Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada

Monitor Internacional mostra expectativas para o Brasil

 

Monitor Internacional mostra expectativas para o Brasil


170 entidades foram consultadas para a pesquisa, lançada nesta segunda-feira, dia 21, em Brasília

 

A terceira edição do Monitor da Percepção Internacional do Brasil (MPI-BR) revela as expectativas inflacionárias para os próximos 12 meses. A pesquisa, desenvolvida pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), foi divulgada nesta segunda-feira, dia 21, às 14h30, na sede do Instituto em Brasília (SBS, Quadra 1, Bloco J, Ed. BNDES, auditório do subsolo).

Os agentes internacionais consultados também responderam sobre as perspectivas em relação à evolução do Produto Interno Bruto (PIB), das condições gerais de crédito, do acesso da população a bens de consumo. O Monitor traz ainda a percepção dessas entidades quanto ao nível de violência no Brasil e, além do questionário-padrão, esta edição contou com uma enquete suplementar relacionada à taxa de câmbio e às contas externas do país.

Metodologia
O MPI-BR tem como objetivo ser uma pesquisa qualitativa sintética capaz de captar a evolução da avaliação de entidades internacionais com atuação ou representação no Brasil acerca das realidades econômica, social, política e institucional do país. O período de coleta de informações desta edição foi de 7 até 22 de fevereiro de 2011, e foram consultadas 170 entidades.

O universo dos respondentes é composto por representações de governos — por meio de suas embaixadas ou consulados —, câmaras de comércio, empresas com controle estrangeiro e organizações multilaterais. O Monitor é calculado trimestralmente, com base em um questionário preenchido eletronicamente pelos respondentes cadastrados.

Leia a íntegra do Monitor Internacional

Veja a apresentação

Ipea lança livro sobre posição do Brasil na economia mundial

Ipea lança livro sobre posição do Brasil na economia mundial

 

Obra foi apresentada durante a Foresight Brazil Conference, que reuniu especialistas em São Paulo

Flávia Albuquerque, da Agência Brasil

São Paulo - Foi lançado hoje (17) na capital paulista o livro Traçando Novos Rumos: o Brasil Em Um Mundo Multipolar, que reúne 15 artigos, divididos em três partes: trajetórias do crescimento sustentável; tensões internas e coesão social; e autonomia da era da independência. O livro, que levanta a discussão sobre o papel do Brasil como ator-chave no cenário mundial no século 21 foi elaborado pela Foresight, um projeto da Fundação Alfred Herrhausen Society, ligada ao Deutshe Bank (da Alemanha), em parceria com o Policy Network e o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea).

De acordo com o presidente do Ipea, Marcio Pochmann, "essa produção traz elementos refletindo esse novo estágio que o Brasil está vivendo em termos de presença na economia mundial. Nos dias de hoje, dois terços da expansão econômica do mundo está dependendo da situação dos países não desenvolvidos".

Segundo ele, o Bric (acrônimo que representa o grupo formado pelos emergentes Brasil, Rússia, Índia e China) responde por 40% do crescimento da economia do mundo e há um grande interesse em entender o sucesso de países como o Brasil. "Estamos avançando para uma situação na qual a maior parte da produção não está localizada nos países desenvolvidos, e sim, nos ditos não desenvolvidos. Até esse conceito coloca-se novamente em cheque e abre uma perspectiva de novo ponto de vista da divisão internacional do trabalho, de como a produção se divide no mundo e quais são os motores de sua expansão para os próximos anos".

Seminário debateu o futuro da Previdência Social

Seminário debateu o futuro da Previdência Social
 
Evento em Brasília foi organizado pelo MPS e pelo Ipea. Presidente e técnicos do Instituto estavam presentes

Foto: Sidney Murrieta
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Estudiosos e autoridades debateram os desafios da previdência

O presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann, coordenou a mesa de abertura do seminário O futuro da previdência no Brasil, que foi realizado em Brasília nos dias 16 e 17 de março. Resultado de uma parceria entre o Ipea e o Ministério da Previdência Social (MPS), o seminário debateu os rumos dos regimes geral e próprios de previdência social, a consolidação da previdência complementar no país e o panorama internacional da previdência social.

Pochmann explicou que não há modelos únicos a serem seguidos e que a experiência internacional mostrou diversas alternativas. E completou: “O sistema previdenciário no Brasil não tem 90 anos ainda, mas tem certamente uma potencialidade, uma trajetória de enormes serviços, no ponto de vista do enfrentamento da pobreza e da questão social. Mas também há indefinições quanto a sua sustentabilidade e a sua forma de cobertura mais abrangente no momento de transição que estamos vivendo.” O presidente do Ipea defendeu que a melhor forma de se entender a questão da previdência e, sobretudo, olhar o seu futuro, depende da convergência de ideias de conhecimento e é esse o objetivo do seminário.

O ministro da Previdência, Garibaldi Alves Filho, ressaltou a importância da parceria com o Ipea no debate sobre o futuro da previdência.“Esse debate tem que ser realizado tendo em vista as divergências que existem no mundo inteiro e não apenas no Brasil, pois não há uma linha adotada no mundo que possa ser seguida por todos em matéria de previdência. Então nós temos que discutir todos os modelos e vamos fazer isso com a contribuição do Ipea”, afirmou o ministro.Na mesa de abertura, estavam também o ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Wellington Moreira Franco, e o Advogado-Geral da União, Luís Inácio Lucena Adams.

Técnicos do Instituto assim como autoridades do MPS participaram das seis mesas de discussão que abordaram os desafios para a Previdência, como a ampliação da cobertura do sistema, sua engenharia financeira, as regras de acesso a benefícios e de reajuste, bem como seu equilíbrio de longo prazo e os parâmetros de justiça distributiva. O objetivo do encontro foi traçar um quadro mais nítido das necessidades mais urgentes do sistema, levando em conta diferentes pontos de vista. Para ler a programação, clique aqui.

Ipea lançou boletim sobre mão de obra no Brasil

Ipea lançou boletim sobre mão de obra no Brasil

Radar projeta a oferta de engenheiros em 2020 e aborda a formação de pessoal técnico-científico

Foto: Sidney Murrieta
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Técnicos do Instituto apresentam as avaliações para o mercado de engenheiros no país

Em 2020, o Brasil terá 1,5 milhão a 1,8 milhão de engenheiros. A previsão está no Boletim Radar nº 12, uma edição especial sobre mão de obra no Brasil e crescimento, divulgado nesta terça-feira, dia 15, em Brasília. O estudo mostra que a demanda por engenheiros no país deve continuar crescendo e a estimativa é de que em 2020 o Brasil precise de 560 mil a 1,16 milhão de engenheiros, dependendo do crescimento econômico do país.

Embora a quantidade de engenheiros formados até 2020 seja suficiente para suprir a demanda prevista, há o gargalo do desvio ocupacional. Em 2009, apenas 38% dos formados em engenharia estavam no mercado nas suas ocupações típicas. Ou seja: seis em cada dez engenheiros atuam em outras funções que não engenharia. Em 2020, a previsão é de que esse número aumente para 45%. É possível que, em alguns setores como construção civil, mineração, petróleo e gás, haja um gargalo na oferta de profissionais, caso a economia cresça a níveis muito altos.

O Radar aponta como soluções de curto prazo para a escassez de mão de obra qualificada de engenheiros o aumento de salários, a retenção dos profissionais em vias de se aposentar, o retorno dos já aposentados para reduzir o problema da falta de experiência, a capacitação e treinamento. Já para as medidas de longo prazo, o destaque foi para o investimento em educação, com políticas de ampliação da oferta no sistema educacional e a garantia de formação básica com qualidade, a fim de aumentar o numero de jovens aptos para o ensino superior e o mercado de trabalho.

O boletim, que analisou também a formação de pessoal técnico-científico e de engenheiros, foi apresentado pelos técnicos de planejamento e pesquisa Fabiano Pompermayer, Paulo Meyer, Rafael Pereira e Aguinaldo Maciente.

O evento teve como debatedor Manuel Marcos Formiga, assessor especial da Confederação Nacional da Indústria (CNI), e o moderador foi Marcio Wohlers, diretor do Ipea. O Radar é uma publicação bimestral do Instituto que reúne artigos sobre produção, tecnologia, comércio exterior e outras questões em debate no Instituto.

Leia a íntegra do Radar: edição especial sobre mão de obra no Brasil e crescimento

Veja os gráficos apresentados sobre mão de obra no Brasil e crescimento

Ipea e MRE assinam acordo para realização de estudos

Ipea e MRE assinam acordo para realização de estudos

Parceria que facilitará interação entre Ministério e Instituto foi assinada nesta terça-feira, 15, em Brasília

Um acordo de cooperação técnica assinado na manhã desta terça-feira, 15, entre o Ministério das Relações Exteriores (MRE) e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), vai permitir a realização conjunta de estudos e pesquisas. O acordo foi assinado pelo presidente do Ipea, Marcio Pochmann, e pelo diretor do Departamento de Promoção Comercial e Investimentos do MRE, embaixador Norton Rapesta, na sede do Instituto, em Brasília.

“O acordo consolida a parceria já existente entre o Ipea e o MRE e abre uma janela ainda maior de integração”, afirmou Pochmann. O presidente falou sobre a realização do concurso público do Ipea, em 2008, que permitiu o ingresso de técnicos e a criação de uma diretoria voltada para as relações internacionais. Pochmann também lembrou do esforço do Instituto para expandir suas missões no exterior. Atualmente, está em funcionamento a missão do Instituto na Venezuela e há negociações avançadas com Angola e Argentina. Também há a intenção de criar uma missão na Ásia.

Entre as diversas áreas da política externa do Brasil que poderão ser estudadas, estão as negociações comerciais, a integração regional (Mercosul e Unasul), a cooperação internacional para o desenvolvimento, a aproximação com os países africanos e as negociações na Organização das Nações Unidas.

O embaixador Norton Rapesta considera que a assinatura abre ao MRE a possibilidade de trabalhar com uma área do governo que pensa, analisa e projeta as ações na área de política externa e promoção comercial. “Vejo uma complementaridade muito grande do trabalho do Itamaraty e do Ipea. Vocês pensam,  podem formular ações para que nós as executemos”, afirmou. Outro ponto importante, segundo Rapesta, é a institucionalização da parceria, que pode fazer com que ela se mantenha por outras administrações. 

O diretor substituto de Estudos e Relações Econômicas e Políticas Internacionais do Ipea, Marcos Antonio Macedo Cintra, considera crucial o que chamou de aliança de trabalho. “O importante da relação é que vocês estão na ponta, olhando as coisas muito de perto, o que pode facilitar nosso trabalho de organizar as ações”, afirmou.

Plano

O primeiro plano de trabalho do acordo prevê a integração do Ipea à rede extranet do Ministério das Relações Exteriores para troca de mensagens e atendimento a consultas; divulgação das soluções de comércio exterior e investimentos do Ipea, por meio de representações do MRE no exterior; participação do Instituto em missões empresariais, feiras e seminários de promoção comercial e investimentos organizados pelo ministério; intercâmbio de informações e estudos; e promoção da interação entre a rede BrazilTradeNet e o portal Ipea (www.ipea.gov.br).

Conjuntura em Foco analisa corte de R$ 50 bi do governo

Conjuntura em Foco analisa corte de R$ 50 bi do governo


Boletim do Ipea aborda também o PAC, meta de inflação, Produto Interno Bruto e outros números da economia

A segunda edição de 2011 do boletim Conjuntura em Foco do Ipea traz uma análise do recente anúncio de corte de R$ 50 bilhões no Orçamento da União, com o objetivo de conter pressões in¬flacionárias e cumprir a meta cheia de superávit primário na esfera federal. O estudo foi divulgado nesta quarta-feira, 16, às 11h, no auditório do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - Av. Presidente Antônio Carlos, 51, 10º andar, Centro, Rio de Janeiro.

O boletim aborda duas questões inter-relacionadas: primeiro, se o corte de R$ 50 bilhões é factível, sobretudo com resguardas aos investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC); segundo, se é viável cumprir a meta cheia de superávit primário de 3% do PIB, mesmo se o corte de R$ 50 bilhões não se concretizar - o que dependeria de uma evolução mais favorável das receitas que o estimado.

A publicação traz ainda diversos números da conjuntura, como Produto Interno Bruto (PIB), desempenho do setor industrial, setores que mais se destacaram, emprego, inflação, balanço de pagamentos, juros, receitas federais, despesas, previdência e considerações sobre o impacto do aumento do salário mínimo.

O boletim Conjuntura em Foco é uma publicação mensal realizada pelo Grupo de Análise e Previsões da Dimac, que faz análise pontual de temas relevantes da macroeconomia.

Leia a íntegra do boletim Conjuntura em Foco

Ipea debate envelhecimento no Brasil e na África do Sul

Ipea debate Envelhecimento no Brasil e na África do Sul

Convidados internacionais falarão, no Rio de Janeiro, sobre sistemas de proteção social a idosos

O Ipea vai sediar o seminário Envelhecimento, bem-estar e desenvolvimento: um estudo comparativo do Brasil e da África do Sul, na segunda-feira, 21 de março,  das 10h às 12h, no auditório do 10º andar da Avenida Presidente Antônio Carlos, 51, Rio de Janeiro. O evento, coordenado pela técnica de Planejamento e Pesquisa do Ipea Ana Amélia Camarano, contará também com os palestrantes Peter Llyod-Sherlock (University of Norfolk),  Armando Barrientos (University of Manchester)  João Saboia (Universidade Federal do Rio de Janeiro), Valerie Moller (Rhodes University, da África do Sul) e Julia Mase (University of Manchester).
 
Serão apresentados os resultados finais da pesquisa que analisa a dinâmica socioeconômica da população idosa e de suas famílias no Brasil e na África do Sul, países com sistemas relativamente desenvolvidos de proteção social para os idosos. Até que ponto tais sistemas são capazes de melhorar seu bem estar? Tais experiências representam ensinamentos úteis para outros países? A pesquisa, realizada ao longo da década passada, procura responder a essas e outras questões.

Educação profissionalizante aumenta rendimentos do salário

Educação profissionalizante aumenta rendimentos do salário

O efeito é potencializado em estabelecimentos com maior estrutura de ensino e grau de exigência mais alto

A educação profissional é um fator importante para os salários e o efeito é maior quando o curso freqüentado tem um grau de exigência educacional e de estrutura de ensino mais alto, como no caso do curso de nível técnico. Essa é uma das principais conclusões apresentadas no seminário Ensino profissional e rendimentos do trabalho: uma análise para o Brasil. A palestra foi realizada na quarta-feira, 2 de março na representação do Ipea no Rio de Janeiro.

  “O Brasil, como um país em desenvolvimento, apresenta uma desigualdade educacional muito grande em sua população”, afirmou Marina Aguas, doutoranda da Universidade Federal Fluminense (UFF-RJ) e analista do IBGE.Ler foneticamente

O trabalho tem como objetivo calcular o efeito da educação técnica profissionalizante sobre os rendimentos do trabalho no Brasil, segundo a doutoranda. A pesquisa também se dedica a analisar o impacto da educação não-formal, que Ouvirpode ser descrita como qualquer tentativa educacional organizada e sistemática fora dos quadros do sistema formal do ensino. “Ela é mais difusa, menos hierárquica e menos burocrática”, acrescenta a pesquisadora.

 Foram utilizados dados do suplemento informacional sobre educação profissionalizante da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) no ano de 2007. A investigação foi feita tanto para homens quanto para as mulheres devido à existência de diferenciais de rendimentos entre gêneros. O ano de 2007 foi escolhido por apresentar uma pesquisa suplementar sobre Educação profissional e aspectos complementares da educação de jovens e adultos.

A PNAD é uma pesquisa com representatividade nacional, cujas informações são referentes às características gerais da população, migração, educação, trabalho. As características gerais, como, idade, gênero, condição no domicílio e instrução educacional formal, são pesquisadas para todas as pessoas de qualquer idade. Já as informações sobre trabalho e rendimento são coletadas para os indivíduos com 10 anos ou mais de idade e as informações sobre a educação profissionalizante são realizadas para os indivíduos com 15 anos ou mais.

 

 

 

Seminário debate o futuro da Previdência Social

Seminário debate o futuro da Previdência Social

 

Evento em Brasília é organizado pelo MPS e pelo Ipea. Presidente e técnicos do Instituto estarão presentes

O Ministério da Previdência Social (MPS) e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) realizam, em Brasília, nos dias 16 e 17 de março, o seminário O Futuro da Previdência no Brasil. Serão seis mesas de discussão, abordando temas como os rumos dos regimes geral e próprios de previdência social, a consolidação da previdência complementar no país e o panorama internacional da previdência social. Para ler o programa, clique aqui.

Os interessados em participar devem enviar e-mail para o endereço Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.  até esta sexta-feira (11) e informar a que órgão está vinculado.

Participam da abertura do evento o ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho, o ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Wellington Moreira Franco, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, e o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa. O coordenador da mesa de abertura será o presidente do Ipea, Marcio Pochmann.

O seminário pretende colocar em debate temas que ainda não são objeto de consenso entre autoridades e estudiosos, além de rever os desafios para a previdência, como, por exemplo, a ampliação da cobertura do sistema, sua engenharia financeira, as regras de acesso a benefícios e de reajuste, bem como seu equilíbrio de longo prazo e os parâmetros de justiça distributiva. O objetivo do encontro é traçar um quadro mais nítido das necessidades mais urgentes do sistema, levando em conta diferentes pontos de vista.

Outras autoridades do MPS também estarão presentes nas discussões: o secretário-executivo, Carlos Eduardo Gabas; o secretário de Políticas de Previdência Social, Leonardo Rolim; o secretário de Políticas de Previdência Complementar, Jaime Mariz; o diretor do Departamento do Regime Geral de Previdência Social, Rogério Nagamine, e o diretor do Departamento dos Regimes de Previdência no Serviço Público, Delúbio Gomes.

Seminário O Futuro da Previdência no Brasil
Data:
16 e 17 de março de 2011
Horário: das 9h às 18h15 (dia 16) e das 9h às 16h45 (dia 17)
Local: Setor Hoteleiro Sul, Quadra 5, Bloco A, Hotel Grand Bittar, Sala Monumental II, 1º andar, Brasília (DF)

Fonte: Assessoria de Comunicação do MPS

Ouvidorias são tema de debate no Panorama Ipea

Ouvidorias são tema de debate no Panorama Ipea

 

Programa de TV do Instituto, no canal NBR, reuniu os ouvidores do Ipea e do Ministério da Previdência

O ouvidor do Ipea, Antônio Semeraro Rito Cardoso, e o ouvidor-Geral do Ministério da Previdência, Paulo Marcello Fonseca Marques, participaram do Panorama Ipea e discutiram a independência das ouvidorias e seus principais desafios. Questões como o papel das ouvidorias na transparência administrativa, na participação da sociedade e na eficiência do serviço público também foram debatidas no programa de televisão, resultado de uma parceria do Ipea com o canal NBR.  

O programa está sendo transmitido nesta semana. Para conferir os horários em que ele vai ao ar em cada dia e como sintonizar a NBR, acesse o site: www.ipea.gov.br/panorama.

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