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O Globo (RJ): Intenção de consumo em SP no 3o tri cai a menor nível desde 2002 O índice de consumidores da cidade de São Paulo que pretendem ir às compras entre julho e setembro caiu 3,4 pontos percentuais em relação às projeções para o mesmo trimestre do ano passado, atingindo o menor nível desde 2002, apontou pesquisa divulgada nesta quarta-feira. Segundo dados compilados pelo Programa de Administração do Varejo (Provar) da Fundação Instituto de Administração (FIA) em parceria com a consultoria Felisoni, 50,4 por cento dos paulistanos pretendem comprar bens duráveis no período, contra percentual de 53,8 por cento apontado em 2012. Em relação ao segundo trimestre , a queda foi ainda maior, com recuo de 8,8 pontos percentuais. Desaceleração do aumento da renda, elevação dos juros, inadimplência e inflação estão entre os fatores que explicam o resultado, afirmou Claudio Felisoni de Angelo, presidente do conselho do Provar/FIA. Ele acredita que as manifestações ocorridas no país em junho são antes um reflexo desta conjuntura que a causa para a diminuição das expectativas. O levantamento do Provar foi realizado antes dos primeiros protestos. "As manifestações e o recente fechamento das estradas pelos caminhoneiros, que impede a distribuição regular de produtos, agravam pontualmente um cenário que é fundamentalmente afetado pelo cenário macroeconômico desfavorável", disse Felisoni. O desemprego, uma das variáveis de maior impacto para a confiança dos consumidores, também deve começar a pesar na balança. O Provar divulgou pela primeira vez um índice que trata da expectativa de desemprego, que apontou uma deterioração de 13,95 por cento no terceiro trimestre em relação à situação levantada em junho. A pesquisa também mostrou que apesar do governo ter lançado em junho um programa de financiamento com juros mais baixos para a aquisição de móveis pelos beneficiários do Minha Casa, Minha Vida, a intenção dos consumidores em comprar esses itens no terceiro trimestre caiu 16,3 por cento na comparação anual. "O grande problema (para impulsionar as vendas) é a questão da renda, que tem impacto duas vezes maior para o consumo que a diminuição dos juros", disse Felisoni. Por outro lado, o avanço na intenção de compra para eletrodomésticos da linha branca, também contemplados no programa do Planalto, foi de 9,1 por cento para o período, quarto maior dentre os segmentos pesquisados. O Provar estima crescimento para as vendas de apenas 1,1 por cento no varejo ampliado brasileiro entre julho e setembro, ante aumento de 5,6 por cento apurado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) para o mesmo período de 2012.
O Globo (RJ): Ciência da saúde humana lidera o ranking de abertura de vagas de técnicos, diz Ipea Estudo divulgado nesta quarta-feira pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrou que a ocupação de técnico da ciência da saúde humana liderou o ranking de abertura de vagas entre as carreiras técnicas no país entre janeiro de 2009 e dezembro de 2012. No período, foram criadas 98.251 vagas na profissão no Brasil. Em seguida, estão os técnicos em eletroeletrônica e fotônica, com 45.266 vagas. Para técnicos em operações comerciais, foram abertas 41.006 vagas e para técnicos das ciências administrativas, 33.075. O levantamento considerou um total de oito carreiras de nível técnico que mais geraram postos de trabalho no período. - Foram mais ou menos 400 mil novos postos entre janeiro de 2009 e de 2012 para técnicos de nível médio. E essas oito carreiras, que perfazem pouco mais de 20% do grupo de ocupações, foram responsáveis por 75% dos novos empregos - disse Paulo Meyer Nascimento, técnico de planejamento e pesquisa do Ipea. Ele disse que, no período, os profissionais de nível técnico, de modo geral, tiveram aumento salarial de 10% acima da inflação entre 2009 e 2012. - Para carreiras de nível superior, o aumento foi de 16% acima da inflação - disse. No que diz respeito ao ganho salarial, a ocupação de técnico em operação de câmara fotográfica, cinema e televisão liderou o ranking, com salário médio de R$ 2.046,16 em 2012 na admissão. Depois dele, destacam-se técnicos de inspeção, fiscalização e coordenação administrativa; técnicos em laboratório; instrutores e professores de escolas livres; técnicos da ciência da saúde animal; e técnicos em ciências físicas e químicas. Os números foram consolidados com base no Caged/MTE. Carreiras de técnico de nível médio que mais geraram postos de trabalho (Jan/2009 - Dez/2012) Técnicos da ciência da saúde humana 98.251 Técnicos em eletroeletrônica e fotônica 45.266 Técnicos de nível médio em operações comerciais 41.006 Técnicos das ciências administrativas 33.075 Professores de nível médio na educação infantil, fundamental e profissionalizante 26.510 Técnicos em informática 25.438 Instrutores e professores de escolas livres 17.282 Desenhistas técnicos e modelistas 14.684 Fonte: Ipea, com base em dados do Caged/MT
Agência Brasil: Marcelo Neri é favorável à contratação de médicos estrangeiros Brasília - O presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e atual ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República, Marcelo Neri, disse, hoje (3), ser favorável à vinda de médicos estrangeiros ao Brasil devido à escassez dos profissionais no país. O Ipea divulgou nesta quarta-feira um estudo informando que medicina é a carreira que tem o melhor desempenho trabalhista no Brasil, avaliado a partir de quatro critérios: salários, jornada de trabalho, cobertura previdenciária e facilidade de se conseguir emprego. O salário médio dos médicos, de acordo com o estudo, são os mais altos do mercado de trabalho (R$ 8,4 mil). Outro dado, segundo o instituto, que torna o curso atraente ao estudante é a facilidade de emprego. Os técnicos do Ipea informaram que os dados levantados com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, entre 2009 e 2012, a medicina é a carreira que tem mais facilmente se é empregado, pelo menos 97% dos formandos encontrariam trabalho, segundo o estudo. "Das carreiras analisadas, medicina é a que tem mais escassez de mão de obra. Quando esses dados são analisados geograficamente, percebe-se que, em alguns lugares, a presença de médicos é um quinto em relação à de outros lugares", explicou Neri, ainda que a medicina não tenha sido o alvo do estudo divulgado hoje, que avaliou a situação de diversas profissões. Sobre a situação dos médicos, o ministro e presidente do Ipea ressaltou que os dados não são novos e já haviam sido demonstrados pela última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), em 2010. Dados do Ministério da Saúde mostram que, no Brasil, há 1,8 médico para cada mil habitantes. Na Argentina, a proporção é 3,2 médicos para mil habitantes e, em países como Espanha e Portugal, essa relação é quatro médicos. O governo tem justificado a vinda de médicos do exterior com o argumento de que há escassez de profissionais na área de saúde. O Conselho Federal de Medicina (CFM), no entanto, diz que há médicos em número suficiente para atender à demanda brasileira e pede plano de carreira federal para atrair os profissionais às áreas carentes do Brasil. De acordo com Marcelo Neri, os dados que colocam a medicina como a carreira com mais vantagens trabalhistas - altos salários, cobertura previdenciária e fácil empregabilidade, que compensam a extensa jornada de trabalho -, mostram que o mercado vem reconhecendo a importância da profissão, por meio da valorização da carreira, expressada pelas melhores condições oferecidas. Situações em que são verificados baixos salários, segundo ele, são exemplos de situações escondidas por médias.
UOL: Medicina é o curso com mais vantagens profissionais, diz Ipea Medicina é o curso superior que oferece mais vantagens profissionais, atualmente, segundo o estudo Radar: Perspectivas Profissionais - Níveis Técnico e Superior, divulgado hoje (3), pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). De acordo com o instituto, baseado em informações de 2009 a 2012 do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), uma avaliação que considera salário, jornada de trabalho, facilidade de se conseguir um emprego e cobertura previdenciária faz com que a carreira médica tenha as condições consideradas as mais interessantes a um futuro profissional. Atualmente, o curso é um dos mais cobiçados nos vestibulares, momento em que os jovens têm de decidir suas profissões. Salário O salário médio dos médicos ao longo da carreira, segundo o Ipea, é o mais alto: R$ 8,4 mil; seguido pelo dos empregados no setor militar e de segurança, R$ 7,6 mil; e dos profissionais em serviços de transporte (engenheiros de trânsito, especialistas em logística, pilotos de aviação, administradores de portos e aeroportos, por exemplo), R$ 6 mil. Não só a remuneração, no entanto, coloca a medicina em primeiro lugar no ranking de profissões do instituto. A facilidade de encontrar um emprego, expresso pela taxa de ocupação de 97% dos médicos formados, também a maior entre as carreiras e a cobertura previdenciária, de 93,3%, são fatores determinantes. Jornada Em relação à jornada de trabalho, os profissionais que dedicam mais horas semanais ao emprego são os engenheiros mecânicos e especialistas em metalurgia, 42,8h, o que corresponde a mais de oito horas por dia, jornada normal estabelecida pela legislação trabalhista brasileira. Carreiras que também têm jornadas mais extensas que o normal são as dos setores farmacêutico (42,6h) e de engenharia, produção e processamento (42,5h). Condições de trabalho Os médicos e os estudantes de medicina, no entanto, dizem que a situação da carreira não é bem essa que pinta o estudo do Ipea - o que tem sido, inclusive, questão de protestos nas últimas semanas. Eles reclamam das condições de trabalho, dos salários baixos, especialmente nos primeiros anos de profissão, e das jornadas de trabalho excessivas. "Infelizmente, na prática, não funciona assim. As cargas horárias são muito pesadas. Não é raro um médico recém-formado ter de trabalhar 60 horas semanais para ganhar mais ou menos R$ 2 mil. É um pouco frustrante estudar muito durante seis anos para ganhar isso", explicou a formanda em medicina, Simone de Almeida. Além da extensa jornada de trabalho, segundo ela, muitos colegas ainda têm de manter um segundo emprego, geralmente em forma de plantões, para complementar o salário, especialmente os que fazem a residência fora da cidade de origem e em hospitais públicos, em que recebem uma bolsa de estudos em média no valor de R$ 2,6 mil, incluindo auxílio-moradia. O lado positivo, em contraponto, é a certeza de que haverá emprego garantido, devido à demanda por mão de obra médica. Antes mesmo de se formar, a futura doutora já recebeu propostas de emprego. Piores condições Em contraponto à medicina, primeira colocada no ranking do Ipea, as profissões de nível superior ligadas a religião, ética e filosofia e educação física e esportes são as que oferecem as piores condições no mercado de trabalho, segundo os critérios avaliados. Por um lado, essas três carreiras têm baixa jornada de trabalho, entre 37h e 39h semanais, o que é um ponto positivo. Por outro, oferecem, em média, baixos salários que variam de R$ 2,1 mil a R$ 2,7 mil, além de baixa cobertura previdenciária e taxa de ocupação média de 89% dos profissionais formados têm emprego).
Ranking das ocupações, elaborado pelo presidente do Ipea, Marcelo Neri, traz dados como nível de ocupação, número de horas trabalhadas e média salarial
Brasil Econômico: Para especialistas, pacto fiscal não sai do discurso Por Edla Lula Governo terá muita dificuldade para viabilizar as propostas da presidente Dima Rousseff Brasília A presidente Dilma Rousseff pediu aos ministros que acelerem a gestão e a execução dos investimentos em andamento no seu governo. A ordem é atuar em duas frentes: infraestruturae orçamento dos ministérios. Primeiro, o governo quer acelerar o Programa de Concessões, que inclui portos, aeroportos, rodovias e ferrovias, além da licitação de petróleo. Apressando esses projetos, conseguiria elevar a taxa de investimento, sem ter que tirar recursos do seu caixa. Na outra frente, quer que o orçamento de cada ministério seja executado com mais celeridade, já que os projetos caminham a passos lentos. Entretanto, na visão de especialistas em contas públicas ouvidos pelo Brasil Econômico, não será fácil promover essa aceleração pretendida por Dilma. "Acho muito difícil que um governo que tem tanta dificuldade para realizar investimentos promova uma ampliação, de uma hora para outra, apenas porque a presidente foi na reunião ministerial e pediu. Isso não acontece", comenta Mansueto Almeida, pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). "A falta de investimentos é fruto de um sério problema que o Estado brasileiro possui", afirma Mansueto. Ele cita problemas na gestão dos projetos, que atrasam a execução, e a atuação dos órgãos de controle, que sempre encontram problemas. E tem ainda a indefinição de regras - cada obra precisa passar pela autorização de três ou mais órgãos ambientais. "No Brasil é muito difícil destra-var a agenda de investimentos em três ou quatro meses", diz. "O que vemos é que a ânsia de atender às demandas das ruas vem se transformando em mais gastos, o que é um problema", complementa. Mansueto lembra que não há como cortar custeio, porque a agenda de qualidade que vem sendo proposta pelas vozes das ruas implica contratar mais profissionais. O agravante, lembra, é que o momento econômico do Brasil - com baixo crescimento, inflação em alta e câmbio descontrolado - exige o corte de gastos. "Não há como fazer ajuste fiscal, no curto prazo, sem cortar o investimento público", afirma. O economista Reinaldo Gonçalves, autor do livro "Desenvolvimento às Avessas", diz que o país sofre hoje as consequências de um modelo equivocado de desenvolvimento construído desde o governo Collor, mas que se agravou na era Lula-Dilma. "Esses pactos que o governo está propondo, que vão desde responsabilidade até plebiscito para reforma política, são uma estratégia comum deste governo e do governo passado para aguardar as vozes das ruas se calarem, sem dar respostas concretas", avalia o economista. "É um jeito de fazer a maré baixar para o tsunami passar logo. Todas as medidas pactuadas são paliativos para ganhar tempo", completa. Para ele, a solução passaria por reformas estruturantes, alterando em profundidade "este modelo liberal periférico implantado no Brasil". Gonçalves acha que as promessas de melhorias, tanto na saúde quanto na mobilidade urbana, não vão responder aos apelos das ruas. "O governo priorizou um modelo de transporte privado, ao desonerar os carros. Não há interesse em mudar isto, porque a indústria automobilística é um dos eixos estruturantes do modelo"
Financiamento do serviço de transporte público urbano foi debatido nesta quinta-feira, 4, no Ipea
O Estado de S. Paulo (SP): Medicina é a carreira que melhor remunera, diz Ipea Medicina é a carreira em que o profissional alcança a melhor remuneração no País: R$ 8.459. Depois está Odontologia, com R$ 5.367. Na outra ponta estão profissionais com ensino superior que trabalham com Filosofia e Religião, com salários de R$ 2.340 e R$ 2.175. Os dados são de um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) que avaliou 48 carreiras. O Ipea fez o levantamento para orientar os vestibulandos em relação às perspectivas que as carreiras oferecem. Foram avaliados salários, horas trabalhadas por semana, cobertura previdenciária e taxa de ocupação. Segundo o estudo, o pico de renda de trabalho se dá aos 51 anos. Além de analisar o pico salarial, o Ipea também se debruçou sobre o salário médio obtido nessas carreiras. E, mais uma vez, Medicina ficou em primeiro, com R$ 6.940,12. Esses profissionais trabalham 42,03 horas por semana e 91,81% estão empregados. No fim da lista estão profissionais que trabalham com serviços pessoais (como beleza), com renda de R$ 2.205,83, 44 horas de trabalho e 78,6% de ocupação; e quem trabalha com Religião, com salário de R$ 1.413,01, 48 horas de trabalho por semana e 79,98% empregados.
O Globo (RJ): Fusão seria caminho para enxugar Esplanada e tamanho da máquina Por Paulo Celso Pereira e Luiza Damé Secretaria de Assuntos Estratégicos é possível candidata à extinção BRASÍLIA - Se decidir ouvir a proposta do PMDB de reduzir o número de ministérios, a presidente Dilma Rousseff poderá retomar ideias de fusão de pastas que chegaram a ser tratadas no governo, mas acabaram abandonadas devido à grita geral dos setores atingidos. Uma séria candidata à extinção é a Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), que, desde a reforma ministerial de março, quando Moreira Franco foi para a Secretaria de Aviação Civil (SAC), está sob o comando interino do presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcelo Neri. O PMDB diz que o objetivo é reduzir os custos e pregar a austeridade. A lista de possíveis fusões, na avaliação do partido, é grande. O deputado Danilo Fortes (PMDB-CE) elenca grupos que poderiam ser fundidos: os ministérios da Agricultura, Desenvolvimento Agrário e da Pesca poderiam se juntar em uma pasta que cuidasse da produção de alimentos; as secretaria especiais de Portos e de Aviação Civil, poderiam ser incorporadas ao Ministério dos Transportes; e as secretarias de Políticas para as Mulheres e a de Promoção da Igualdade Racial poderiam ser unidas aos Direitos Humanos. - O que não pode é gastar R$ 611 bilhões por ano com a máquina administrativa, que é um monstrengo, e o investimento ficar entre R$ 16 bilhões e R$ 18 bilhões - justifica Fortes. O líder da bancada, deputado Eduardo Cunha (RJ), quer ir mais longe e começa a recolher assinaturas para uma proposta de emenda constitucional que crie um limite legal ao número de ministérios: - Não posso opinar sobre quais devem ser mantidos, isso cabe à presidente. Mas nossa ideia é colocar na Constituição o número máximo de ministérios. Gostaria que fossem 15, que é o número do PMDB, mas vamos sugerir que sejam 20. O ministro da Secretaria Geral, Gilberto Carvalho, disse que qualquer decisão sobre estrutura do governo cabe à presidente: - A presidente tem se mostrada aberta a sugestões, tem dialogado muito, mas ela que vai tomar decisões. Sugestão endereçada a presidente, cabe a ela dar a resposta.

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