Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada

Sensor Econômico entra na zona de confiança

Sensor Econômico entra na zona de confiança

Indicador medido pelo Ipea deixa o cenário de apreensão, atinge 23,2 pontos e confirma recuperação depois da crise global

O indicador Sensor Econômico, medido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), confirmou o ritmo acelerado de melhoria e, em agosto, atingiu 23,2 pontos na escala que varia de -100 a +100. O novo indicador foi divulgado pelo Instituto nesta quarta-feira, 30, e pela primeira vez desde o começo do ano se situa na zona de confiança.

O Sensor Econômico é composto por quatro aspectos: Contas Nacionais, Parâmetros Econômicos, Desempenho das Empresas e Aspecto Social. Em agosto, todos exceto Parâmetros Econômicos apresentaram uma evolução positiva. O avanço na percepção das Contas Nacionais se deveu, em grande parte, ao aumento da confiança na trajetória do produto industrial e das exportações. O índice do produto industrial saltou de 5,6 pontos em julho para 30,6 em agosto.

Enquanto os Parâmetros Econômicos tiveram pouca alteração em relação a julho - trata-se do aspecto mais bem avaliado -, o Desempenho das Empresas chegou a 13,4 pontos, ainda na zona de apreensão. Os Aspectos Sociais também continuam em cenário de apreensão e progridem em ritmo mais lento que os demais aspectos. Ao atingir 23,2 pontos, o Sensor Econômico obtém a sexta alta seguida, confirmando o cenário de recuperação depois da crise financeira que estourou no último trimestre de 2008.

Leia a íntegra do Sensor Econômico referente a agosto

Senado Federal presta homenagem aos 45 anos do Ipea

Senado Federal presta homenagem aos 45 anos do Ipea

Em Sessão Especial no Plenário, congressistas enaltecem as atividades de pesquisa do Instituto
 

Foto: João Viana

Marcio Pochmann, presidente do Ipea (D), ao lado dos senadores
Mão Santa e Paulo Paim durante a homenagem ao Instituto

"Vivemos um momento especial na economia brasileira, que saiu bem da crise internacional que abalou o mundo. Homenagear o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) é tarefa gratificante, pois trata-se de uma instituição importante para a trajetória de desenvolvimento do País."
 
Este é um trecho da mensagem do presidente do Senado José Sarney, lida pelo senador Mão Santa (PSC-PI), ao presidir a sessão especial da Casa em homenagem aos 45 anos do Ipea realizada nesta quarta-feira, 30, pela manhã.
 
Mão Santa manifestou sua satisfação em presidir a sessão, pois o primeiro dirigente do Ipea, João Paulo dos Reis Velloso, é seu "conterrâneo da cidade de Parnaíba (PI)". Na visão de Mão Santa, Reis Velloso deixou um grande legado de suporte técnico e institucional às ações governamentais. Ele lembrou que Velloso criou o primeiro e segundo Plano Nacional de Desenvolvimento e afirmou que o Ipea é órgão fundamental no desenho de políticas que garantam ao País crescer de forma sustentável.
 
O senador Paulo Paim (PT-RS), autor do requerimento que resultou na homenagem, ressaltou o trabalho executado pelo  Ipea  ao longo dos últimos 45 anos, voltado para a busca da equidade e do bem-estar social. Ele citou felicitações ao Instituto manifestadas pelos senadores Tião Viana, Ideli Salvatti, Aloizio Mercadante, entre outros 37 congressistas que justificaram suas ausências em razão de outros compromissos na própria Casa.
 
Também ocuparam a tribuna para homenagear o Ipea os senadores Roberto Cavalcanti (PRB-PB) e  José Nery (PSOL-PA). Cavalcanti enalteceu a participação do ex-ministro e ex-senador Roberto Campos na criação do Instituto e observou que o economista alicerçou uma nova era no planejamento brasileiro. O senador acredita que o Instituto tem muito a contribuir na análise, no diagnóstico e na formulação de propostas concretas visando construir um país forte e equilibrado.
 
O senador José Nery (PSOL-PA), depois de observar que instituições de pesquisa como o Ipea costumam mostrar o retrato das condições sociais de vida de milhões de brasileiros, ressaltando ser "um retrato de desigualdade que incomoda", disse esperar que os estudos do Instituto possam  colaborar  para que este "país deixe de ser injusto com os seus filhos" e que o Estado seja condutor de um processo de desenvolvimento que inclua a maioria.
 
O presidente do Ipea, Marcio Pochmann, afirmou que o Brasil tem condições de superar a pobreza absoluta e que o Instituto, considerado um dos maiores centros de produção de conhecimento do mundo, deve se instalar em outras regiões do País.

Senado Federal homenageia o Ipea pelo aniversário de 45 anos

Senado Federal homenageia o Ipea pelo aniversário de 45 anos

Sessão Especial ocorre por requerimento do senador Paulo Paim e será na manhã desta quarta-feira

O Senado realiza nesta quarta-feira (30), às 11h, Sessão Especial em homenagem aos 45 anos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). A comemoração foi proposta pelo Senador Paulo Paim (PT-RS), que apresentou requerimento aprovado em plenário da Casa.

As publicações e estudos do Ipea são sempre citados em várias manifestações de parlamentares da Câmara dos Deputados e do Senado. Neste ano, representantes das duas Casas do Congresso Nacional visitaram o Instituto e apresentaram propostas de maior inteiração entre suas assessorias com os estudiosos do Ipea.

As atividades de pesquisa do Ipea dão suporte técnico e institucional às ações governamentais para a formulação e reformulação de políticas públicas e programas voltados ao desenvolvimento do País.

Como parte das comemorações pelos 45 anos, o Instituto preparou uma série de eventos e lançou trabalho sobre políticas públicas, denominado Brasil em Desenvolvimento: Estado, Planejamento e Políticas Públicas. O trabalho apresenta um diagnóstico da política econômica e as alternativas de enfrentamento da crise financeira. Além disso, avalia as contas públicas, o comportamento dos investimentos em um contexto de crise e o desempenho do mercado de trabalho nas principais cidades do Brasil em 2008.

Rotatividade no emprego atinge mais jovens de baixo salário

Rotatividade no emprego atinge mais jovens de baixo salário

Análise do fenômeno durante o período de crise internacional foi feita pela Presidência do Ipea em Nota Técnica

Uma Nota Técnica assinada pelo presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann, avalia a rotatividade no emprego formal no Brasil nos últimos meses, especialmente a partir do último trimestre de 2008. O estudo afirma que os mais prejudicados pela rotatividade - em geral, substituição de empregados de maior remuneração por outros de menor custo do trabalho - são os mais jovens e que recebem salários menores.

A nota ressalta que rotatividade não significa encolhimento no nível de emprego, “mas possibilidade de rebaixamento das remunerações”. No caso brasileiro, 49% dos trabalhadores atingidos pela rotatividade em 2008 tinham até 30 anos. Em outros países, como Estados Unidos, Japão e boa parte da União Europeia, a parcela de vítimas da rotatividade até 21 anos em 2008 não passou de 8% do total, enquanto no Brasil atingiu 19%.

Na comparação com esses países, o Brasil também apresenta entre os atingidos pela rotatividade mais homens e mais pessoas que completaram apenas o ensino básico. São 67% de homens contra 33% de mulheres, e 53% de pessoas só com ensino básico (41% com ensino médio e 6% com ensino superior).

Pochmann explica que, a partir da crise econômica, a rotatividade cresceu 6,4% no País. Entre setembro de 2008 e junho de 2009, a taxa média nacional foi de 3,14%. Entre setembro de 2007 e junho de 2008, havia sido de 2,95%. Outra constatação é a de que, no Brasil, esse fenômeno tende a ocorrer com mais frequência no primeiro mês de contratação.

Leia a íntegra da Nota Técnica

Missa e evento cultural marcam o aniversário do Ipea

Missa e evento cultural marcam o aniversário do Ipea

Cerimônia na Catedral de Brasília e Orquestra Sinfônica da capital homenagearam o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada

A Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro homenageou o aniversário de 45 anos do Ipea em concerto realizado na Sala Villa-Lobos no dia 15 de setembro.

O Secretário de Cultura do Governo do Distrito Federal, Silvestre Gorgulho, fez um discurso dedicado ao Instituto e recebeu uma placa de agradecimento pela iniciativa de apoiar as festividades do aniversário. Composta por 85 instrumentistas, coube a um dos fundadores da Orquestra, o fagotista Hary Schweigzer, receber a placa de agradecimento do Ipea aos músicos.

Celebração
O padre jesuíta José Carlos Aleixo, professor catedrático da Universidade de Brasília (UnB), celebrou a missa de aniversário do Ipea no batistério da Catedral na capital federal, em 16 de setembro. A celebração contou com a presença de vários servidores.

Ao parabenizar e pedir bênçãos ao Ipea, padre Aleixo destacou a importância dos estudos do Instituto para a elaboração de políticas públicas que promovam o bem-estar social. “O bem comum deve nortear o trabalho de todos os homens”, afirmou.

Desigualdade cai no Brasil, mas ainda é preocupante

Desigualdade cai no Brasil, mas ainda é preocupante

 

Comunicado da Presidência nº 30 analisa dados da PNAD e mostra que um dos Objetivos do Milênio já foi alcançado pelo País

Foto: Sidney Murrieta

Jorge Abrahão e técnicos da Disoc apresentaram as primeiras
análises do Ipea sobre a PNAD 2008

O Ipea apresentou em seu auditório em Brasília, na manhã desta quinta-feira, dia 24, o Comunicado da Presidência nº 30, intitulado PNAD 2008: Primeiras Análises. O documento traz análises sobre desigualdade de renda, evolução recente da pobreza e da desigualdade, e trata das condições de vida, da qualidade dos domicílios e acesso a bens. Os dados analisados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do IBGE.

O diretor de Estudos e Políticas Sociais, Jorge Abrahão, abriu a apresentação e enfatizou a importância da análise dos dados da PNAD pelo Ipea como forma de lançar um novo olhar sobre a pesquisa do IBGE. “Nossa intenção é contribuir, dar mais detalhes, trabalhar outras informações além das que são trabalhadas tradicionalmente”, disse o diretor.

A mesa foi composta por Fábio Vaz, Sergei Soares, Pedro Herculano, Ricardo Barros e Rafael Soares, todos técnicos de Planejamento e Pesquisa da Diretoria de Estudos e Políticas Sociais (Disoc). O Comunicado explicitou a diminuição da desigualdade no Brasil e o crescimento da renda, sobretudo do segmento mais pobre da população.

Para o técnico Sergei Soares, isso se deve à melhoria na renda dos mais pobres, que evoluiu em maior velocidade que a do segmento rico da população. “A vida está melhorando para todo mundo e está melhorando mais para os mais pobres”,  disse Soares ao ilustrar a diminuição da desigualdade de renda.

Ricardo Barros, concordando com Soares, acrescentou que a diminuição da desigualdade se dá pela diferença do ritmo de avanço na renda de pobres e ricos. “A redução da desigualdade é a renda do pobre crescer mais rápido do que a do rico”, reiterou o pesquisador.

A boa notícia é que o Brasil conseguiu cumprir a primeira meta dos Objetivos do Milênio - reduzir a pobreza pela metade em 25 anos - 10 anos antes do prazo final. De 2001 a 2008, o Brasil conseguiu diminuir em nove pontos percentuais a pobreza. Porém, a situação atual está muito longe da aceitável. “O que um cidadão pobre gasta durante um ano, um cidadão pertencente ao segmento dos 1% mais ricos do Brasil gasta em três dias”, disse Ricardo Barros. A divulgação do estudo foi transmitida ao vivo pela Agência Ipea (http://www.ipea.gov.br) e foi seguida de coletiva de imprensa.

Os Comunicados da Presidência sobre a PNAD 2008 serão reunidos em livro. A publicação com os comunicados referentes ao ano de 2007 terá o título Situação Social Brasileira 2007 e deve ser lançado nos próximos dias.

Leia a íntegra do Comunicado da Presidência nº 30

Veja os gráficos sobre distribuição de renda

Veja os gráficos sobre evolução recente da pobreza e da desigualdade

Ipea abre inscrições para curso sobre políticas públicas

Ipea abre inscrições para curso sobre políticas públicas

Aulas são voltadas para gestores e técnicos do setor público e ocorrerão na sede do Instituto em Brasília. Participantes receberão certificado

Estão abertas para gestores e técnicos do setor público, até 30 de setembro, as inscrições do Curso de Aperfeiçoamento em Desenvolvimento e Políticas Públicas promovido pela Diretoria de Estudos, Cooperação Técnica e Políticas Internacionais (Dicod) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). 

Voltado para os profissionais que atuam na formulação, gestão, avaliação e regulação de políticas públicas na área de desenvolvimento, o curso tem o propósito de oferecer subsídios que levem em consideração a perspectiva do desenvolvimento com equidade como objetivo maior da ação governamental.

As aulas serão ministradas no período de 1º de outubro a 13 de novembro, sempre no turno matutino, de segunda a sexta, com duração total de 180 horas, sendo 120h delas destinadas às disciplinas e 60h para a elaboração do trabalho final em forma de artigo/paper. Os trabalhos deverão tratar de desenvolvimento e políticas públicas e ser entregues no prazo de dois meses a partir do final do curso.

Período e Duração do Curso
De 01 de outubro 2009 a 13 de novembro 2009.
Local do Curso: Ipea (SBS, Qd. 1, Ed. BNDES, Brasília-DF)
Horário: 8h às 12h 

Titulação
Certificado de Aperfeiçoamento em Desenvolvimento e Políticas Públicas.

Mais Informações

Contato
Isabel Pojo: (61) 3315-5488
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. 

 

 

Crise afeta desempregados pobres, revela o Ipea

Crise afeta desempregados pobres, revela o Ipea

Comunicado da Presidência mostra ainda que a desigualdade no desemprego nas regiões metropolitanas caiu nos últimos meses

Foto: Sidney Murrieta

Marcio Pochmann, presidente do Ipea, apresentou a
avaliação sobre o desemprego no Brasil

O ingresso tardio do Brasil na crise internacional que acometeu o planeta há um ano impactou o mercado de trabalho, principalmente no início de 2009, mas o País reagiu de forma positiva. Voltou a gerar empregos de forma significativa, embalado pela maior ocupação da capacidade ociosa existente no setor produtivo.

A afirmação foi feita pelo presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann, ao apresentar na manhã desta terça-feira, dia 22, na sede do Instituto em Brasília, o Comunicado da Presidência nº 29, intitulado A Desigualdade no Desemprego no Brasil Metropolitano.

Segundo Pochmann, dados mais recentes mostram uma ampliação de investimentos que fazem com que o ritmo de criação de empregos possa durar mais tempo. Mas as dificuldades dos que perderam o posto e continuam desempregados prevalecem. "Especialmente entre os desempregados pobres, porque esses tendem a ter dificuldades maiores, mesmo com a escolaridade ampliada, até encontrar um emprego permanente", ressaltou.

Pobre é definido como o indivíduo cuja renda per capita familiar não supera meio salário mínimo. Entre setembro de 2008 e julho de 2009, o desemprego entre os indivíduos não-pobres aumentou 7,3%. No mesmo período, entre os pobres o aumento foi de 6%. Com isso, a desigualdade entre as duas taxas decresceu levemente.

O estudo mostra, no entanto, que a população menos favorecida financeiramente ainda é a maior prejudicada quando vai procurar emprego. "Os pobres melhoram a escolaridade, mas não conseguem se inserir no mercado de trabalho. O mercado de trabalho, nos empregos de maior escolaridade, é um funil. Temos um problema de oportunidade com as pessoas com escolaridade originárias de famílias pobres", enfatizou o presidente do Ipea, lembrando ainda a diferença entre escolaridade e qualificação profissional.

A situação do emprego no Brasil, na visão de Pochmann, necessita de uma política de longo prazo que busque inserir o País internacionalmente em mercados que não demandem apenas produtos primários. "O ritmo de ampliação da escolaridade no Brasil, que vem ganhando força nos últimos anos, é maior do que o ritmo de criação de empregos", observou.

O presidente do Ipea ressaltou ainda que a questão do desemprego e da qualificação no Brasil é de ordem macroeconômica. "Se o País se concentra em exportar bens primários, gera empregos de pouca qualificação. Ao exportar produtos de valor agregado cria empregos de maior qualidade e remuneração, sendo, portanto, um problema macroeconômico", resumiu Pochmann.

O estudo considerou os dados da Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE e apresentou comparações entre desempregados segundo gênero, faixa etária, escolaridade e renda. O Comunicado da Presidência nº 29 teve transmissão on-line e foi seguido de entrevista coletiva com a imprensa, no auditório do Ipea em Brasília.

Leia a íntegra do Comunicado da Presidência nº 29
 
Veja os gráficos

Ipea divulga balanço dos concursos realizados

Ipea divulga balanço dos concursos realizados


Relatório que analisa os resultados do processo seletivo de 80 servidores para o Instituto foi divulgado durante o 2º Encontros Ipea

O presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann, divulgou durante a segunda edição do Encontros Ipea, no último dia 16 de julho, o relatório que analisa o concurso para seleção de novos servidores, realizado em 2008, para o preenchimento de 80 vagas, 62 de técnico de Planejamento e Pesquisa, dez para técnico de Desenvolvimento e Administração e oito para analista de Sistemas.

O documento destaca o fato de o certame estar em conformidade com o processo de planejamento estratégico e fortalecimento institucional do Instituto e de ter atendido plenamente às necessidades impostas por seus eixos temáticos (Inserção internacional soberana, Macroeconomia para o pleno emprego, Infraestrutura econômica social e urbana, Estrutura tecnoprodutiva integrada e regionalmente articulada, Sustentabilidade ambiental, Proteção social, direitos e oportunidades, Fortalecimento do Estado, das instituições e da democracia).

Foi o maior concurso da história do Ipea, com mais de 13,2 mil inscritos. O resultado foi o ingresso de profissionais com variada formação e faixa etária, além da maior porcentagem de doutores (59,3%) empossados entre os técnicos de Planejamento e Pesquisa na comparação com os certames anteriores. O 2º Encontros Ipea ocorreu no auditório do Instituto em Brasília.

Leia o relatório sobre os concursos do Ipea

Qualidade do desenvolvimento mantém evolução

Qualidade do desenvolvimento mantém evolução


Índice calculado pelo Ipea evoluiu em junho, puxado pela avaliação no componente bem-estar

O Índice de Qualidade do Desenvolvimento (IQD) medido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apresentou uma pequena melhoria no mês de junho, confirmando a trajetória de ascensão. Em uma escala de zero a 500, ele atingiu 232,72 pontos, impulsionado principalmente pelo Subíndice de Qualidade do Bem-estar, que pulou de 305,56 pontos em maio para 333,33 em junho.

O IQD é segmentado em três componentes: Subíndice de Qualidade do Crescimento, Subíndice de Qualidade da Inserção Externa e Subíndice de Qualidade do Bem-estar. Em maio, o IQD havia registrado 232,52 pontos. Em junho, porém, houve queda de pouco mais de 20 pontos no indicador de Qualidade da Inserção Externa, enquanto que o indicador da Qualidade do Crescimento subiu de 201,59 em maio para 202,26 em junho.

Em relação ao Subíndice de Qualidade do Bem-estar, o principal fator de melhoria foi a redução do desemprego, que em junho caiu 8%. Com isso, o IQD permanece instável (200 a 300 pontos), mas se aproxima da situação considerada boa (300 a 400).

Confira a edição do IQD referente ao mês de junho

Subcategorias



Reportar Erro
Escreva detalhadamente o caminho percorrido até o erro ou a justificativa do conteúdo estar em desacordo com o que deveria. O que deveria ter sido apresentado na página? A sua ajuda será importante para nós, obrigado!

Form by ChronoForms - ChronoEngine.com