Brasil mantém tendência de avanço no desenvolvimento humano, mas desigualdades persistem
Hoje, mais do que nunca, a maioria das pessoas vive mais, tem mais anos de estudo e acesso a mais bens e serviços em todo o mundo. No entanto, persistem desigualdades, incluindo a desigualdade de gênero. A conclusão tem como base o estudo Indicadores e Índices de Desenvolvimento Humano: Atualização Estatística 2018, lançado mundialmente nesta sexta-feira (14/9) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).
A nível global, os padrões de vida variam amplamente entre regiões e grupos populacionais, ainda que tenham apresentado melhora nos últimos 30 anos. Além disso, o progresso não é linear, e crises podem reverter ganhos. O documento – que divulgou o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) para 189 países – levanta a necessidade de se pensar na qualidade e sustentabilidade do desenvolvimento humano.
O país perde 23,9% do seu IDH quando se consideram as desigualdades.
ONU