Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada

Ipea lançou Sensor e Conjuntura em Foco na Code
Ipea lançou Sensor e Conjuntura em Foco na Code
 
Edições mais recentes do indicador e do boletim foram apresentadas durante a Conferência do Desenvolvimento
 
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou na última quarta-feira, 24, em Brasília, as edições mais recentes do indicador Sensor Econômico e do boletim Conjuntura em Foco, produzidos pela Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Instituto. O lançamento ocorreu durante a 1ª Conferência do Desenvolvimento (Code), que se encerra nesta sexta-feira, dia 26, no canteiro central da Esplanada dos Ministérios.
 
O Sensor Econômico mostra as expectativas do setor produtivo para a economia do País nas áreas de crescimento do PIB, taxa de inflação, taxa de juros, taxa de câmbio, variação do investimento, empregos gerados, exportações e importações. Os números desta edição se referem ao quinto bimestre de 2010.
 
Já o boletim Conjuntura em Foco traz a análise pontual de temas relevantes da conjuntura econômica, além de uma seção com números recentes da economia. O objetivo é fazer um acompanhamento mensal de temas específicos do cenário econômico brasileiro.  O destaque da edição de novembro de 2010 é a diminuição do ritmo de crescimento da economia.
 
A apresentação do Sensor Econômico e do boletim Conjuntura em Foco foi feita na Conferência pelo diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea, João Sicsú; pelo coordenador do Grupo de Análises e Previsões, Roberto Messenberg, e pelo técnico de Planejamento e Pesquisa Bernardo Schettini.
 
Code
A 1ª Conferência do Desenvolvimento (Code) teve início na quarta-feira, 24 de novembro. Durante os três dias de atividades, foram programados oito painéis temáticos sobre o desenvolvimento, 88 oficinas e 50 lançamentos de livros. Devem passar pela conferência mais de 200 palestrantes e debatedores. A conferência tem entrada franca, e as inscrições podem ser feitas na secretaria do evento.

Ministro Paulo Vannuchi participa de oficina na Code

Ministro Paulo Vannuchi participa de oficina na Code


Um dos objetivos do encontro, nesta quarta, é discutir ações do 3º Programa Nacional de Direitos Humanos

No primeiro dia da Conferência do Desenvolvimento (Code), nesta quarta-feira, 24 de novembro, no canteiro central da Esplanada dos Ministérios (Brasília-DF), o ministro da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Paulo Vannuchi, participará da oficina Os direitos humanos e o desenvolvimento. O evento acontecerá das 14h às 16h, na sala 18.

Na oficina, será discutida a atuação da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, além das ações e diretrizes do 3º Programa Nacional de Direitos Humanos. A Code será realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) entre os dias 24 e 26 de novembro na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.

Para obter outras informações sobre as atividades da Conferência, acesse www.ipea.gov.br/code.

Ipea analisa qualidade do desenvolvimento brasileiro

Ipea analisa qualidade do desenvolvimento brasileiro

Comunicado n° 67 mostra a evolução do Índice de Qualidade do Desenvolvimento entre 2003 e 2010   

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) lançou nesta terça-feira, 23, o Comunicado do Ipea n° 67: Índice de Qualidade do Desenvolvimento (IQD). O comunicado calculou o IQD, lançado em janeiro de 2009, para os meses anteriores desde 2003 para analisar em que medida o desenvolvimento no Brasil conseguiu se manter numa trajetória sustentável.

O estudo analisa tanto o período completo (2003 a 2010) quanto o relativo à crise econômica de 2008 (junho de 2007 a dezembro de 2009). Também foi analisado o comportamento dos subíndices do IQD – Índice de Qualidade do Crescimento (IQC), Índice de Qualidade da Inserção Externa (IQIE) e Índice de Qualidade do Bem-Estar (IQBE) – para entender a evolução e a influência de cada um deles no indicador.

Leia o documento na íntegra

Pré-Conferência debaterá educação e juventude

Pré-Conferência debaterá educação e juventude


Evento reúne autoridades e acadêmicos como Marcio Pochmann, Pedro Demo e Beto Cury, na Universidade de Brasília, dia 23

A 1ª Conferência do Desenvolvimento (Code), realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), será precedida, no dia 23 de novembro, por um evento que reunirá acadêmicos e especialistas em um debate sobre educação e juventude. O público esperado é de 500 jovens universitários das cinco regiões do país, além de outros segmentos da sociedade.

A Pré-Conferência, organizada pelo Instituto em parceria com a Secretaria Nacional de Juventude, a Universidade de Brasília (UnB) e o Diretório Central dos Estudantes da universidade (DCE-UnB), é gratuita e ocorrerá no ICC Norte, Anfiteatro 12, da UnB. O reitor da UnB, José Geraldo de Sousa Junior, e o DCE participarão da mesa de abertura, às 9h.

No primeiro painel, das 9h30 às 12h, o tema do debate será A importância estratégica da educação para o desenvolvimento do Brasil. Foram convidados Pedro Demo, professor e pós-doutor em Educação pela UCLA, de Los Angeles (EUA), Paulo Corbucci, doutor em Sociologia pela UnB e coordenador de Educação do Ipea, e Maria Paula Dallari Bucci, Secretária da Educação Superior do Ministério da Educação (MEC).

No painel da tarde, das 14h às 18h, participarão da mesa sobre A juventude no Brasil hoje Marcio Pochmann, presidente do Ipea, e Beto Cury, Secretário Nacional de Juventude. Após o seminário, haverá a exibição de 20 filmes de curta-metragem afrobrasilienses premiados pela Fundação Palmares. Para encerrar as atividades, às 18h, o Sistema Criolina se apresenta no Centro Comunitário da UnB gratuitamente. O formulário de inscrição pode ser preenchido no site www.ipea.gov.br/code.

 

Pré-Conferência do Desenvolvimento (Code/Ipea) na UnB

Dia: 23 de novembro, terça-feira

Local: Anfiteatro 12, ICC Norte, Universidade de Brasília

 

9h - Abertura

- José Geraldo de Sousa Junior, Reitor da UnB

- Maria Paula Dallari Bucci, Secretária da Educação Superior do MEC

- Diretório Central dos Estudantes da UnB (DCE)

 

9h30-12h - Painel I: A Importância Estratégica da Educação para o Brasil

- Pedro Demo, Conselheiro de Orientação do Ipea, professor com pós-doutorado em Educação pela UCLA, de Los Angeles (EUA)

- Paulo Corbucci, Coordenador de Educação do Ipea e doutor em Sociologia pela UnB

- Maria Paula Dallari Bucci, Secretária da Educação Superior do MEC

 

14h - Painel II: A Juventude no Brasil Hoje

- Marcio Pochmann, Presidente do Ipea

- Beto Cury, Secretário Nacional de Juventude

 

Atividade Cultural

17h30 - Apresentação de 20 filmes de curta-metragem Afro Brasilienses premiados pela Fundação Palmares (Anfiteatro 12)

18h - Sistema Criolina (Centro Comunitário)

Confira os selecionados para o projeto Cátedras

Confira os selecionados para o projeto Cátedras


Resultado da chamada pública para concessão de bolsas-pesquisa foi divulgado pelo Ipea nesta quinta, 18

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada divulgou nesta quinta-feira, 18, o resultado da Chamada Pública nº 001/2010, do Projeto Cátedras Ipea/Capes para o Desenvolvimento. Os nomes dos selecionados podem ser consultados na lista acessível pelo link abaixo ou pelo hotsite do Projeto Cátedras, no Portal Ipea.

O projeto tem como objeto incentivar o debate sobre o pensamento econômico-social brasileiro, constituir redes de pesquisa, fortalecer o entendimento sobre o desenvolvimento e, finalmente, contribuir para a gestão de políticas públicas sólidas e consistentes com o objetivo de fomentar a construção de uma visão estratégica para o processo de desenvolvimento brasileiro.

Uma Comissão Julgadora prevista na Chamada Pública nº 001/2010 analisou as propostas e chegou ao resultado. Os selecionados na categoria Júnior terão bolsa-pesquisa no valor mensal de R$ 1,8 mil. Já os vencedores na categoria Sênior terão bolsa no valor de R$ 3 mil por mês.

Resultado da Chamada Pública 001/2010, do Projeto Cátedras Ipea/Capes para o Desenvolvimento

Apesar de avanços, há muita desigualdade na educação
Apesar de avanços, há muita desigualdade na educação
 
Estudo do Ipea mostra diferenças no acesso à educação para ricos e pobres, brancos e negros e população urbana e rural
 
A desigualdade ainda é um dos grandes desafios do Brasil quando se trata de melhorar a educação. Essa é uma das conclusões do Comunicado do Ipea n° 66: PNAD 2009 - Primeiras Análises: Situação da educação brasileira - avanços e problemas. O estudo, lançado nesta quinta-feira, 18, traz uma análise da educação no período de 1992 a 2009 e traça um quadro detalhado da atual situação da escolarização da população brasileira com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2009, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PNAD/IBGE).
Para o diretor de Estudos e Políticas Sociais do Ipea, Jorge Abrahão, a educação brasileira registrou muitos avanços nos últimos 20 anos, mas algumas desigualdades ainda estão firmes, especialmente as regionais. “Teremos de ter um conjunto de intervenções nas esferas federal, estadual e municipal para tentar diminuir essas desigualdades regionais. Também é preciso combater as desigualdades de raça e cor com políticas afirmativas e promover crescimento de renda”, disse, destacando que desigualdades bastante expressivas são encontradas entre a população urbana e rural.
 
Analfabetismo
Segundo o diretor, no Brasil, o analfabetismo na população de 15 anos ou mais ainda é considerado muito alto: 9,7% da população nessa faixa não sabe ler nem escrever. “Estamos em situação muito pior que a de países desenvolvidos. Não é nem preciso ir tão longe, já que outros países da América do Sul, como Equador, Chile e Argentina apresentam índices melhores que os do Brasil”.
 
Grandes diferenças são encontradas entre a população urbana e rural (4,4% contra 22,8%), branca e negra (5,9% contra 13,4%), e das regiões Sul e Sudeste (5,5% contra 18,7%). Quando comparados os 20% mais ricos da população e os 20 % mais pobres, a diferença também é grande: 2% contra 18,1%. Quanto à idade, a faixa acima de 40 anos registra o maior percentual: 16,5% de pessoas que não sabem ler e escrever.
  
Anos de estudo
A média de anos de estudo na população com 15 anos ou mais de idade é de 7,5, abaixo do mínimo de oito anos previsto na Constituição Federal. “Estamos muito longe de atingir indicador aceitável. Como a taxa de crescimento anual tem sido de 0,14 ano, podemos concluir que ainda faltam quatro ou cinco anos para chegarmos ao mínimo (ensino fundamental). Se considerarmos os 11 anos, tempo necessário para conquistar o ensino médio, o período será ainda mais longo”.
 
Defasagem
Outro problema enfrentado pela educação brasileira é falta de adequação da idade ao grau de ensino. Na faixa entre 15 e 17 anos, mais de 85% das pessoas estão na escola, mas apenas 50,9% frequentam o ensino médio. “O índice de adequação diminui conforme aumenta a idade”, explicou o diretor.
 
Para ele, o baixo índice de conclusão, outro problema abordado no estudo, reflete dificuldades não só na rede escolar como também na vida dos alunos. Atualmente, apenas 66,6% dos alunos que entram no ensino médio conseguem concluí-lo. “Várias políticas públicas têm cooperado com queda da evasão, como é o caso do Bolsa Família, que ajuda a reter o aluno e evitar que ele saia da escola para trabalhar”, afirmou Jorge.
 
Hiato Educacional
A quantidade média de anos de estudo que os brasileiros abaixo da meta da educação (8 anos) precisariam para atingi-la, ou hiato educacional, tem caído, especialmente entre as faixas mais jovens da população. Entre as pessoas com 30 anos ou mais, o hiato é de 5,1 anos, o que fica abaixo da metade da meta. Já na população entre 15 e 17 anos, o hiato cai para 2,8 anos.
 

 

Estudo revela como justiça e cultura são percebidas

Estudo revela como justiça e cultura são percebidas


Na primeira edição do SIPS, brasileiros avaliaram mal a justiça e apontaram problemas no acesso a cultura

Foto: Sidney Murrieta
Fábio de Sá e Silva (E) e Frederico Barbosa, técnicos de
planejamento e pesquisa do Ipea, apresentaram o SIPS nº 1

O Ipea lançou nesta quarta-feira, dia 17, o Sistema de Indicadores de Percepção Social (SIPS). As duas primeiras pesquisas apresentadas abordaram a percepção da população sobre os temas “cultura” e “justiça”.

O presidente do Instituto, Marcio Pochmann, deu inicio à apresentação destacando a importância do SIPS como um instrumento novo que, além de dar voz para a população se manifestar sobre as políticas públicas adotadas no Brasil, é uma importante ferramenta para os gestores públicos.

O técnico de planejamento e pesquisa do Ipea Fábio de Sá e Silva apresentou o SIPS sobre justiça. Ele considera que a avaliação crítica da justiça, atingindo nota 4,55 em uma escala de zero a dez, mostra que órgãos como o Ministério Público, a Polícia Judiciária e a Defensoria Pública realmente têm uma avaliação ruim da população.

O técnico afirmou que a avaliação é generalizada – considerando renda, escolaridade, raça/etnia, sexo e idade – e a nota abaixo da média revela que “a Justiça precisa melhorar muito ainda”.

Corrupção, com nota 0,17; rapidez na decisão dos casos, com 1,18; e imparcialidade (nota 1,18) foram os quesitos mais mal avaliados, considerando uma escala de zero a quatro. Já a capacidade de produzir decisões que ajudem a resolver os casos ficou com 1,60. Segundo Fábio de Sá, os números apontam que “rapidez é o que as pessoas esperam”.

Em seguida, o técnico de planejamento e pesquisa Frederico Barbosa apresentou o SIPS sobre cultura. Ele destacou que, apesar de esse não ser o ponto da pesquisa, pode-se afirmar que “em uma sociedade que convive com um grau de exclusão social, há problemas com políticas de incentivo e acesso a cultura”. “Quando a gente fala de desenvolvimento, tem de considerar cultura”, destacou.

Os dados foram levantados levando-se em conta a percepção quanto à localização dos espaços para práticas culturais. Segundo Frederico Barbosa, o planejamento das cidades não leva em conta a cultura, já que, no geral, 51% dos entrevistados consideram os equipamentos culturais mal situados, e 59% consideram o comércio muito bem situado.

A grande maioria, 71% dos consultados, afirmou que os preços altos são obstáculo ao acesso à oferta cultural, e 25% discordam e acreditam que os preços não são um problema. Segundo o técnico, outro desafio apontado é a questão da barreira social: 56% dos entrevistados concordam que existe uma barreira no acesso à cultura.

Metodologia
A pesquisa é feita presencialmente, com visitas aos domicílios. Para a elaboração do novo indicador, foram ouvidos 2.770 brasileiros em todos os estados do País. A técnica usada é a de amostragem por cotas, que garante representatividade e operacionalidade e mantém a variabilidade da amostra igual à da população nos quesitos escolhidos. A margem máxima de erro por região é de 5% e o grau de confiança é de 95%.

Leia a íntegra do SIPS sobre justiça

Veja a apresentação SIPS sobre a justiça

Leia a íntegra do SIPS sobre cultura

Veja a apresentação SIPS sobre a cultura

Ipea analisa dados da PNAD sobre educação

Ipea analisa dados da PNAD sobre educação 

Comunicado n° 66 analisa avanços e desafios da educação com base nos dados de 2009 do IBGE

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) lança na próxima quinta-feira, 18, às 10 horas, em Brasília, o Comunicado do Ipea n° 66: PNAD 2009 – Primeiras Análises: Situação da educação brasileira - avanços e problemas. O comunicado é o quinto da série de análises do Instituto sobre os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2009, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PNAD/IBGE).

O texto traz uma análise da evolução no período de 1992 a 2009 e traça um quadro mais detalhado da atual situação da escolarização da população brasileira, utilizando-se de grande parte dos indicadores importantes da área. Além disso, o comunicado apresenta o hiato educacional, que mede a quantidade de anos de estudo necessária para que os brasileiros atinjam a meta da educação. Também há dados e informações sobre analfabetismo.

A análise busca refletir os avanços e problemas verificados na educação brasileira no período. Os indicadores são analisados com ênfase na situação educacional brasileira, segundo recortes de renda, localização (urbano/rural), região, cor ou raça e sexo.

A apresentação do Comunicado do Ipea nº 66 será feita pelo diretor de Estudos e Políticas Sociais do Ipea, Jorge Abrahão de Castro. O lançamento será realizado em entrevista coletiva na sede do Instituto em Brasília, no Setor Bancário Sul, quadra 1, bloco J, edifício BNDES/Ipea, auditório do 16° andar.

Leia a íntegra do Comunicado do Ipea nº 66

Veja os gráficos da apresentação

Livro sobre agricultura será lançado durante a Code

Livro sobre agricultura será lançado durante a Code


Publicação que analisa o setor no Brasil é resultado do seminário realizado pelo Ipea e pelo Mapa em março

Durante a 1ª Conferência do Desenvolvimento do Ipea, no próximo dia 25, será lançado o livro A agricultura brasileira: desempenho, desafios e perspectivas, das 16h às 18h, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. A obra é o resultado do seminário sobre agricultura brasileira promovido pelo Ipea e pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), realizado em março deste ano. No evento, pesquisadores e professores fizeram um debate extenso acerca dos principais resultados do último Censo Agropecuário.

A publicação analisa o desenvolvimento agrário brasileiro, intensificado pelo padrão da dinâmica tecnológica e econômica. O livro trata ainda do período intenso de mudanças nas regiões rurais, abrangendo pontos essenciais relativos à produtividade, ao crescimento, à estrutura agrária, à mudança tecnológica e às políticas agrícolas.

O técnico de planejamento e pesquisa do Ipea José Eustáquio Ribeiro Vieira Filho, o coordenador de planejamento estratégico do Mapa, José Garcia Gasques, e o professor Zander Navarro são os organizadores da obra. José Maria da Silveira, professor e pesquisador da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e um dos colaboradores, participará do lançamento do livro fazendo uma breve exposição sobre biotecnologia agrícola e o surgimento de mercados regulados.

Indicador mostra percepção sobre serviços públicos

Indicador mostra percepção sobre serviços públicos

Os primeiros resultados do Sistema de Indicadores de Percepção Social (SIPS) serão sobre justiça e cultura
 
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) lança na próxima quarta-feira, 17, às 14 horas, em Brasília, o Sistema de Indicadores de Percepção Social (SIPS), que mostra como a população avalia os serviços de utilidade pública e qual é o grau de importância deles para a sociedade. O lançamento será feito em entrevista coletiva na sede do Instituto em Brasília (Setor Bancário Sul, quadra 1, bloco J, edifício BNDES/Ipea, auditório do subsolo) com transmissão ao vivo, pela internet, para todo o Brasil. Os dados divulgados durante o lançamento serão sobre cultura e justiça.

Na pesquisa sobre justiça, a principal pergunta feita aos cidadãos foi: “De zero a dez, que nota você daria para a justiça brasileira?”. Serão apresentados dados sobre a avaliação desse serviço pela população, tanto no seu quadro geral quanto em suas dimensões específicas mais relevantes – honestidade, imparcialidade, rapidez, custo, facilidade no acesso e capacidade de produzir “decisões boas” que “ajudem a resolver os casos de forma justa”. O documento ainda conterá análises por região e por variáveis de renda, escolaridade, sexo, raça/etnia e idade.

No SIPS sobre cultura, os dados serão sobre a organização urbana para a prática cultural, com a parcepção sobre os espaços verdes, equipamentos culturais e esportivos, comércio e locais de encontro; as disposições culturais para o uso do tempo, com dados sobre o que a população gostaria de fazer no tempo livre; a oferta cultural, com a percepção sobre preço, distância, horários, interesse e público; e a frequência com que a população tem práticas culturais, com a divisão por tipo de atividade.

O novo sistema vai permitir ao setor público estruturar as suas ações para uma atuação mais eficaz, de acordo com as demandas da população brasileira. Além dos indicadores de justiça e cultura, haverá, nas próximas edições, percepções sobre segurança pública; serviços para mulheres e de cuidados das crianças; bancos; mobilidade urbana; saúde; educação; e qualificação para o trabalho.

SIPS
A pesquisa é feita presencialmente, com visitas aos domicíclios. Para a elaboração do novo indicador, foram ouvidos 2.770 brasileiros em todos os estados do País. A técnica usada é a de amostragem por cotas, que garante representatividade e operacionalidade e mantém a variabilidade da amostra igual à da população nos quesitos escolhidos. A margem máxima de erro por região é de 5% e o grau de confiança é de 95%.

Leia a íntegra do SIPS sobre Justiça

Veja a apresentação SIPS sobre a justiça

Leia a íntegra do SIPS sobre Cultura

Veja a apresentação SIPS sobre a Cultura

 

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