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Agência Brasil: Governo terá auxílio da Cepal na produção de estudos sobre Brasil sem Miséria A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) vai auxiliar o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e os institutos de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na análise dos indicadores sobre a extrema pobreza elaborados pelo governo. Criada em 1948 pelo Conselho Econômico e Social das Nações Unidas, a Cepal busca incentivar a cooperação econômica entre os 48 países-membros. A contribuição da Cepal se dará no exame das diferenças entre a medida da extrema pobreza, por meio das pesquisas Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) e de Orçamentos Familiares, do Censo Demográfico e do Cadastro Único para Programas Sociais, como período de coleta, fluxo de perguntas relacionadas a rendimento no questionário, levantamento estatístico, tamanho e abrangência da amostra. Na última sexta-feira (17), os quatro órgãos assinaram em Brasília, acordo de parceria para viabilizar análises e seminários que serão produzidos para monitorar o plano de superação da extrema pobreza. De acordo com o governo, nos últimos anos, 28 milhões de brasileiros saíram da pobreza absoluta e 36 milhões entraram na classe média. O Plano Brasil sem Miséria, coordenado pelo MDS, tem como objetivo retirar da extrema pobreza 16,2 milhões de brasileiros que ainda vivem com renda familiar de até R$ 70 por pessoa. Para isto vai atuar em três eixos: transferência de renda, acesso a serviços públicos e inclusão produtiva.  
O Popular (GO): Crescimento do País não afasta desigualdade regional   Alerta é do presidente do Ipea, Márcio Pochmann, durante lançamento de estudo sobre o assunto em Goiânia, ontem, em seminário realizado na Câmara Municipal Por Lúcia Monteiro O Brasil vive um momento inédito, conseguindo combinar progresso econômico com avanço social e se insere na economia mundial como protagonista do desenvolvimento em função do êxito de suas políticas econômicas e sociais. Porém, este progresso ainda não conseguiu solucionar problemas como a desigualdade regional e permitir condições adequadas de vida a todos. Isso exige o aperfeiçoamento do atual modelo de desenvolvimento regional. O alerta foi feito ontem em Goiânia pelo presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Márcio Pochmann, durante o lançamento do documento Brasil em Desenvolvimento: Estado, Planejamento e Políticas Públicas (2010) . O lançamento aconteceu durante a abertura de um seminário de mesmo nome, realizado na Câmara Municipal de Goiânia. Diagnóstico Segundo Pochmann, o documento é um instrumento de análise e diagnóstico do atual estágio de desenvolvimento do Brasil em diferentes áreas e como isso repercute na vida do cidadão comum. Ele deu o exemplo do crescimento da economia nacional, associado à prosperidade da indústria automobilística. "Por outro lado, a população está usando mais o transporte individual, o que repercute na substituição do transporte coletivo, deixando as cidades cada vez mais congestionadas e poluídas", explica. Dilema Outro exemplo de dilema é a expansão econômica com o aumento da produção agrícola, que é importante para o Brasil enfrentar o problema da fome e tem gerado um excedente agrícola significativo na pauta de exportações, mas fez crescer a presença de agrotóxicos, que impacta negativamente na qualidade de vida. Na última década, o País passou por um elevado crescimento econômico, que aconteceu com um gasto social mais ativo. De acordo com o coordenador do projeto Brasil em Desenvolvimento do Ipea, Aristides Monteiro Neto, esse modelo de desenvolvimento conseguiu reunir crescimento econômico e inclusão social, o que significa repartição do bolo. Em 2009, o gasto social brasileiro atingiu R$ 560 bilhões, que inclui recursos para saúde, educação, saneamento, culturas e programas de transferência de renda. "O governo percebeu que, em meio à possibilidade de crise e retração econômica, que vinha de fora, era preciso proteger o Brasil, e fez isso apoiando os mais pobres, aumentando as transferências para a política social", destacou Aristides. O resultado disso foi a expansão do mercado interno porque essas famílias usaram a renda no consumo, impulsionado muitas regiões. Porém esse modelo é algo que ainda não está completo, mas um processo ainda em elaboração, e que precisa ser trabalhado nas diversas regiões do País em encontros como o de ontem. "Precisamos continuar batalhando essa trajetória de desenvolvimento e de inclusão social, que não está ganha", alerta.
Jornal do Commercio: Ipea planeja abertura de representação na China FÁBIO ALVES DA AGÊNCIA ESTADO O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) planeja abrir já no segundo semestre um escritório de representação na China, a exemplo do que já fez na Venezuela. A instituição quer melhorar o conhecimento e pesquisa sobre o planejamento econômico e de políticas públicas do principal parceiro comercial brasileiro. "A China desenvolveu todo um conjunto de técnicas de planejamento de médio e longo prazos, enquanto que no Brasil essas técnicas haviam sido praticamente abandonadas na virada do século 20 para o século 21. Assim, estamos recuperando essas técnicas", disse o presidente do Ipea, Marcio Pochmann. "Ao mesmo tempo, há uma série de elementos que não temos muita precisão, desde informações quantitativas até a condução de políticas públicas que a China fez em termos de política industrial, regional e o redesenho da sua política social." SELEÇÃO. O Ipea deve abrir em breve processo de seleção interna para enviar um ou dois técnicos para o escritório de representação na China, segundo Pochmann. A abertura do escritório e o deslocamento dos técnicos do Ipea dependem de negociações finais entre os dois governos, incluindo as condições físicas de instalação da representação, provavelmente a ser implantada na sede da Academia Chinesa de Ciência em Pequim, afirmou ele. O objetivo é que haja reciprocidade do governo local, com a vinda de técnicos da instituição chinesa para abrir uma representação ou fazer trabalhos de pesquisas no Brasil, aproveitando a infraestrutura do Ipea. Pochmann lembrou que a presença de empresas públicas e privadas brasileiras na Ásia, em particular na China, tem ganhado maior proporção e que a relação comercial entre os dois países cresce de forma muito rápida. “A China desenvolveu todo um conjunto de técnicas de planejamento de médio e longo prazos, enquanto que no Brasil essas técnicas haviam sido praticamente abandonados na virado do século 20 para o século 21. Assim, estamos recuperando essas técnicas." Marcio Pochmann, presidente do Ipea Em 2010, a China foi o principal destino das exportações brasileiras, com vendas de US$ 30,8 bilhões, ou 15% do total embarcado para o exterior. Já o país asiático foi o segundo principal fornecedor de produtos e serviços para o Brasil no ano passado, com o valor das importações brasileiras atingindo US$ 25,6 bilhões, atrás apenas das compras feitas aos Estados Unidos. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior mostram que os chineses tornaram-se também os maiores fornecedores para o Brasil no primeiro trimestre de 2011, ultrapassando os norte-americanos. A relação comercial bilateral é marcada, contudo, pelo desequilíbrio entre a concentração da pauta de exportação para China de matérias-primas e outros bens de menor valor agregado e a importação de produtos chineses de alta tecnologia, situação agravada peia valorização do real, que vem corroendo a competitividade da indústria brasileira e deflagrando um temor da desindustrialização, ou uma participação cada vez menor da indústria no PIB brasileiro. De acordo com estudo do Ipea, de cada dólar exportado para a China, 87 centavos são de produtos primários e de manufaturas intensivas em recursos naturais, 7 centavos vêm de produtos de média intensidade tecnológica e apenas 2 centavos de produtos de alta tecnologia. Já as importações brasileiras de produtos de alta tecnologia da China aumentaram de US$ 487 milhões em 2000 para quase US$ 10 bilhões em 2010, conforme o Ipea. A participação desses produtos chineses no total importado brasileiro chegou a ultrapassar 50% em 2005. "Estamos num momento estratégico de redefinição do papel do Brasil com relação ao seu comércio com a China", afirmou Pochmann. "Há, de fato, um desequilíbrio dessa relação do ponto de vista da composição tecnológica e do valor agregado, mas isso é em razão muito mais dos constrangimentos da economia brasileira do que uma imposição por parte da China." Para Pochmann é preciso a adoção de políticas macroeconômicas para mudar o que define como uma relação conjuntural em que hoje o Brasil é mais um fornecedor de matérias-primas e produtos de baixo valor agregado para a China. "É um momento chave de tomada de decisão para evitar que isso se transforme numa relação estrutural", disse. "O Brasil, ao contrário de outros países latino-americanos exportadores de produtos primários para a China, tem uma base industrial que comportaria uma relação comercial em outro nível com os chineses", acrescentou. CÂMBIO. Resolver a questão cambial, ressaltou Pochmann, não é a panaceia para mudar a assimetria na relação comercial com a China. "O câmbio é um problema, mas não é o único. Está se tratando o problema do câmbio boje como se tratava na segunda metade dos anos 90, quando o Brasil teve um real valorizado, mas são momentos diferentes, o que exige uma compreensão diferente", disse. Uma mudança nos termos de troca não é necessariamente prejudicial para o País, disse Pochmann, lembrando que a partir da metade da década de 40 o Brasil registrou um câmbio valorizado e isso não resultou em desindustrialização. "O Brasil soube utilizar o excedente (das vendas) do café em prol da industrialização", afirmou. Para ele, o governo precisa investir numa política industrial mais contemporânea da nova realidade económica mundial e mais agressiva para elevação do valor agregado dos produtos brasileiros. "A nossa presença na China vai nos ajudar a entender a dinâmica de médio e longo prazos da economia chinesa, o que também ajudará no planejamento das empresas privadas e dos investidores brasileiros que estão olhando a China", disse. Em relação a investimentos diretos, um relatório do Ipea sobre as relações bilaterais, publicado em abril, mostra que as aquisições chinesas de empresas que operam no Brasil somaram US$ 14,9 bilhões entre 2009 e 2010. Por outro lado, a China foi apenas o 30° principal país receptor de investimento direto brasileiro no ano passado devido, em grande parte, às restrições para a entrada de capital estrangeiro impostas pelo governo chinês. A presença na China faz parte do projeto de internacionalização da instituição, que já conta desde setembro do ano passado com uma representação na Venezuela e está em fase de implantação de escritórios em Angola, Argentina e Peru. Na Venezuela, o escritório conta com um técnico, o funcionário de carreira Pedro Silva Barros
DCI: Ipea abrirá escritório de representação na China no 2º semestre   O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) planeja abrir ainda no segundo semestre um escritório de representação na China, a exemplo do que já fez na Venezuela. A instituição quer melhorar o conhecimento e pesquisa sobre o planejamento econômico e de políticas públicas do principal parceiro comercial brasileiro. "A China desenvolveu todo um conjunto de técnicas de planejamento de médio e longo prazo, enquanto que no Brasil essas técnicas haviam sido praticamente abandonadas na virada do século 20 para o século 21, e assim nós estamos recuperando essas técnicas", disse o presidente do Ipea, Marcio Pochmann. "Ao mesmo tempo, há uma série de elementos que nós não temos muita precisão, desde informações quantitativas até a condução de políticas públicas que a China fez em termos de política industrial, regional e o redesenho da sua política social." O Ipea deve abrir em breve processo de seleção interna para enviar um ou dois técnicos para o escritório de representação na China, segundo Pochmann. "A abertura do escritório e o deslocamento dos técnicos do Ipea dependem de negociações finais entre os dois governos, incluindo as condições físicas de instalação dessa representação, provavelmente a ser implantada dentro da sede da Academia Chinesa de Ciência em Pequim", afirmou ele. De acordo com estudo do Ipea, de cada dólar exportado para a China, 87 centavos são de produtos primários e de manufaturas intensivas em recursos naturais, 7 centavos vêm de produtos de média intensidade tecnológica e apenas 2 centavos de produtos de alta tecnologia. "Estamos num momento estratégico de redefinição do papel do Brasil com relação ao seu comércio com a China", afirmou Pochmann. "Há, de fato, um desequilíbrio dessa relação do ponto de vista da composição tecnológica e do valor agregado, mas isso é em razão muito mais dos constrangimentos da economia brasileira do que uma imposição da China." Para Pochmann é preciso a adoção de políticas macroeconômicas para mudar o que define como uma relação conjuntural em que hoje o Brasil é mais um fornecedor de matérias-primas e produtos de baixo valor agregado para a China. "Esse é um momento chave de tomada de decisão para evitar que isso se transforme numa relação estrutural", disse. "O Brasil, ao contrário de outros países latino-americanos exportadores de produtos primários para a China, tem uma base industrial que comportaria uma relação comercial em outro nível com os chineses", acrescentou. Resolver a questão cambial, ressaltou Pochmann, não é a panaceia para mudar a assimetria na relação comercial com a China.
O Estado de S.Paulo (SP): Panorama Econômico INTERNACIONALIZAÇÃO Ipea planeja abrir escritório na China O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) planeja abrir ainda no segundo semestre um escritório de representação na China, a exemplo do que já fez na Venezuela. A instituição quer melhorar o conhecimento e pesquisa sobre o planejamento econômico e de políticas públicas do principal parceiro comercial brasileiro.
O Estado de S.Paulo (SP): Em lista de 9 países, Brasil investe menos na preservação por hectare de florestas Estudo calcula que conservação poderia gerar pelo menos R$ 5,77 bilhões por ano ao país. Um estudo coordenado pelo Centro para o Monitoramento da Conservação Mundial do Programa da ONU para o Meio Ambiente revela que, numa lista de nove países, o Brasil é o que menos investe na preservação de cada hectare de suas florestas. Enquanto o Brasil desembolsa, em média, R$ 4,43 por cada hectare de suas unidades de conservação, na Argentina o índice é cinco vezes maior (R$ 21,37), no México, nove vezes (R$ 39,71) e, na África do Sul, 15 vezes (R$ 67,09). A disparidade é ainda maior se os gastos brasileiros são comparados com os de países desenvolvidos: nos Estados Unidos, país da lista que mais investe na conservação ambiental, são R$156,12 por hectare (35 vezes a mais que o Brasil) e, na Nova Zelândia, R$ 110,39. A lista, integrada também por Costa Rica, Canadá e Austrália, agrega países que, a exemplo do Brasil, têm grande parte de seus territórios ocupados por parques naturais ou índices sociais semelhantes aos brasileiros. O estudo "Contribuição das unidades de conservação para a economia nacional", divulgado neste mês e feito em parceria entre o IPEA (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o Ministério do Meio Ambiente, calculou quanto o Brasil fatura com a preservação de suas florestas e quanto poderá ganhar caso amplie os investimentos no setor, o que permitiria maior aproveitamento de seus recursos naturais e incremento no número de turistas. Um dos autores do estudo, o pesquisador da UFRJ Carlos Eduardo Young, diz à BBC Brasil que a intenção foi mostrar que a preservação ambiental e o desenvolvimento econômico são compatíveis. Segundo ele, é preciso resistir ao impulso de tirar um proveito econômico de curto prazo das florestas, em nome de um desenvolvimento mais duradouro e inclusivo. "Nós comprovamos que, do jeito que está, as florestas brasileiras já garantem à sociedade um retorno financeiro superior ao que é investido nelas. Se melhorarmos o sistema de gestão, o valor do benefício pode crescer significativamente." Investimentos O estudo calcula que, caso o governo garanta a conservação nessas áreas e invista mais nelas, o aproveitamento econômico desses territórios, que cobrem cerca de 15% do país, pode gerar ao menos R$ 5,77 bilhões por ano. O valor viria de produtos florestais (como castanha-do-pará ou madeira em áreas de extração controlada, por exemplo), turismo, estoque de carbono conservado, água e receitas tributárias, baseada no modelo de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) Ecológico adotado por alguns Estados. Para isso, no entanto, Young diz que o país teria de ampliar os investimentos no setor, atualmente em torno de R$ 300 milhões por ano nas reservas federais, para cerca de R$ 550 milhões anuais para o sistema federal, R$ 350 milhões para os sistemas estaduais (a serem empregados sobretudo em maior fiscalização), além de cerca de R$ 1,8 bilhão para gastos em infraestrutura para o turismo. Hoje, segundo o estudo, há um funcionário brasileiro para cada 18.600 hectares protegidos, número bastante inferior aos da África do Sul (1 para cada 1.176 hectares), dos Estados Unidos (1 para 2.125), Argentina (1 para 2.400) e Canadá (1 para 5.257). Ainda de acordo com o estudo, a exploração legal de produtos oriundos de florestas naturais já gera cerca de R$ 3,79 bilhões ao Brasil por ano, ao passo que a receita de ICMS Ecológico repassada aos municípios pela existência de unidades de conservação em seus territórios é de R$ 402,7 milhões. Não há dados abrangentes sobre receitas advindas do turismo. Young explica, no entanto, que os benefícios econômicos da preservação ambiental são ainda mais amplos, já que grande parte da água que abastece as usinas hidrelétricas nacionais, provendo energia às indústrias e às cidades país, advém de unidades de conservação ambiental; que o turismo em áreas protegidas é fonte central de recursos para muitos municípios brasileiros; e que o desenvolvimento de fármacos e cosméticos muitas vezes se dá por meio de pesquisas sobre espécies vegetais protegidas em unidades de conservação. Mesmo assim, diz que, por se tratar de produtos e serviços em geral de natureza pública, seu valor não é percebido pela sociedade, que na maior parte dos casos não paga diretamente pelo seu consumo ou uso. O pesquisador afirma ainda que a dicotomia agricultura X conservação ambiental, que ganhou força durante as discussões sobre o novo Código Florestal que tramita no Congresso, é falsa: "Não somos contra o desenvolvimento da agricultura, muito pelo contrário. Achamos, aliás, que a conservação ambiental favorece os agricultores, na medida em que lhes garante água para a irrigação, ameniza efeitos de enchentes e impede a erosão de terrenos montanhosos, que podem ser muito prejudiciais aos produtores". Ele alerta, no entanto, que caso o novo Código reduza as áreas mínimas de conservação exigidas em cada propriedade, o país abrirá mão de uma riqueza maior. "Vivemos um momento decisivo, que determinará se saberemos usar os recursos naturais valiosos de que dispomos e que são um dos nossos maiores diferenciais", afirma. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
Diário do Comércio: Ipea irá à China no 2º semestre O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) planeja abri no segundo semestre um escritório de representação na China, a exemplo do que já fez na Venezuela. A instituição quer melhorar o conhecimento e pesquisa sobre o planejamento econômico e de políticas públicas do principal parceiro comercial brasileiro. "A China desenvolveu todo um conjunto de técnicas de planejamento de médio e longo prazos, enquanto que no Brasil essas técnicas haviam sido praticamente abandonadas na virada do século 20 para o século 21, e assim nós estamos recuperando essas técnicas," disse o presidente do Ipea, Marcio Pochmann. O Ipea deve abrir processo de seleção para enviar um ou dois técnicos à China. (AE) Frase - "A China desenvolveu todo um conjunto de técnicas de planejamento de médio e longo prazos” Marcio Pochmann, presidente do Ipea  
Jornal do Commercio (RJ): Planejamento atrai Ipea, que quer estar na China Chamada O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), órgão pertencente ao governo, planeja abrir, no segundo semestre, um escritório de representação na China, a exemplo do que já fez na Venezuela. A instituição quer melhorar o conhecimento e a pesquisa sobre o planejamento econômico e de políticas públicas do principal parceiro comercial brasileiro. "A China desenvolveu um conjunto de técnicas de planejamento de médio e longo prazos, enquanto que no Brasil essas técnicas haviam sido praticamente abandonadas na virada do século 20 para o século 21", explica o presidente do Ipea, Marcio Pochmann. "Assim, nós estamos recuperando essas técnicas", diz. Em 2010, a China foi o principal destino das exportações brasileiras, com vendas de US$ 30,8 bilhões, ou 15% do total embarcado para o exterior.
Jornal do Commercio (RJ): Solução eficaz para o acesso à universidade Antoninho Marmo Trevisan Diretor-presidente da Trevisan Escola de Negócios, membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social e do Movimento Brasil Competitivo O novíssimo estudo sobre o ensino realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), no âmbito do Sistema de Indicadores de Percepção Social (Sips), revelou acentuada sensibilidade da população quanto às prioridades nacionais, e uma delas, com certeza, é a formação de maior número de profissionais de nível superior, para atender à crescente demanda de recursos humanos. Pois bem, dentre os programas abordados pela pesquisa, o Universidade para Todos (ProUni) foi o que apresentou a maior visibilidade pública: 61% dos entrevistados afirmaram conhecê-lo. Mais do que saber de sua existência, a maioria das pessoas defendeu o aumento do número de vagas disponíveis. Oitenta e dois por cento consideraram insuficientes o volume de bolsas de estudo ofertadas, embora os números sejam nominalmente expressivos: desde sua institucionalização pela Lei 11.096, de 13 de janeiro de 2005, até o processo seletivo do segundo semestre de 2010, o ProUni já atendeu 748 mil estudantes, 70% com bolsas integrais. Acontece que nosso país é o Brasil, com 190 milhões de habitantes e onde se formam no ensino médio, a cada ano, dois milhões de jovens, ansiosos por uma vaga na universidade, o que, para a grande maioria, significa a chance mais concreta de ascensão socioeconômica. Problema Dentre esses formandos, ingressa diretamente na universidade 1,1 milhão, aqui já incluídos os bolsistas do ProUni e os abrangidos pelo sistema de quotas. Temos, portanto, déficit anual de 900 mil jovens, que não conseguem entrar em instituições públicas ou não podem pagar escolas particulares. O governo, é verdade, demonstrou atenção quanto ao problema, anunciando, em 2010, investimento de R$ 2,4 bilhões na criação de aproximadamente cem mil vagas nas universidades públicas federais. Os recursos, também nominalmente relevantes, são insuficientes, pois continuamos com 800 mil alunos/ano fora do ensino superior. A melhor, mais rápida e eficaz resposta para o problema é exatamente a indicada pelos entrevistados do Ipea: ampliar o número de bolsas de estudo concedidas pelo ProUni. O investimento seria muito menor do que o exigido para abrir mais vagas em escolas públicas e propiciaria resposta imediata aos candidatos às universidades e a um mercado de trabalho que enfrenta inusitado e preocupante apagão de mão de obra. Considerando que a abertura de 100 mil vagas nas universidades federais exigiu investimento de R$ 2,4 bilhões, estamos falando de um custo unitário de R$ 24 mil. Nas escolas particulares, o valor, por aluno matriculado, fica em torno de R$ 5 mil. A rigor, este último dado é meramente referencial, pois nem seria necessário investir, já que há cerca de um milhão de vagas ociosas nas faculdades particulares. Obviamente, esse número tem grandes variáveis, pois é absoluto e não reflete a maior procura por determinados cursos. De todo modo, a utilização dessas vagas, desde que em escolas reconhecidas pelo MEC, possibilitaria o atendimento, a baixíssimo custo, de parcela ampla da demanda reprimida. É crescente o número de instituições privadas de ensino superior com destaque nas avaliações do Enade, boa gestão e elevada produtividade acadêmica, capazes de propiciar formação de alto nível aos jovens brasileiros. É necessário e pertinente, portanto, ouvir a voz do povo, manifestada na pesquisa do Ipea. A solução está ao nosso alcance.  
Diário do Grande ABC (SP): Imposto consome renda do trabalhador O veneno da carga tributária ao consumidor está nos impostos indiretos, que estão embutidos nos custos do consumo. Os diretos, como o Imposto de Renda na fonte e a contribuição previdenciária, além de perceptíveis, não são os mais pesados se comparados às 19 principais economias do mundo. E quem sofre mais com a carga tributária indireta são as famílias de baixa renda. Enquanto grupos com renda domiciliar de R$ 650, em 2003 no Estado, pagavam 19,2% de impostos indiretos, quem faturava R$ 10.308 tinha apenas 10% da renda comprometida. Os dados são de levantamentos da UHY-Moreira Auditores e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Os valores de renda estão corrigidos monetariamente com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo. O Brasil está em 9° lugar entre os países cujos salários são mais consumidos pelo Imposto de Renda direto na fonte e a contribuição previdenciária. A pesquisa da UHY-Moreira revela que trabalhadores com rendas brutas anuais de R$ 40 mil, cerca de R$ 3.000 por mês mais 13° salário ficam com 84,1% do valor após os tributos. Países desenvolvidos como a Alemanha e a França, primeiro e terceiro lugares da lista respectivamente, estão bem abaixo da média brasileira. O alemão com renda bruta anual de R$ 40 mil fica apenas com 72,6% do valor. E o francês leva para casa 75%. "A carga fiscal brasileira é melhor do que a de vários países. O problema é que aqui se paga o dobro por produtos, como os carros, por exemplo", disse o superintendente da UHY-Moreira, Paulo Moreira. INVISÍVEL - Os piores impostos são aqueles que os consumidores não percebem, os indiretos. Eles são responsáveis por quase metade da carga tributária das famílias, média de 15%. Mas quem ganha menos é mais prejudicado por eles, afirmou o gestor dos cursos de Ciências Econômicas e Contábeis da Escola de Negócios da Universidade Municipal de São Caetano, Francisco Funcia. "O problema é que esses tributos estão embutidos, principalmente nos produtos de consumo básico. E as famílias mais pobres comprometem grande parte do orçamento com essas compras" , explicou Funcia. O mesmo não ocorre com trabalhadores com maior poder aquisitivo. O gasto com consumo básico, normalmente, é o mesmo aos menos abastados, no entanto o comprometimento da renda é menor. O resultado é, consequentemente, menos impacto dos impostos indiretos. Estudo do Ipea indica que em 2009, os mais pobres tinham carga tributária média de 30%. Os mais ricos pagavam de impostos cerca de 12% do seu faturamento.   Classe C da região gasta 6,5% do orçamento com ICMS O Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços tem o maior peso no bolso do consumidor do Grande ABC. Somente a classe de consumo C, com renda média de R$ 2.036, gasta em média 6,51% do orçamento com o tributo. Os dados são de cruzamento de informações de pesquisas do Ipea com dados de 2003, sobre tributos indiretos, com estudo socioeconômico do Instituto de Pesquisas da USCS. A renda familiar é corrigida monetariamente com base no IPCA. A classe C da região paga, em média, 12,6% de impostos indiretos. São eles o ICMS, Imposto Sobre Serviços PIS, Cofins e Imposto Sobre Produtos Industrializados. Por outro lado, as famílias da classe A, com renda mensal média de R$ 7.197, desembolsam, sem perceber, 5,16% do orçamento só com ICMS. O gestor da área de cursos econômicos e contábeis da USCS, Francisco Funcia, avaliou que o método de tributação brasileiro segura possível aceleração na economia. "A ideia seria desonerar os produtos de consumo básico" disse o professor. DESACELERAÇÃO - Funcia calculou que a redução dos impostos no consumo básico tende à redução de preços à baixa renda. Assim, as famílias mais pobres comprariam mais, o que aumentaria a demanda das empresas. Por fim, as companhias expandiriam a produção, as vendas e todo o ciclo econômico seria estimulado. Ele sugere que uma possível reforma tributária, que ainda não tem data para ocorrer, deveria privilegiar os mais pobres e onerar quem ganha mais, que tem maior potencial de contribuição. Entre os produtos de consumo básico estão, principalmente, os alimentos. E justamente esses itens que mais pesam para os consumidores mais pobres quando sofrem inflação.                                      
Diário do Grande ABC (SP): Brickmann por Carlos Brickmann Descansem mais... É um dilema cruel: ou o pessoal não trabalha e gasta o dinheiro do caro leitor sem o menor retomo, ou o pessoal trabalha e aí, sim, faz aleluia com o dinheiro do caro leitor. A Câmara Federal aprovou plebiscito para dividir o Pará e, onde há hoje um Estado, colocar três: o próprio Pará, Tapajós e Carajás, Cada um desses estados, segundo cálculos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, IPEA, divulgados pelo portal Contas Abertas, custa R$ 832 milhões por ano. Fazendo a conta: em vez dos R$ 832 milhões do Pará, vamos gastar R$ 2,5 bilhões por ano — fora o palácio do governo, a assembleia, os prédios para as secretarias, a papelada, o avião do governador, os automóveis. É barato: você paga. é mais barato O portal Contas Abertas listou outros Estados que podem ser criados: Alto Solimões (no Amazonas), São Francisco (na Bahia), Maranhão do Sul, Mato Grosso do Norte, Araguaia (nos dois Matos Grossos atuais), Gurgueia (no Piauí) e Triângulo Mineiro. Multiplique esse numero por R$ 832 milhões e tenha a despesa anual. Mas não é só: há projetos para criar os territórios de Oiapoque (no Amapá), Rio Negro, Juruá (no Amazonas) e Pantanal (nos dois Matos Grossos). Em seu último mandato, o governador mineiro Hélio Garcia passou boa parte do tempo em sua fazenda. Quando lhe perguntaram por que ficava tão pouco no palácio, explicou: "Cada dia que não trabalho o Estado faz muita economia".
PORTAL TERRA: Em lista de 9, Brasil investe menos na preservação por hectare Um estudo coordenado pelo Centro para o Monitoramento da Conservação Mundial do Programa da ONU para o Meio Ambiente revela que, numa lista de nove países, o Brasil é o que menos investe na preservação de cada hectare de suas florestas. Enquanto o Brasil desembolsa, em média, R$ 4,43 por cada hectare de suas unidades de conservação, na Argentina o índice é cinco vezes maior (R$ 21,37), no México, nove vezes (R$ 39,71) e, na África do Sul, 15 vezes (R$ 67,09). A disparidade é ainda maior se os gastos brasileiros são comparados com os de países desenvolvidos: nos Estados Unidos, país da lista que mais investe na conservação ambiental, são R$156,12 por hectare (35 vezes a mais que o Brasil) e, na Nova Zelândia, R$ 110,39. A lista, integrada também por Costa Rica, Canadá e Austrália, agrega países que, a exemplo do Brasil, têm grande parte de seus territórios ocupados por parques naturais ou índices sociais semelhantes aos brasileiros. O estudo "Contribuição das unidades de conservação para a economia nacional", divulgado neste mês e feito em parceria entre o IPEA (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o Ministério do Meio Ambiente, calculou quanto o Brasil fatura com a preservação de suas florestas e quanto poderá ganhar caso amplie os investimentos no setor, o que permitiria maior aproveitamento de seus recursos naturais e incremento no número de turistas. Um dos autores do estudo, o pesquisador da UFRJ Carlos Eduardo Young, diz à BBC Brasil que a intenção foi mostrar que a preservação ambiental e o desenvolvimento econômico são compatíveis. Segundo ele, é preciso resistir ao impulso de tirar um proveito econômico de curto prazo das florestas, em nome de um desenvolvimento mais duradouro e inclusivo. "Nós comprovamos que, do jeito que está, as florestas brasileiras já garantem à sociedade um retorno financeiro superior ao que é investido nelas. Se melhorarmos o sistema de gestão, o valor do benefício pode crescer significativamente." Investimentos O estudo calcula que, caso o governo garanta a conservação nessas áreas e invista mais nelas, o aproveitamento econômico desses territórios, que cobrem cerca de 15% do país, pode gerar ao menos R$ 5,77 bilhões por ano. O valor viria de produtos florestais (como castanha-do-pará ou madeira em áreas de extração controlada, por exemplo), turismo, estoque de carbono conservado, água e receitas tributárias, baseada no modelo de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) Ecológico adotado por alguns Estados. Para isso, no entanto, Young diz que o país teria de ampliar os investimentos no setor, atualmente em torno de R$ 300 milhões por ano nas reservas federais, para cerca de R$ 550 milhões anuais para o sistema federal, R$ 350 milhões para os sistemas estaduais (a serem empregados sobretudo em maior fiscalização), além de cerca de R$ 1,8 bilhão para gastos em infraestrutura para o turismo. Hoje, segundo o estudo, há um funcionário brasileiro para cada 18.600 hectares protegidos, número bastante inferior aos da África do Sul (1 para cada 1.176 hectares), dos Estados Unidos (1 para 2.125), Argentina (1 para 2.400) e Canadá (1 para 5.257). Ainda de acordo com o estudo, a exploração legal de produtos oriundos de florestas naturais já gera cerca de R$ 3,79 bilhões ao Brasil por ano, ao passo que a receita de ICMS Ecológico repassada aos municípios pela existência de unidades de conservação em seus territórios é de R$ 402,7 milhões. Não há dados abrangentes sobre receitas advindas do turismo. Young explica, no entanto, que os benefícios econômicos da preservação ambiental são ainda mais amplos, já que grande parte da água que abastece as usinas hidrelétricas nacionais, provendo energia às indústrias e às cidades país, advém de unidades de conservação ambiental; que o turismo em áreas protegidas é fonte central de recursos para muitos municípios brasileiros; e que o desenvolvimento de fármacos e cosméticos muitas vezes se dá por meio de pesquisas sobre espécies vegetais protegidas em unidades de conservação. Mesmo assim, diz que, por se tratar de produtos e serviços em geral de natureza pública, seu valor não é percebido pela sociedade, que na maior parte dos casos não paga diretamente pelo seu consumo ou uso. O pesquisador afirma ainda que a dicotomia agricultura X conservação ambiental, que ganhou força durante as discussões sobre o novo Código Florestal que tramita no Congresso, é falsa: "Não somos contra o desenvolvimento da agricultura, muito pelo contrário. Achamos, aliás, que a conservação ambiental favorece os agricultores, na medida em que lhes garante água para a irrigação, ameniza efeitos de enchentes e impede a erosão de terrenos montanhosos, que podem ser muito prejudiciais aos produtores". Ele alerta, no entanto, que caso o novo Código reduza as áreas mínimas de conservação exigidas em cada propriedade, o país abrirá mão de uma riqueza maior. "Vivemos um momento decisivo, que determinará se saberemos usar os recursos naturais valiosos de que dispomos e que são um dos nossos maiores diferenciais", afirma.
O GLOBO ONLINE (RJ): Hugo Cháves, o petróleo e o Brasil Caros blogueiros, acredito que as parcerias, joint-ventures, troca de tecnologias e informações entre empresas e até entre países são extremamente positivas e salutares para o desenvolvimento do setor de Petróleo e Gás. Tanto que durante o período que fui Secretário de Estado de Energia, Indústria Naval e Petróleo, desenvolvemos diversas parcerias que resultaram em dezenas de missões empresariais com grupos do Mar do Norte, Cingapura, Noruega e EUA, entre outras. Agora, o Brasil dá um passo decisivo na direção de consolidar a parceria com a Venezuela no tocante ao setor de Petróleo. Há cerca de 2 semanas, no dia 6 de junho, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, visitou o Brasil, a convite da presidente Dilma Rousseff. O encontro entre os Presidenciáveis culminou em novas iniciativas de cooperação bilateral, dentre as quais, destacam-se as do setor de petróleo e gás. Dando continuidade às práticas decorrentes do Ato de Compromisso firmado entre o Ministério do Poder Popular para Energia e Petróleo da República Bolivariana da Venezuela e a Secretaria de Assuntos Estratégicos do Brasil, assinado em 27 de maio de 2010, que prevê as seguintes modalidades de cooperação: (i) Revisão dos atuais planos da Venezuela com base na sua viabilidade, adequação e aceitabilidade, com o entendimento de que, dentro destas três dimensões inclui-se a avaliação da eficácia a curto, médio e longo prazo, das políticas energéticas públicas em uso na República Bolivariana da Venezuela; (ii) Assessoria na formulação de políticas públicas necessárias para garantir a adaptabilidade, viabilidade e aceitação destes planos, no caso de que se identifiquem barreiras que impeçam a consecução desses objetivos; (iii) Desenvolvimento de projetos complementares que forem necessários; (iv) A formação de técnicos em planejamento territorial e, em particular, energético. Foram assinados os seguintes contratos: 1) Extensão temporal das atividades da missão do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), na República Bolivariana da Venezuela, e definição dos projetos prioritários e do Programa de Trabalho entre PDVSA e o IPEA para o assessoramento em planejamento territorial, capacitação em políticas públicas e formulação de proposta de planos de desenvolvimento de cadeias produtivas: O acordo tem como objetivo prolongar temporalmente a Missão do IPEA na Venezuela, e definir a agenda de trabalhos prioritários para o próximo ano. O que é algo muito positivo. O IPEA também manterá um pesquisador permanente, que será responsável por um plano de estudos conjuntos com pesquisadores venezuelanos e projetos de pesquisas comparativas, entre outros; e também a presença de investigadores para apoiar as atividades dos projetos de cooperação desenvolvidos entre maio de 2011 e maio de 2012. Serão formuladas propostas para planos de desenvolvimento e integração entre o Norte do Brasil e o Sul da Venezuela (Eixo Amazônia-Orinoco) em infra-estrutura, comércio, complementaridade industrial e de cadeias produtivas no campo da cooperação econômica Brasil-Venezuela, que será implementada através da cooperação IPEA-PDVSA. Esse termo, pelo que foi divulgado, terá validade de 1 ano, podendo ser prorrogado igual período. 2) Memorando de Entendimento entre PDVSA, IPEA e a Caixa Econômica Federal, da República Federativa do Brasil, para cooperação para assessoria na sustentabilidade urbanística, econômica e social das regiões da faixa petrolífera de Orinoco e do estado Sucre: O presente memorando terá como objeto a cooperação entre as partes para a assessoria no planejamento do desenvolvimento social, econômico, urbanístico e habitacional das regiões da Faixa Petrolífera de Orinoco e do Estado Sucre. Para cumprimento do objeto deste ato, estão previstas as seguintes ações: Transferência de conhecimento, acompanhamento e assessoria para a sustentabilidade de projetos sociais, econômicos, urbanísticos e habitacionais, integrados com o desenvolvimento produtivo das regiões mencionadas no Artigo Primeiro. Elaboração de projetos de assessoria e cooperação em uma área rural ao Sul do Orinoco, em San Diego de Cabrutica, em Araya e em Güiria, os quais serão apresentados no âmbito do próximo Encontro Presidencial Bilateral Brasil-Venezuela, a ser realizado em Caracas. Qualquer outra forma de cooperação acordada entre as Partes nas matérias relacionadas com o objeto do presente Memorando de Entendimento. O memorando está em vigor desde a data de assinatura, 10 de maio de 2011, sendo válido por dois anos, prorrogável por igual período. 3) Ato de Entrega do Contrato de Colaboração Financeira a ser celebrado entre o BNDES e a PDVSA: O presente contrato teve como objeto a colaboração financeira para o projeto de construção do Estaleiro Del Alba (Astialba), na Venezuela, consolidando o Kanow How brasileiro neste setor em que tínhamos perdido a primazia para outros países. Em 06 de junho de 2011 também foram entregues as vias do termo aos representantes do país vizinho para assinatura. O início da vigência do compromisso está condicionado ao recebimento os documentos pelos representantes brasileiros. Assinado por ambas as partes, o contrato passará a produzir seus efeitos jurídicos. No mais, nesta linha de aproximação, se encontra evoluindo, talvez não em um ritmo acelerado, a possível participação da PDVSA em um projeto de refino, em parceria com a Petrobras, em Pernambuco, a Refinaria de Abreu e Lima. Tudo indica que este pode ser o primeiro investimento de fato da petroleira venezuelana no País, que também teria suporte financeiro do BNDES, e abriria uma janela para a Petrobras entrar sem maiores riscos institucionais na Venezuela. Estes acordos são muito importantes para o setor petroleiro do país, pois permite Além de abrir um mercado concreto para fabricantes de bens e serviços do Brasil para a Venezuela, que não possui uma indústria local forte e que recentemente encomendou alguns navios no estaleiro EISA, no Rio de Janeiro.  
AGÊNCIA BRASIL: Pesquisa do Ipea avalia qualidade do desenvolvimento O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulga hoje (22) a terceira edição de 2011 do Índice de Qualidade do Desenvolvimento (IQD). Será às 14h30, na sede do instituto, em Brasília. O IQD é uma pesquisa periódica que avalia se o desenvolvimento vivido pelo país tende a se sustentar ao longo do tempo e se o crescimento econômico promove o bem-estar e a distribuição de renda. A pesquisa qualifica o desenvolvimento com base em três dimensões - qualidade do crescimento, qualidade da inserção externa e qualidade do bem-estar). A nova edição do índice será apresentada pelo presidente do Ipea, Marcio Pochmann.
Técnica apresentou, em evento internacional no Rio de Janeiro, projetos do Instituto relativos ao tema  
Encontro franco-brasileiro será no auditório da Fiocruz, em Brasília, e começa nesta terça-feira, dia 28
O evento será nesta terça-feira, dia 28, às 15h, no auditório do Ministério do Planejamento, em Brasília
Extra (RJ): Três vezes reformado Antes o maior estádio do mundo, o Maracanã encolhe e vira o mais caro O Maracanã passa atualmente pela terceira reforma desde 1999, depois das obras para o Mundial de Clubes da Fifa, ao custo de R$ 100 milhões, e para o Pan-2007, quando foram gastos mais R$ 200 milhões. Outros R$ 931,8 milhões estão sendo gastos para remodelar e modernizar o estádio para a Copa de 2014. Em outubro, o trabalho de 850 operários vai começar a ganhar forma, já que será possível identificar os primeiros traços da nova versão, que promete aliar modernidade e funcionalidade para o Mundial. — Aquela cara da maquete que mostra como ficará surgirá a partir da colocação dos primeiros degraus, do lado leste, em outubro — declarou Ícaro Moreno, presidente da Empresa de Obras Públicas do Rio de Janeiro. O Mário Filho já foi o maior estádio do mundo, mas foi encolhendo e, agora, ficará ainda menor. Sua capacidade, após a reforma, será de 78.639 espectadores. Desse total, 75 mil assentos serão cobertos. Com o atraso no cronograma de obras, o próprio Comité Organizador Local (LOC) já admitiu que o trabalho pode se estender até março de 2013. O prazo de entrega exigido pela Fifa é dezembro de 2012. Teste será em 2013 Mas, mesmo com o atraso, será possível testar o estádio na Copa das Confederações, um ano antes da Copa. E, até que se conheçam os custos do "Itaquerão", em São Paulo, o Maracanã é o estádio mais caro da Copa e, seguramente, um dos mais caros do mundo. — O Maracanã é de um tempo em que não havia, por exemplo, o conceito de pessoas com necessidades especiais. Muita coisa mudou. Daí a importância de uma reforma global — pondera o ministro relator da Copa de 2014 do Tribunal de Contas da União (TCU), Valmir Campelo, justificando o custo tão alto. Obras: atrasos reforçam dúvidas Entre os projetos de mobilidade urbana que estão sendo tocados, ainda que com atrasos, pela Secretaria Municipal de Obras, o mais importante é a construção da Transcarioca, BRT que ligará Penha-Barra-Aeroporto, num trecho total de 50 quilómetros. A obra é financiada pelo BNDES ao custo de R$ 1,3 bilhão, com previsão de estar pronto em três anos, portanto, em cima da hora. Os projetos de capacitação de profissionais também estão atrasados. O setor hoteleiro, com a flexibilização de leis que permitem novos empreendimento, por enquanto é o mais otimista. Problemas no aeroporto E os atrasos nas obras de reforma, modernização e conclusão dos dois terminais que compõem o aeroporto Tom Jobim, um dos poucos no país a ainda operar abaixo da capacidade, estimada em 18 milhões de passageiros ao ano, são atualmente a maior dor de cabeça no que se refere a projetos de infraestrutura do Rio para a Copa de 2014. — Diversas obras já poderiam estar concluídas, mas ainda há muito o que fazer — disse o deputado federal Otávio Leite (PSDB-RJ), membro da Comissão de Desporto e Turismo da Câmara. — Não se trata de falta de recursos, a gestão que é ineficaz. A Infraero não dá conta da execução dos projetos. A ameaça de atraso para a Copa já havia sido anunciada em estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), em abril.      
O Imparcial (MA): O Brasil do Otimismo Saída rápida do país da crise mundial permitiu que 13,3 milhões de pessoas migrassem para as classes A, B e C desde julho de 2009. Menor desigualdade torna o povo brasileiro o mais confiante do mundo   O entusiasmo que tomou conta da população nos últimos anos, em decorrência do forte crescimento econômico, deu a muitos a impressão de que o futuro chegou para o Brasil. Não foi à toa. No curtíssimo período entre julho de 2009 e o mês passado, já com o país plenamente recuperado dos estragos da crise mundial, 13,3 milhões de pessoas ascenderam às classes A, B e C. Nas duas primeiras, que formam o topo da pirâmide social brasileira, o incremento proporcional foi mais expressivo: 12,8% contra 11% da tradicional classe média. Toda essa mobilidade social leva o Brasil a liderar um ranking de 144 nações, no qual aparece como a nação mais otimista em relação aos próximos cinco anos. Em uma escala de 0 a 10, os brasileiros classificam com nota média de 8,7 sua expectativa de satisfação com a vida em 2014. Na pesquisa feita no início de 2011, o país já era o recordista. Para Ricardo Paes de Barros, da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), a elevação de todos os estratos de renda decorreu de uma ação direta nas camadas menos favorecidas, que acabou empurrando toda a população para condições mais favoráveis. "O Brasil conseguiu promover a principal redução de pobreza e desigualdade das duas últimas décadas graças a uma combinação de políticas públicas bem sucedidas, como os sucessivos ganhos reais do salário mínimo e os programas de transferência de renda. Os sinais disso podem ser percebidos por todos ângulos de análise", avalia, com a autoridade de ser um craque em políticas sociais. A constatação do crescimento da renda nas classes A e B faz parte do estudo Os emergentes dos emergentes, coordenado pelo professor Marcelo Neri, da Fundação Getulio Vargas (FGV), que será lançado hoje em São Paulo. O levantamento mostra que desde 2003, 50 milhões de pessoas, mais do que a população da Espanha, foram incorporadas ao mercado consumidor. Concentração Neri pondera que a diminuição de disparidades sociais só foi possível porque, ao contrário dos demais países emergentes — pouco afetados pela crise global —, no Brasil, os indicadores sociais vêm tendo desempenho melhor do que o do Produto Interno Bruto (PIB). Por isso, quando se olha para a pesquisa de otimismo da FGV pode-se depreender que "o país vai melhor para a população do que para os economistas". Ela ressalta ainda que, nos demais Brics (bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), a riqueza cresce, mas a desigualdade também. "O crescimento da economia (brasileira) não foi um movimento concentrador de renda. E isso só foi possível por causa do aumento expressivo do salário mínimo e dos gastos assistenciais", completa o coordenador da Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Cláudio Hamilton. A redução da desigualdade também se apresenta geograficamente. Cada vez mais os ricos se espalham pelo país, reduzindo a discrepância do desenvolvimento entre as regiões. Estudo feito pela consultoria Cognatis Geomarketing para a revista Exame aponta que o Distrito Federal tem, proporcionalmente, o maior número de ricos entre a população: 27% fazem parte das classes A e B. Quando consideradas apenas as capitais, Brasília fica em quarto lugar, com 28% dos moradores no topo da pirâmide, perdendo apenas para Florianópolis, Vitória e Belo Horizonte (veja quadro). Apesar de 61% da riqueza ainda estar situada na região Sudeste do país, o Nordeste deixa para trás, aos poucos, o estigma da pobreza e já abriga 2,6 milhões de abastados. "A educação é um dos fatores de melhora das condições de renda da população brasileira. É também uma das áreas que vêm requerendo mais esforço do governo para aprimorar os seus resultados", constata Paes de Barros. É aguardar para ver. Atualmente, são 20 milhões nas faixas A e B, que, em 2014, serão 30 milhões. O suficiente para manter o otimismo em alta. Salto espetacular Levantamento da Consultoria IPCMaps aponta que 73% das famílias brasileiras melhoraram de vida e migraram para faixas de renda mais altas nos últimos 14 anos. É uma das maiores taxas de mobilidade vistas no mundo em um prazo considerado pequeno, acima das registradas na Suécia (51,5%), no Canadá (50,1%) e nos Estados Unidos (48%). Para o diretor da IPCMaps Marco Pazzini "agora, a nova onda de migração é para as classes A e B".
CORREIO DO BRASIL ONLINE (DF): Erradicação da miséria é tema de seminário em instituto da UFRJ Especialistas das áreas social, econômica e tecnológica estarão reunidos no Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ), no dia 30 de junho, para participar da inauguração do Laboratório Herbert de Souza de Tecnologia e Cidadania, e do seminário Construindo caminhos para a cidadania no Brasil: desafios do nosso tempo. Promovido pela Coppe, pelo Comitê de Entidades no Combate à Fome e pela Vida (Coep) e pelo Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas (FBMC), o evento será realizado no auditório da Coppe, no Centro de Gestão Tecnológica (CGTEC), Centro de Tecnologia 2 (CT2), Cidade Universitária, no Rio de Janeiro. O objetivo do seminário é ampliar e fortalecer o debate sobre a construção de estratégias para a erradicação da miséria no Brasil. A mesa de abertura, às 9 horas, contará com a presença do diretor da Coppe e secretário do FBMC, Luiz Pinguelli Rosa e do presidente do Coep, André Spitz. O primeiro painel do evento sobre erradicação da miséria, redução das desigualdades e promoção da cidadania, às 9:15, será coordenado pela pesquisadora do IPEA, Anna Peliano. Na parte da tarde, André Spitz coordenará o painel Fortalecendo a cooperação com populações atingidas por situações climáticas extremas, que terá entre os participantes o professor Marcus Cavalcanti, coordenador do Centro de Referência em Inteligência Empresarial (Crie), da Coppe, e o pesquisador Moacyr Duarte, coordenador do Grupo de Análise de Risco Tecnológico e Ambiental (Garta) da Coppe. Na mesma data será inaugurado o Laboratório Herbert de Souza de Tecnologia e Cidadania, em homenagem ao Betinho. Fruto de uma parceria entre a Coppe e o Coep, o novo laboratório será voltado para estudos e pesquisas sobre as vulnerabilidades das populações que habitam as regiões brasileiras carentes às mudanças do clima. O objetivo é levantar as necessidades de adaptação dessas populações aos futuros impactos climáticos. Pesquisas recentes apontam que as localidades mais carentes serão as mais afetadas pelos eventos climáticos extremos. A parceria entre a Coppe e o Coep reforça a necessidade de inserção dos impactos sociais nos estudos que vêm sendo realizados sobre as mudanças do clima e o aquecimento global. Serviço: Seminário Construindo caminhos para a cidadania no Brasil: desafios do nosso tempo Data: 30 de junho Horário: 9 horas Local: Auditório da Coppe, no Centro de Gestão Tecnológica (CGTEC), Centro de Tecnologia 2 (CT2), Cidade Universitária, no Rio de Janeiro Como chegar: Ao chegar à Cidade na Cidade Universitária (Ilha do Fundão) pela Linha Vermelha, entrar à primeira direita (portão 4). O CGTEC é o primeiro prédio à direita. Programação do seminário Manhã: 9:15 às 12.30h: Erradicação da Miséria, Redução das Desigualdades e Promoção da Cidadania Coordenação: Anna Peliano - pesquisadora do IPEA Anna Fonseca - Secretária da Secretaria Extraordinária de Erradicação da Miséria do MDS; Dom Mauro Morelli - Presidente do CONSEA MG; Renato Maluf - Presidente do CONSEA Nacional e Larissa Beltramin - Secretária-executiva do Fórum Direitos e Cidadania, coordenado pela Secretaria Geral da Presidência da República Tarde: 14:00 às 17:45: Fortalecendo a cooperação com Populações Atingidas por Situações Climáticas Extremas Coordenação: Andre Spitz - presidente do Coep

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