Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada

Ipea analisa compras de medicamentos pelo governo
Ipea analisa compras de medicamentos pelo governo
 
Comunicado do Ipea n° 74 foi lançado nesta quinta-feira, dia 16, em São Paulo
 
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) lançou nesta quinta-feira, 16, às 9h, o Comunicado do Ipea n° 74 - Programas de Assistência Farmacêutica do Governo Federal: evolução recente das compras diretas de medicamentos e primeiras evidências de sua eficiência, 2005 a 2008. O lançamento ocorreu em entrevista coletiva na Caixa Econômica Federal da Praça da Sé, 111, 5º Andar – Centro, São Paulo/SP.
 
Para avaliar a evolução recente das compras de medicamentos do Governo Federal para seus programas de assistência farmacêutica, os pesquisadores consideraram a participação das compras federais de medicamentos no total do gasto federal com saúde; a participação das três esferas de governo no gasto com os programas de assistência farmacêutica; e as evidências de ganhos de eficiência dos gastos dessa natureza sobre a responsabilidade do Governo Federal no período de 2005 a 2008.
 
Para chegar ao total de gastos, foram usadas bases de dados de licitações, como o Sistema de Administração de Serviços Gerais (SIASG). Também foram incluídas as despesas dos Estados, Distrito Federal e Municípios, retiradas do Sistema de Informações sobre Orçamentos públicos em Saúde (SIOPS), já que o Ministério da Saúde também adquire medicamentos por meio de convênios firmados com laboratórios oficiais.

O comunicado foi produzido pelas diretorias de Estudos e Políticas Setoriais de Inovação, Regulação e Infraestrutura (Diset), e de Estudos e Políticas Sociais do Ipea (Disoc). A apresentação foi feita pelo pelos técnicos de Planejamento e Pesquisa Leila Posenato Garcia e Luis Carlos Magalhães.


Leia a íntegra do Comunicado do Ipea nº 74

 

 

 

 

 

 

 

Cuidados para a população idosa são tema de livro

Cuidados para a população idosa são tema de livro


Instituto questiona, em obra a ser lançada nesta quinta, 16, de quem é a responsabilidade pelos cidadãos idosos

O Ipea fez uma projeção do número de idosos que terão mais dificuldades na vida diária no próximos 10 anos – a maioria do sexo feminino. O estudo está reunido no livro Cuidados de longa duração para a população idosa: um novo risco social a ser assumido?, que será lançado nesta quinta-feira, 16 de dezembro, às 13h30, pela coordenadora da área de População e Cidadania, Ana Amélia Camarano, no auditório da representação do Instituto no Rio de Janeiro (Avenida Presidente Antonio Carlos, 51, 10º andar, Centro).

O livro parte do novo cenário demográfico (mais longevos na população brasileira) com quatro perguntas: como ficará a autonomia dos idosos para as atividades da vida diária? ; a família brasileira continuará como principal cuidadora dos membros idosos?; 3) quais são as alternativas de cuidado não familiar disponíveis no Brasil?; e qual deverá ser a responsabilidade do Estado na provisão de serviços de cuidados para a população dependente?

O trabalho aborda, ainda, a fragilidade das redes sociais em relação aos cuidados de longa duração no município do Rio de Janeiro. Há também um capítulo sobre as instituições de São Paulo. São as “institucionalizações hospitalares de idosos”, reflexo da baixa oferta de instituições. A obra pretende contribuir para a discussão sobre os modelos que o Brasil pode adotar para fazer frente aos novos desafios do envelhecimento populacional e às mudanças mais amplas da sociedade.

Às 14h do mesmo dia, inicia-se a mesa redonda com o debate Cuidados para a população idosa: de quem é a responsabilidade?. Jorge Abrahão, diretor de Estudos e Políticas Sociais do Ipea, Silvia Pereira, presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), e Karla Giacomin, presidente do Conselho Nacional dos Direitos do Idoso, farão a abertura.

José Elias Pinheiro, presidente da SBGG do Rio de Janeiro, coordenará a mesa. Os debatedores serão a doutora Myriam Moraes Lins de Barros, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Tomiko Born, organizadora do Manual do Cuidador da Pessoa Idosa, Laura Machado, da InterAge, e Débora Diniz, da Universidade de Brasília.

Ipea analisa massa salarial, mobilidade e desigualdade

Ipea analisa massa salarial, mobilidade e desigualdade

Comunicados n° 71, 72 e 73 serão apresentados em Brasília, por técnicos de Planejamento e Pesquisa do Instituto

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) lançou nesta terça-feira, 14, às 10h, o Comunicado do Ipea n° 71 - Desigualdade regional recente: uma nota a partir de dados estaduais; o Comunicado do Ipea 72 - Análise regionalizada da massa salarial com uso da PME-IBGE; e o Comunicado do Ipea 73 - Mobilidade urbana e posse de veículos: análise da PNAD 2009. O lançamento foi realizado em entrevista coletiva na sede do instituto, em Brasília (Setor Bancário Sul, Quadra 1, Bloco J, Edifício BNDES/Ipea, auditório do subsolo).

O Comunicado do Ipea n° 71 analisa as mudanças na economia brasileira em termos regionais entre 1995 e 2008, por meio do exame dos PIBs das unidades da federação. O estudo mostra a evolução do PIB e do PIB per capita e da desigualdade em níveis estaduais e regionais, além de decompor a medida das disparidades entre as regiões e dentro delas. Também  são abordados a distorção dos dados causada pelo Distrito Federal, e a comparação da concentração econômica no Brasil e em países selecionados.

Já o Comunicado do Ipea n° 72 desagrega de maneira inédita dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), publicada mensalmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados referentes à massa de rendimentos são estratificados por cor, gênero e ocupação – na pesquisa do IBGE, as  informações são desagregadas apenas por região metropolitana. O trabalho permite uma interpretação mais profunda das características do mercado de trabalho nacional.

A análise das variáveis ligadas às condições de mobilidade da população tratadas na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do IBGE, é o tema do Comunicado do Ipea n° 73. São utilizadas duas variáveis da PNAD: a posse de veículos privados nos domicílios e o tempo de percurso casa-trabalho dos trabalhadores. Os dados de 2009 são comparados aos de 2008, para mostrar a evolução dos indicadores no período considerado.

Os comunicados foram produzidos pela Diretoria de Estudos Regionais, Urbanos e Ambientais do Ipea (Dirur). A apresentação foi feita pelo Coordenador da Assessoria de Métodos Quantitativos, Waldery Rodrigues Júnior, e pelos técnicos de Planejamento e Pesquisa Miguel Matteo e Carlos Henrique Ribeiro de Carvalho.

Leia a íntegra do Comunicado do Ipea nº 71

Veja os gráficos da apresentação do Comunicado do Ipea nº 71

Leia a íntegra do Comunicado do Ipea nº 72

Veja os gráficos da apresentação do Comunicado do Ipea nº 72

Leia a íntegra do Comunicado do Ipea nº 73

Veja os gráficos da apresentação do Comunicado do Ipea nº 73

 

 

 

 

 

 

 

 

Diretor e técnicos do Ipea participam de oficina no PR

Diretor e técnicos do Ipea participam de oficina no PR


Em Foz do Iguaçu, especialistas do Brasil e o exterior se reúnem parar discutir estratégias de crescimento inclusivo

O diretor de Estudos e Políticas Sociais do Ipea, Jorge Abrahão, o técnico de Planejamento e Pesquisa da Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais de Inovação, Regulação e Infraestrutura (Diset) Mansueto Almeida, além de outros técnicos do Instituto participam da oficina de trabalho internacional Crescimento Inclusivo: o que é e o que é preciso?, em Foz do Iguaçu, no Paraná.

O evento começou nesta quarta-feira, 8 de dezembro, e vai até sexta, 10. A oficina de trabalho terá painéis temáticos sobre estratégias de longo prazo para o crescimento inclusivo, promoção e proteção social, inclusão produtiva e geração de oportunidades, desenvolvimento territorial, competitividade sistêmica e entendimento comum sobre crescimento inclusivo.

Jorge Abrahão debaterá “Promoção e Proteção Social no caso do Brasil”. Já Mansueto vai falar sobre “Inclusão Produtiva e Geração de Oportunidades no País”.

Analfabetismo é desigual entre regiões do Brasil
 
Analfabetismo ainda é desigual entre regiões do Brasil
Comunicado do Ipea analisa analfabetismo no País sob recortes racial, de localização e de sexo, entre outros aspectos
 
O Instituto de pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou na manhã do dia 9, quinta feira, em Brasília, o Comunicado do Ipea nº 70, intitulado Evolução do Analfabetismo e do analfabetismo funcional no Brasil, que comparou os dados da Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio (PNAD) de 2004 e de 2009.
 
O estudo analisou o analfabetismo sob diferentes aspectos, como raça e cor, sexo, localização de domicilio e renda. A diferença na proporção de analfabetos entre homens e mulheres é relativamente pequena, se comparada à encontrada nos outros recortes.
 
A renda ainda é o principal fator que define o analfabetismo no Brasil. “Famílias que recebem até um quarto de salário mínimo por mês apresentam 20 vezes mais analfabetos do que famílias que recebem entre três e cinco salários mínimos”, destacou Paulo Corbucci, coordenador de Educação do Ipea, ao apresentar o Comunicado.
 
A comparação entre 2004 e 2009 mostra que o analfabetismo diminuiu em todas as regiões brasileiras. As regiões Norte e Nordeste, que apresentam os piores índices no país, tiveram a maior redução percentual de analfabetos. A região Sul foi a única a apresentar redução inferior a 20% na porcentagem de analfabetos.
 
O estudo também faz análise distinta do analfabetismo e do analfabetismo funcional no Brasil e compara os resultados do País com os de outros países selecionados.

Leia a íntegra do Comunicado do Ipea nº 70

Veja os gráficos da apresentação do Comunicado do Ipea nº 70 

 

Portaria institui o Código de Ética do Ipea

 

Portaria institui o Código de Ética do Ipea


Documento de 6 de dezembro de 2010 foi assinado pelo presidente do Instituto, Marcio Pochmann, e já está em vigor

A Portaria nº 458, de 6 de dezembro de 2010, instituiu o Código de Ética do Ipea. O documento é fruto de ampla consulta a servidores e colaboradores da Instituto. O texto ficou disponível na intranet do Ipea durante duas semanas, para que integrantes da Comissão de Ética pudessem receber sugestões e tirar dúvidas.

O Código, de acordo com a Portaria, tem o objetivo de “estabelecer diretrizes para a adoção de padrões de conduta e o aprimoramento ético das pessoas atuantes no âmbito do Ipea, em complementação aos dispositivos do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo”.

Ele também prevê, em seu Capítulo III, as atribuições da Comissão de Ética, que poderá se pronunciar em caso de “desvios em condutas ou em eventos de relacionamento externos e internos no tocante às diretrizes éticas”.

Leia o Código de Ética do Ipea

Ipea lança estudo sobre analfabetismo no Brasil

Ipea lança estudo sobre analfabetismo no Brasil 

Comunicado n° 70 analisa analfabetismo e analfabetismo funcional no País, com base nos dados da PNAD 2009, do IBGE

 

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) lançou nesta quinta-feira, 9, às 10 horas, em Brasília, o Comunicado do Ipea n° 70: Evolução do analfabetismo e do analfabetismo funcional no Brasil - Período 2004-2009. O comunicado trata da situação do analfabetismo no Brasil com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2009, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PNAD/IBGE).

Os anos analisados são os de 2004 a 2009. A escolha do ano inicial se deu em razão de somente a partir de 2004 a PNAD ter passado a abranger toda a área rural da região Norte. Além da análise pela variável localização (urbana/rural), o comunicado inclui a comparação segundo sexo, região geográfica, Unidade da Federação, raça e renda.

Também há uma análise comparada da situação do analfabetismo no Brasil e em alguns países selecionados, além da enumeração dos principais desafios do País para eliminar o analfabetismo e o analfabetismo funcional.

A apresentação do Comunicado do Ipea nº 70 coube ao coordenador de Educação do Ipea, Paulo Corbucci, com a presença do diretor-adjunto de Estudos e Políticas Sociais do Instituto, Helder Ferreira.  O lançamento foi realizado em entrevista coletiva na sede do Instituto em Brasília, no Setor Bancário Sul, quadra 1, bloco J, edifício BNDES/Ipea, auditório do subsolo, com transmissão on-line.

Leia a íntegra do Comunicado do Ipea nº 70

Veja os gráficos da apresentação do Comunicado do Ipea nº 70 

Para brasileiros, agressão à mulher é problema social

Sociedade vê agressão contra a mulher como problema social

Estudo do Ipea demonstra que cidadãos e cidadãs estão mais conscientes sobre os direitos da mulher 

“Hoje a lei Maria da Penha é mais conhecida pelos brasileiros e isso se deve ao trabalho da Secretaria de Políticas para as Mulheres”, foi o que disse a técnica de Planejamento e Pesquisa do Ipea Maria Aparecida Abreu ao lançar o Sistema de Indicadores de Percepção Social (SIPS) sobre igualdade de Gênero.  O técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea Fabio Schiavinatto, coordenador do SIPS também participou da apresentação. 

A pesquisa mostra que 80% dos entrevistados têm a percepção de que a violência doméstica é um problema da sociedade em geral, enquanto 14% acreditam ser um problema isolado.  As políticas para as mulheres têm promovido uma maior conscientização sobre os crimes de gênero. “Mais de 90% das pessoas entrevistadas acham que agressões físicas contra a mulher devem ser investigadas pelo Estado mesmo que a mulher não queira”, destacou Maria. 

Para ela, essa visão demonstra que a sociedade brasileira passou a ver a violência contra a mulher como um problema não só relacionado ao lar, mas a toda a sociedade. A pesquisadora, porém, ressalta que  ainda há muitos tabus a serem quebrados. “O número de mulheres que procuram as delegacias especializadas ainda é muito menor do que o número de casos de violência”, disse. 

O estudo abordou, além das políticas públicas de combate à violência à mulher, as políticas de cuidado das crianças e apoio escolar. Serviços como as creches, responsabilidade do Estado, que não são utilizadas pela maioria da mães do Brasil. 

“Embora mais de 80% das mães que utilizam creches públicas aprovem os estabelecimentos, a maior parte ainda prefere deixar os filhos sob cuidados da família”, revelou Maria. Embora o número de creches públicas ainda seja insuficiente em todo o País, muitas mães deixam os filhos com a família por questões culturais, segundo a pesquisadora.

Leia a íntegra do Sistema de Indicadores de Percepção Social sobre gênero

Veja os gráficos da apresentação do Sistema de Indicadores de Percepção Social sobre gênero

População da região Norte é a que mais cresce no País

População da região Norte é a que mais cresce no País


Dois Comunicados do Ipea mostram novas conclusões sobre o Censo 2010 e a Pesquisa de Orçamento Familiar (POF)


Fotos: Marcio Maia
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Ernesto Galindo, técnico de planejamento e pesquisa do Ipea, participou da apresentação dos estudos no Rio de Janeiro

Em coletiva de imprensa realizada na quarta-feira, dia 1° de dezembro, na sede do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) no Rio de Janeiro, foram apresentadas análises preliminares do Censo 2010 e das Pesquisas de Orçamento Familiares (POF).

A população das periferias cresceu mais que nas capitais. Os números dos municípios médios (entre 100 e 500 mil habitantes em 2000) estão bem acima dos números registrados nos pequenos e grandes (1,50% ao ano). Essa foi uma das conclusões do Comunicado nº 68 do Ipea, Análise preliminar dos dados do Censo 2010, que aborda o crescimento populacional de 2000 a 2010 sob diversas dimensões.

A base comparativa são os 5.507 municípios registrados em 2000 – hoje existem mais 58, a maioria do Rio Grande do Sul e Mato Grosso. “A periferia de Salvador, por exemplo, cresceu 3% ao ano. Cidades médias cresceram a taxas maiores que a média brasileira (1,17%)”, afirma Bernardo Alves Furtado, técnico de planejamento e pesquisa da Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais (Dirur) do Ipea.
 
Os dez municípios que mais cresceram contabilizaram taxas superiores a 8,45% ao ano, enquanto os dez que menos cresceram apontaram taxas entre -3,92% e -6,44% ao ano. Dentre as 17 unidades federativas que conseguiram média anual, Amapá (3,44%), Roraima (3,36%) e Acre (2,77%) destacam-se entre as primeiras. Rio Grande do Sul (0,49%) e Bahia (0,70%) foram os destaques negativos, pois cresceram abaixo da média brasileira.

“No Rio Grande do Sul houve um declínio populacional nos municípios de fronteira. Na Bahia, houve decréscimo principalmente no litoral sul”, explica Ernesto Pereira Galindo, técnico de planejamento e pesquisa da Dirur. O estudo mostra que Santa Catarina e Paraná não perderam população nos municípios de fronteira, então os dados negativos na região Sul devem-se ao Rio Grande do Sul. Dentre os municípios que perderam população, seis estão no Nordeste (quatro na Bahia).
 
O Comunicado nº 69 analisou a evolução dos dados urbanos da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nos períodos 2002/2003 e 2008/2009. A pesquisa Evolução das despesas com habitação e transporte público nas Pesquisas de Orçamentos Familiares (POF): análise preliminar – 2002-2009 foi dividida em três seções: 1- Análise Nacional por Grupo de Despesa nas POFs 2002/2003 e 2008/2009; 2- Análise por Estratos de Renda na POF 2008/2009; 3- Análise por Estrato Geográfico na POF 2008/2009.
 
Dentre as conclusões, o estudo apontou um crescimento de 12,9% para 17% dos domicílios pagantes de aluguel. “O aluguel representou pouco mais de 12% da renda”, disse Pedro Humberto Bruno de Carvalho Junior, da Dirur. Constatou-se também um aumento de 4,6% para 5,2% de famílias brasileiras que pagaram prestação de imóvel. Outro dado apresentou o ônibus urbano como o meio de transporte mais usado – cerca de 32% das famílias. O trem e o metrô representaram o uso, respectivamente, de 1% e 1,4% das famílias em 2008/2009. A despesa com trens subiu de 1,5% para 3,3% da renda dos pagantes, enquanto a despesa com o metrô passou de 3,7% para 4,2%.

Leia o Comunicado do Ipea nº 68 na íntegra
Veja os gráficos da apresentação

Leia o Comunicado do Ipea nº 69 na íntegra
Veja os gráficos da apresentação

Famílias estão otimistas com economia brasileira

Famílias estão otimistas com economia brasileira 

Índice de Expectativas das Famílias aponta que brasileiros estão mais confiantes no futuro do País e de suas famílias

O brasileiro está mais otimista em relação à situação socioeconômica do País.  Em sua quarta edição, a pesquisa domiciliar do Ipea denominada Índice de Expectativas das Famílias (IEF) aponta crescimento no otimismo das famílias brasileiras.  

O índice, que é resultado de pesquisa mensal realizada em 3810 domicílios de todo o País, foi divulgado na tarde desta segunda-feira, 6, na sede do Ipea em Brasília. Dentre os resultados, destaca-se que 64% das famílias pesquisadas acreditam numa melhora da economia brasileira nos próximos 12 meses.

As famílias também avaliam bem sua situação atual em comparação à de um ano atrás. Três em cada quatro famílias acreditam estar em melhor situação.  Cerca de 80% das famílias têm expectativa de que estarão melhor economicamente daqui um ano e mais da metade das famílias brasileiras consideram este momento como propício para consumir bens de consumo duráveis

O IEF foi apresentado pelo chefe da Assessoria Técnica da Presidência do Ipea, Milko Matijascic e pelo técnico de Planejamento e Pesquisa Sandro Sacchet e abordou também aspectos como o endividamento das famílias e situação de segurança na ocupação profissional do responsável pelo domicílio.

Para Milko Matijascic o resultado do IEF é promissor: “As famílias estão otimistas e esse otimismo tem evoluído a cada mês. A maior parte delas vê segurança na posição profissional e está propensa a consumir bens duráveis”, destacou.

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