Usa-se o termo referências para o conjunto de títulos – inclusive sites e documentos eletrônicos – consultados pelos/as autores/as para a elaboração de um trabalho (livro, artigo, capítulo etc.), e citados ao longo da obra. As fontes das ilustrações também fazem parte das referências. Cada item das referências inclui a relação dos dados completos da publicação mencionada. No geral, seguem-se os padrões básicos da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
Dada a crescente referência a páginas e documentos eletrônicos nas obras técnico-científicas, a expressão referências bibliográficas não é empregada; somente referências.
Denomina-se bibliografia o resultado de uma pesquisa de títulos sobre um determinado assunto ou tópico. Utiliza-se bibliografia complementar para a relação de obras indicadas pelo/a autor/a ao final da obra, mas não citadas ao longo do texto. A bibliografia complementar consiste em seção facultativa.
Apesar de a NBR 10520:2023 da ABNT prever mais de um sistema de chamada, o Ipea utiliza o sistema autor-data, em que o sobrenome do autor, o ano da publicação e a página (se houver, no caso de citação direta) são mencionados no corpo do texto. A remissiva, assim, é incluída no corpo do texto e corresponde à entrada da referência completa, que deve ser inserida em lista ao final do capítulo, artigo ou volume.
Inserem-se as referências, sem abrir página: i) ao final de obras que não constituam coletâneas, independentemente de sua extensão; ii) ao final de cada artigo, em periódicos; iii) ao final de cada capítulo, em coletâneas ou edições similares; e iv) ao final de cada ensaio ou resenha integrante de uma obra.
Em caso de o volume, artigo, capítulo ou similar conter apêndice ou anexo, as referências são inseridas antes destes. Se o apêndice ou o anexo contiver referências, estas são dispostas depois de cada um deles.
Alguns elementos importantes para a apresentação das referências estão relacionados a seguir e são dispostos conforme aqui descrito.
A entrada é feita, em geral, pelo último sobrenome do/a autor/a da obra, em maiúsculas. O sobrenome é seguido de vírgula e dos prenomes do/a autor/a da obra, de forma abreviada ou não, na ordem direta, incluindo as preposições. Caso se trate de obra coletiva, os nomes dos/as coautores/as devem ser separados por ponto vírgula. Em todos os casos, o último prenome é seguido de ponto final.
FURTADO, Celso. O Mito do desenvolvimento econômico. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1974.
AMORIM, B.; BILO, C. Seguro-desemprego ao redor do mundo: uma visão geral. Brasília: Ipea, 2019. (Nota Técnica Disoc, n. 55).
A entrada pode se dar por outro elemento que não o último sobrenome, como nos casos de autores/as com nomes hispânicos, nomes compostos, com grau de parentesco e com sobrenomes com prefixos.
GARCÍA MARQUEZ, Gabriel. O amor nos tempos do cólera. 33. ed. Rio de Janeiro: Record, 2008.
Palavras que indicam grau de parentesco: acompanham o último sobrenome e devem estar em maiúsculas e por extenso (Júnior, Filho, Neto etc.).
TOURINHO FILHO, F. C. Processo penal. 16. ed. São Paulo: Saraiva, 1994. 4 v.
SAINT-ARNAUD, Yves. A pessoa humana: introdução ao estudo da pessoa e das relações interpessoais. São Paulo: Loyola, 1984. 154 p.
ESPÍRITO SANTO, Miguel Frederico de. O Rio Grande de São Pedro entre a fé e a razão: introdução à história do Rio Grande do Sul. Porto Alegre: Martins Livreiro, 1999. 144 p.
D'AMBROSIO, Ubiratan. Etnomatemática: elo entre as tradições e a modernidade. Belo Horizonte: Autêntica, 2001.
Os nomes dos/as autores/as são abreviados por sua letra inicial seguida de ponto. Quando há nomes compostos, indica-se o hífen entre as iniciais.
(Autora: Mercedes-Gonzáles de la Rocha)
ROCHA, M.-G. de la. Pobreza, progresa y oportunidades: una mirada de relativo largo plazo. In: CASTRO, J. A.; MODESTO, L. (org.). Bolsa Família 2003-2010: avanços e desafios. Brasília: Ipea, 2010. p. 169-200.
(Autor: Jean-François Médard)
MÉDARD, J.-F. La crise de l'État néo-patrimonial et l'évolution de la corruption en Afrique subsaarienne. Mondes en Développement, t. 26-1-2, p. 55-67, 1998.
No caso de autoria institucional, as remissivas devem figurar no texto por meio de sigla e a entrada na lista de referências deve se dar pela mesma sigla, seguida do nome por extenso – ambos em maiúsculas e separados por traço.
CEPAL – COMISSÃO ECONÔMICA PARA A AMÉRICA LATINA E O CARIBE. Panorama social de América Latina 2004. Santiago, Chile: Cepal, 2004.
IPEA – INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA. Brasil em desenvolvimento: Estado, planejamento e políticas públicas. Brasília: Ipea, 2010.
IBGE – INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios: tabagismo 2008. Rio de Janeiro, 2009.
A entrada deve ser realizada conforme a natureza da entidade: utilizar o nome da entidade quando esta tiver personalidade jurídica própria (como autarquias, fundações públicas e empresas públicas); ou utilizar o nome da jurisdição correspondente – nome do país, estado ou município – quando a entidade não tiver personalidade jurídica própria (como ministérios, secretarias de governo, tribunais e Casas Legislativas). Em todos os casos, a entrada deve estar em maiúsculas.
BRASIL. Ministério da Fazenda. Relatório anual de gestão 2023. Brasília: MF, 2024.
SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Plano estadual de educação 2024-2034. São Paulo: SEE-SP, 2024.
ACARAÚ. Lei no 1.929, de 29 de março de 2022. Institui como políticas públicas municipais a promoção da cultura oceânica e a preservação dos manguezais na rede de ensino do município de Acaraú. Acaraú: Câmara Municipal, 2022.
Quando a obra é assinada por mais de três autores/as, registra-se apenas o/a primeiro/a autor/a e substituem-se os demais pela expressão latina et al., tanto nas remissivas quanto na lista de referências.
(Autores/as: André Urani; Ajax Reynaldo Bello Moreira; Marco A. R. Ferreira; Helena Gottshalk)
URANI, A. et al. Construção de uma matriz de contabilidade social para o Brasil. Brasília: Ipea, 1994. (Texto para Discussão, n. 346).
Inicia-se a referência pelo primeiro termo do título em maiúsculas. Quando o título iniciar com artigo ou monossílabo, empregam-se estes e a palavra subsequente em maiúsculas.
DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro, 1993.
O CRÍTICO central. Folha de S.Paulo, 19 jul. 1998.
No corpo do texto, a remissiva deve ser composta pela primeira palavra do título, conforme a entrada, seguida de reticências entre colchetes.
O documento apresenta um panorama abrangente do mercado editorial nacional no início da década de 1990 (Diagnóstico [...], 1993).
O título da obra é grifado em negrito. Para periódicos (revistas, boletins, jornais e séries etc.), utilizam-se maiúsculas e minúsculas em todas as palavras dos títulos principais; para livros, capítulos, artigos e seções, emprega-se maiúscula apenas na letra inicial do título. Em ambos os casos, o subtítulo, quando existente, é antecedido por dois-pontos e redigido todo em minúsculas, seguido de ponto, sem grifo. Após ponto de interrogação, o subtítulo se inicia por maiúscula.
KEINERT, T. M. M. Administração pública no Brasil: crises e mudanças de paradigmas. São Paulo: Annablume, 2000.
SIMÕES, J. M. Camilo, autor e personagem. O Estado de S. Paulo, São Paulo, 26 maio 1990.
VERAS, R. P.; ALVES, M. I. C. A população idosa no Brasil: considerações acerca do uso de indicadores de saúde. In: MINAYO, M. C. S. (org.). Os muitos Brasis: saúde e população na década de 80. São Paulo: Hucitec, 1995. p. 320-337. (Série Saúde em Debate, n. 79).
O número da edição de livros – quando houver – deve vir depois do título da obra, em algarismos arábicos, seguido de ponto e da expressão ed., sem grifo. No Ipea, o número da edição deve ser sempre informado em língua portuguesa, mesmo nas publicações estrangeiras.
GIAMBIAGI, F.; ALÉM, A. C. Finanças públicas: teoria e prática no Brasil. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2000.
Para o local da publicação, é desejável que se insira, sempre que possível, a cidade da edição – de preferência em língua portuguesa.
BAMBERG, G.; CARVALHO, E. G. Comunicação integrada: conceitos e casos. In: CARVALHO, D. T.; NEVES, M. F. (org.). Marketing na nova economia. São Paulo: Atlas, 2001. cap. 13, p. 117-126.
PAÍS deve aumentar exportações de grãos em 2025, aponta estudo. Folha de S.Paulo, São Paulo, ano 104, n. 45321, p. B4, 10 abr. 2025.
SILVA, A. L.; MARTINS, P. R.; CARVALHO, F. J.; LIMA, G. H. A influência do clima na produtividade agrícola do Cerrado brasileiro. Revista Brasileira de Economia Agrícola, Brasília, v. 29, n. 2, p. 55-70, 2024.
O nome da editora do exemplar consultado, para livros, é indicado após o local da edição, seguido de vírgula.
Editoras comerciais: no caso de editoras comerciais, suprimem-se as palavras que designem sua natureza jurídica ou comercial – exceto quando essa omissão impossibilitar sua identificação.
DAGHLIAN, J. Lógica e álgebra de Boole. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1995. p. 166-167.
Editoras universitárias: quando se trata de editoras universitárias, deve-se apontar expressamente que se trata de editora – para evitar ambiguidade em relação a departamentos da universidade. A indicação também deve ser feita em caso de editora homônima a instituição.
PAVIANI, A. (org.). Brasília 50 anos: da capital a metrópole. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2010.
GUZZI, Drica. Web e participação: a democracia no século XXI. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2010.
Publicações institucionais: no caso de publicações institucionais, registra-se apenas a respectiva sigla da instituição.
PIRES, J. C. L.; PICCININI, M. S. A regulação dos setores de infraestrutura no Brasil. In: GIAMBIAGI, F.; MOREIRA, M. M. A economia brasileira nos anos 90. Rio de Janeiro: BNDES, 2002.
Editoras de revistas ou jornais: para revistas ou jornais, não se inclui a editora.
ESPOSITO, I. et al. Repercussões da fadiga psíquica no trabalho e na empresa. Revista Brasileira de Saúde Ocupacional, São Paulo, v. 8, n. 32, p. 37-45, out./dez. 1979.
Mais de um local para a mesma editora: indica-se o primeiro local ou o mais destacado.
Na obra:
São Paulo — Rio de Janeiro — Lisboa — Bogotá — Buenos Aires — Guatemala — México — New York — San Juan — Santiago.
Na referência
SWOKOWSKI, E. W.; FLORES, V. R. L. F; MORENO, M. Q. Cálculo de geometria analítica. 2. ed. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1994.
Mais de uma editora: i) quando houver duas editoras com locais diferentes, indicam-se ambas, com seus respectivos locais, separadas por ponto e vírgula; ii) se forem três editoras ou mais, indica-se somente a primeira ou a que estiver em destaque; iii) quando houver duas editoras com o mesmo local, indicam-se ambas, separadas por ponto e vírgula.
ALFONSO-GOLDFARB, A. M.; MAIA, C. A. (coord.). História da ciência: o mapa do conhecimento. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura; São Paulo: Edusp, 1995. (Série América 500 Anos, n. 2).
FULD, Leonard M. Inteligência competitiva: como se manter à frente dos movimentos da concorrência e do mercado. Rio de Janeiro: Elsevier; Campus, 2007.
Sem local ou sem editora: nos livros, caso o local de publicação não possa ser identificado na publicação, utiliza-se a expressão latina sine loco abreviada, em itálico e entre colchetes [s. l.]. Igualmente, se não for possível identificar a editora, utiliza-se a abreviatura de sine nomine [s. n.], também em itálico e entre colchetes.
VELLOSO, J. Mestres e doutores no país: destinos profissionais e modelos de pós-graduação. [S. l.: s. n.], 2004.
Dia, mês, ano: a data da edição consultada pode conter o dia, em arábicos, e o mês, abreviado, em língua portuguesa, seguidos do ano da publicação, este sucedido por ponto.
QUADRO 2
Abreviatura dos meses
|
Mês |
Abreviatura |
|
janeiro |
jan. |
|
fevereiro |
fev. |
|
março |
mar. |
|
abril |
abr. |
|
maio |
maio |
|
junho |
jun. |
|
julho |
jul. |
|
agosto |
ago. |
|
setembro |
set. |
|
outubro |
out. |
|
novembro |
nov. |
|
dezembro |
dez. |
Fonte: ABNT (2023).
Elaboração: Ipea.
Sem data: quando a data da publicação não puder ser identificada, não deve ser utilizado o termo s. d., em itálico e entre colchetes, tanto na remissiva quanto na referência.
FLORENZANO, E. Dicionário de ideias semelhantes. Rio de Janeiro: Ediouro, [s. d.].
Em caso de obras com mais de um volume, a indicação do volume específico deve ser feita por meio da abreviatura v.
Em livros: registra-se o volume, após a indicação da data, em todos os casos em que houver mais de um volume, inclusive para referências de capítulos.
INPI – INSTITUTO NACIONAL DE PROPRIEDADE INDUSTRIAL. Classificação Nacional e Patentes. 3. ed. Rio de Janeiro, 1979. v. 9.
Em revistas: inscreve-se o volume após o local de publicação e antes do respectivo número do periódico – quando houver.
CANO, W. Uma agenda nacional para o desenvolvimento. Revista Tempo do Mundo, Brasília, v. 2, n. 2, ago. 2010.
Em caso de obras com indicação de tomo, este é abreviado pela forma t.
MATUS, C. Política, planejamento e governo. Brasília: Ipea, 1993. t. 1.
As informações relacionadas a aspectos físicos da obra devem figurar ao final da referência.
BAHIA, L. D. Estrutura de inovações na indústria automobilística brasileira. Brasília: Ipea, 2009. Mimeografado.
PEIXOTO, M. F. V. Função citação como fator de recuperação de uma rede de assunto. In: IBICT – INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA. Base de dados em ciência e tecnologia. Brasília: IBICT, 1996. CD-ROM.
Para publicações em língua estrangeira (livros, periódicos, trabalhos acadêmicos etc.), apenas título, autoria e editora devem ser preservados na língua de origem. Outros elementos das referências (local, data, edição, abreviaturas de volume, número, capítulo e página etc.) devem ser informados em língua portuguesa, quando possível.
BUTLER, J. Gender trouble: feminism and the subversion of identity. Nova York: Routledge, 1990.
MARX, Karl. Das Kapital: Kritik der politischen Ökonomie. 2. ed. Berlim: Dietz, 1872.
Nos casos de apresentação de dados com utilização de normas internacionais diferentes das da ABNT, faz-se a adaptação de acordo com os critérios adotados neste manual. Se, por exemplo, nas normas da American Psychological Association (APA), os dados são fornecidos na forma 29(1): 81-109, nas publicações do Ipea as mesmas informações são apresentadas da seguinte forma: v. 29, n. 1, p. 81-109.
As referências são organizadas por ordem alfabética. Quando trata-se de mesmo autor para duas ou mais referências, dentro deste bloco se adota a ordenação cronológica.
BRASIL. Decreto no 3.746, de 6 de fevereiro de 2001. Dispõe sobre a compatibilização entre a realização da receita e a execução da despesa, sobre a programação orçamentária e financeira do Poder Executivo para o exercício de 2001. Brasília: Congresso Nacional, 2001.
BRASIL. Ministério da Justiça. Diagnóstico do Poder Judiciário. Brasília, 2004.
IPEA – INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA. Radar Social 2006. Brasília: Ipea, 2006.
IPEA – INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA. Brasil em desenvolvimento: Estado, planejamento e políticas públicas. Brasília: Ipea, 2010a. (Série Brasil: o Estado de uma nação, v. 1).
IPEA – INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA. Infraestrutura econômica no Brasil: diagnósticos e perspectivas para 2025. Brasília: Ipea, 2010b. (Projeto Perspectivas do Desenvolvimento Brasileiro, v. 1, livro 6).
São relacionados, a seguir, modelos e exemplos de referências mais correntes nas edições do Ipea.
SOBRENOME, P. Título: subtítulo. Nome do Periódico, Local de publicação, volume (se houver), número, páginas referentes ao artigo, data de publicação.
CÂNDIDO JÚNIOR, J. O. Os gastos públicos no Brasil são produtivos? Planejamento e Políticas Públicas, Brasília, n. 23, p. 233-260, jun. 2001.
PRIMEIRO TERMO do título: subtítulo. Nome do Periódico, Local de publicação, volume (se houver), número, páginas referentes à matéria, data de publicação.
MEC quer incluir na escola criança de seis anos de idade. Folha de S.Paulo, São Paulo, 24 maio 2002. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2405200310.htm. Acesso em: 7 abr. 2025.
SOBRENOME, P. (abreviação do tipo de participação, em minúsculas). Título: subtítulo. Local de publicação: Editora, data de publicação.
SILVA, F. A. R.; LIMA, R. (org.). Rio-São Paulo, cidades mundiais: desafios e oportunidades. Brasília: Ipea, 1999.
MOORE, W. (ed.). Construtivismo del movimiento educacional: soluciones. Córdoba, Argentina: [s.n.], 1960.
LUJAN, R. P. (comp.). Um presente especial. Tradução de Sonia da Silva. 3. ed. São Paulo: Aquariana, 1993.
SOBRENOME, P. Título do capítulo: subtítulo. In: SOBRENOME, P. (abreviação do tipo de participação). Título da coletânea ou edições similares: subtítulo. Local de publicação: Editora, data de publicação. volume (se houver), número do capítulo ou páginas referentes ao capítulo.
COUTINHO, L. G. A especialização regressiva: um balanço de desempenho industrial pós-estabilização. In: VELLOSO, J. P. R. (coord.). Brasil: desafios de um país em transformação. Rio de Janeiro: José Olympio, 1997. p. 81-106.
TURANO, J. C.; TURANO, L. M. Fatores determinantes da oclusão em prótese total. In: TURANO, J. C.; TURANO, L. M. Fundamentos de prótese total. 4. ed. São Paulo: Quintessence, 1998. cap. 13.
SOBRENOME, P. Título: subtítulo. Local de publicação: Editora, data de publicação. (Título da Série ou Edições Similares, volume ou número).
PINHEIRO, A. C. Judiciário, reforma e economia: a visão dos magistrados. Brasília: Ipea, 2003. (Texto para Discussão, n. 966).
GUIMARÃES, A. L.; UHL, C. O transporte rural na Amazônia Oriental: limites, opções e oportunidades. Belém: Imazon, 1998. (Série Amazônia, n. 12).
THORSTENSEN, V. Perfil da política e dos instrumentos de comércio internacional dos BICs (Brasil, Índia e China). Brasília: Ipea, 2004. (Nota Técnica Dinte, n. 3).
SOBRENOME, P. Título: subtítulo. Local, data da publicação. Disponível em: endereço. Acesso em: dia mês (abreviado) ano.
CAPES – COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR. Plano Nacional de Pós-Graduação: 2005-2010. Brasília, dez. 2004. Disponível em: https://www.gov.br/capes/pt-br/centrais-de-conteudo/pnpg-2005-2010-pdf. Acesso em: 7 abr. 2025.
GASQUES, J. G. et al. Condicionantes da produtividade da agropecuária brasileira. Brasília: Ipea, abr. 2004. 35 p. il. (Texto para Discussão, n. 1017). Disponível em: http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/TDs/td_1017.pdf. Acesso em: 2 maio 2023.
DUARTE, A. Inovação é a bola da vez. Exame, 28 mar. 2013. Disponível em: http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/blog-do-management/2013/03/28/inovacao-e-a-bola-da-vez/#more-21469. Acesso em: 2 abr. 2013.
Em geral, base de dados consultada na internet, quando referida como um todo, não deve constar nas referências. Basta citar o nome da base ou do banco de dados no texto, em nota de rodapé ou na fonte – neste caso, se o banco de dados se referir a uma ilustração. Pode-se incluir informações adicionais, tais como a instituição responsável, o site de consulta ou a data de acesso.
PAÍS OU DIVISÃO ADMINISTRATIVA. Tipo de Documento e número, data constante do documento. Ementa. Veículo de comunicação ou publicação, Local, seção, volume, número, páginas referentes à matéria, data de publicação.
BRASIL. Decreto-Lei no 2.423, de 7 de abril de 1988. Estabelece critérios para pagamento de gratificação e vantagens pecuniárias aos titulares de cargos e empregos da administração federal direta e autárquica e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, v. 126, n. 66, p. 6009, 8 abr. 1988.
SÃO PAULO (Estado). Decreto no 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Dispõe sobre desativação de unidades administrativas de órgãos da administração direta e das autarquias do estado e dá providências correlatas. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 3, p. 217-220, 1998.
PAÍS OU DIVISÃO ADMINISTRATIVA. Título: subtítulo. Local de publicação: Editora, data de publicação.
BRASIL. Código Civil. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.
SOBRENOME, P. Título: subtítulo. Local de publicação: Editora, data de publicação (se houver). Fase do processo de publicação.
DINIZ, C. C.; BASQUES, M. F. D. A industrialização nordestina recente e suas perspectivas. Fortaleza: BNB, [s. d.]. No prelo.
PINHEIRO, A. C. Is institutional reform the key to Brazil's accelerated development? Rio de Janeiro: Ipea, 2003. Versão preliminar.
NOME DO EVENTO, número do evento em algarismo arábico seguido de ponto, ano de realização, local de realização, Tipo de publicação […] Local de publicação: Editora (se houver), data de publicação. Informações complementares (se houver).
ENCONTRO NACIONAL DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA EM PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL, 20., 2023, Salvador. Anais […] Salvador, 2023. Tema: Planejamento urbano e regional em tempos de incerteza: territórios, resistências e alternativas. Inclui bibliografia.
SOBRENOME, P. Título: subtítulo. In: NOME DO EVENTO, número do evento, data de realização, local de realização. Tipo de publicação […] Local de publicação: Editora, data de publicação.
DINIZ, C. C.; GONÇALVES, E. Possibilidades e tendências locacionais da indústria do conhecimento no Brasil. In: ENCONTRO NACIONAL DE ECONOMIA, 28., 2000, Campinas, São Paulo. Anais […] Campinas: Anpec, 2000.
CASTRO, R. E. F.; MELO, M. H. S.; SILVARES, E. F. M. Avaliação da percepção dos pares de crianças com dificuldades de interação em uma sucursal da clínica-escola do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo. In: CONGRESSO INTERNO DO INSTITUTO DE PSICOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO, 5., 2001, São Paulo. Resumos […] São Paulo: IP/USP, 2001.
FONSECA NETO, F. Condicionantes do processo político associados à globalização. In: ENCONTRO NACIONAL DE ECONOMIA POLÍTICA, 8., 2003, Florianópolis, Santa Catarina. Anais […] São Paulo: SEP, 2003.
SOBRENOME, P. Título: subtítulo. Tradução de XXXXX. edição. Local: Editora, data de publicação.
LÉVY, P. Cibercultura. Tradução de Carlos Irineu da Costa. 2. ed. São Paulo: Editora 34, 2000.
LUJAN, R. P. (comp.). Um presente especial. Tradução de Sonia da Silva. 3. ed. São Paulo: Aquariana, 1993.
SOBRENOME, P. Título: subtítulo. Tipo de publicação (Nível acadêmico e curso) – Instituição, Local, ano que consta no documento.
SANTOS, M. R. M. Conselhos municipais: a participação cívica na gestão das políticas públicas. Dissertação (Mestrado em Planejamento Urbano e Regional) – Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2002.
PESSANHA, C. Relações entre os poderes Executivo e Legislativo no Brasil: 1946-1994. Tese (Doutorado em Ciência Política) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 1977.
CARPIO, S. Education and the informal sector: evidence from Venezuela and Brazil. Thèse (Doctorat en Sciences Économiques) – Faculté des Sciences Économiques et de Gestion, Université d'Auvergne, Clermont-Ferrand I, 2014.
FERNÁNDEZ, E. F.; PEDROSA JUNIOR, O. A.; PINHO, A. C. Dicionário do petróleo em língua portuguesa. Rio de Janeiro: Lexikon, 2018.
OSTELLINO, P. Não alinhamento. In: BOBBIO, N.; MATTEUCCI, Nicola; PASQUINO G. (dir.). Dicionário de política. Tradução de Carmen C. Varriale et al. 12. ed. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2004. v. 2, p. 812-814.
HOMÔNIMO. In: DICIONÁRIO Aulete digital. Rio de Janeiro: Lexikon, 2014. Disponível em: https://aulete.com.br/hom%C3%B4nimo. Acesso em: 5 abr. 2023.
Os anexos ou apêndices constam do final da obra e, quando mencionados ao longo do texto, são indicados entre parênteses, em minúsculas, não antecedidos por ver, v. ou vide.
Após as conclusões do estudo, apresentam-se tabelas com os dados para todas as Unidades da Federação e para o Brasil (anexo A).
Os resultados parciais da análise apresentam-se desagregados ao final deste volume (apêndice B).
Os anexos ou apêndices são identificados por letras maiúsculas em ordem alfabética. Quando houver título, este é inserido abaixo da identificação do anexo ou apêndice, em negrito.
ANEXO A
Principais conexões econômicas e ambientais
TABELA A.1
As ilustrações (gráficos, tabelas, mapas, quadros etc.), quando formalmente mencionadas pelo/a autor/a ao longo do texto, podem figurar na frase ou ser indicadas entre parênteses, em minúsculas, seguidas do número da ilustração (em algarismos arábicos) e não antecedidas por ver, v. ou vide.
A participação das transferências em dinheiro no gasto social federal (GSF) aumentou de 2,6% para 4,1% no período de 2000 a 2002, conforme pode ser observado na tabela 6.
Especificamente no caso do setor industrial, os valores passaram de 0,65% para 0,73%, ou de 0,66% para 0,75% se a análise for limitada à indústria de transformação (gráfico 1).
Evitam-se expressões como acima ou abaixo para remeter o leitor a ilustrações próximas à sua referência no texto, pois é incerta a localização da ilustração após a diagramação dos originais – a ilustração poderá terminar figurando à página imediatamente seguinte à remissiva, por exemplo.
No corpo do texto, são indicadas por números sobrescritos, inseridos após a pontuação, quando houver. No rodapé, as notas são antecedidas por seus respectivos números e impressas em corpo menor. Devem ser reiniciadas a cada seção (capítulo, artigo ou parte). São usadas em geral para dar ao/à leitor/a uma informação cuja inserção no corpo do texto comprometeria a fluência da leitura.
No Ipea, utilizamos notas de rodapé por padrão e evitamos o uso de notas de fim.
Quando uma nota explicativa contiver uma referência, deve-se seguir o sistema autor-data e a referência completa deve figurar na lista ao final da unidade textual.
Os vínculos institucionais dos/as autores/as são indicados em nota de rodapé. Nelas registram-se apenas os vínculos em vigor, isto é, a(s) instituição(ões) à(s) qual(is) eles/as se encontram vinculados à época da edição. Não se inserem titulações, nem cargos e ocupações pretéritas, tampouco se repetem seus nomes nessas notas. Também se registram os respectivos endereços eletrônicos, se de interesse dos/as autores/as. Eventuais agradecimentos devem figurar em nota anterior. Demais informações biográficas dos/as autores/as, se necessárias, são inseridas em seção específica, denominada notas biográficas.
CAPÍTULO 1
IMPACTOS DA CRISE ECONÔMICA INTERNACIONAL SOBRE O COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO
Marta Castilho1
1 INTRODUÇÃO
A crise financeira internacional interrompeu abruptamente o recente ciclo de crescimento da economia brasileira. Diferentemente das crises financeiras anteriores, as economias latino-americanas e, em particular, a brasileira foram menos afetadas em suas contas financeiras devido a uma situação externa mais confortável. Evidentemente, a crise financeira afetou os mercados domésticos, com impactos importantes sobre a taxa de câmbio, os fluxos de investimento (de todos os tipos) e a bolsa de valores, repercutindo no nível de confiança dos agentes e, por conseguinte, no lado real da economia brasileira. Algumas grandes empresas brasileiras exportadoras, que vinham se utilizando de adiantamentos de contrato de câmbio (ACCs) para se financiar, foram impactadas pela forte desvalorização do câmbio e pela impossibilidade de renovar estes contratos. Outras se envolveram com derivativos cambiais altamente arriscados. Porém, passado o "epicentro" da crise, observou-se que os principais efeitos - ou pelo menos, de maior alcance - sobre a economia doméstica incidiram sobre os fluxos de comércio.
1. Professora do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IE/UFRJ). E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
Para remeter o/a leitor/a às referências (bibliográficas) – dispostas ao final do volume, do artigo ou do capítulo, conforme o caso –, cita-se o sobrenome do/a autor/a com iniciais maiúsculas, seguido do ano da edição entre parênteses e da página (esta apenas quando houver, em caso de citação direta), separados por vírgulas.
A porcentagem de pessoas negras reduziu-se significativamente durante o século XIX: na cidade de São Paulo, 63% do total da população, em 1980, era de brancos/as, enquanto negros/as não representavam mais que 28,6% (Fernandes, 1969).
Dessa maneira, “um livro pode ser utilizado em silêncio por muitas pessoas ao mesmo tempo […] e abarcar todo o universo do conhecimento e da sensibilidade humana. […] o livro, assim como a arte, como a alma, é imortal” (Nieto, 2001, p. 153).
Quando forem mencionados vários autores de uma mesma obra entre parênteses, os sobrenomes devem ser separados por vírgula e/ou a conjunção e.
Quando se observam os estudos longitudinais sobre a saúde mental do estudante de medicina, os resultados parecem ser um pouco diferentes, pois, apesar de as pesquisas já indicarem alto nível de sofrimento psíquico no estudante de primeiro ano, é comum que esse sofrimento psíquico aumente no decorrer do curso e, muitas vezes, volte a diminuir no final (Costa, Mendes e Andrade, 2017; Fiorotti et al., 2010; Rocha e Sassi, 2013).
Quando se pretende remeter o/a leitor/a a mais de uma obra constante das referências (bibliográficas), opta-se por separá-las por ponto e vírgula – a última remissiva não é antecedida pela conjunção e. Recomenda-se ordená-las alfabeticamente dentro dos parênteses.
Foram inúmeros os fatos fiscais e financeiros marcantes do período 1985-1998 que podem ajudar a explicar o processo de endividamento crescente do setor público federal (Beluzzo e Almeida, 2002; Biasoto Júnior, 2003; Carneiro, 2002; Carvalho, 2001; Giambiagi e Além, 2000)
No caso de transcrição direta ou indireta de um texto ao qual não se teve acesso ao original, indicam-se em sua respectiva remissiva: o/a autor/a da citação; a data da obra original; a página da obra original (se houver); a expressão latina apud; o nome do/a autor/a consultado/a; a data da obra consultada; e a página referente à citação.
O Brasil Sem Miséria foi anunciado como uma proposta para o enfrentamento da extrema pobreza, considerando que, no período de 2004 a 2009, a pobreza extrema caiu de 8% para 5% da população (Osorio et al., 2011 apud Ipea, 2012, p. 50).
De acordo com o Ipea (2019, p. 40 apud Silva e Luneli, 2022, p. 11), “a divulgação em 2013 do chamado Relatório Figueiredo [...] contribuiu para a construção da memória dos povos indígenas”.
Ressalta-se que a inclusão da referência correspondente ao/à autor/a original da transcrição é facultativa e pode ser feita em nota de rodapé, mas não deve constar da seção referências. Nesse caso, o destaque no título deve ser feito com itálico.
Neste trabalho, o autor designa o termo como "o agregado dos recursos efetivos ou potenciais ligados à posse de uma rede durável de relações mais ou menos institucionalizadas de conhecimento ou reconhecimento mútuo" (Bourdieu, 1986 apud Portes, 2000, p. 134).1
1. BOURDIEU, P. The forms of capital. In: RICHARDSON, J. (Ed.). Handbook of Theory and Research for the Sociology of Education. Nova York: [S. n.], 1986. p. 241-258.