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Brasil Econômico: Boas notas na escola, mais notas na economia Levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) demonstra que cada R$ 1 investido pelo governo em ações sociais traz de volta R$ 1,37 em riquezas para a economia do país, como relata a repórter Maeli Prado na página 14 desta edição de BRASIL ECONÔMICO. No caso da renda, o efeito é mais notável: um incremento de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) em políticas sociais representa 2% de alta no rendimento das famílias. O Brasil aplica 21,1% do PIB em previdência, educação, saúde e assistência social. De acordo com o Ipea, a educação gera mais valor para a economia. Cada R$ 1 investido pelo governo nessa área corresponde a R$ 1,85 de aumento no PIB. O mesmo valor gasto no setor agropecuário ou de minério gera R$ 1,4 a mais no PIB, compara Jorge Abrahão de Castro, diretor de Estudos e Políticas Sociais do instituto. Quem estuda consegue salários melhores e eleva seu consumo, analisa Castro: “Os investimentos sociais são uma alavanca essencial para o crescimento econômico com distribuição de renda”. Consumidores mais bem instruídos passam a ser mais exigentes e obrigam as empresas a evoluir para atendê-los satisfatoriamente O estudo do Ipea constata que investir em educação e em programas de melhoria de vida da população traz dividendos consideráveis para a economia. Consumidores mais bem instruídos passam a ser mais exigentes e obrigam as empresas a evoluir para atendê-los satisfatoriamente. O mesmo se pode esperar de suas expectativas com relação a seus representantes políticos. Uma população letrada será menos tolerante com vereadores, prefeitos, deputados, governadores, senadores e presidentes cuja atuação não condiga com as promessas de campanha. Cidadãos bem informados de seus direitos compreendem melhor seus deveres na comunidade, no município onde moram. Têm condições de transformar o país, de tornarem-se pessoas melhores, mais preocupadas como que acontece no mundo e empenhadas para que o planeta não sofra as conseqüências da ignorância humana.
DESTAK: Gasto com educação é o que mais eleva PIB Os gastos públicos com educação e saúde geram mais crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) do que investimentos, exportações e outros do governo. Um estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) divulgado ontem mostra que cada R$ 1 destinado aos gastos com educação gera para o PIB um retorno de R$ 1,85. Na área da saúde, a contribuição para o crescimentos da economia é um retorno de R$ 1,70 a cada R$ 1 gasto. Já os valores que se contabilizam como investimentos, exportações e outros gastos do governo garantem R$ 1,57 para o PIB a cada R$ 1 gasto. “O gasto na educação não gera apenas conhecimento. Gera economia, já que, ao pagar o salário a professores, aumentam-se o consumo, as vendas adicionados, salários, lucros, juros”, explicou o diretor do Ipea, Jorge Abrahão.
Diário do Comércio (SP): Investimento em educação e saúde eleva PIB Nenhum gasto público social contribui tanto para expansão do Produto Interno Bruto (PIB) quanto os que são feitos em educação e saúde. Cada R$ 1 gasto com educação gera R$ 1,85 para o PIB. O mesmo valor gasto na saúde gera R$ 1,70. Os dados constam do estudo Gasto com a Política Social: Alavanca para o Crescimento com Distribuição de Renda, divulgado ontem pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Para reduzir desigualdade, gastos com maior retorno são do Bolsa Família.
Publi Metro: Gasto em educação é o 1º em retorno ao PIB Um estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) aponta que os gastos públicos com educação e saúde são os que geram maior crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) do que investimentos, exportações, e outros gastos do governo. Cada R$ 1 destinados aos gastos com educação geram um retorno de R$ 1,85 ao PIB. Na saúde, o retorno é de R$ 1,70 a cada R$ 1 gasto.
VALOR ONLINE (SP):  Gasto com educação e saúde contribui mais com alta do PIB, mostra estudo Nenhum gasto público social contribui tanto para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) quanto os que são feitos em educação e saúde. Cada R$ 1 gasto com educação pública gera R$ 1,85 para o PIB. O mesmo valor gasto na saúde gera R$ 1,70. Para a redução da desigualdade social, os gastos que apresentam maior retorno são aqueles feitos com o Bolsa Família, que geram R$ 2,25 de renda familiar para cada R$ 1 gasto com o benefício, e os benefícios de prestação continuada - destinados a idosos e portadores de deficiência cuja renda familiar per capita seja inferior a 25% do salário mínimo -, que geram R$ 2,20 para cada R$ 1 gasto. Além disso, 56% desses gastos retornam ao caixa do Tesouro na forma de tributos. Os dados referem-se ao ano de 2006 e constam do estudo Gasto com a Política Social: Alavanca para o Crescimento com Distribuição de Renda, divulgado ontem pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). De acordo com o órgão, é a primeira vez que um estudo como esse é feito no Brasil, em função da dificuldade de se juntar os elementos necessários para o desenvolvimento da pesquisa. "O gasto na educação não gera apenas conhecimento. Gera economia, já que ao pagar salário a professores aumenta-se o consumo, as vendas, os valores adicionados, salários, lucros, juros", avalia o diretor de Estudos e Políticas Sociais do Ipea, Jorge Abrahão. "Portanto, a política social brasileira não apenas protege, como promove o cidadão." "Em termos gerais, ampliar em 1% do PIB os gastos sociais, na estrutura atual, redunda em 1,37% de crescimento do PIB. Ou seja, é o tipo de gasto que tem mais benefícios do que custo", explica a técnica de Planejamento e Pesquisa do Ipea, Joana Mostafa. Segundo ela, a renda das famílias é responsável por cerca de 80% do PIB. "Dessa forma, aumentar em 1% do PIB o gasto social gera 1,85% de crescimento da renda das famílias", disse a pesquisadora. "No caso da saúde, além de esses gastos representarem empregos, envolvem também a aquisição de aparatos tecnológicos, o que também contribui para a demanda nas indústrias", acrescentou. Mostafa explica que a pesquisa leva em consideração os reflexos desses gastos no PIB e na renda familiar. "Para cada 1% a mais investido em educação e saúde, há um efeito multiplicador que aumenta em 1,78% o PIB e em 1,56% a renda das famílias." No caso do Bolsa Família, o aumento de 1% do que ele representa para o PIB resultaria no aumento de 1,44% do PIB. Mas, nesse caso, o mais significativo está relacionado ao fato de que, ao receber e usar esse benefício, o cidadão acabar gerando renda para outras famílias. "Cada R$ 1 gasto com esse programa gera R$ 2,25 em rendas familiares", diz a responsável pelo estudo. O mesmo não pode ser dito dos gastos com exportações de commodities agrícolas e extrativas. "Apesar de agregarmos ao PIB 40% de cada real investido nessa área, os efeitos para a renda familiar são pequenos e limitados a R$ 1,04 para cada R$ 1 gasto." Como utiliza dados de 2006, o estudo não mensura os reflexos das ações recentes do governo em favor do setor da construção civil.    
BLOG DO NOBLAT:  Gasto público com Educação e Saúde turbina PIB Nenhum gasto público social contribui tanto para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) quanto o que é feito em educação e saúde. Cada R$ 1 gasto com educação pública gera R$ 1,85 para o PIB. O mesmo valor gasto na saúde gera R$ 1,70. Os valores levam em conta gastos de União, estados e municípios. Para a redução da desigualdade social, os gastos que apresentam maior retorno são aqueles feitos com o Bolsa Família, que geram R$ 2,25 de renda familiar para cada R$ 1 gasto com o benefício; e os benefícios de prestação continuada - destinados a idosos e portadores de deficiência cuja renda familiar per capita seja inferior a 25% do salário mínimo -, que geram R$ 2,20 para cada R$ 1 gasto. Além disso, 56% desses gastos retornam ao caixa do Tesouro na forma de tributos. Os dados referem-se ao ano de 2006 e constam do estudo Gasto com a Política Social: Alavanca para o Crescimento com Distribuição de Renda, divulgado nesta quinta-feira pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).    
R7: Gastos sociais são os que mais geram riqueza ao país Para cada R$ 1 investido, saúde e educação devolvem R$ 1,78 em riquezas, diz Ipea Mariana Londres Os gastos do governo com a área social (educação, saúde, assistência social, previdência e programas do como o Bolsa Família) representam pouco mais de um quinto de todas as riquezas produzidas no país. Um estudo divulgado nesta quinta-feira (3) pelo Ipea (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas) mostra que esse tipo de investimento atingiu 21% do PIB (produto interno bruto, ou soma das riquezas produzidas no país) e é um dos que mais gera retorno para nossa economia. A pesquisa calculou quanto cada tipo de investimento gera em incremento nas riquezas do país. A conta foi transformada em um número chamado de multiplicador, que ajuda a medir o quanto de retorno os gastos com educação e saúde, por exemplo, causam na economia. Os investimentos nos setores de educação e saúde tiveram multiplicador 1,78, segundo o Ipea. Isso significa que para cada R$ 1 gasto pelo governo nessas duas áreas, o país viu sua economia gerar R$ 1,78 de riquezas. Em outras palavras, é como se a geração de riquezas devolvesse o R$ 1 investido e mais R$ 0,78 de lucro. Separados, a educação gera riquezas de R$ 1,85 para cada R$ 1 investido. Só a saúde devolve R$ 1,70. Só como comparação, os gastos de demanda agregada (que incluem todos os gastos do governo, tanto sociais como outros gastos) geram um multiplicador de 1,57, ou seja, geram R$ 1,57 em riquezas para cada R$ 1 investido. Isso significa que de todos os gastos do país, os investimentos nas áreas de saúde e educação e em outras áreas sociais geram mais riquezas do que o pagamento dos funcionários públicos ou do que os investimentos em setores da agricultura ou da indústria. O dinheiro gasto pelo governo para pagar os juros da dívida pública gera uma riqueza menor do que o seu gasto, ou seja, para cada R$ 1 gasto no pagamento dos juros, são gerados em riquezas apenas R$ 0,71. Em outras palavras, pagar juros dá prejuízo para o PIB. Já os gastos em construção civil, geram R$ 1,54 para cada R$ 1 investido. O multiplicador, neste caso, não é tão alto, porque os salários dos trabalhadores são baixos. O motivo do alto retorno do investimento social no país, de acordo com os pesquisadores do Ipea, é que a política social do governo brasileiro é focada em famílias de baixa renda, e esta injeção de recursos gera consumo no mercado interno, como diz o estudo. - Estes estratos tendem a consumir menos importados e poupar menos, o que implica em maior propensão a consumir produtos nacionais, mais vendas, mais produção nacional e mais empregos gerados no país. O gasto inicial, com programas sociais, de acordo com o Ipea, se transforma em diversos tipos de renda, durante várias etapas, como explica a pesquisadora Joana Mostafa. - Um benefício do governo faz com que uma família faça uma compra, que não faria se não tivesse aquela renda, a empresa que fez aquele produto investe mais e contrata, a pessoa que foi contratada passa a fazer um compra, gera mais riqueza, e por aí vai. De acordo com o Ipea, os gastos com saúde, educação, programas sociais e previdência além de alavancarem o crescimento do país, contribuem para a queda da desigualdade social, como explica o diretor de Estudos e Políticas Sociais do Ipea, Jorge Abrahão. - O gasto social não é neutro, ele propicia crescimento com distribuição de renda, e foi importante na crise, para superarmos a crise com maior facilidade. Mal ou bem país implantou uma política social complexa que passou a ser um componente importante para economia brasileira porque permite um novo patamar de crescimento, com melhor distribuição de renda.    
MSN: Ipea: gasto com educação é o primeiro em retorno ao PIB Os gastos do poder público com educação e saúde são os que geram mais crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), aponta um estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) divulgado nesta quinta (3). Segundo o instituto, cada R$ 1 gasto com educação gera R$ 1,85 de retorno ao PIB. Na saúde, para cada R$ 1 investido, o retorno é de R$ 1,70. Fazem parte da pesquisa os gastos de União, estados e municípios. Segundo o estudo, os gastos sociais - com saúde, educação, programas sociais e previdência - têm melhor desempenho porque se desdobram em outras formas de renda, gerando consumo no mercado interno e contribuindo diretamente para a redução das desigualdades. Dentro desses valores, destaque para o Programa Bolsa Família, onde cada R$ 1 incluído eleva a renda das famílias em 2,25%. Os gastos com investimentos e exportações geram retorno de R$ 1,57 para cada R$ 1 injetado e construção civil R$ 1,54 para R$ 1 gasto. Já o gasto com juros sobre a dívida pública gera apenas R$ 0,71 para cada R$ 1 aplicado. Os cálculos têm como base os agregados do Sistema de Contas Nacionais de 2006 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Redução da pobreza O estudo também apresenta os efeitos de diferentes gastos no chamado índice de Gini - medida para calcular a desigualdade de distribuição de renda, que varia de zero a um, sendo zero completa igualdade de renda e um completa desigualdade. Segundo o Ipea, para cada 1% do PIB gasto com saúde, o índice é diminuído em 1,5% e cada 1% com educação diminui o Gini em 1,1%. O Bolsa Família reduz o indicador em 2,15% para cada 1% gasto do PIB. O estudo ainda sugere continuidade das ações sociais. "A melhora recente da desigualdade entre 2003 e 2008 medida pelo Gini ocorreu com velocidade de -1,3% ao ano. Alguns gastos sociais mais progressivos, se expandidos, ainda podem contribuir para a desconcentração de renda no Brasil", explica o estudo.    
MONITOR MERCANTIL DIGITAL: Alterações podem enfraquecer Lei Maria da Penha No fim de 2010, a Lei Maria da Penha voltou a figurar nos noticiários e rodas de conversa com a aprovação de projetos de lei que modificam seu texto em duas comissões da Câmara dos Deputados. Um dos projetos afirma que a Lei se aplica para namorados. O outro estabelece que não é necessário o pronunciamento da vítima para que o agressor seja processado por crimes de lesão corporal leve. Ambos tentam sanar falhas que não estão no texto da Lei, e sim na forma como ela vem sendo aplicada pelos operadores de direito. No âmbito do Poder Judiciário, observamos comportamentos díspares: alguns juízes são grandes aliados das mulheres, enquanto outros se recusam a aplicar a Lei e continuam a classificar a violência doméstica como "crime de menor potencial ofensivo". Esta negligência coloca a vida das mulheres em risco e desrespeita direitos assegurados. Decisões recentes do Superior Tribunal de Justiça (STJ) têm sido favoráveis para o cumprimento da Lei. Além disso, o Ministério Público Federal impetrou uma ação com o objetivo de determinar que o crime de lesão corporal contra mulheres não exija pronunciamento da vítima para prosseguimento da ação penal. A matéria aguarda apreciação do Supremo Tribunal Federal. A resistência que a Lei Maria da Penha enfrenta em alguns tribunais tem motivado a apresentação de um sem-número de projetos de lei. Atualmente, o Centro Feminista de Estudos e Assessoria para Enfrentamento à Violência contra as Mulheres (CFEMEA) acompanha 23 projetos com este teor que tramitam no Congresso Nacional. Produzidos às pressas, após casos de grande repercussão ganharem a mídia, a maioria deles é redundante e não alteraria em nada o funcionamento da Lei. Alguns propõem retrocessos e um deles criminaliza a violência doméstica contra os homens, que não é fenômeno documentado em nossa sociedade e que já dispõe de mecanismos legais para tratar dos casos existentes. Ao analisarmos a Lei, entretanto, notamos que seu texto é bastante completo. Por exemplo: o artigo 5º, que define violência doméstica e familiar, considera crimes cometidos: "III) em qualquer relação íntima de afeto, na qual o agressor conviva ou tenha convivido com a ofendida, independentemente de coabitação". O inciso III foi inserido exatamente para que fosse possível enquadrar casos de agressão de namorados, ficantes, amantes e qualquer outra forma de relacionamento que venha a ser popularizada e na qual a violência ocorra. Por outro lado, é notável a carência de debates e dados empíricos que orientem a produção dos projetos de lei. O texto da Lei não deixa margem para dúvidas e a resistência em aplicá-la decorre do machismo entranhado nas instituições públicas no país. Sem sua superação, a aprovação de cerca de 20 projetos inócuos certamente dará projeção midiática para alguns parlamentares, mas pode vir a minar a consolidação da Lei junto a tribunais e à opinião pública. Os novos textos voltarão a ser contestados e usados contra as mulheres. Mais de 40% das brasileiras já sofreram violência de gênero em ambiente doméstico e familiar. A cada 15 segundos uma mulher é espancada no país. A sociedade está disposta a enfrentar o problema: segundo o Ipea, 91% da população quer que este tipo de crime seja investigado, mesmo sem a representação (queixa) da vítima; 80% afirmam que a Lei Maria da Penha pode evitar ou diminuir a violência contra as mulheres. Milhares de pessoas já se beneficiaram dos avanços proporcionados pela Lei, mas é necessário expandir e aprimorar as políticas públicas de apoio: faltam recursos orçamentários para delegacias especializadas, casas abrigo, atendimento psicológico e jurídico, pessoal para assegurar o cumprimento das medidas protetivas, etc. A reversão deste quadro passa pela erradicação do machismo vigente na sociedade e requer o compromisso de parlamentares, do Poder Executivo e de operadores de direito. Precisamos de recursos, não de mudanças. Neste sentido, o Parlamento pode desempenhar um papel importante no aporte de recursos orçamentários para a implementação da Lei no PLOA 2011 e no cumprimento de sua função constitucional de fiscalização do uso destes recursos. A implementação da Lei Maria da Penha é mais urgente, e será atingida com vontade política, aumento de dotações orçamentárias e expansão de políticas públicas. Quaisquer alterações devem ser objeto de debates aprofundados, a exemplo do processo que deu origem à Lei, que contou com a participação de acadêmicas, juristas, advogadas, parlamentares e militantes feministas.      
MONITOR MERCANTIL DIGITAL (SP): "Velhinho" é mais investimento Cada 1 ponto do PIB gasto com aposentado eleva 1,7 mais o PIB que "Bolsa Juros" Enquanto o multiplicador decorrente do aumento de um ponto percentual no PIB é de 1,44 ponto para o Bolsa Família e 1,23 ponto no caso do Regime Geral da Previdência Social, a contribuição dos juros da dívida pública é de apenas 0,71 ponto. Os dados são de levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que revela também que 56% dos gastos sociais retornam ao Tesouro na forma de tributos. "O gasto social não é neutro. Ele propicia crescimento com distribuição de renda. Ele foi muito importante para o Brasil superar a crise de 2008. Esse gasto tem uma grande importância como alavanca do desenvolvimento econômico e, logicamente, do bem-estar social", disse o diretor de Estudos e Políticas Sociais do Ipea, Jorge Abrahão. Segundo o estudo, que usou como base dados de 2006, cada R$ 1 gasto com educação pública gera R$ 1,85 para o PIB. O mesmo valor investido na saúde gera R$ 1,70. Foram considerados os gastos públicos assumidos pela União, pelos estados e municípios. Quando se calcula o tipo de gasto social que tem o maior efeito multiplicador na renda das famílias, em primeiro lugar aparece o Programa Bolsa Família (PBF). Para cada R$ 1 incluído no programa, a renda das famílias se eleva 2,25%. De acordo com o vice-presidente da Associação de Funcionários do BNDES (AFBNDES), Hélio Silveira, a pesquisa do Ipea é facilmente explicada pelo prisma das finanças funcionais. "O investimento alavanca o PIB ainda mais do que o gasto social, pois seu efeito já se faz sentir no início, com as compras do governo, mas também se mantém após o período de maturação", compara o economista, lembrando que as camadas de renda mais baixas, principais beneficiadas pelos programas sociais e pela Previdência, consomem tudo o que recebem. "Os pobres não poupam e sobre os alimentos incide elevada carga tributária", destaca Silveira.                  

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