Em conferência das cidades, Dilma reconhece que reforma urbana não se constrói sem participação
22/11/2013

(Foto: Planalto)
"Essa é a maior conferência feita pelos movimentos sociais que eu tenho notícia", disse a presidenta Dilma ao início de sua fala na abertura da 5ª Conferência Nacional das Cidades, em Brasília , ao cumprimentar, entre os participantes presentes, centrais de movimentos populares e moradia, ONGs e poderes públicos municipais, estaduais e federais.
De acordo com o relatório do Ipea sobre o Conselho Nacional de Cidades, 71% dos conselheiros de Cidades da amostra são parte da sociedade civil, abarcando movimentos populares, entidades empresariais, entidades de trabalhadores, entidades profissionais acadêmicas e de pesquisa (leia o relatório).

Reforma urbana
Dilma destacou que a reforma das cidades é urgente e, para isso, não se pode desconsiderar a participação dos cidadãos. Ela mencionou os avanços alcançados nos últimos anos quanto aos programas de energia, habitação e saneamento. Disse, ainda, que Minha Casa, Minha Vida considera o programa Minha Casa, Minha Vida o preferido em seu mandato.
A 5ª Conferência Nacional de Cidades teve início dia 20, com tema "Quem muda a cidade somos nós: Reforma Urbana já!", com o intuito de discutir os seguintes eixos temáticos:
1. Participação e controle social no Sistema Nacional de Desenvolvimento Urbano - SNDU
2. Fundo Nacional de Desenvolvimento Urbano - FNDU
3. Instrumentos e políticas de integração intersetorial e territorial
4. Políticas de incentivo à promoção da função social da propriedade
Ainda em novembro, acontecem a 4ª Conferência Nacional de Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente e a 3ª Conferência Nacional de Cultura.