Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada

Ipea lança livro sobre a Rússia na Universidade de São Paulo

Ipea lança livro sobre a Rússia na Universidade de São Paulo

A obra aborda os vinte anos de transição político-econômica do país

Fonte: IEA/USP

"Uma Longa Transição: Vinte Anos de Transformações na Rússia" é o título do livro que será lançado em seminário homônimo no dia 15 de junho (quarta-feira), às 18h, no Anfiteatro da Geografia na USP.

O livro é resultado de pesquisa organizada pela Diretoria de Estudos e Relações Econômicas e Políticas Internacionais do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O trabalho teve início com estudos sobre a internacionalização de empresas e geopolítica do petróleo e gás na Rússia realizados pelos pesquisadores André Pineli Alves e Giorgio Schutte, ambos do Ipea. O projeto foi ampliada com a colaboração de acadêmicos que já trabalhavam com a temática russa.

Entre os temas analisados no livro figuram: a relação atual da Rússia com os países que constituíam a antiga União Soviética, a indústria do petróleo e gás, planos de modernização da economia, expansão internacional das empresas e a política interna russa com a divisão de poderes entre o presidente Dmitri Medvedev e o primeiro-ministro Vladimir Putin. As pesquisas foram conduzidas visando a disponibilizar análises sobre a história recente da Rússia, oferecer elementos que auxiliem o Brasil a posicionar-se estrategicamente em relação a ela e analisar as soluções encontradas pelo governo e pela sociedade russos para questões relevantes ao seu desenvolvimento.

O seminário é uma realização do Ipea, com apoio do Instituto de Estudos Avançados (IEA) e do Laboratório de Estudos da Ásia do Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.

Leia a íntegra do livro - Uma longa transição: Vinte Anos de Transformações na Rússia 

Local: Anfiteatro da Geografia, Av. Prof. Lineu Prestes, 338, Cidade Universitária, São Paulo.

Transmissão: ao vivo pela internet em www.iptv.usp.br.

Informações: com Inês Iwashita (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.), tel. (11) 3091-1685.

PROGRAMA

18h15

Abertura — Apresentação do livro "Uma Longa Transição:
20 Anos de Transformações na Rússia"

André Pineli Alves (Ipea)

18h30

Capítulo "Economia Política de Petróleo e Gás: A Experiência Russa"
Giorgio Romano Schutte (UFABC)

18h50

Capítulo “A Rússia e os Países da Comunidade
dos Estados Independentes no Início do Século 21"

Gabriel Pessin Adam (UFRGS)

19h10

Capítulo "A Diarquia Putin-Medvedev: Dimensões da Política Interna e da Política Externa"
Angelo Segrillo (FFLCH-USP)

19h30

Capítulo "Rússia: Mudanças na Estratégia do Desenvolvimento no Pós-Crise?"
Lenina Pomeranz (FEA-USP)

19h50

Capítulo “Internacionalização de Empresas Russas”
André Pineli Alves (Ipea)

20h10

Debates

21h00

Encerramento

Ipea debateu políticas públicas em Pernambuco

Ipea debateu políticas públicas em Pernambuco


Participam do seminário, no Recife, acadêmicos e autoridades como o presidente do Ipea

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em parceria com a Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), a Representação do BNDES no Nordeste e a Secretaria da Mulher do Estado de Pernambuco, promoveu nesta segunda-feira, dia 13, no Recife, o seminário Brasil em Desenvolvimento: Estado, Planejamento e Políticas Públicas. O evento ocorreu das 10h às 18h, na sala Calouste Gulbeinkian da Fundaj, no bairro Casa Forte, com transmissão ao vivo pelo www.ipea.gov.br.

O objetivo do seminário foi apresentar ao país as investigações e estudos do Ipea sobre as questões mais relevantes das políticas públicas no período recente, com foco nos acontecimentos que marcaram a vida nacional em 2009 e 2010. Na oportunidade, foi lançada o documento Brasil em Desenvolvimento: Estado, Planejamento e Políticas Públicas.

A abertura do evento teve a participação do presidente do Ipea, Marcio Pochmann, do secretário do Governo de Pernambuco, Maurício Rands - representando o governador do Estado, Eduardo Campos -, e do senador Humberto Costa (PT-PE). Compuseram a mesa o presidente da Fundaj, Fernando Freire, o chefe do Departamento Nordeste do BNDES, Paulo Guimarães, a secretária de Políticas para Mulheres do Estado de Pernambuco, Cristina Buarque, o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa de Pernambuco (Facepe), Diogo Simões, e Aristides Monteiro Neto, coordenador do projeto Brasil em Desenvolvimento, do Ipea.

Ipea divulga nova edição do Conjuntura em Foco

Ipea divulga nova edição do Conjuntura em Foco


Mercado de trabalho e inflação são destaque no documento

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgará a quarta edição de 2011 do boletim Conjuntura em Foco, em coletiva de imprensa, na quarta-feira, 15/06, às 11h, no auditório do Ipea, no 10º andar na Avenida Presidente Antonio Carlos, 51, Centro, Rio de Janeiro.

O documento será apresentado pelo coordenador do Grupo de Análise e Previsões do Ipea (GAP), Roberto Messenberg.

Nesta edição, a análise temática aborda o mercado de trabalho e a inflação.
 
A publicação traz ainda diversos números da conjuntura, como Produto Interno Bruto (PIB), desempenho dos setores industrial e comercial, setores com mais destaque, emprego, balanço de pagamentos, investimento externo direto, juros, crédito, mercado financeiro, receitas e despesas públicas.
 
O boletim Conjuntura em Foco é uma publicação mensal realizada pelo Grupo de Análise e Previsões da Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas (Dimac), que faz acompanhamento sistemático dos temas relevantes para a macroeconomia brasileira.

Leia a íntegra do boletim Conjuntura em Foco

51,6% das famílias no Brasil não têm dívidas

51,6% das famílias no Brasil não têm dívidas


E 73,8% acham que sua situação econômica é melhor que há um ano, segundo a 10ª edição do IEF

“As famílias estão otimistas, mas é um otimismo comedido”, afirmou o presidente Marcio Pochmann na apresentação da 10ª edição do Índice de Expectativa das Famílias (IEF), nesta quinta, dia 9, em entrevista coletiva no Rio de Janeiro. “As famílias estão postergando a compra de bens de maior valor unitário, embora se sintam seguras no emprego”, completou ele.

O grau de otimismo das famílias brasileiras em relação à situação socioeconômica do país em maio, contudo, caiu em relação ao início do ano. Segundo a pesquisa, houve também redução do número de famílias endividadas. Em contrapartida, a incapacidade de pagar as dívidas aumentou de 32,2% para 41,3% no mesmo período. “A dívida do brasileiro diminuiu, embora sua capacidade de pagar as contas também tenha diminuído”, disse Pochmann. 

O IEF é uma pesquisa realizada em 3.810 domicílios, em mais de 200 municípios, abrangendo todas as unidades da federação. Utilizou-se o método de amostragem probabilística de modo a garantir uma margem de erro de 5%, com um nível de significância de 95% para o Brasil e para as cinco grandes regiões.

Leia a íntegra do IEF nº 10

Veja os gráficos da apresentação sobre a décima edição do IEF

Estudo avaliou impactos do novo Código Florestal

Estudo avaliou impactos do novo Código Florestal


Técnicos do Ipea calcularam a área de vegetação nativa que deixaria de ser recuperada

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou nesta quarta-feira, 8, o Comunicado nº 96 Código Florestal: Implicações do PL 1876/99 nas Áreas de Reserva Legal. O estudo tem a intenção de fornecer subsídios para a discussão, no Senado Federal, sobre o novo Código Florestal Brasileiro.

Os técnicos do Ipea procuraram estimar a área de vegetação nativa que deixaria de ser recuperada, caso seja mantida a anistia ao desmatamento da reserva legal (RL) em propriedades de até quatro módulos fiscais. A isenção, prevista no texto aprovado pela Câmara dos Deputados, desobriga os proprietários rurais de recuperar as áreas consolidadas, a reserva legal que foi ocupada pela agricultura ou pecuária antes de 2008.

De acordo com o Comunicado, cerca de 29 milhões de hectares de mata nativa deixariam de ser recuperados no país, na perspectiva mais otimista. Em outro cenário, que considera o “risco moral” da isenção, 47 milhões de hectares poderiam ser perdidos. Para esse cálculo, o estudo considerou a hipótese de que a anistia poderia incentivar outros proprietários rurais a derrubar a reserva legal remanescente.

No bioma Amazônico, estão 60% dessa área não recuperada. Em termos relativos, no entanto, a Caatinga e a Mata Atlântica seriam os biomas mais prejudicados. Nessas regiões, o percentual de reserva legal que não seria recuperada, em comparação ao total da área desmatada, seria superior a 50%. “É um percentual muito grande se considerarmos que a Mata Atlântica, por exemplo, é um hotspot da biodiversidade brasileira”, argumentou Ana Paula Moreira da Silva, autora da pesquisa.

Os técnicos do Instituto chamam a atenção ainda para o fato de que manter as reservas legais não significa abrir mão dos benefícios econômicos dessas áreas. “A RL não impede o manejo sustentável. As atividades e serviços ambientais fornecidos por ela têm uso intensivo de mão de obra e fornecem rentabilidade interessante para o agricultor familiar. Deve haver financiamento publico, de forma que essas áreas sejam recuperadas com certo tipo de exploração econômica”, afirmou Fábio Alves, outro autor do Comunicado. 

Segundo o estudo, uma forma de valorar a manutenção e recuperação das áreas de preservação seria considerar o volume de emissões de CO2 que seria evitado ou compensado. A recuperação da reserva legal desmatada compensaria a emissão de 3,15 bilhões de toneladas de carbono. Seria o suficiente para cumprir durante quatro anos a meta de redução de emissão por desmatamento assumida pelo governo brasileiro. 

“Mecanismos para rentabilizar as emissões compensadas existem, mas eles ainda estão com o preço abaixo do que se espera. Esse cenário deverá melhorar no futuro, será possível remunerar a manutenção das florestas com o mecanismo de REED (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal)”, explicou Gustavo Luedemann, também autor da pesquisa.

Confira a íntegra do Comunicado do Ipea n° 96 - Código florestal: implicações do PL 1876/99 nas áreas de reserva legal

Veja os gráficos da apresentação do Comunicado do Ipea nº 96

Confira a metodologia utilizada no Comunicado do Ipea n° 96

Vídeo – Assista à íntegra da apresentação do Comunicado do Ipea nº 96

Unidades de conservação podem gerar R$ 6 bi ao ano

Unidades de conservação podem gerar R$ 6 bi ao ano


Estudo avaliou potencial econômico de parques nacionais e outras áreas de proteção

Foto: Sidney Murrieta
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O seminário reuniu autoridades, acadêmicos e especialistas da agenda ambiental

As unidades de conservação (UCs) brasileiras têm potencial de retorno financeiro de quase R$ 6 bilhões ao ano, segundo estudo realizado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), em parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a Embaixada Britânica e a Cooperação Internacional Alemã (GIZ). Estes valores podem chegar a 10 bilhões até 2016 se forem feitos os investimentos necessários na estrutura das áreas nacionais, estaduais e municipais de proteção da biodiversidade.  

A pesquisa, intitulada Contribuição das Unidades de Conservação para a Economia Nacional, foi divulgada nesta terça-feira, dia 07, durante evento no auditório do Ipea, em Brasília. Para estimar o retorno financeiro, a equipe envolvida no projeto considerou os bens e serviços que são ou poderiam ser fornecidos pelas unidades de conservação, como, por exemplo, produtos florestais (manejo sustentável), visitação pública e “aluguel” do estoque anual de carbono não emitido.

O Ministério do Meio Ambiente buscou no estudo evidenciar os benefícios econômicos e sociais das áreas de conservação para o país. “Investir em UCs não é jogar dinheiro fora, é um investimento que dá um retorno muito bom. A cada real investido, voltam cinco”, argumentou Fábio França, do MMA. Ana Paula Leite Prates, diretora do Departamento de Áreas Protegidas do MMA, destacou os benefícios das UCs para as populações locais.

Apenas com o manejo sustentável (seguindo o modelo federal de concessão florestal), o aproveitamento da madeira poderia render entre R$ 1,2 e 2,2 bilhões. “O potencial é muito grande, com impacto importante para as comunidades locais, sem necessidade alguma do desmatamento predatório”, afirmou Carlos Eduardo Young, um dos autores do documento.

Com a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas no Rio de Janeiro, o estudo estima que, em um cenário conservador, os 67 parques nacionais poderiam receber 13,7 milhões de pessoas, com ganhos entre R$ 1,6 e R$ 1,8 bilhão. No cenário mais otimista, com investimentos necessários na estruturação dos parques, o número de visitantes chegaria a 20 milhões em 2016.

“Se eu fizer os investimentos adequados, posso ter ganhos muito maiores, como em qualquer outro setor da economia. É o mesmo, por exemplo, de se construir uma estrada para escoar a produção”, argumentou Rodrigo Medeiros, também autor do estudo.       

Os valores monetários mais significativos nas UCs viriam, no entanto, das emissões evitadas de gás carbônico. A criação e manutenção das unidades evitaram a emissão de 2,8 bilhões de toneladas de carbono. O “aluguel” desse estoque poderia gerar entre R$ 2,9 e R$ 5,8 bilhões, valores que superam os gastos atuais e as necessidades de investimento adicional para a consolidação das UCs, segundo a pesquisa. “O estudo apresenta um desafio ao Ministério, colocado por ele mesmo, de tornar esse potencial uma realidade”, concluiu Rodrigo Medeiros.

Confira o Sumário Executivo do estudo Contribuição das Unidades de Conservação Brasileiras para a Economia Nacional

Ipea formaliza extensão de atividades na Venezuela

Ipea formaliza extensão de atividades na Venezuela


Instituto também firmou memorando de entendimento com PDVSA e Caixa durante visita de Hugo Chávez

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada formalizou nesta segunda-feira, dia 6, a extensão de suas atividades na República Bolivariana da Venezuela e firmou um memorando de entendimento com a Petróleos de Venezuela (PDVSA) e a Caixa Econômica Federal para prestar assessoria em temas de sustentabilidade urbanística, econômica e social das regiões da Faixa Petrolífera do Orinoco e do estado de Sucre, em território venezuelano. As iniciativas foram oficializadas durante encontro do presidente Hugo Chávez com a presidenta Dilma Rousseff, em Brasília.

O Ipea esteve representado na cerimônia por seu presidente substituto e diretor de Estudos e Políticas Sociais, Jorge Abrahão. Junto à PDVSA, o Instituto deve agora definir os projetos prioritários e o programa de trabalho para o assessoramento em planejamento territorial, capacitação em políticas públicas e formulação de proposta de planos de desenvolvimento de cadeias produtivas. Para Pedro Silva Barros, representante do Ipea na Venezuela, “a proposta é transferir experiências brasileiras em políticas públicas de inclusão social e econômica que sejam completamente articuladas com a construção de um projeto comum de desenvolvimento”.

Atualmente, estão sendo desenvolvidos dois na Faixa Petrolífera do Orinoco e dois no estado de Sucre. “Na primeira área, há grande potencial para a expansão agrícola e de integração produtiva com o Norte do Brasil, particularmente com o estado de Roraima e a Pólo Industrial de Manaus. Na segunda, há novos investimentos para a produção de gás e na indústria naval, dois setores que têm tido grande desenvolvimento no Brasil nos últimos anos e que apresentam muitas possibilidades de cadeias produtivas articuladas”, afirma Pedro Silva Barros.

O Ipea foi mencionado no Comunicado Conjunto divulgado ao final da visita de Chávez a Brasília. Segundo o texto, os dois presidentes destacaram “a realização e divulgação do Informe Técnico Conjunto Ipea e Ministério do Poder Popular para Ciência, Tecnologia e Indústrias Intermediárias da Venezuela Região Norte do Brasil e Sul da Venezuela: Esforço Binacional para a Integração das Cadeias Produtivas”, e determinaram a continuidade dos estudos sobre integração entre Norte do Brasil e Sul da Venezuela e dos cursos de formação em planejamento e políticas públicas com apoio do Instituto e participação de diferentes instituições venezuelanas.

Ipea apresenta a expectativa das famílias brasileiras

Ipea apresenta a expectativa das famílias brasileiras


Indicador revela mudanças no grau de otimismo nas regiões do País

A décima edição do Índice de Expectativas das Famílias (IEF), produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), revela o grau de otimismo das famílias brasileiras em relação à situação socioeconômica do País para os próximos 12 meses e para os cinco anos seguintes.

A edição do IEF com resultados relativos ao mês de maio será apresentada nesta quinta-feira, 09 de junho, às 10h30, na representação do Instituto no Rio de Janeiro ( Av.Presidente Antônio Carlos, 51, Centro, auditório do 10° andar). O lançamento será feito pelo presidente do Ipea, Marcio Pochmann, em entrevista coletiva.

IEF
Lançado em agosto do ano passado, o índice aborda a expectativa das famílias nos quesitos situação econômica nacional; condição financeira passada e futura; decisões de consumo; endividamento e condições de quitação de dívidas e contas atrasadas; e mercado de trabalho, especialmente nos quesitos segurança na ocupação e sentimento futuro de melhora profissional.

O IEF é uma pesquisa realizada em 3.810 domicílios, em mais de 200 municípios, abrangendo todas as unidades da federação. Utilizou-se o método de amostragem probabilística de modo a garantir uma margem de erro de 5%, com um nível de significância de 95% para o Brasil e para as cinco grandes regiões.

Leia a íntegra do Índice de Expectativas das Famílias

Veja os gráficos da apresentação sobre a décima edição do IEF

Ipea discute combate à pobreza extrema em MG

Ipea discute combate à pobreza extrema em MG


Diretor do Instituto participa de seminário nesta quinta, dia 9, na Assembleia Legislativa, em Belo Horizonte

Jorge Abrahão, diretor de Estudos e Políticas Sociais do Ipea, será o primeiro palestrante do primeiro painel do ciclo de debates Estratégias para a superação da pobreza, em Belo Horizonte. O seminário, promovido pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais, ocorre nos dias 9 e 10 de junho. Abrahão falará no dia 9, às 9h30, sobre “O caráter multifacetado da pobreza, destituição econômica e aspectos de direitos humanos e cidadania”, apresentando detalhes sobre o panorama da pobreza extrema no Brasil e Minas Gerais.

Um dos objetivos do evento é debater as diretrizes do Plano Nacional de Superação da Pobreza Extrema, com vistas à sua efetiva implantação no estado. Após o diretor do Ipea, no mesmo painel, falará Carla Bronzo Ladeira Carneiro, pesquisadora e professora da Escola de Governo da Fundação João Pinheiro. O ciclo de debates tem 42 entidades parceiras, entre representantes de órgãos públicos, de instituições de pesquisa e ensino e da sociedade organizada.

Para conferir a programação completa do evento e fazer sua inscrição (até esta quarta-feira, dia 8), acesse o sítio da Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

Estudo analisa impactos do novo Código Florestal

Estudo analisa impactos do novo Código Florestal


Comunicado do Ipea nº 96 foi apresentado nesta quarta-feira, dia 8, na sede do Instituto, em Brasília

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada divulgou nesta quarta-feira, dia 8, às 10h, o Comunicado do Ipea nº 96, intitulado Código Florestal: implicações do PL 1876/99 nas áreas de reserva legal. O estudo, que pretende subsidiar as discussões sobre o novo Código Florestal, em tramitação no Senado, foi apresentado pela técnica de planejamento e pesquisa do Ipea Ana Paula Moreira da Silva, na sede do Instituto, em Brasília (Setor Bancário Sul, Quadra 1, Edifício BNDES/Ipea, auditório do subsolo). 

O Comunicado nº 96 avalia os possíveis efeitos do Código sobre as áreas de reserva legal no Brasil. Os pesquisadores do Ipea procuraram calcular a área de reserva legal que deixará de ser recuperada em caso de aprovação do projeto de lei. A partir desse cálculo, foram estimados os impactos que essa perda representaria para os compromissos brasileiros de redução de emissões de carbono (CO2) assumidos internacionalmente.

A divulgação do estudo foi aberta a toda a sociedade, com transmissão ao vivo pelo www.ipea.gov.br.

Confira a íntegra do Comunicado do Ipea n° 96 - Código florestal: implicações do PL 1876/99 nas áreas de reserva legal

Veja os gráficos da apresentação do Comunicado do Ipea nº 96

Confira a metodologia utilizada no Comunicado do Ipea n° 96

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