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Assista, na íntegra, à coletiva de lançamento da nova edição do SIPS
O evento reúne mais de 200 pesquisadores e especialistas dos cinco países membros. Acompanhe os debates ao vivo
Debatedores dos cinco países defenderam a necessidade de se priorizar pontos comuns de interesse
TD 1933 - Informação, Delegação e Processo Legislativo: A Política das Medidas Provisórias
TD 1934 - Mercado de Câmbio Brasileiro, Intervenções do Banco Central e Controles de Capitais de 1999 a 2012
TD 1935 - A Construção de um Estado Democrático para o Desenvolvimento no Século XXI
TD 1936 - Reflexões sobre o Papel da Política Agrícola Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável
TD 1937 - Difusão Biotecnológica: A Adoção dos Transgênicos na Agricultura
TD 1938 - Perfil da Mão de Obra do Turismo no Brasil nas Atividades Características do Turismo e em Ocupações
Monitor Mercantil (RJ): Acordos bilaterais podem dar bye bye à OMC Ipea diz que países vão priorizar seus interesses e alerta para guerra de patentes As diferentes articulações entre países, bilaterais, regionais ou em torno de blocos como o Brics, que produzem inovações em acordos comerciais, apontam para um esvaziamento de instituições multilaterais, como a Organização Mundial do Comércio (OMC). A opinião é do diretor de Estudos e Relações Econômicas e Políticas Internacionais do Instituto de Política Econômica Aplicada (Ipea), Renato Baumann. Presente ao 6º Fórum Acadêmico, que acontece no Rio de Janeiro até a próxima sexta-feira, Baumann afirmou que a tendência é de que prevaleça a "realpolitik", em detrimento das organizações multilaterais. "A grande dúvida é sobre como conviverão os acordos que estão se firmando e as instituições já existentes", disse ao MM. Baumann manifestou sua preocupação especial com a Parceria Transatlântica de Investimento e Comércio (TTIP), entre Estados Unidos e União Européia, que, se aprovada, permitiria às multinacionais processar qualquer Estado que não siga as normas de proteção à propriedade intelectual e patentes. Durante o evento, a crise na Ucrânia e a união da Criméia à Rússia foram discutidas nos bastidores, embora não fizessem parte da pauta dos debates. O consenso é de que a queda do Muro de Berlim não trouxe uma nova arquitetura para as relações internacionais. Ao contrário, o mundo se tornou mais inseguro e instável com a hegemonia dos Estados Unidos. O 6º Fórum Acadêmico dos Brics reúne cerca de 60 pesquisadores e autoridades de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, além de representantes da sociedade. Eles se dividem em dez sessões técnicas, debatendo temas, como comércio exterior, produtividade, governança global, redução da pobreza, segurança, sustentabilidade, os desafios das grandes cidades, ciência e inovação.

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