Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada

Panorama Ipea na TV estreia nesta semana

Panorama Ipea na TV estreia nesta semana


Programa transmitido pela NBr tem sua primeira exibição nesta segunda (9) e reapresentações diárias

Assuntos da atualidade, temas econômicos e sociais são os destaques do Panorama Ipea, que estreia nesta segunda-feira, 9 de agosto, às 22h30, no canal NBr. O programa de televisão, uma parceria do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) com o canal NBr, terá como tema de estreia as telecomunicações.

A cada edição, dois convidados debaterão assuntos da atualidade. Na estreia, os entrevistados serão Cezar Alvarez, coordenador do Programa de Inclusão Digital do Governo Federal, e Rodrigo Abdala, técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea.

Além das entrevistas, o Panorama Ipea trará explicações de estudiosos sobre temas de interesse dos brasileiros e matérias sobre os assuntos em debate. O programa será exibido semanalmente pelo canal NBr, sempre às segundas-feiras, às 22h30, com apresentação de Daniel Castro.

Para obter informações sobre como sintonizar a TV NBr em sua cidade, clique aqui.

As reapresentações do programa ocorrerão em diferentes horários durante a semana:

Terça-feira - 8h30 e 19h

Quarta-feira - 3h30 e 6h30

Quinta-feira - 16h

Sexta-feira - 00h30

Sábado - 10h30

Domingo - 12h30

Indústria e investimentos têm crescimento recorde

Indústria e investimentos têm crescimento recorde

 

A avaliação animadora é da Carta de Conjuntura do Ipea, que foi divulgada nesta segunda-feira, no Rio de Janeiro

Pela primeira vez desde o terceiro trimestre de 2008, todos os setores analisados pela Carta de Conjuntura do Ipea apresentaram crescimento na comparação entre o primeiro trimestre de 2010 e o mesmo período de 2009. “O investimento cresceu a uma taxa três vezes maior que a registrada pelo Produto Interno Bruto (PIB)”, ressaltou Roberto Messenberg, coordenador do Grupo de Análise e Previsões (GAP) do Ipea. Segundo ele, a projeção é de que os investimentos cheguem a uma taxa de 18% a 19% do PIB.

Messenberg acrescentou ainda, durante a apresentação da Carta, nesta segunda-feira (9), que “há muitos gargalos para serem rompidos na economia brasileira, e isso só vai ocorrer quando houver mais investimento público”. A equipe confirmou algumas projeções. “Projetamos uma taxa de 4% a 5% ao ano de inflação, crescimento de 5,5% a 6,5% e um saldo de transações correntes de – US$ 55 bilhões a – US$ 65 bilhões, informou Leonardo de Carvalho,  da equipe do GAP, que produziu a Carta de Conjuntura. “Não existe foco de pressão inflacionária”, disse Maria Andréia Parente, também do GAP.

Entre os setores que cresceram, o destaque ficou por conta da indústria, que registrou o melhor resultado. O crescimento de 14,6% frente ao primeiro trimestre de 2009 foi o maior desde o início da série histórica, segundo a nova metodologia do IBGE. Dentre os subsetores, todos registraram bom desempenho, com destaque para transformação (17,2%) e construção civil (14,9%).

O setor de serviços avançou 5,9% na comparação entre o primeiro trimestre de 2010 e o mesmo período do ano anterior. Por trás desse resultado, destacaram-se os subsetores comércio, transporte, armazenagem e correio e intermediação financeira e seguros, que apresentaram altas de 15,2%, 12,4% e 9%, respectivamente.

Após quatro trimestres consecutivos de retração, o setor agropecuário registrou variação positiva na comparação interanual, com avanço de 5,1% frente ao primeiro trimestre de 2009. De acordo com as estimativas do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola para 2010, o bom resultado da agropecuária tem como destaques o crescimento na produção de soja, algodão e milho (19,2%, 6,5% e 4%, respectivamente), além do bom desempenho da silvicultura e da exploração florestal.

Recuperação
Pelo lado da demanda, o destaque no crescimento do PIB ficou por conta dos investimentos, que, segundo os dados divulgados pelo IBGE, registrou crescimento recorde de 26% na comparação entre o primeiro trimestre de 2010 e o mesmo período do ano anterior. Com esse resultado, a taxa de crescimento acumulada em quatro trimestres, que chegou a –9,9% no final do ano passado, passou para –1,5%, refletindo a recuperação ocorrida tanto no consumo aparente de máquinas e equipamentos, quanto na construção civil.

Com esse resultado, após acumular uma expansão de 26,2% desde o segundo trimestre de 2009, os investimentos já se encontram num patamar superior àquele atingido antes do agravamento da crise financeira mundial, ocorrido no terceiro trimestre de 2008, com a taxa de investimento a preços correntes aumentando para 18%.

O Produto Interno Bruto (PIB) registrou crescimento de 2,7% na passagem do quarto trimestre de 2009 para o primeiro trimestre de 2010, na série livre de influências sazonais, confirmando o forte ritmo de crescimento do nível de atividade. Na comparação em relação ao primeiro trimestre de 2009, o PIB avançou expressivos 9%, sendo essa a maior taxa verificada na série histórica, segundo a nova metodologia do IBGE. O excelente resultado do PIB no primeiro trimestre ainda foi bastante influenciado pelos efeitos das políticas anticíclicas implementadas pelo governo, em decorrência da crise financeira mundial.

Num ambiente econômico já aquecido pelo crescimento do crédito e pela expansão do mercado de trabalho, tanto as isenções fiscais quanto os programas de transferências de renda deram um impulso ainda maior no consumo privado. Nos seis primeiros meses do ano, foram criados 1.473.320 postos de trabalho, o que significa um aumento de 4,5% em relação ao mesmo período de 2009.

Leia a íntegra da Carta de Conjuntura

Carta de Conjuntura aponta mercado de trabalho aquecido

Carta de Conjuntura aponta mercado de trabalho aquecido

O boletim, que também analisa temas como setor externo e finanças públicas, será lançado segunda-feira, no Rio

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulga na próxima segunda-feira (9), às 14h, o boletim Carta de Conjuntura nº 10 (junho/agosto). O lançamento será na representação do Instituto no Rio de Janeiro (Av. Presidente Antônio Carlos, 51, Centro, auditório do 10º andar).

A Carta de Conjuntura traz dados e estimativas sobre nível de atividade econômica (demanda, oferta, produção industrial e comércio), emprego, inflação, setor externo (balança comercial, balanço de pagamentos), crédito e mercado financeiro (política monetária e taxas de juros, mercados de capitais e de crédito) e finanças públicas.

Estarão presentes à coletiva o diretor-adjunto de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Instituto, Renaut Michel, e o coordenador do Grupo de Análise e Previsões do Ipea, Roberto Messenberg, responsáveis pelo boletim.

Publicação trimestral, a Carta de Conjuntura tem por objetivo acompanhar a conjuntura econômica brasileira por meio de seus principais indicadores. Desse ponto de vista, são analisados o nível de atividade econômica, o emprego, o comportamento da inflação, o setor externo, o lado finaneiro e monetário e as finanças públicas.

Leia a íntegra da Carta de Conjuntura referente a junho de 2010

Seminário discutiu gestão ambiental do espaço urbano

 

Seminário discutiu gestão ambiental do espaço urbano

Evento na Câmara dos Deputados teve a participação de Bolívar Pego, coordenador de Desenvolvimento Urbano

A legislação ambiental e o crescimento das cidades estão em descompasso, na avaliação dos gestores que participaram nesta quarta-feira, 4, do seminário Gestão Ambiental do Espaço Urbano, realizado pela Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara. “Estamos aqui para discutir como compatibilizar esses dois lados e chamar a atenção para a aplicação dos planos diretores”, destacou o deputado Cássio Taniguchi (DEM-PR), autor do requerimento para a realização do evento.

Na avaliação do secretário nacional de Programas Urbanos do Ministério das Cidades, Celso Carvalho, a legislação não atende às demandas habitacionais. “Em nossas cidades, o passivo ambiental está ligado ao passivo social. Não há como resolver o problema ambiental sem resolver o problema da moradia dos mais pobres e vice-versa”, afirmou.

Carvalho apresentou as primeiras conclusões da análise, pelo Ministério das Cidades, de 526 Planos Diretores em todo o País. Foram avaliadas questões como acesso à terra, mobilidade, saneamento e preservação ambiental. “A questão ambiental aparece nas diretrizes, mas não consegue ir além da delimitação de áreas ambientais e restrição de uso e ocupação do solo”, destacou.

Outro estudo em fase final de elaboração pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta que, além de a legislação estar em conflito com as demandas municipais, o licenciamento ambiental enfrenta problemas como baixo comprometimento das instituições e falta de clareza nas exigências legais, falta de estrutura logística e de técnicos. A gestão ambiental do espaço urbano esbarra ainda nos extensos prazos para concessão das licenças.

Essas conclusões, apresentas pelo coordenador de Desenvolvimento Urbano do Ipea, Bolívar Pêgo, estão na pesquisa inédita Licenciamento ambiental para fins urbanísticos. O levantamento envolveu 23 municípios em seis estados brasileiros com o objetivo de analisar o processo de licenciamento ambiental para o parcelamento e regularização do solo urbano.

Da Agência Câmara

Aumentou a qualidade do desenvolvimento brasileiro

 

Aumentou a qualidade do desenvolvimento brasileiro

IQD atinge 289,67 pontos em maio, puxado pelo Índice de Qualidade do Crescimento, e aproxima-se da zona “boa”

Em maio de 2010, o Índice de Qualidade do Desenvolvimento, do Ipea, voltou a registrar aumento, chegando aos 289,67 pontos em uma escala que vai até 500. Mesmo com a queda em um de seus três componentes, o Índice de Qualidade do Bem-Estar, o IQD avançou, aproximando-se da área considerada “boa”, mas ainda na zona de “instabilidade”.

O IQD é uma pesquisa mensal realizada pelo Instituto para indicar se o desenvolvimento vivido pelo País está aliando crescimento econômico com distribuição dos frutos do progresso e, também, se esse movimento tende a sustentar-se no tempo. Em maio, o Índice de Qualidade do Crescimento, outro componente do IQD, evoluiu 14,04 pontos, puxando a alta na percepção da qualidade do desenvolvimento.

O Índice de Qualidade da Inserção Externa, terceiro e último componente do IQD, também avançou, chegando a 236,48 pontos. No entanto, se manteve como único subíndice ainda na faixa de “instabilidade”. Segundo o documento divulgado pelo Ipea, tendo em vista os resultados do IQD nos últimos meses, pode-se esperar que em breve o índice alcance a área “boa”.

Leia a íntegra do IQD referente a maio de 2010

Publicados avanços na área de TI do Ipea

Publicados avanços na área de TI do Ipea

 

Plano Diretor, gestão de bases de dados estatísticos e Sistema de Gestão da Segurança da Informação são novidades no Instituto

Três portarias publicadas no Diário Oficial da União em 22 de julho tratam do Plano Diretor de Tecnologia da Informação (PDTI) do Ipea, da gestão de bases de dados estatísticos e do Sistema de Gestão da Segurança da Informação. Os três temas, de grande relevância para o trabalho do Instituto, buscam o aprimoramento da gestão sobre os recursos de TI e de seus processos correlatos.

O PDTI é um instrumento de gestão e de planejamento que busca garantir que os investimentos em tecnologia da informação estejam alinhados aos direcionadores estratégicos institucionais. O Plano Diretor é resultado de um amplo debate dentro do Instituto, realizado em 2010 por meio do Comitê de Tecnologia da Informação do Ipea, composto por integrantes de todas as diretorias e assessorias.

Por meio da gestão das bases de dados estatísticos, busca-se normatizar e democratizar o acesso às bases de dados de suporte a estudos e pesquisas finalísticas no Ipea. O Sistema de Gestão da Segurança da Informação, por sua vez, tem a intenção de aperfeiçoar os procedimentos e normas de uso dos recursos de TI e implantar a política de segurança da informação no âmbito do Instituto.

Curso de Macroeconomia e Desenvolvimento vai ao RS

Curso de Macroeconomia e Desenvolvimento vai ao RS

Esta será a décima e última edição do evento, que já reuniu cerca de 250 participantes em nove estados do País

Foto: Vítor Hugo Komura
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"Claudio Amitrano, Técnico de Planejamento e Pesquisa da Dimac, ministra aula de Macroeconomia em Belo Horizonte"

O curso de Macroeconomia e Desenvolvimento em Santa Maria, Rio Grande do Sul, é promovido e organizado pela Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas (Dimac) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em parceria com Centro Internacional Celso Furtado, com apoio da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). O encontro será realizado dos dias 2 a 5 de agosto no auditório de Ciências Sociais e Humanas da UFSM (Avenida Roraima, 1000, Cidade Universitária, Camobi) das 9h às 12h30.  Esta será a décima e última edição do curso, que já foi ministrado em Salvador, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Belém do Pará (duas edições), Recife e Belo Horizonte. No total, cerca de 250 pessoas participaram de todas as edições.
 
Endereçado a economistas em atividade em instituições públicas e estudantes, esse curso de capacitação tem obtido excelente avaliação por parte dos participantes e das entidades envolvidas. O estado do Rio Grande do Sul recebe a última edição e encerra um ciclo de sucesso e metas alcançadas com a discussão da macroeconomia e desenvolvimento por nove estados brasileiros.
 
Macroeconomia e Desenvolvimento Econômico são as duas disciplinas ensinadas, cada uma com sete horas de aula. A primeira, sobre os fundamentos da análise macroeconômica no enfoque keynesiano, conta com o professor e técnico de planejamento e pesquisa do Ipea Victor Leonardo de Araujo. Entre os temas abordados, os determinantes do comportamento do Produto Interno Bruto (PIB) e do emprego, com ênfase no papel da política econômica, considerados os três principais instrumentos: a política fiscal, a política monetária e a política cambial. A condução dos três instrumentos no caso brasileiro é analisada, com realce na inadequação a um projeto de desenvolvimento de longo prazo.
 
Já a disciplina Desenvolvimento Econômico é ministrada por Carlos Pinkusfeld Bastos, professor da Universidade Federal Fluminense (UFF). O palestrante toma por base a vertente teórica e o processo histórico do desenvolvimento. Ele aborda os elementos centrais da teoria do desenvolvimento, elaborada a partir da segunda metade do século XX, seus eixos analíticos e os seus principais autores, bem como a organização do mundo a partir do desenvolvimento do capitalismo industrial, no século XIX. O curso destaca o caso brasileiro como exemplo dessa dinâmica da economia mundial.
 
A palestra de encerramento será proferida por Claudio Roberto Amitrano, da Dimac, no dia 5, às 19h. O tema será “A economia brasileira no período recente e as perspectivas de crescimento”. O coordenador do curso é Marcelo Fernandes, e o professor responsável é Elder Estevão de Mello, do Departamento de Ciências Econômicas da UFSM. Haverá avaliação final e entrega de certificados na Faculdade de Economia a todos que comparecerem a, no mínimo, 75% das aulas.

Sensor revisa previsão de crescimento do PIB para cima

Sensor revisa previsão de crescimento do PIB para cima

Indicador, que traz as expectativas do setor produtivo, revela também aumento nas exportações em 2010

Foi divulgado na quinta-feira, dia 29, em São Paulo, o terceiro Sensor do ano de 2010. O indicador, que traz a expectativa do setor produtivo para os próximos doze meses, foi apresentado pelo diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea, João Sicsú.

O Sensor aponta que as entidades do setor produtivo esperam um crescimento do PIB na ordem de 6,5%, resultado mais otimista do que as expectativas anteriores. A taxa de inflação também se mostrou maior ficando em 5,5%. O único índice que apresentou retração foi a taxa de câmbio que ficou em 1,82. Nos dois indicadores dos dois bimestres anteriores a taxa foi 1,89 e 1,83, respectivamente.

Sicsú deixou claro que os valores não demonstram a visão do Ipea, que realiza a pesquisa. “Esta é uma pesquisa implementada e realizada pelo Ipea, que demonstra a expectativa do setor produtivo, das entidades ouvidas e, portanto, não reflete a previsão do Instituto. O Ipea faz a consolidação dos dados do setor produtivo”, enfatizou o diretor.

Apresentaram aumento também a previsão da taxa Selic para o fim do ano, 11,5%, o número de empregos formais que subiu de 1,5 para 1,55 milhões para este ano e a variação do investimento no setor produtivo, ficando em 15% do PIB. 

O indicador traz também dados sobre o comércio exterior brasileiro que aponta um saldo positivo da balança comercial. As importações mantiveram-se estáveis em 160 bilhões de reais e as exportações ficaram em 180 bilhões de reais.

Ao ser perguntado sobre a situação atual da economia brasileira, Sicsú foi otimista. “Basta lembrar que nunca tivemos uma situação de não termos nenhuma dívida externa, nenhuma dívida interna dolarizada e termos uma reserva de mais de 250 bilhões de dólares” destacou o Sicsú.

Leia o Sensor Econômico referente a maio de 2010

Saiba mais sobre o Sensor Econômico

Ouça a terceira edição do programa de rádio do Ipea

Ouça a terceira edição do programa de rádio do Ipea


Panorama Ipea é produzido toda semana e traz reportagens sobre estudos já lançados ou em elaboração no Instituto

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) conta agora com um programa de rádio semanal cujo conteúdo pode ser reproduzido gratuitamente por qualquer emissora no Brasil. O Panorama Ipea sempre apresentará, em formato de matéria jornalística, um estudo publicado ou um tema em debate no Instituto, ouvindo pesquisadores ou colaboradores especialistas no assunto. A terceira edição já está no ar e aborda a proposta de taxação solidária sobre os fluxos financeiros internacionais.

Cada edição também anunciará pesquisas e lançamentos de estudos realizados pelo Ipea ou em parceria com outras instituições. O ouvinte ficará sabendo, ainda, de seminários, palestras e demais eventos com a participação de técnicos ou integrantes da diretoria colegiada do Instituto. O Panorama Ipea é produzido pela Assessoria de Comunicação do Ipea, e sua reprodução é autorizada desde que citada a fonte.

O programa está acessível no sítio do Ipea na internet, dentro da seção “Imprensa/Programa de Rádio”. Toda semana, as novas edições serão inseridas no mesmo local. Quaisquer dúvidas e sugestões podem ser encaminhadas para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Ouça aqui a terceira edição do Panorama Ipea

Ouça aqui a segunda edição do Panorama Ipea

Ouça aqui a primeira edição do Panorama Ipea

Acordo resultará em pesquisa sobre segurança pública

Acordo resultará em pesquisa sobre segurança pública


Cooperação com o Ministério da Justiça vai sugerir rumos para governança das políticas públicas no setor

Foto: João Viana
Ao lado de Luiz Paulo Barreto, ministro da Justiça, o presidente do
Ipea, Marcio Pochmann, assina o acordo de cooperação técnica

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e o Ministério da Justiça assinaram na quarta-feira (21), em Brasília, um acordo de cooperação técnica para execução de pesquisa Participação Social e Governança Democrática da Segurança Pública. O estudo deverá avaliar a recente experiência da participação social no Conselho Nacional de Segurança Pública (Conasp), reestruturado em 2009.

O acordo foi assinado pelo presidente do Ipea, Marcio Pochmann, e pelo ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto. O acordo permite que outras pesquisas possam ser realizadas pelo Ipea por meio da Diretoria de Estudos do Estado, das Instituições e da Democracia (Diest), responsável por coordenar a pesquisa.

Entre os objetivos do estudo está aferir a integração entre o Conasp e as instâncias governamentais em seus três níveis e sugerir diretrizes para a criação de um sistema de governança da política pública de segurança com a participação de gestores do setor e sociedade civil.

Para Pochmann, o Ipea está pronto para auxiliar no diagnóstico e desenho das políticas de segurança pública. “Nossa perspectiva é de uma análise técnica, plural e, se possível, envolvendo outros órgãos e entidades, para auxiliar as políticas de segurança pública para esse governo e outros futuros”, disse Pochmann.

O ministro da Justiça enfatizou a importância do acordo com uma instituição como o Ipea. “O Ministério da Justiça foi procurar no Ipea uma parceria para o aprimoramento do conselho para que ele seja diferenciado, para que o Brasil não trate de maneira empírica e amadora a segurança pública, mas de maneira técnica, profissional”, disse Luiz Paulo Barreto.

O Conasp tem como finalidade atuar na formulação de estratégias e no controle de execução da Política Nacional de Segurança Pública, além de promover a integração entre órgãos de segurança pública federais, estaduais e municipais.

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