$ 42 bilhões para 265 obras importantes, mas os PAC representam apenas R$ 15 bilhões. O problema maior, segundo o Ipea, é o de dragagem, para aumentar a profundidade dos canais de acesso. PLANO NACIONAL Embora com bastante atraso, o Plano Nacional de Dragagem, que prevê licitações internacionais, já começou a funcionar, e a previsão é que apresente os primeiros resultados entre o final deste ano e 2011. FUSÕES & AQUISIÇÕES As lideranças rurais estão preocupadas com a temporada de fusões e aquisições de empresas do agronegócio.  Em encontro com o presidente do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica, a Sociedade Rural Brasileira (SRB) declarou que estes negócios aceleram a concentração e levam à cartelização da agroindústria.   CONCENTRAÇÃO A SRB aponta como setores mais críticos o de fertilizantes, citros, etanol e açúcar e carnes, onde o produtor hoje estaria em desvantagem diante da indústria. GLOBALIZAÇÃO Para Arthur Badin, a fusão de Perdigão e Sadia (Brasil Foods) justifica-se pela necessidade de internacionalização e de fortalecimento das exportações. “Temos que enxergar os mercados globais. Mas isso não pode predicar o consumidor e nem o produtor”, disse ADUBO VERDE-AMARELO "A criação de uma estatal não é a melhor a solução para a área de fertilizantes, mas sim a reforma do atual Código Mineral Brasileiro. “A dependência internacional é inaceitável. Temos jazidas ainda inexploradas em nosso território”, disse Badin. VALOR BRUTO O Valor Bruto da Produção (VBP) das 20 principais lavouras em 2010 foi estimado em R$ 161,1 bilhões, R$ 500 milhões a menos do que o do ano passado. O levantamento é do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento). PARANÁ E SANTA CATARINA Os Estados do Paraná e Santa Catarina lideram o VBP da região Sul, que obteve aumento real de 8,79%. O Sudeste mantém os níveis do ano passado; Norte e Nordeste tiveram perdas. No Centro-Oeste, devido à queda dos preços de milho e de soja, o Valor Bruto da Produção deve cair quase 17% nesta temporada. TUCURA EM EXTINÇÃO O tucura, bovino criado no Pantanal até a década de 50, está em risco de extinção. Há hoje apenas 500 cabeças em dois criatórios. A raça é pouco comercial, porque tem menor peso ao abate. Mas, segundo os pesquisadores da Embrapa, tem boa qualidade de carne e carcaça. FERRUGEM Pesquisadores reunidos na 31ª Reunião de Pesquisa de Soja da Região Central do Brasil, em Brasília (DF),  apontaram a ferrugem asiática como seu grande desafio. Mato Grosso, Paraná, Goiás, São Paulo, Minas, Rondônia e Mato Grosso do Sul têm sérios prejuízos com a doença. MAIS FUNGICIDA A ferrugem exige dos produtores mais aplicações de fungicidas, o que eleva o custo da soja. Pesquisadores goianos e paranaenses citaram as condições climáticas favoráveis ao fungo, mas denunciaram também a falta de respeito ao vazio sanitário, pouco fiscalizado. SOJA LOUCA II A soja Louca II, anomalia cuja causa ainda não é desconhecida, afetou nesta safra lavouras de Mato Grosso, Pará, Maranhão, Piauí, Tocantins e Roraima. EM CHICAGO Os contratos futuros da soja fecharam hoje com queda de 6,50 cents na bolsa de Chicago no vencimento novembro, o mais líquido, que caiu para US$ 10,15 o bushel. Por aqui, na BM&FBOVESPA, a saca de soja fechou estável, a US$ 23,19 no vencimento maio 11. MILHO AVANÇA Já o milho, com alta de 2 cents, fechou o pregão na bolsa americana a US$ 4,11 o bushel para entrega em dezembro. Na BM&FBOVESPA, o milho encerrou a sessão desta quarta-feira com ganho de 23 centavos, a R$ 20,80 a saca. BAIXA DO AÇÚCAR Os preços futuros do açúcar demerara para entrega em outubro caíram 1,62% hoje em Nova York, para 18,26 cents por libra-peso. DÓLAR A R$ 1,77 O dólar no balcão reagiu hoje, subindo 0,63%, para R$ 1,77. CAFÉ SOBE Em Nova York, o café arábica fechou a sessão desta quarta-feira a 172,35 cents por libra-peso, com valorização de 1,05 cent no vencimento dezembro. Na bolsa de Londres, o robusta ganhou R$ 2 e subiu a US$ 1.734 a tonelada para entrega em novembro. Na BM&FBOVESPA, a saca do arábica para dezembro ganhou US$ 1,15 e fechou a sessão a US$ 198,50. BOI ESTÁVEL A arroba do boi fechou praticamente estável na BM&FBOVEPA, com o vencimento agosto a R$ 87,81. Para outubro, a cotação da arroba é R$ 88,75. FECHA ASPAS "A incerteza e o mistério são as energias da vida. Não as tema, pois elas afastam o tédio e convidam à criatividade" - R. I. Fitzhenry
Suinocultura Industrial (SP): APAGÃO NOS PORTOS O Brasil sofre um apagão portuário e pode ter que reduzir o seu crescimento. "Precisamos investir mais de US$ 30 bilhões para resolver este problema, mas não temos este dinheiro", diz Luiz Antonio Fayet, consultor de logística da Confederação da Agricultura e da Pecuária do Brasil (CNA). NA LANTERNINHA Entre 134 países, o Brasil ocupa hoje a 123ª posição no ranking  mundial de qualidade dos portos. A avaliação é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), órgão ligado ao próprio governo. POUCA GRANA As obras portuárias incluídas nos Programas de Aceleração do Crescimento (PAC) 1 e 2, segundo levantamento do IPEA, são insuficientes para a melhoria dos portos brasileiros. QUESTÃO PROFUNDA Para os técnicos do Instituto, seriam necessários investimentos de R$ 42 bilhões para 265 obras importantes, mas os PAC representam apenas R$ 15 bilhões. O problema maior, segundo o IPEA, é o de dragagem, para aumentar a profundidade dos canais de acesso. PLANO NACIONAL Embora com bastante atraso, o Plano Nacional de Dragagem, que prevê licitações internacionais, já começou a funcionar, e a previsão é que apresente os primeiros resultados entre o final deste ano e 2011. FUSÕES & AQUISIÇÕES As lideranças rurais estão preocupadas com a temporada de fusões e aquisições de empresas do agronegócio.  Em encontro com o presidente do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica, a Sociedade Rural Brasileira (SRB) declarou que estes negócios aceleram a concentração e levam à cartelização da agroindústria.   CONCENTRAÇÃO A SRB aponta como setores mais críticos o de fertilizantes, citros, etanol e açúcar e carnes, onde o produtor hoje estaria em desvantagem diante da indústria. GLOBALIZAÇÃO Para Arthur Badin, a fusão de Perdigão e Sadia (Brasil Foods) justifica-se pela necessidade de internacionalização e de fortalecimento das exportações. “Temos que enxergar os mercados globais. Mas isso não pode predicar o consumidor e nem o produtor”, disse ADUBO VERDE-AMARELO "A criação de uma estatal não é a melhor a solução para a área de fertilizantes, mas sim a reforma do atual Código Mineral Brasileiro. “A dependência internacional é inaceitável. Temos jazidas ainda inexploradas em nosso território”, disse Badin. VALOR BRUTO O Valor Bruto da Produção (VBP) das 20 principais lavouras em 2010 foi estimado em R$ 161,1 bilhões, R$ 500 milhões a menos do que o do ano passado. O levantamento é do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento). PARANÁ E SANTA CATARINA Os Estados do Paraná e Santa Catarina lideram o VBP da região Sul, que obteve aumento real de 8,79%. O Sudeste mantém os níveis do ano passado; Norte e Nordeste tiveram perdas. No Centro-Oeste, devido à queda dos preços de milho e de soja, o Valor Bruto da Produção deve cair quase 17% nesta temporada. TUCURA EM EXTINÇÃO O tucura, bovino criado no Pantanal até a década de 50, está em risco de extinção. Há hoje apenas 500 cabeças em dois criatórios. A raça é pouco comercial, porque tem menor peso ao abate. Mas, segundo os pesquisadores da Embrapa, tem boa qualidade de carne e carcaça. FERRUGEM Pesquisadores reunidos na 31ª Reunião de Pesquisa de Soja da Região Central do Brasil, em Brasília (DF),  apontaram a ferrugem asiática como seu grande desafio. Mato Grosso, Paraná, Goiás, São Paulo, Minas, Rondônia e Mato Grosso do Sul têm sérios prejuízos com a doença. MAIS FUNGICIDA A ferrugem exige dos produtores mais aplicações de fungicidas, o que eleva o custo da soja. Pesquisadores goianos e paranaenses citaram as condições climáticas favoráveis ao fungo, mas denunciaram também a falta de respeito ao vazio sanitário, pouco fiscalizado. SOJA LOUCA II A soja Louca II, anomalia cuja causa ainda não é desconhecida, afetou nesta safra lavouras de Mato Grosso, Pará, Maranhão, Piauí, Tocantins e Roraima. EM CHICAGO Os contratos futuros da soja fecharam hoje com queda de 6,50 cents na bolsa de Chicago no vencimento novembro, o mais líquido, que caiu para US$ 10,15 o bushel. Por aqui, na BM&FBOVESPA, a saca de soja fechou estável, a US$ 23,19 no vencimento maio 11. MILHO AVANÇA Já o milho, com alta de 2 cents, fechou o pregão na bolsa americana a US$ 4,11 o bushel para entrega em dezembro. Na BM&FBOVESPA, o milho encerrou a sessão desta quarta-feira com ganho de 23 centavos, a R$ 20,80 a saca. BAIXA DO AÇÚCAR Os preços futuros do açúcar demerara para entrega em outubro caíram 1,62% hoje em Nova York, para 18,26 cents por libra-peso. DÓLAR A R$ 1,77 O dólar no balcão reagiu hoje, subindo 0,63%, para R$ 1,77. CAFÉ SOBE Em Nova York, o café arábica fechou a sessão desta quarta-feira a 172,35 cents por libra-peso, com valorização de 1,05 cent no vencimento dezembro. Na bolsa de Londres, o robusta ganhou R$ 2 e subiu a US$ 1.734 a tonelada para entrega em novembro. Na BM&FBOVESPA, a saca do arábica para dezembro ganhou US$ 1,15 e fechou a sessão a US$ 198,50. BOI ESTÁVEL A arroba do boi fechou praticamente estável na BM&FBOVEPA, com o vencimento agosto a R$ 87,81. Para outubro, a cotação da arroba é R$ 88,75. FECHA ASPAS "A incerteza e o mistério são as energias da vida. Não as tema, pois elas afastam o tédio e convidam à criatividade" - R. I. Fitzhenry
Oficina da Net: Banda larga em 100% das cidades em 2010 A Telebrasil, associação que representa as operadoras de telefonia no país, apresenta nesta quarta-feira (11) um estudo apontando que as redes de banda larga fixa (backhaul), devem chegar a todos os municípios do Brasil até o final de 2010. As informações foram divulgadas pelo site Computer World. Segundo a associação, os serviços de banda larga instalados pelas concessionárias privadas de telefonia fixa já estão em mais de 4.800 municípios. No fim de 2009, 88% dos municípios já usufruíam do produto, e em 85,7% deles já havia serviços de internet rápida. Em 2011, as redes de acesso deverão cobrir 80% da população brasileira. O estudo Elaborado em parceria com a consultoria Teleco, o estudo revela que o uso das redes da iniciativa privada cresceu 42% no primeiro semestre deste ano, com 7,7 milhões de novos acessos ativados, alcançando o total de 26,1 milhões de acessos - considerando as malhas fixa e móvel. Isso significa um crescimento 42% em relação a dezembro de 2009, que registrou 18,4 milhões de acessos. De janeiro a junho, a banda larga fixa passou de 11,4 milhões de acessos para 12,2 milhões. Já na banda larga móvel, o número de celulares de terceira geração (3G) saltou de 4,3 milhões para 10,4 milhões e o total de modems de acesso à internet subiu de 2,7 milhões para 3,5 milhões. Os resultados da pesquisa da Telebrasil contradizem estudo recente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que diz que a cobertura da banda larga no Brasil era de apenas 46,6% dos municípios. A Telebrasil argumenta que o Ipea considerou somente os municípios onde a densidade era superior a 0,5 acesso por grupo de 100 habitantes. Segundo a Telebrasil, o instituto também teria trabalhado com dados do 1º trimestre de 2009, ou seja, com nove meses de defasagem em relação ao fim do ano passado. E considerado exclusivamente os dados da banda larga fixa, desconsiderando a penetração da banda larga móvel, que já superara em quantidade de acesso os de banda larga fixa – são 13,9 milhões de acessos, entre celulares 3G e modems, contra 12,2 milhões da banda larga fixa. De acordo com o estudo da Telebrasil, o principal desafio para o aumento da penetração é a alta carga tributária, que contribui para a imagem de serviço caro. A empresa afirma que os impostos sobre os serviços de telecomunicações oneram o cidadão em mais de 43%. Ainda assim a associação afirma que o preço médio cobrado pelos serviços no Brasil está na média internacional. E a velocidade das conexões brasileiras é a terceira mais rápida da América Latina. Sobre os valores, um levantamento realizado no ano passado pela UIT foi citado pela Telebrasil, que afirma que em comparação com países da América Latina, o Brasil tem o segundo menor preço de banda larga (US$ 28,03, em média, para uma conexão de 256 Kbps, com franquia de dados de um gigabyte), sendo superado apenas pelo México, onde o valor médio é de US$ 16,24. O estudo da UIT aponta também que o preço da banda larga no Brasil corresponde a 4,58% da renda mensal per capita, abaixo de outros países que têm perfil de desenvolvimento semelhante ao Brasil, como a China (7,19%) e Índia (5,84%
Pesquisa sobre o setor turismo no Brasil - Para Saber Mais Pesquisa inovadora A metodologia concebida pelo Ipea para dimensionar o emprego no turismo, utilizando os resultados dessa pesquisa feita em estabelecimentos que operam em atividades do turismo para conhecer a proporção de turistas e residentes atendidos, por estado, é reconhecida pela Organização Mundial do Turismo como exemplo de boas práticas em estatísticas sobre a importância socioeconômica do turismo. Conceitos utilizados na pesquisa => Turista - pessoa procedente de outra cidade (ou de fora da região metropolitana, quando for o caso), vinda a passeio, a trabalho ou outro motivo e que utiliza um serviço do estabelecimento pesquisado; ou - pessoa residente na cidade que utiliza o serviço de agências de viagem, aluguel de transportes ou transporte rodoviário interurbano para a realização de uma viagem. => Estabelecimento Trata-se exclusivamente do estabelecimento com o CNPJ constante do cadastro e não da empresa como um todo. => Alta e baixa temporada São os meses em que a proporção de turistas é maior ou menor e não os meses em que o número de clientes do estabelecimento é maior ou menor (em alguns casos, pode haver coincidência dos dois resultados). Metodologia Selecionou-se uma amostra de 18,5 mil estabelecimentos, distribuídos em todos os estados e no Distrito Federal, que operam nas atividades de Alojamento, Agências de Viagem, Transportes, Alimentação, Auxiliar de Transportes, Aluguel de Transportes e Cultura e Lazer. Os estabelecimentos estão divididos em três categorias, de acordo com o número de empregados declarados na última RAIS. Tendo em vista sua abrangência territorial, a pesquisa será feita por telefone, pela empresa Apoio 3 Comunicações, selecionada por meio de licitação pública. Após verificar os dados cadastrais dos estabelecimentos selecionados, será aplicado o questionário, destinado a conhecer a proporção de turistas e residentes atendidos nessas atividades, em cada estado e em cada mês. Com base nos resultados dessa pesquisa, serão definidos coeficientes de demanda turística para as atividades mencionadas, em todos os estados. Esses coeficientes, combinados com dados de outras fontes como a Relação Anual de Informações Sociais -RAIS, do Ministério do Trabalho e Emprego - MTE, e a Pesquisa Nacional por Amostragem Domiciliar - PNAD, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, permitirá estimar o emprego formal e a ocupação informal nessas atividades. O que é o Ipea O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) é uma fundação pública federal, vinculada à Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. Suas atividades de pesquisa fornecem suporte técnico e institucional às ações governamentais para a formulação de políticas públicas e programas de desenvolvimento brasileiros. Os trabalhos do   são disponibilizados para a sociedade por meio de inúmeras e regulares publicações e seminários.        
Valor Econômico (SP): Sem avanço na justiça tributária Coluna de Ribamar Oliveira* Muito já se escreveu sobre o aspecto altamente regressivo do sistema tributário brasileiro. As pessoas que ganham menos são as que pagam mais impostos. A explicação para isso é simples: no Brasil, os tributos que incidem sobre o consumo têm um peso muito grande no total da arrecadação. Esses impostos estão embutidos nos preços dos produtos e os consumidores sequer sabem quanto estão pagando. Como as famílias mais pobres utilizam uma parte maior da renda no consumo, a carga tributária delas termina sendo, proporcionalmente, mais elevada. Recente estudo feito pelo economista José Roberto Afonso indica que esse aspecto perverso da tributação brasileira não foi alterado durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mesmo com as desonerações realizadas nos últimos anos. O economista fez uma análise da evolução da receita federal administrada, excluindo a receita previdenciária, por setor de atividade. Ele observou que a arrecadação total da União cresceu 29,2% em termos reais, entre 2002 e 2009, mas a variação foi maior em ramos de atividades que produzem bens essenciais para o consumo dos mais pobres. A arrecadação federal obtida com a indústria de alimentos aumentou 85% em termos reais, 51% com a de vestuário e calçado, 79% com as telecomunicações sem fio, 64% com a energia elétrica, 212% com as concessionárias de água e 443% com coleta de esgoto. Cresceram abaixo da média, dentre outros, as receitas federais com a fabricação de automóveis (37%) e com petróleo (4%). Os dados levantados por José Roberto Afonso indicam que a tendência de piora na regressividade da tributação, observada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em estudo divulgado em 2008, não foi substancialmente alterada no governo Lula. Naquele ano, o Ipea mostrou que a carga tributária das famílias que ganhavam até dois salários mínimos por mês aumentou 73,4% no período de 1996 a 2003 - elas pagavam 28,2% de sua renda em impostos e passaram a pagar 48,9%. O menor aumento foi imposto às famílias com renda superior a 30 salários mínimos. Um novo estudo do Ipea a respeito da carga tributária incidente sobre a renda das famílias nos dias atuais poderia ajudar no debate sobre a reforma tributária a ser feita pelo próximo governo, uma vez que os principais candidatos à Presidência da República se comprometeram a realizá-la, se eleitos forem. Em seu texto para a Unicamp, José Roberto Afonso chama a atenção para o fato de que até agora o administrador público brasileiro preocupou-se apenas em saber como arranjar os recursos necessários para a ampliação do gasto público, que não para de crescer desde a década passada. E a elevação desses gastos foi, em parte considerável, financiada pelas contribuições sociais criadas e aumentadas a partir da Constituição de 1988. O economista observa que o incremento das contribuições coincide com o período em que se identificou um aumento da carga tributária maior para a classe média e para os mais pobres e menor para a classe mais rica do país. O grande paradoxo da alternativa seguida pelo Brasil na área tributária é que o maior peso do financiamento do gasto social recai sobre as famílias mais pobres. Para o economista, está na hora de discutir também a qualidade da tributação e do gasto na área social. Em síntese, a pergunta a ser respondida é de onde vêm e para onde vão os recursos públicos aplicados na área social. Isto significa, nesta perspectiva, que o eixo da proposta de reforma tributária não poderá ser apenas o da busca de maior eficiência da atividade produtiva. A reforma terá também que promover maior justiça fiscal. É fácil entender as dificuldades políticas que essa abordagem terá para ser colocada em prática e por que ela não é citada pelos candidatos à Presidência da República, quando tratam da reforma tributária. Uma melhora da regressividade só pode ser conseguida com a redução da importância relativa dos tributos que incidem sobre o consumo e com a ampliação dos chamados impostos diretos, que incidem sobre a renda e a propriedade. É bom lembrar que uma das dificuldades para a votação pela Câmara dos Deputados da última proposta de reforma tributária apresentada pelo governo Lula, em 2008, estava relacionada justamente com a redução da regressividade. A proposta do governo previa a desoneração da cesta básica, o que desagradou aos Estados produtores dessas mercadorias. A ideia inicial do governo era promover também uma reforma na legislação do Imposto de Renda, que o tornasse mais progressivo. Ou seja, as mudanças iriam penalizar as famílias com renda mais elevada. Chegou-se a discutir, inclusive, a criação de uma alíquota do Imposto de Renda de 35% para os salários mais altos. Tudo isso foi esquecido pelo caminho, diante das dificuldades enfrentadas, mas, certamente, esse debate voltará assim que o presidente eleito formular a sua proposta de reforma tributária. Desde que, é claro, mantenha a promessa de realizá-la. *Ribamar Oliveira é repórter especial e escreve às quintas-feiras
Ferramenta IpeaGEO permite visualizar dados em seu contexto geográfico e está disponível para download
Jornal Pequeno (MA): Deputado do PMDB elogia ações de Zé Reinaldo na Educação O deputado estadual Alberto Franco (PMDB) elogiou as ações do ex-governador e candidato ao Senado, José Reinaldo Tavares (PSB), na área da educação. Pela passagem do dia do estudante, comemorado no dia 11 de agosto, o aliado de Roseana Sarney (PMDB) lembrou o vestibular gratuito da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), sancionado e implantado pelo ex-governador Zé Reinaldo, que beneficiou milhares de estudantes maranhenses. Franco fez referência, que caracterizou como justa, ao ex-governador José Reinaldo Tavares. A Lei nº 8.199/2004 estabeleceu o vestibular da Uema gratuito para os estudantes da rede pública e privada. "O governador, à época, reconhecendo a importância social do projeto, sancionou a lei e os estudantes comemoraram. E hoje, no estado do Maranhão, os estudantes da rede pública e aqueles da rede privada que se declararem sem condições de pagarem a taxa do vestibular podem fazer o vestibular da Uema gratuitamente. Mais de 250 mil estudantes no Maranhão já se beneficiaram desta lei", disse em pronunciamento feito durante sessão legislativa realizada ontem. O peemedebista defendeu a aplicação da lei como forma de incluir alunos impossibilitados de pagar as taxas cobradas pelas inscrições em vestibulares. "A taxa do vestibular para as pessoas humildes atua como fator de exclusão. O estudante que não tem R$ 50 ou R$ 70 para pagar a taxa do vestibular, ele é excluído do processo e impedido de ter o acesso ao ensino superior. Isso aconteceu comigo e acontece ainda com milhares de pessoas no Maranhão", comentou. Reunião com educadores - Ainda na manhã de ontem, Zé Reinaldo, candidato a senador pelo Maranhão, esteve presente em reunião com professores, coordenadores e diretores de escolas, bem como representantes do Simproesemma (Sindicato dos Professores do Maranhão) para reafirmar seu compromisso com a classe educacional do estado. Ele lembrou aos educadores que uma das marcas de seu governo foi a implantação do ensino médio em 159 municípios, antes presente em apenas 58 cidades. "Nosso governo foi perseguido, não tínhamos recursos federais. Tivemos uma luta gigantesca para organizar o estado e poder cumprir todas as metas", disse demonstrando o esforço de elevar a qualidade da educação no Maranhão. Zé Reinaldo criticou a prática do Telensino, que levava ensino através da televisão. "Não houve investimento em Ensino Médio no governo de Roseana Sarney, o que se queria era contratar a Rede Globo por causa do Telensino. Foram gastos mais de R$ 100 milhões, excluíram os professores da sala de aula e os alunos não receberam certificado", denunciou. O ex-governador falou ainda sobre a escolaridade média do maranhense e os prejuízos sofridos no mercado de trabalho. Como o tempo escolar não preenche o ensino básico, a renda fica equiparada a qualificação do trabalhador. "A escolaridade média não chega ao ensino básico completo. O currículo do maranhense e o salário são compatíveis. O Ipea [Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas] mostra que o que falta no Maranhão é qualificar os que buscam empregos. Educação é uma questão fundamental", analisou o candidato a senador. Para finalizar, Zé Reinaldo defendeu a candidatura de Flávio Dino (PCdoB) ao governo do estado. "O Flávio conhece a educação do estado, milita, é advogado, conhece os problemas e tem do lado dele a classe de professores", elencou.
Agência Brasil: Especialistas e sociedade civil discutem plano para aperfeiçoar políticas de segurança alimentar Da Agência Brasil A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Márcia Lopes, disse hoje (11) que é fundamental ações integradas para fortalecer a área de segurança alimentar nos municípios, principalmente quanto ao combate à desnutrição. “Essas ações devem ser articuladas com estados e municípios para que a população tenha acesso completo às políticas públicas relacionadas à segurança alimentar”, destacou durante o seminário Indicadores e Monitoramento da Realização do Direito Humano à Alimentação Adequada no Brasil, em Brasília. Uma das frentes que serão trabalhadas durante o seminário tem por objetivo pensar e construir um sistema a partir dos estudos que permita monitorar e avaliar as políticas relacionadas à segurança alimentar. Os temas terão como base a promoção do direito humano à alimentação adequada, além da questão nutricional. O encontro reúne até amanhã (12), especialistas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), representantes da sociedade civil e de universidades. O presidente do Consea, Renato Maluf, destacou durante a cerimônia de abertura, que o encontro vai permitir a elaboração de um relatório com os principais pontos para aperfeiçoar a área de segurança alimentar. O documento será apresentado em outubro durante a Semana Nacional de Alimentação.  
Correio Braziliense (DF): Especialistas e sociedade civil discutem plano para aperfeiçoar políticas de segurança alimentar A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Márcia Lopes, disse nesta quarta-feira (11/8) que é fundamental ações integradas para fortalecer a área de segurança alimentar nos municípios, principalmente quanto ao combate à desnutrição. “Essas ações devem ser articuladas com estados e municípios para que a população tenha acesso completo às políticas públicas relacionadas à segurança alimentar”, destacou durante o seminário Indicadores e Monitoramento da Realização do Direito Humano à Alimentação Adequada no Brasil, em Brasília. Uma das frentes que serão trabalhadas durante o seminário tem por objetivo pensar e construir um sistema a partir dos estudos que permita monitorar e avaliar as políticas relacionadas à segurança alimentar. Os temas terão como base a promoção do direito humano à alimentação adequada, além da questão nutricional. O encontro reúne até esta quinta-feira (12/8), especialistas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), representantes da sociedade civil e de universidades. O presidente do Consea, Renato Maluf, destacou durante a cerimônia de abertura, que o encontro vai permitir a elaboração de um relatório com os principais pontos para aperfeiçoar a área de segurança alimentar. O documento será apresentado em outubro durante a Semana Nacional de Alimentação
MSN: Especialistas e sociedade civil discutem plano para aperfeiçoar políticas de segurança alimentar Da Agência Brasil Brasília - A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Márcia Lopes, disse hoje (11) que é fundamental ações integradas para fortalecer a área de segurança alimentar nos municípios, principalmente quanto ao combate à desnutrição. 'Essas ações devem ser articuladas com estados e municípios para que a população tenha acesso completo às políticas públicas relacionadas à segurança alimentar', destacou durante o seminário Indicadores e Monitoramento da Realização do Direito Humano à Alimentação Adequada no Brasil, em Brasília. Uma das frentes que serão trabalhadas durante o seminário tem por objetivo pensar e construir um sistema a partir dos estudos que permita monitorar e avaliar as políticas relacionadas à segurança alimentar. Os temas terão como base a promoção do direito humano à alimentação adequada, além da questão nutricional. O encontro reúne até amanhã (12), especialistas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), representantes da sociedade civil e de universidades. O presidente do Consea, Renato Maluf, destacou durante a cerimônia de abertura, que o encontro vai permitir a elaboração de um relatório com os principais pontos para aperfeiçoar a área de segurança alimentar. O documento será apresentado em outubro durante a Semana Nacional de Alimentação.  
Baguete (liberação de imprensa) (RS): Banda larga móvel: 13,9 milhões de acessos Jerusa Campani  Telebrasil divulgou os números dos serviços de banda larga no Brasil referentes ao segundo trimestre de 2010. Segundo o estudo, o uso das redes da iniciativa privada cresceu 42% no período, com aproximadamente 7,7 milhões de novos acessos ativados.  Segundo o site da IP News, a Telebrasil constatou que a banda larga ofertada no país chegou aos 26,1 milhões de acessos de janeiro a junho de 2010. O crescimento no semestre foi de 42% se comparado a dezembro de 2009, quando apontou 18,4 milhões. O estudo traça um diagnóstico sobre a internet rápida no Brasil e mostra que já no fim de 2009, 71% das conexões eram feitas acima de 512 Kbps. A velocidade média dos acessos em banda larga no Brasil é de 1,3 Mbps, atrás apenas do Chile e da Colômbia, entre os países da América Latina. Nos seis primeiros meses de 2010, a internet rápida fixa registrou 12,2 milhões de acessos, contra 13,9 milhões de acessos com banda larga móvel – o que foi um salto no segmento, já que o último registro tinha apontado 4,3 milhões de acessos por dispositivos 3G.   As redes de terceira geração já estão instaladas em 740 municípios e já alcançam, segundo o balanço de junho, 65,2% da população e a estimativa das prestadoras é de que cheguem a três mil municípios no próximo ano, com cobertura de mais de 80% da população. A Telebrasil estima que, com a evolução das redes de 3G, os smartphones devem se tornar o principal dispositivo de acesso à internet, já que seu custo de aquisição tende a ser cada vez menor que o de um computador, principalmente pelos ganhos de escala dos celulares. Banda larga no Brasil Segundo uma pesquisa do IBGE, feita em 2009, 95,5% dos municípios brasileiros já possuem acesso à internet rápida.  Os backhaul (redes de banda larga fixa) já estão instaladas em mais de 4.800 municípios e, segundo estimativa das operadoras de telefonia, até o fim de 2010 já cobrirão todo Brasil. Já um estudo do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), divulgado recentemente, apontou que a cobertura da banda larga no Brasil era de somente 46,6% das cidades. Contudo, a pesquisa considerou, apenas, lugares onde a densidade é superior a 0,5 acesso por cada 100 habitantes. O documento considera apenas a rede fixa e não avalia a penetração de internet móvel. Obstáculos Outro segmento de estudo do IBGE, o PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) revelou que a penetração da banda larga no Brasil ainda passa por dificuldades, provindas da baixa renda da população. De acordo com a pesquisa, as principais razões de os domicílios não possuírem internet são: não achar necessário (32,8%), não saber utilizar a internet (31,6%) e não ter acesso a microcomputador (30%). Esse percentual revela que a principal barreira para o crescimento da densidade de acessos não é o preço dos serviços, como foi apontado pelo Ipea, e sim o preço do computador.  Entre os obstáculos ao desenvolvimento da banda larga está o marco regulatório de compartilhamento de infraestrutura, essencial para promover maior competição e penetração dos serviços. É também necessário uniformizar a regulamentação do direito de passagem que impõe dificuldades para implantação de redes.  Outro agravante é a questão dos impostos. A carga tributária brasileira imposta aos serviços de Telecom é das mais altas do mundo. Atualmente, a população tem que pagar aproximadamente 43% de taxas para o tipo de serviço.  Contudo, na comparação com outros 160 países, verifica-se que o preço da banda larga no Brasil está na média do grupo que paga menos pela internet rápida. Na comparação com países da América Latina, o Brasil tem o segundo menor preço, sendo superado apenas pelo México, onde o valor médio é de US$ 16,24. Na Argentina, o preço sobe para US$ 31,22, na Venezuela é US$ 31,31, na Colômbia US$ 34,78, no Peru US$ 36,46 e no Chile US$ 48,15.
O Fator (RJ): Emprego evolui e recrutamento online é a aposta do mercado Pesquisa do Ipea mostra a expansão do mercado de trabalho em 2010 e especialista reforça o recrutamento online como um modelo de negócio efetivo para a empresa e candidato. Segundo o boletim do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), divulgado em julho deste ano, há forte expansão dos postos de trabalho no país, com a oferta de novas vagas crescendo mais que a População Economicamente Ativa (PEA). De acordo com a publicação, o mercado de trabalho brasileiro, cuja dinâmica foi fundamental para minimizar os impactos da crise financeira internacional em 2009, continua apresentando ótimos resultados em 2010. A pesquisa constatou que entre janeiro e março deste ano, a taxa de desemprego apresentou um valor médio de 7,4%, ficando 1,2 (p.p) abaixo que o mesmo período do ano passado. De acordo com Cecilia Rojas, diretora geral do Infojobs no Brasil, - portal de recrutamento -, isso se deve também ao crescimento e consolidação de novos modelos de negócios que atendam a necessidade tanto da empresa quanto do candidato. “Identificamos um mercado latente e buscamos tecnologia que dê agilidade no processo de contratação, unindo os objetivos de ambos”, diz. No mercado desde 2004, o Infojobs apresenta soluções integradas que compõe todas as etapas para preenchimento de vagas em aberto, de forma rápida e efetiva. “Candidato e empresa se cadastram sem custo e automaticamente utilizam nossas ferramentas de publicação online, gerenciam estatísticas de acessos e buscas, utilizam filtros avançados que cruzam ambos interesses e oferecem em tempo real o monitoramento dos processos de seleção”, enfatiza Cecilia. Com a implantação e efetivação desse modelo de negócio, o Infojobs lidera o mercado de recrutamento online e registra 4,1 milhões de usuários cadastrados no portal e cerca de 400 mil vagas disponibilizadas pelas 11 mil empresas cadastradas. “Diferenciamos o capital humano que nos confia direcioná-lo ao mercado, atuando como um canal qualificado de serviços e apoio aos Recursos Humanos, sendo a ponte entre o profissional e a empresa”, conclui Cecilia. Grupo - Anuntis (www.anuntis.com) é líder em classificados online na Espanha. Com mais de 18 milhões de usuários únicos mensais e 800 milhões de páginas vistas por mês, a Anuntis se estabeleceu como uma das maiores empresas de Internet na Europa, com mais de 25 anos de experiência no negócio de anúncios classificados e dez anos em negócios online. Ela está presente na Espanha, Argentina, Brasil, Colômbia, México e Itália. [www.infojobs.com.br e www.balcao.com ]. Schibsted (www.schibsted.com) é um grupo de comunicação Escandinavo, com importante liderança na Europa. Marcas fortes formam o núcleo das operações em mais de 26 países, entre os quais: Noruega, Suécia, Dinamarca, Finlândia, França, Espanha, Estônia, Letônia, Lituânia, Áustria, Itália, Bélgica, Portugal, Rússia, Eslovênia, Cingapura, Malásia, Filipinas e quatro países da América Latina, entre eles o Brasil. Com atuação desde 1839, a empresa combina tradição e inovação ao reconhecer grandes oportunidades em um mercado em rápido desenvolvimento. Com cerca de 7.500 funcionários, tem como diferencial a interação entre mídia impressa, online e serviços de mobilidade.
1º Edição (AL): Ipea projeta PIB entre 5,5% e 6,5% neste ano O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou sua Carta de Conjuntura com previsão de manutenção da trajetória de crescimento da economia este ano. No entanto, o estudo corrobora as previsões de expansão mais suave ao longo do ano em relação ao crescimento recorde de 9% do primeiro trimestre, na comparação com o mesmo período de 2009, por causa da desaceleração do consumo das famílias. Apesar disso, o Ipea registra que o resultado do primeiro semestre já deixa um carregamento estatístico considerável para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2010. O coordenador do grupo de Análises e Previsões do Ipea, Roberto Messenberg, informou que o instituto trabalha com uma projeção do PIB para o ano entre 5,5% e 6,5%. "Caso o PIB fique estagnado nos próximos três trimestres do ano, na série com ajuste sazonal, registraria, mesmo assim, expansão de até 6% em relação a 2009", argumenta o instituto na introdução da análise sobre o nível de atividade. O instituto reconhece os sinais de desaquecimento na indústria e em alguns setores do comércio varejista, mas ressalta que "a maioria dos fundamentos que têm explicado o bom desempenho do PIB, desde o segundo trimestre de 2009, ainda está presente na economia. Sendo assim, é importante avaliar até que ponto essa desaceleração é nada mais do que uma acomodação para um patamar de crescimento mais compatível com a capacidade de oferta da economia". O texto ainda avalia fatores que possam influenciar em mudança de trajetória do atual desempenho da economia, mas destaca como aspectos positivos o crescimento do acesso ao crédito e da renda, a ampliação do poder de compra e programas de transferência de renda, além do bom desempenho do mercado de trabalho. O Ipea também relaciona o crédito às empresas liderado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes). Entre os fatores que contribuem para um crescimento menos acelerado, o instituto cita a retirada de estímulos fiscais e a retomada da alta da taxa básica de juros (Selic), que chegou a 10,75% ao ano. O estudo também aponta "sinais de estresse" na inadimplência, que atribui ao crescimento do grau de endividamento das famílias. No plano externo, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada também registra sinais de desaceleração nos outros países emergentes. O grupo de Análises e Previsões do Instituto trabalha com uma previsão entre 4% e 5% para o fechamento do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2010. Superávit comercial é de US$ 943 milhões A balança comercial brasileira registrou um superávit de US$ 943 milhões na primeira semana de agosto, segundo informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O resultado, referente a cinco dias úteis, corresponde à diferença entre as exportações e as importações do País. No período, as exportações somaram US$ 4,418 bilhões, com média diária de US$ 883,6 milhões, o que representa um aumento de 34,1% ante a média diária verificada em todo o mês de agosto de 2009 (US$ 659,1 milhões) e de 10% ante a média de julho deste ano (US$ 803,3 milhões). Já as importações totalizaram, na primeira semana de agosto, US$ 3,475 bilhões, com média diária de US$ 695 milhões, valor 35,3% superior à média de agosto do ano passado (US$ 513,7 milhões) e 6,3% menor que a média de julho deste ano (US$ 741,6 milhões). A balança comercial acumula superávit de US$ 10,176 bilhões no ano, até a primeira semana de agosto, segundo os dados do MDIC. O saldo é 42,7% inferior aos US$ 17,753 bilhões alcançados pela balança comercial em igual período do ano passado. Apesar da queda, a corrente de comércio (soma das exportações e das importações) soma US$ 212,380 bilhões no período, valor 35,3% superior aos US$ 156,981 bilhões registrados no mesmo intervalo de 2009. No período, as exportações totalizam US$ 111,278 bilhões, com média diária de US$ 741,9 milhões, valor 27,4% superior à média de igual intervalo de 2009 (US$ 582,4 milhões). As importações somam US$ 101,102 bilhões no ano, com média diária de US$ 674 milhões, valor 45,2% maior que a média verificada no mesmo período de 2009 (US$ 464,1 milhões). Mercado reduz a previsão de elevação da Selic e do Produto Interno Bruto para o ano Analistas do mercado financeiro reduziram pela terceira semana seguida a projeção para o nível da taxa básica de juros, a Selic, ao final deste ano. De acordo com a pesquisa Focus, divulgada pelo Banco Central, a previsão recuou de 11,5% para 11% em 2010. Há um mês, analistas previam juro 1 ponto percentual maior, em 12%. Na segunda pesquisa realizada pelo BC após a divulgação da ata da reunião de julho do Comitê de Política Monetária (Copom), o mercado encurtou a projeção para o ciclo de alta em curso. Até a última semana do mês passado, a expectativa era de que os aumentos da taxa Selic ocorressem até outubro. Na semana passada, porém, essa previsão foi diminuída para até o mês que vem. Para os analistas, a última elevação da Selic no atual ciclo acontece em 1 de setembro, com um aumento de 0,25 ponto percentual, o que levaria o juro básico para 11%. Uma semana antes, o mercado esperava aumento de 0,5 ponto porcentual no próximo encontro, o que levaria a taxa para 11,25%. No grupo dos analistas que mais acertam as projeções coletadas semanalmente pelo BC, o chamado Top 5, a previsão para o patamar da Selic no fim deste ano está mais alta em relação ao restante do mercado e manteve-se em 11,25%. Para 2011, esse grupo de cinco analistas reduziu a expectativa para a Selic, de 13% para 12,25%. Após quatro semanas seguidas de números estáveis, analistas reduziram a projeção para o crescimento da economia em 2010. De acordo com a pesquisa Focus, a mediana das previsões para a expansão do caiu de 7,20% para 7,12% neste ano.  
Mídia News (MT): Silval cria espaço para debates com a comunidade O comitê foi criado em 2002, durante a primeira campanha de Blairo Maggi ao Governo Silval, ao lado de Maggi, discursa durante inauguração do Comitê da Família, em Cuiabá DA REDAÇÃO Discutir os problemas que envolvem o dia-a-dia da população e apontar saídas para que as pessoas exerçam a plena cidadania por meio do voto na escolha de seus candidatos. Esta é a missão do Comitê da Família da Coligação “Mato Grosso em Primeiro Lugar”, inaugurado com a presença de mais de 2.500 pessoas na segunda-feira (9), na Avenida Agrícola Paes de Barros, no Bairro Verdão, em Cuiabá. Para o candidato à reeleição, Silval Barbosa (PMDB), o Comitê da Família terá um papel relevante durante a campanha. “Inauguramos hoje um espaço que  busca o fortalecimento das famílias. Vamos lutar cada vez mais para que as políticas públicas cheguem até o cidadão  e para que ele tenha uma vida melhor”, afirmou.  Silval Barbosa participou da inauguração do Comitê ao lado do candidato ao Senado Blairo Maggi (PR) e de candidatos a deputado federal e estadual nas eleições de outubro. O comitê da família foi criado em 2002 durante a primeira campanha de Blairo Maggi ao governo do Estado. Nesta campanha, o comitê será coordenado pela primeira-dama do Estado, Roseli Barbosa, e Terezinha Maggi. O espaço já está funcionando na Avenida Agrícola Paes de Barros, no Bairro Verdão, em Cuiabá. “É um espaço para todas as famílias, local de reuniões dos candidatos com as comunidades, para que se discutam os rumos que queremos para nosso Estado nas eleições de outubro”, disse Terezinha. Roseli ressaltou que o Comitê na Família foi criado para discutir questões que afetam a vida de cada pessoa, como a moradia, emprego e capacitação profissional. “Queremos promover aqui uma ampla discussão de todos os problemas que envolvem nossas famílias. É aqui que os nossos candidatos a deputado federal e estadual poderão trazer as pessoas para discutir estas questões”, afirmou. “As pessoas precisam entender que não são apenas os candidatos que precisam se envolver com a política, mas também as famílias. O eleitor precisa estar preparado para votar de forma consciente no dia 3 de outubro e escolher quem tem credibilidade e as melhores propostas para Mato Grosso”, disse Blairo Maggi. Ele destacou a força do grupo da Coligação Mato Grosso em Primeiro Lugar. “Formamos um grupo que tem densidade, a começar pela nossa candidata à presidência, Dilma Rousseff”, ressaltou Maggi. Ele sugeriu que no final da campanha seja elaborado um documento com as propostas do comitê para que resultem em programas que atendam às famílias. Em seu discurso, Silval lembrou, ainda, que Mato Grosso, com as políticas adotadas pelo governo do Estado a partir de 2003 em parceria com o Governo do presidente Lula, vem reduzindo as desigualdades sociais. Segundo estudo do Ipea (instituto de Política Econômica Aplicada), no final de 2004 estavam na linha de pobreza 638 mil pessoas e com os projetos executados até agora, já foram retiradas dessa condição 277 mil pessoas. “Isso é um avanço, uma conquista, uma realização. Isso porque segundo a ONU estes resultados só seriam alcançados no final de 2014. Isso faz com que persigamos este caminho, para que daqui a quatro anos possamos comemorar resultados ainda mais satisfatórios”, disse. Para mobilizar ainda mais a população em torno da eleição de Silval Barbosa ao governo do Estado e de Blairo Maggi e Carlos Abicalil ao Senado e dos demais candidatos da coligação, o Comitê da Família realiza reuniões nos bairros de Cuiabá e de Várzea Grande. Os encontros, liderados por Roseli e Terezinha, envolvem associações de moradores, clubes de Mães, da Melhor Idade, grupos de Jovens e entidades como o Rotary, Lions, Maçonaria entre ouros segmentos da sociedade.  
Jornal do Commercio (PE): XIII Conafaz O presidente do Ipea, Marcio Pochmann, vem ao Recife na próxima semana. Participa do XIII Conafaz (Congresso dos Auditores Fiscais de Pernambuco) e do lançamento pelo Sindifisco-PE de uma revista sobre as condições de trabalho da Fazenda pernambucana.

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