Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada

Ouvidoria do Ipea tem um novo titular

Ouvidoria do Ipea tem um novo titular
 
Antonio Rito, que ocupava o cargo desde 2008, é sucedido por Renato Lóes, servidor público federal há 30 anos
 
O novo ouvidor do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Renato Lóes, assumiu o lugar de Antonio Rito Cardoso, que ocupava essa função desde outubro de 2008.
 
Renato Lóes é servidor público federal há 30 anos.  Está no Ipea desde 1994 e é graduado em Economia e Administração, com especialização em Planejamento e Desenvolvimento pela Universidade de Brasília.
 
Ao longo de sua trajetória na Administração Pública, o servidor desenvolveu estudos e pesquisas nas áreas de Relações de Trabalho, Mudanças Organizacionais e Impactos da Modernização no Trabalho. Tendo exercido diversos cargos de direção no âmbito da Administração Pública Federal, ocupou ultimamente o cargo de assessor-chefe de Planejamento e Articulação Institucional da Presidência do Ipea.
 
Lóes ressalta que vai trabalhar tendo como meta a adoção de um modelo de gestão que permita ao órgão atuar de maneira pró-ativa, identificando distorções e oferecendo subsídios para a sua correção. “Espera-se que a Ouvidoria do Ipea exerça papel relevante não apenas no atendimento e solução tempestiva das demandas atinentes às manifestações recebidas, mas, sobretudo, que contribua, efetivamente, para o aperfeiçoamento da administração pública no Brasil e, em particular, para que o Ipea cumpra com excelência sua missão institucional”, afirmou.

Acesse a entrevista completa do ouvidor do Ipea

Aumento nos gastos sociais reduziu a desigualdade

Aumento nos gastos sociais reduziu a desigualdade

O índice de Gini caiu 9,6% com o aumento dos recursos aplicados em saúde e educação

Foto: Sidney Murrieta
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Técnico do Ipea mostra até que ponto os tributos são revertidos para os gastos sociais

O aumento dos gastos sociais entre 2003 e 2009 contribuiu para reduzir significamente a desigualdade de renda no Brasil. É o que revela o Comunicado do Ipea nº 92 Equidade Fiscal no Brasil: impactos distributivos da tributação e do gasto social, divulgado nesta quinta-feira, 19. 

Em 2003, o índice de Gini, que mede o nível de desigualdade entre ricos e pobres, era 0,548 quando somado às rendas das famílias os valores per capita aplicados na saúde e educação públicas. Com o aumento de benefícios previdenciários e assistenciais e o volume maior de recursos aplicados na saúde e na educação, esse índice caiu para 0,496. Quanto mais próximo de 1 estiver o Gini, mais desigual é um país.

A distribuição de recursos públicos focada nas camadas de renda mais baixa foi uma alternativa encontrada pelo poder público para compensar o peso maior da tributação no orçamento das famílias pobres.

“Temos uma carga tributária em que 2/3 dos tributos são indiretos, sobre o consumo, e impacta proporcionalmente mais o orçamento do pobre. Em 2003, o gasto social apenas anulava essa regressividade, já em 2009 as famílias começaram a ter saldo positivo”, explica Fernando Gaiger, técnico do Ipea responsável pelo estudo.

Impostos como ICMS, PIS/COFINS e IPI oneram o consumo sem distinção de poder aquisitivo, enquanto que impostos diretos, como o Imposto de Renda, pesam mais para aqueles que tem renda maior.  “Os pobres gastam 30% da renda com impostos indiretos, os ricos 12%, mas o sistema tributário é estruturado dessa maneira porque os indiretos, sobre o consumo, são mais fáceis de ser cobrados”, informou Gaiger.

No período analisado pelo estudo, a estrutura tributária mudou pouco e permaneceu regressiva. “Observa-se uma redução tênue na incidência da tributação indireta, entre um e dois pontos percentuais, afirma o documento. “Os dados permitem apontar que os avanços registrados devem-se às políticas sociais e não a mudanças na tributação”, conclui.

O Comunicado revela que, apesar dos programas assistenciais, como o Bolsa Família, terem sido significativos para aumentar a renda da faixa mais pobre da população, foram os investimentos em saúde e educação os responsáveis por boa parte da redução no índice de Gini. “Quando se acrescenta o gasto com educação e saúde públicas, o índice de Gini era 9,6% menor que o de 2003, o que significa quase duplicar a queda na desigualdade alcançada com as políticas previdenciária e assistencial, ressalta o trabalho.

Confira a íntegra do Comunicado do Ipea n° 92, Equidade fiscal no Brasil: impactos distributivos da tributação e do gasto Social

América Latina pós-crise é tema de palestra no Ipea

América Latina pós-crise é tema de palestra no Ipea

 

Antonio Prado, secretário-adjunto da Cepal, será o palestrante nesta quinta-feira, 19

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) recebe nesta quinta-feira, 19, o secretário-adjunto da Comissão Econômica para a América Latina (Cepal), Antonio Prado. Ele vai proferir, na sede do Instituto, em Brasília (Setor Bancário Sul, Quadra 1, Edifício BNDES, auditório do subsolo), a palestra O desenvolvimento da América Latina após a crise financeira de 2008. O evento terá como mediador o presidente do Ipea, Marcio Pochmann.

Antes da palestra, às 11h, haverá o lançamento oficial da série de Textos para Discussão Cepal/Ipea, publicação conjunta realizada como parte do programa de trabalho acordado anualmente entre as duas instituições. A série se inicia com 45 textos que formaram parte de estudos concluídos pela Cepal e pelo Ipea nos últimos anos. A palestra terá transmissão ao vivo pelo Portal Ipea.

Ipea debate infraestrutura social e urbana no Brasil

 Ipea debate infraestrutura social e urbana no Brasil

O seminário reuniu técnicos do Instituto e representantes do governo federal

Foto: Sidney Murrieta
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Especialistas e autoridades discutem temas da infraestrutura

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), por meio da Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais (Dirur), realizou na tarde desta quarta-feira, dia 18, em Brasília, um seminário interno para debater comunicados que serão divulgados pelo Instituto. O evento, que contou com a presença de representantes de diversos setores do Governo Federal, tomou como base aspectos levantados em trabalhos publicados no livro Infraestrutura Social e Urbana no Brasil, com a organização da coordenadora de Estudos Setoriais e Urbanos do Ipea, Maria da Piedade Morais e pelo técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea Marco Aurélio Costa.

Carlos Henrique Carvalho, técnico do Instituto, expôs dados do artigo A mobilidade Urbana no Brasil, que trata das principais transformações ocorridas neste setor nos últimos dez anos. O estudo aponta para um diagnóstico da mobilidade no país, englobando todo o sistema de transportes e a gestão pública desses espaços, além de trazer suas perspectivas e desafios. O tema também teve como debatedor o representante da Secretaria Nacional de Transporte e Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades, Cláudio Silva.

Outro colaborador do livro, George Alex da Guia, Coordenador do Programa de Mobilidade e Acessibilidade em Áreas Tombadas do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), apresentou os resultados do estudo Rede de Cidades no Brasil Colônia e Políticas de Preservação do Patrimônio Cultural. Segundo ele, a idéia é entender a tragetória das políticas federais de preservação para a manutencão dos espaços urbanos e como estas enfrentam desafios para permitir, em cenário de desenvolvimento econômico, ações efetivas de valorização, de qualificação e de reabilitação de conjuntos urbanos e sítios históricos.

Para Dalmo Vieira Filho, diretor do Departamento de Patrimônio Material e Fiscalização do Iphan, é preciso aprender a pensar as cidades. “Atualmente urbanismo se confunde com controles de tráfego – semáforos e barreiras eletrônicas”, afirmou. Ele acrescentou que não adianta tirar os veículos das cidades, sem antes encontrar formas de manter as pessoas nesses espaços. Isso, concluíu, inclui principalmente atrativos culturais.

Estudo analisa distribuição de recursos e tributação

Estudo analisa distribuição de recursos e tributação


Comunicado do Ipea nº 92 será lançado nesta quinta, 19, no auditório da sede do Instituto, em Brasília

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulga nesta quinta-feira, 19, às 14h30, o Comunicado do Ipea nº 92, Equidade Fiscal no Brasil: impactos distributivos da tributação e do gasto social. O estudo será apresentado pelo técnico de Planejamento e Pesquisa Fernando Gaiger Silveira na sede do Instituto, em Brasília (SBS, Quadra 1, Bl. J, Ed. BNDES, auditório do subsolo).

O Comunicado analisa como a distribuição de recursos para as camadas mais pobres – por meio de gastos com saúde, educação, previdência e assistência social – tem compensado a regressividade do sistema tributário brasileiro. A estrutura tributária do país, baseada em impostos indiretos (ICMS, IPI etc), afeta mais as camadas da população com menor renda. O estudo do Ipea pretende dimensionar até que ponto essa desigualdade tem sido revertida pelo aumento nos últimos anos de repasses para os gastos sociais.

Confira a íntegra do Comunicado do Ipea n° 92, Equidade fiscal no Brasil: impactos distributivos da tributação e do gasto Social

Inflação de abril recua na comparação com março

Inflação de abril recua na comparação com março


Conjuntura em Foco, apresentado no Rio de Janeiro, traz dados da política monetária e evolução dos preços

“O processo de aceleração inflacionária brasileira não tem combustível para se transformar em descontrole, ou bolha, ou hiperinflação”, afirma Roberto Messenberg, Coordenador do Grupo de Análise e Previsões (GAP) do Ipea, responsável pela edição do boletim Conjuntura em Foco, apresentado à imprensa nesta quarta-feira, 18, no auditório do Ipea no Rio de Janeiro. A publicação analisa a política monetária e a evolução da inflação no Brasil.

Embora o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – um dos dados que registra o processo inflacionário – tenha apontado alta de 0,77% em abril, ele recuou ligeiramente em relação a março (0,79%). Segundo Messenberg, a inflação no Brasil está controlada, embora existam “manifestações histéricas dos sistemas financeiros” para combater a política do Banco Central, que ele avalia como excelente. “Estamos próximos de manter as taxas de investimento e desenvolvimento sustentável estáveis e equilibradas. E, com isso, cairá a taxa de inflação”, afirmou. Ele mostrou alguns números que melhoraram em relação ao ano passado, devido a medidas tomadas pelo Banco Central desde o final de 2010, como a elevação de compulsório sobre a concessão de crédito e a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

O boletim ressalta que há limites para a eficácia das medidas de contenção ao crédito, principalmente devido ao investimento estrangeiro direto, que praticamente dobrou no acumulado do ano na comparação entre 2009 e 2010, enquanto o investimento estrangeiro em carteira cresceu cerca de 50%. Em 2011, o ingresso de recursos na conta financeira foi bastante expressivo no primeiro trimestre, superior a US$ 30 bilhões.

Outro dado analisado pelo Conjuntura em Foco foi o preço dos alimentos, que caiu nos últimos meses e apresenta perspectiva de queda, repercutindo uma redução de preços que já se verifica no atacado. Entretanto, os serviços são os itens que mais apresentaram inflação, como educação e saúde.

A inflação ao consumidor pelo IPCA registrou aumento de 3,23% no acumulado do ano até abril de 2011. No primeiro quadrimestre deste ano, as principais pressões vieram dos bens monitorados pelo governo (principalmente combustíveis), com alta de 3,80%, e dos serviços privados não regulados (como educação), com alta de 4,60%. Questionado sobre essa existência de processo inflacionário, Messenberg informou que a inflação é um sintoma internacional neste momento e que não pode existir uma meta de inflação da agenda antiga, pois hoje existem outras preocupações. E o que era preocupação antes não é mais hoje – como o caso dos debates sobre a dívida pública, atualmente controlada.

Já o mercado de trabalho se mantém aquecido tanto em termos de emprego como com relação aos rendimentos médios reais, que acumulam alta de 4,3%. Enquanto isso, o saldo mensal da balança de comércio elevou-se para US$ 1,86 bilhão, ante US$ 1,55 bilhão registrado em março. Em relação a abril de 2010, o saldo comercial apresentou expansão de 45,2%. O nível de atividade da indústria cresceu. Os principais destaques foram os equipamentos de materiais para escritório, informática e comunicação, móveis e eletrodomésticos, livros, jornais, revistas e papelaria.

Leia a íntegra do boletim Conjuntura em Foco

Ipea promove debate sobre pobreza extrema no Brasil

Ipea promove debate sobre pobreza extrema no Brasil

 

Primeiro da série de seminários será em Brasília, com a participação de representantes do GDF e da Codeplan

Um dos principais realizadores de estudos sobre o enfrentamento da pobreza no país, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) inicia uma série de seminários, em diferentes capitais brasileiras, sobre o tema A dimensão e a medida da pobreza extrema no Brasil. A intenção é reunir representantes do Ipea, do governo federal e de institutos de pesquisa estaduais para discutir o tema, obtendo-se, assim, um perfil local do combate à miséria.

O primeiro seminário da série será realizado em Brasília, na próxima sexta-feira, dia 20, no auditório do Ipea (Setor Bancário Sul, Quadra 1, Edifício BNDES, subsolo). Após o credenciamento, que terá início às 8h, Marcio Pochmann, presidente do Ipea, Arlete Sampaio, secretária de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda do Distrito Federal, e Oswaldo Russo de Azevedo, diretor de Estudos e Políticas Sociais da Companhia de Planejamento do DF (Codeplan), vão compor a mesa de abertura.

Em seguida, o Instituto fará uma apresentação inédita sobre o tema, e Jorge Abrahão, diretor de Estudos e Políticas Sociais do Ipea, se juntará a Arlete Sampaio e Oswaldo Russo para o painel de debates. A moderação ficará a cargo de Luciana Acioly, chefe da Assessoria Técnica da Presidência do Ipea.

Para confirmar sua presença, envie mensagem para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Mais informações: (61) 3315-5108. Na próxima semana, o evento chegará ao Rio Grande do Sul, em parceria com a Fundação de Economia e Estatística (FEE).

Confira a apresentação da dimensão e medição da pobreza extrema e situação social e a pobreza extrema no DF

Ipea lançará chamada pública de apoio a periódicos

Ipea lançará chamada pública de apoio a periódicos

Instituto incentivará a publicação de revistas cientificas na área de Humanas. Edital deve ser divulgado em breve

Sidney Murrieta
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Ipea reúne-se com instituições de pós-graduação para definir os critérios da chamada pública

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) vai apoiar a publicação de periódicos científicos brasileiros referentes à área de Ciências Humanas, consolidados e emergentes, a fim de que alcancem excelência nacional e internacional. É a primeira vez que o Instituto irá lançar uma Chamada Pública com esse objetivo, no âmbito do Subprograma de Apoio a Projetos Especiais (PROESP).

Para tanto, o chefe da Assessoria de Planejamento do Ipea, Aristides Monteiro Neto, reuniu-se nesta segunda-feira, dia 16, com vários representantes de instituições brasileiras de pós-graduação – Anpocs, Anped, Anpec, Conpedi, Aba, ABEPSS, SBS, ABCP, Anpur, Abri, Anpuh e Intercom – para definir a forma e os critérios de seleção do edital de incentivo às publicações acadêmicas. Em breve, a chamada pública será divulgada e estará disponível no Portal do Instituto.

Ipea divulga a terceira edição do Conjuntura em Foco

Ipea divulga a terceira edição do Conjuntura em Foco


Documento que será lançado no próximo dia 18 traz análise temática focada em inflação e política monetária

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgará a terceira edição de 2011 do boletim Conjuntura em Foco na quarta-feira, 18, às 11h. A coletiva de imprensa será na Avenida Presidente Antonio Carlos, 51, auditório do 10º andar, Centro, no Rio de Janeiro.

O coordenador do Grupo de Análise e Previsões do Ipea (GAP), Roberto Messenberg, apresentará o estudo, que foca principalmente na inflação e na política monetária, temas que têm pautado as discussões e análises recentes sobre o cenário econômico.

A publicação traz ainda diversos números da conjuntura, como Produto Interno Bruto (PIB), desempenho do setor industrial, setores com mais destaque, emprego, balanço de pagamentos, balança comercial, juros, crédito, mercado financeiro, receitas federais e despesas.

O boletim Conjuntura em Foco é uma publicação mensal realizada pelo Grupo de Análise e Previsões da Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas (Dimac), que faz análise pontual de temas relevantes da macroeconomia.

Leia a íntegra do boletim Conjuntura em Foco

Comunicado detalha demografia racial no Brasil

Comunicado detalha demografia racial no Brasil


Negros serem maioria na população, e jovens estão mais presentes nas estatísticas de morte por agressão

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) lançou na tarde desta quinta-feira, dia 12, em Brasília, o Comunicado nº 91 – Dinâmica Demográfica das População Negra Brasileira. Apresentado pela técnica de planejamento e pesquisa Ana Amélia Camarano e pelo secretário-executivo da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Mário Lisboa Theodoro, o estudo faz um comparativo do comportamento demográfico das populações negra e branca.

O estudo comprova que em 2010 a população negra superou a de brancos, que negros morrem cedo – na faixa de 15 a 29 anos de idade, a diferença é mais nítida –, e que isso, antes de qualquer coisa, passa pela questão da segurança, já que 50% dos óbitos ocorrem por causas externas relacionadas a agressões. Entre os brancos, esse número é de apenas um terço – a maioria das mortes está relacionada a acidentes de trânsito.

No que diz respeito às mulheres, a pesquisa mostra que, de um modo geral, aumentou o número de mulheres como provedoras da família entre 1999 e 2009 – índice esse mais expressivo entre as brancas. Mas isso não as excluiu de sua função de cuidadora. Ainda assim, são as negras que estão em maior número entre as que trabalham e se dedicam às atividades domésticas.

Mário Theodoro disse que a Seppir está ciente desse trabalho e que está sorvendo a experiência do Ipea para desenvolver políticas públicas voltadas aos afrodescendentes do país. Ele destacou que a ideia da Secretaria é estabelecer uma parceria contínua com o Instituto nesse sentido.

Confira a íntegra do Comunicado do Ipea n° 91, Dinâmica demográfica da população negra brasileira

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