Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada

Pobres perdem menos tempo no trajeto para o trabalho

Pobres perdem menos tempo no trajeto para o trabalho

 

Instituto divulgou nesta terça estudos sobre mobilidade urbana, desigualdade regional e massa salarial no Brasil

 

Foto: João Viana
101214_comuimg02_717273

Miguel Matteo, técnico de planejamento e pesquisa do Ipea, apresentou o Comunicado sobre desigualdade regional

O Ipea lançou nesta terça-feira (14), em seu auditório em Brasília, os Comunicados nº 71, 72 e 73, respectivamente sobre desigualdade regional, massa salarial e mobilidade urbana. Participaram da mesa o moderador e técnico de planejamento e pesquisa do Ipea, Bolívar Pêgo Filho, e os técnicos de planejamento e pesquisa Miguel Matteo, Waldery Rodrigues Júnior e Carlos Henrique Ribeiro de Carvalho, que conduziram as análises dos comunicados.

“Pessoas pobres gastam menos tempo de casa para o trabalho que pessoas ricas, pois o raio de ação é limitado. Quanto mais renda, mais aumenta o tempo”, disse o técnico de planejamento e pesquisa Carlos Henrique Ribeiro de Carvalho na apresentação do Comunicado nº 73 - Mobilidade urbana e posse de veículos: análise da PNAD 2009. Ele acrescentou, porém, que a parcela da população incluída nos 10% de maior renda também perde menos tempo nos deslocamentos casa-trabalho (35 minutos em média).

No estudo, 47% da população possuem algum meio de transporte individual. Para o técnico Carlos Henrique, o número de veículos nas ruas irá aumentar, e para tanto serão necessárias políticas públicas compatíveis. O estudo também revela o tempo gasto pela população no caminho casa-trabalho independentemente da modalidade de transporte, como esse tempo varia de acordo com o nível social, além de dados sobre mobilidade pública nas áreas rural e urbana.

O Comunicado nº 71, intitulado As análises de desigualdade regional recente: uma nota a partir de dados estaduais mostra as tendências gerais brasileiras na análise das contas regionais do IBGE entre 1995 a 2008, com base no índice de Theil e na comparação internacional. Segundo o estudo, as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste obtiveram menos 10% a menos 30% de nível de desigualdade em relação às taxas de crescimento do PIB per capita nacional por unidade federativa. Já as regiões Norte e Nordeste chegam a números positivos de 70% de desigualdade. “É importante destacar que a região Centro-Oeste só mantém os quase menos 30% do nível de desigualdade com a agregação do Distrito Federal. Sem o DF, a região muda de quadro”, ressalta o técnico de planejamento e pesquisa do Ipea Miguel Matteo.

O Comunicado nº 72, sobre a Análise regionalizada da massa salarial com uso da PME-IBGE, destacou os estados com maior e menor representatividade salarial do mês de setembro de 2010. São Paulo tem a maior representação, e Recife a menor. O estudo busca metas socioeconômicas sobre o mercado de trabalho nacional, além de informações sociodemográficas, classificando segundo variáveis de gênero, raça, educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social. O técnico de planejamento e pesquisa do Ipea Waldery Rodrigues Junior disse que a PME é um ponto de referência. “O que fizemos foi dar destaque ao mercado de trabalho. Um corte analisado em oito eixos e classificações.”

Leia a íntegra do Comunicado do Ipea nº 71

Veja os gráficos da apresentação do Comunicado do Ipea nº 71

Leia a íntegra do Comunicado do Ipea nº 72

Veja os gráficos da apresentação do Comunicado do Ipea nº 72

Leia a íntegra do Comunicado do Ipea nº 73

Veja os gráficos da apresentação do Comunicado do Ipea nº 73

Documentário aborda a proteção social no Brasil

Documentário aborda a proteção social no Brasil


Vídeo que será lançado no auditório da SAE tem a participação de técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea

Está marcado para segunda-feira, dia 20, no auditório da Secretaria de Assuntos Estratégicos (Esplanada dos Ministérios, bloco O, Exército Brasileiro, sétimo andar, em Brasília), o coquetel de lançamento do documentário Uma jornada pela proteção social no Brasil, produzido pelo Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (CIP-CI). O evento será às 18h e é uma iniciativa do Programa África-Brasil de Cooperação em Desenvolvimento Social – fruto da parceria do CIP-CI/PNUD com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e do apoio do Ministério Britânico para o Desenvolvimento Internacional (DflD).

A partir de experiências brasileiras na área de políticas sociais, o documentário busca promover o aprendizado Sul-Sul com países africanos e fomentar o intercâmbio de iniciativas e práticas inovadoras para o desenvolvimento social. O dia das Nações Unidas para a Cooperação Sul-Sul também será lembrado no coquetel de lançamento do documentário. O Ipea colaborou com a produção do documentário, que inclui uma entrevista com o pesquisador Sergei Soares, da Diretoria de Estudos e Políticas Sociais (Disoc). Ele discute o papel dos programas de transferência de renda para a redução da desigualdade social.

Informações pelo telefone (61) 2105-5040 ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Radar analisa metodologias de avaliação do PAC

Radar analisa metodologias de avaliação do PAC

Artigos também tratam dos resultados da PINTEC e de instrumentos capazes de estímular as exportações brasileiras

As diferentes metodologias empregadas pela organização não governamental (ONG) Contas Abertas e pela Casa Civil para avaliação das realizações do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) são analisadas na décima primeira edição do boletim Radar, lançada nesta quinta-feira, 16, em Brasília.

O artigo, de Frederico Hartmann de Souza e Carlos Campos, também analisa a metodologia empregada pelo Ipea, que realizou estudos comparando os investimentos necessários e os propostos pelo PAC. Segundo Carlos Campos, coordenador de Infraestrutura do Ipea, a análise e comparação das metodologias é importante para que sejam entendidas discordâncias sobre os números apresentados pela casa Civil, por exemplo.

Outro artigo do boletim traz uma discussão sobre os principais resultados da quarta edição da Pesquisa de Inovação Tecnológica (PINTEC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os autores Luiz Ricardo Cavalcante e Fernanda De Negri analisam a evolução de indicadores como a relação entre os gastos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) e a receita líquida de vendas (RLV) das empresas industriais no Brasil e a relação entre os gastos em P&D e o produto interno bruto (PIB) do País. O artigo também traz alternativas para aumentar as relações P&D/RLV e P&D/PIB no Brasil.

O técnico de Planejamento e Pesquisa Luiz Ricardo Cavalcanti, coordenador do boletim, disse que a PINTEC é o instrumento mais completo de avaliação de inovação e que a edição recém-divulgada pelo IBGE fará parte da agenda de pesquisa do Ipea nos próximos meses. “No artigo, fizemos a análise preliminar dos resultados. É a primeira de várias que faremos em 2011”.

O terceiro artigo do Radar, de Fernanda De Negri, Lucas Ferraz Vasconcelos e Jefferson Galetti, analisa os instrumentos capazes de estimular as exportações brasileiras em um contexto marcado pela consistente e continuada valorização do real e pelos efeitos da crise internacional sobre a demanda dos países centrais, importantes importadores de produtos industrializados do Brasil.

Fernanda De Negri, diretora-adjunta de Estudos e Políticas Setoriais, de Inovação, regulação e Infraestrutura do Ipea, disse que o artigo é resultado de vários trabalhos que estão sendo conduzidos dentro e fora do Instituto. “A idéia foi mapear essas políticas para saber a abrangência, a relevância e que tipo de empresas elas estão atingindo”, afirmou.

 A décima primeira edição do Boletim Radar foi lançada às 9h, na sede do Instituto em Brasília (Setor Bancário Sul, Quadra 1, Bloco J, Edifício BNDES/Ipea), com transmissão ao vivo pela internet.

Radar
O boletim Radar: tecnologia, produção e comércio exterior é uma publicação bimestral da Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais, de Inovação, Regulação e Infraestrutura (Diset) do Ipea. O boletim traz artigos curtos, em linguagem clara e direta, sobre temas relacionados à produção, inovação tecnológica, infraestrutura, regulação econômica e ao comércio exterior.

Leia a íntegra do Radar: Tecnologia, Produção e Comércio Exterior

Apresentações:

- Avaliação dos investimentos do PAC: uma comparação das metodologias utilizadas pela Casa Civil, ONG Contas Abertas e Ipea 

PINTEC 2008: análise preliminar e agenda de pesquisa

- Avaliação das políticas de comércio exterior no Brasil  

Ipea analisa compras de medicamentos pelo governo
Ipea analisa compras de medicamentos pelo governo
 
Comunicado do Ipea n° 74 foi lançado nesta quinta-feira, dia 16, em São Paulo
 
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) lançou nesta quinta-feira, 16, às 9h, o Comunicado do Ipea n° 74 - Programas de Assistência Farmacêutica do Governo Federal: evolução recente das compras diretas de medicamentos e primeiras evidências de sua eficiência, 2005 a 2008. O lançamento ocorreu em entrevista coletiva na Caixa Econômica Federal da Praça da Sé, 111, 5º Andar – Centro, São Paulo/SP.
 
Para avaliar a evolução recente das compras de medicamentos do Governo Federal para seus programas de assistência farmacêutica, os pesquisadores consideraram a participação das compras federais de medicamentos no total do gasto federal com saúde; a participação das três esferas de governo no gasto com os programas de assistência farmacêutica; e as evidências de ganhos de eficiência dos gastos dessa natureza sobre a responsabilidade do Governo Federal no período de 2005 a 2008.
 
Para chegar ao total de gastos, foram usadas bases de dados de licitações, como o Sistema de Administração de Serviços Gerais (SIASG). Também foram incluídas as despesas dos Estados, Distrito Federal e Municípios, retiradas do Sistema de Informações sobre Orçamentos públicos em Saúde (SIOPS), já que o Ministério da Saúde também adquire medicamentos por meio de convênios firmados com laboratórios oficiais.

O comunicado foi produzido pelas diretorias de Estudos e Políticas Setoriais de Inovação, Regulação e Infraestrutura (Diset), e de Estudos e Políticas Sociais do Ipea (Disoc). A apresentação foi feita pelo pelos técnicos de Planejamento e Pesquisa Leila Posenato Garcia e Luis Carlos Magalhães.


Leia a íntegra do Comunicado do Ipea nº 74

 

 

 

 

 

 

 

Cuidados para a população idosa são tema de livro

Cuidados para a população idosa são tema de livro


Instituto questiona, em obra a ser lançada nesta quinta, 16, de quem é a responsabilidade pelos cidadãos idosos

O Ipea fez uma projeção do número de idosos que terão mais dificuldades na vida diária no próximos 10 anos – a maioria do sexo feminino. O estudo está reunido no livro Cuidados de longa duração para a população idosa: um novo risco social a ser assumido?, que será lançado nesta quinta-feira, 16 de dezembro, às 13h30, pela coordenadora da área de População e Cidadania, Ana Amélia Camarano, no auditório da representação do Instituto no Rio de Janeiro (Avenida Presidente Antonio Carlos, 51, 10º andar, Centro).

O livro parte do novo cenário demográfico (mais longevos na população brasileira) com quatro perguntas: como ficará a autonomia dos idosos para as atividades da vida diária? ; a família brasileira continuará como principal cuidadora dos membros idosos?; 3) quais são as alternativas de cuidado não familiar disponíveis no Brasil?; e qual deverá ser a responsabilidade do Estado na provisão de serviços de cuidados para a população dependente?

O trabalho aborda, ainda, a fragilidade das redes sociais em relação aos cuidados de longa duração no município do Rio de Janeiro. Há também um capítulo sobre as instituições de São Paulo. São as “institucionalizações hospitalares de idosos”, reflexo da baixa oferta de instituições. A obra pretende contribuir para a discussão sobre os modelos que o Brasil pode adotar para fazer frente aos novos desafios do envelhecimento populacional e às mudanças mais amplas da sociedade.

Às 14h do mesmo dia, inicia-se a mesa redonda com o debate Cuidados para a população idosa: de quem é a responsabilidade?. Jorge Abrahão, diretor de Estudos e Políticas Sociais do Ipea, Silvia Pereira, presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), e Karla Giacomin, presidente do Conselho Nacional dos Direitos do Idoso, farão a abertura.

José Elias Pinheiro, presidente da SBGG do Rio de Janeiro, coordenará a mesa. Os debatedores serão a doutora Myriam Moraes Lins de Barros, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Tomiko Born, organizadora do Manual do Cuidador da Pessoa Idosa, Laura Machado, da InterAge, e Débora Diniz, da Universidade de Brasília.

Ipea analisa massa salarial, mobilidade e desigualdade

Ipea analisa massa salarial, mobilidade e desigualdade

Comunicados n° 71, 72 e 73 serão apresentados em Brasília, por técnicos de Planejamento e Pesquisa do Instituto

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) lançou nesta terça-feira, 14, às 10h, o Comunicado do Ipea n° 71 - Desigualdade regional recente: uma nota a partir de dados estaduais; o Comunicado do Ipea 72 - Análise regionalizada da massa salarial com uso da PME-IBGE; e o Comunicado do Ipea 73 - Mobilidade urbana e posse de veículos: análise da PNAD 2009. O lançamento foi realizado em entrevista coletiva na sede do instituto, em Brasília (Setor Bancário Sul, Quadra 1, Bloco J, Edifício BNDES/Ipea, auditório do subsolo).

O Comunicado do Ipea n° 71 analisa as mudanças na economia brasileira em termos regionais entre 1995 e 2008, por meio do exame dos PIBs das unidades da federação. O estudo mostra a evolução do PIB e do PIB per capita e da desigualdade em níveis estaduais e regionais, além de decompor a medida das disparidades entre as regiões e dentro delas. Também  são abordados a distorção dos dados causada pelo Distrito Federal, e a comparação da concentração econômica no Brasil e em países selecionados.

Já o Comunicado do Ipea n° 72 desagrega de maneira inédita dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), publicada mensalmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados referentes à massa de rendimentos são estratificados por cor, gênero e ocupação – na pesquisa do IBGE, as  informações são desagregadas apenas por região metropolitana. O trabalho permite uma interpretação mais profunda das características do mercado de trabalho nacional.

A análise das variáveis ligadas às condições de mobilidade da população tratadas na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do IBGE, é o tema do Comunicado do Ipea n° 73. São utilizadas duas variáveis da PNAD: a posse de veículos privados nos domicílios e o tempo de percurso casa-trabalho dos trabalhadores. Os dados de 2009 são comparados aos de 2008, para mostrar a evolução dos indicadores no período considerado.

Os comunicados foram produzidos pela Diretoria de Estudos Regionais, Urbanos e Ambientais do Ipea (Dirur). A apresentação foi feita pelo Coordenador da Assessoria de Métodos Quantitativos, Waldery Rodrigues Júnior, e pelos técnicos de Planejamento e Pesquisa Miguel Matteo e Carlos Henrique Ribeiro de Carvalho.

Leia a íntegra do Comunicado do Ipea nº 71

Veja os gráficos da apresentação do Comunicado do Ipea nº 71

Leia a íntegra do Comunicado do Ipea nº 72

Veja os gráficos da apresentação do Comunicado do Ipea nº 72

Leia a íntegra do Comunicado do Ipea nº 73

Veja os gráficos da apresentação do Comunicado do Ipea nº 73

 

 

 

 

 

 

 

 

Diretor e técnicos do Ipea participam de oficina no PR

Diretor e técnicos do Ipea participam de oficina no PR


Em Foz do Iguaçu, especialistas do Brasil e o exterior se reúnem parar discutir estratégias de crescimento inclusivo

O diretor de Estudos e Políticas Sociais do Ipea, Jorge Abrahão, o técnico de Planejamento e Pesquisa da Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais de Inovação, Regulação e Infraestrutura (Diset) Mansueto Almeida, além de outros técnicos do Instituto participam da oficina de trabalho internacional Crescimento Inclusivo: o que é e o que é preciso?, em Foz do Iguaçu, no Paraná.

O evento começou nesta quarta-feira, 8 de dezembro, e vai até sexta, 10. A oficina de trabalho terá painéis temáticos sobre estratégias de longo prazo para o crescimento inclusivo, promoção e proteção social, inclusão produtiva e geração de oportunidades, desenvolvimento territorial, competitividade sistêmica e entendimento comum sobre crescimento inclusivo.

Jorge Abrahão debaterá “Promoção e Proteção Social no caso do Brasil”. Já Mansueto vai falar sobre “Inclusão Produtiva e Geração de Oportunidades no País”.

Analfabetismo é desigual entre regiões do Brasil
 
Analfabetismo ainda é desigual entre regiões do Brasil
Comunicado do Ipea analisa analfabetismo no País sob recortes racial, de localização e de sexo, entre outros aspectos
 
O Instituto de pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou na manhã do dia 9, quinta feira, em Brasília, o Comunicado do Ipea nº 70, intitulado Evolução do Analfabetismo e do analfabetismo funcional no Brasil, que comparou os dados da Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio (PNAD) de 2004 e de 2009.
 
O estudo analisou o analfabetismo sob diferentes aspectos, como raça e cor, sexo, localização de domicilio e renda. A diferença na proporção de analfabetos entre homens e mulheres é relativamente pequena, se comparada à encontrada nos outros recortes.
 
A renda ainda é o principal fator que define o analfabetismo no Brasil. “Famílias que recebem até um quarto de salário mínimo por mês apresentam 20 vezes mais analfabetos do que famílias que recebem entre três e cinco salários mínimos”, destacou Paulo Corbucci, coordenador de Educação do Ipea, ao apresentar o Comunicado.
 
A comparação entre 2004 e 2009 mostra que o analfabetismo diminuiu em todas as regiões brasileiras. As regiões Norte e Nordeste, que apresentam os piores índices no país, tiveram a maior redução percentual de analfabetos. A região Sul foi a única a apresentar redução inferior a 20% na porcentagem de analfabetos.
 
O estudo também faz análise distinta do analfabetismo e do analfabetismo funcional no Brasil e compara os resultados do País com os de outros países selecionados.

Leia a íntegra do Comunicado do Ipea nº 70

Veja os gráficos da apresentação do Comunicado do Ipea nº 70 

 

Portaria institui o Código de Ética do Ipea

 

Portaria institui o Código de Ética do Ipea


Documento de 6 de dezembro de 2010 foi assinado pelo presidente do Instituto, Marcio Pochmann, e já está em vigor

A Portaria nº 458, de 6 de dezembro de 2010, instituiu o Código de Ética do Ipea. O documento é fruto de ampla consulta a servidores e colaboradores da Instituto. O texto ficou disponível na intranet do Ipea durante duas semanas, para que integrantes da Comissão de Ética pudessem receber sugestões e tirar dúvidas.

O Código, de acordo com a Portaria, tem o objetivo de “estabelecer diretrizes para a adoção de padrões de conduta e o aprimoramento ético das pessoas atuantes no âmbito do Ipea, em complementação aos dispositivos do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo”.

Ele também prevê, em seu Capítulo III, as atribuições da Comissão de Ética, que poderá se pronunciar em caso de “desvios em condutas ou em eventos de relacionamento externos e internos no tocante às diretrizes éticas”.

Leia o Código de Ética do Ipea

Ipea lança estudo sobre analfabetismo no Brasil

Ipea lança estudo sobre analfabetismo no Brasil 

Comunicado n° 70 analisa analfabetismo e analfabetismo funcional no País, com base nos dados da PNAD 2009, do IBGE

 

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) lançou nesta quinta-feira, 9, às 10 horas, em Brasília, o Comunicado do Ipea n° 70: Evolução do analfabetismo e do analfabetismo funcional no Brasil - Período 2004-2009. O comunicado trata da situação do analfabetismo no Brasil com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2009, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PNAD/IBGE).

Os anos analisados são os de 2004 a 2009. A escolha do ano inicial se deu em razão de somente a partir de 2004 a PNAD ter passado a abranger toda a área rural da região Norte. Além da análise pela variável localização (urbana/rural), o comunicado inclui a comparação segundo sexo, região geográfica, Unidade da Federação, raça e renda.

Também há uma análise comparada da situação do analfabetismo no Brasil e em alguns países selecionados, além da enumeração dos principais desafios do País para eliminar o analfabetismo e o analfabetismo funcional.

A apresentação do Comunicado do Ipea nº 70 coube ao coordenador de Educação do Ipea, Paulo Corbucci, com a presença do diretor-adjunto de Estudos e Políticas Sociais do Instituto, Helder Ferreira.  O lançamento foi realizado em entrevista coletiva na sede do Instituto em Brasília, no Setor Bancário Sul, quadra 1, bloco J, edifício BNDES/Ipea, auditório do subsolo, com transmissão on-line.

Leia a íntegra do Comunicado do Ipea nº 70

Veja os gráficos da apresentação do Comunicado do Ipea nº 70 

Subcategorias



Reportar Erro
Escreva detalhadamente o caminho percorrido até o erro ou a justificativa do conteúdo estar em desacordo com o que deveria. O que deveria ter sido apresentado na página? A sua ajuda será importante para nós, obrigado!

Form by ChronoForms - ChronoEngine.com