Encontro de participação em Campinas busca aproximar agentes

20/01/15

Realiza-se no primeiro semestre do ano que se inicia o encontro internacional de participação social, em Campinas, com o tema "Participação,Democracia e Políticas Públicas", em continuidade à experiência vivenciada recentemente na Unesp. Centenas de pessoas estarão interagindo nas atividades da Unicamp entre os dias 27 e 30 de abril. Os temas abrangem representação, movimentos sociais, políticas públicas, participação institucional, ciberativismo. O prazo para envio de propostas é até 3 de fevereiro.

Confira o cronograma

Há novidades em relação às atividades que aconteceram em Araraquara em 2013, cujo tema era "Encontro Internacional Participação, Democracia e Políticas Públicas: aproximando agendas e agentes" . Foram incorporados mais de dez centros de pesquisa nacionais à comissão organizadora, o que proporciona melhor densidade acadêmica, de acordo o pesquisador e coordenador responsável pelo encontro, Wagner Romão. Há uma estratégia de divisão em dez seminários temáticos que não havia anteriormente, para a melhor de compreensão de temas e melhor seleção de apresentações.

"Nossa principal expectativa é pela consolidação do encontro como um espaço de reflexão qualificada da comunidade acadêmica brasileira que estuda o tema da participação em sua interação com as políticas públicas. Entendemos que permanece sendo muito oportuno este diálogo e esta reflexão, especialmente em um momento político, não só no Brasil. Há urgência em se discutir o reforço da participação, dos controles democráticos sobre o Estado, do aperfeiçoamento do funcionalismo público para receber e processar os influxos da sociedade civil".

Além disso, o encontro tem por objetivo permitir uma melhor comunicação e interação entre os presentes. Haverá palestrantes de todo o continente americano, partindo de países como Bolívia, México, Chile, Canadá, Espanha, Estados Unidos.Cientistas políticos, sociólogos, antropólogos, administradores públicos, economistas, historiadores, geógrafos, profissionais da comunicação, educadores, ativistas e gestores públicos de diversos setores estarão seguindo as atividades. Espera-se um número aproximado de 400 credenciados que pesquisam a experiência democrática e a valoriza.