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EQUIPE

Pesquisadores

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    André Tortato Rauen

    Economista formado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), mestre e doutor em Política Científica e Tecnológica pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) com estágio de pós-doutorado na Columbia University (EUA). Foi pesquisador no Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO), tecnologista e subsecretário no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), bem como consultor ad hoc da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO) para políticas de inovação. Atualmente é coordenador de estudos em estratégias de crescimento das firmas no Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Possui mais de uma dezena de artigos indexados na área de políticas de inovação, compras públicas para a inovação e encomendas tecnológicas. Organizou e publicou o primeiro livro sobre políticas de inovação pelo lado da demanda do Brasil.

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    Fernanda De Negri

    Pesquisadora do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), doutora em Economia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), com pesquisa de pós-doutorado no Massachusetts Institute of Technology (MIT). Também foi pesquisadora visitante na Universidade de Harvard, em 2017. Sempre se interessou por ciência, pelas novas tecnologias e seus efeitos sobre a economia, de um modo geral, e sobre a competitividade e a produtividade das empresas. No setor público, ocupou funções relacionadas com as políticas públicas para a produtividade e para a ciência e tecnologia: foi assessora econômica do Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (2008) e chefe da Assessoria de Acompanhamento e Avaliação do Ministério da Ciência e Tecnologia (2010-2012). Foi também diretora (2012-2017) e diretora adjunta (2009-2010) do Ipea. É autora de diversos artigos e livros e recebeu o prêmio BNDES de economia por sua dissertação de mestrado sobre o desempenho comercial das empresas estrangeiras no Brasil. Em 2014, o livro que organizou no Ipea sobre produtividade no Brasil foi finalista do prêmio Jabuti de economia. Acredita no poder transformador do conhecimento e, no Centro de Pesquisa em Ciência, Tecnologia e Sociedade, gostaria de entender se é possível e de que maneira acelerar a difusão de tecnologias que possam melhorar a qualidade de vida das pessoas e a sua relação com o meio-ambiente.

     

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    Graziela Zucoloto

    Economista, graduada pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA/USP) em Ribeirão Preto, mestre pela FEA/USP e doutora pelo Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IE/UFRJ). Desde o mestrado, suas pesquisas estão relacionadas a indicadores e políticas de inovação tecnológica, especialmente propriedade industrial e empresas transnacionais e, mais recentemente, tecnologias sociais e com impacto social. Além do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), trabalhou na Diretoria de Política Industrial e Tecnológica do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e no Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), atualmente MCTIC. Sempre teve forte preocupação com desigualdade e com grupos marginalizados e atualmente suas pesquisas procuram unir a experiência na área de inovação com seu interesse por questões socioeconômicas. Projetos atuais analisam como novas tecnologias, incluindo inovações sociais, podem solucionar desafios da sociedade, em especial para segmentos de menor renda. Em suma, como as tecnologias podem ir além da geração de competitividade, promovendo redução de desigualdades e aumento de bem-estar?

     

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    Pedro Miranda

    Economista, doutor (2014) em economia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com mestrado (2003) e graduação (1999) na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) desde 2004, onde realiza estudos com foco em política industrial e tecnológica. Atualmente está envolvido em um projeto sobre Inovação Socioambiental, cujo objetivo é o mapeamento do perfil dos investimentos realizados no Brasil. Sua agenda de trabalho engloba também temas associados à política comercial, como a análise da política tarifária e avaliações de impacto de acordos de livre comércio. Deu aulas na Faculdade de Economia da Universidade Federal Fluminense (UFF), nas áreas de Microeconomia e Comércio Exterior.

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    Priscila Koeller

    Doutora em Economia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Analista de Planejamento e Orçamento do Ministério da Economia atua, desde o Mestrado, finalizado em 1997, na área de Ciência, Tecnologia e Inovação (CTI). Após passagens pela Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos do então Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, e pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, iniciou o Doutorado, realizado no período 2005-2009, onde participou do Globelics Academy (2006). Em 2009-2010, foi Assessora do Secretário Executivo do Ministério da Ciência e Tecnologia. Ainda em 2010, passou a compor a equipe do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), onde assumiu a Coordenação de Metodologia das Estatísticas de Empresas, Cadastros e Classificações (2013-2016). Desde 2016, passou a compor a equipe da Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais de Inovação e Infraestrutura do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), atuando na avaliação de políticas de CTI e sendo responsável pelo acompanhamento e avaliação do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 9 - Indústria, Inovação e Infraestrutura. No Centro de Ciência, Tecnologia e Sociedade participa do projeto de pesquisa “Inovação Socioambiental’ e tem como grande pergunta: a incorporação de inovações ambientais pelas empresas pode alavancar o crescimento/desenvolvimento econômico?

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    Tulio Chiarini

    Economista formado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), mestre em Economia (ênfase em Economia do Desenvolvimento) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), mestre em Management, Innovazione e Ingegneria dei Servizi pela Scuola Superiore SantAnna (Itália) e doutor em Ciências Econômicas (ênfase em Teoria Econômica) pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Realizou estágio pós-doutoral no Istituto di Ricerche sulla Popolazione e le Politiche Sociali (IRPPS) do Consiglio Nazionale delle Ricerche (CNR), também na Itália. Foi professor da Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) e atuou no Instituto Nacional de Tecnologia (INT), chefiando sua Divisão de Estratégia (DIEST). Tem se dedicado às complexas relações entre desenvolvimento tecnológico e transformações socioeconômicas, publicando diversos trabalhos relacionados às áreas de ciência, tecnologia e inovação.

Bolsistas

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    Flavio Lobo

    Graduado em Comunicação Social pela Faculdade Cásper Líbero, é mestre em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), tem experiência na cobertura jornalística das áreas de ciência, tecnologia, educação, saúde e meio ambiente, atuando em diversos veículos da mídia brasileira. Autor e editor de reportagens, entrevistas, artigos, publicações e projetos editoriais e audiovisuais nessas mesmas áreas de pesquisa e conhecimento, também atua na promoção de causas relacionadas a impactos sociais da ciência e da tecnologia (como a causa do alinhamento das políticas de drogas às evidências científicas).

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    Larissa Pereira

    Graduada em Economia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), atualmente é bolsista no Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) no projeto “Inovação Socioambiental”. Preocupa-se com o impacto promovido pelos avanços tecnológicos sobre as parcelas mais vulneráveis da sociedade e como estes podem ser usados para promover inclusão econômica dessas camadas. Dentro dessa ótica, interessa-se por temas que relacionem desenvolvimento econômico, inovação e impacto social. Seu questionamento no Centro de Pesquisa em Ciência, Tecnologia e Sociedade é: Como os avanços tecnológicos podem ser usados para promover desenvolvimento socioeconômico, resultando em melhora na qualidade de vida das pessoas e na promoção de equidade social?

     

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    Leonardo Szigethy

    Graduado em Gestão Ambiental pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ). Atualmente é assistente de pesquisa no Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) no projeto “Novas Tecnologias e Infraestrutura”. Foi estagiário na Rede de Pesquisa em Arranjos e Sistemas Produtivos e Inovativos Locais (REDESIST) e no IPEA. Tem interesse nos avanços e contribuições da Ciência, Tecnologia e Inovação para a Sustentabilidade.

Ex-Bolsistas

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    Daniela Uziel

    Médica formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 1995, sempre teve a pesquisa na área biomédica como opção de carreira. Realizou o mestrado e o doutorado em neurociências no Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, com um longo período “sanduíche” que envolveu pesquisas no Institut National de la Santé et de la Recherche Médicale (INSERM), na França, e na Universidade Friedrich Schiller de Jena, na Alemanha. Em 2002, passou a integrar o quadro docente da UFRJ, vinculada ao Instituto de Ciências Biomédicas, atuando no ensino de Anatomia e na pesquisa sobre a ontogênese normal e alterada do sistema nervoso. Em 2015, iniciou um novo doutorado no Programa de Políticas Públicas Estratégia e Desenvolvimento do Instituto de Economia da UFRJ, onde sua pesquisa envolve o mercado de trabalho no Complexo Econômico Industrial da Saúde. No Centro de Ciência, Tecnologia e Sociedade do Ipea, sua principal pergunta é: como um Brasil tão diverso pode fazer uso do conhecimento e da tecnologia para beneficiar o emprego e a saúde, atingindo o máximo possível sua população?

     

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    Jaqueline Coelho Visentin

    Doutora em Economia pela Universidade de São Paulo (USP), foi bolsista do CNPq e da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), integrante do Núcleo de Economia Regional e Urbana da USP (NEREUS) e da Rede Brasileira de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais (Rede Clima). Mestre em Teoria Econômica pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), foi bolsista da Capes. Economista pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), foi consultora da United Nations Department of Economic and Social Affairs (UN/DESA) no projeto “Natural capital accounting and valuation of ecosystem services”, integrando a equipe responsável pela construção das Contas Econômicas Ambientais do Brasil para a água e ecossistema, e no projeto “modelagem insumo-produto, combinando informações monetárias e físicas sobre a produção e o uso de água”, em parceria com a Agência Nacional de Águas (ANA) e o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA). Pesquisadora no projeto “Novas tecnologias aplicadas aos recursos hídricos” em parceria com o Ipea, foi consultora da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) no projeto “The Economics of Ecosystems and Biodiversity (TEEB): Conservação da Biodiversidade através da Integração de Serviços Ecossistêmicos em Políticas Públicas e na Atuação Empresarial (Regional-local)”, integrando a equipe responsável pela construção das Contas Econômicas Ambientais do Brasil para a água, florestas e energia. Principais linhas de pesquisa: economia aplicada, economia regional, economia do meio ambiente, recursos hídricos e análise insumo-produto.
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    Luis Carlos Hernandez

    Engenheiro Civil formado pela Universidade Nacional da Colômbia, em Medellín (2010), Doutorando e Mestre em Tecnologia Ambiental e Recursos Hídricos pela Faculdade de Tecnologia da Universidade de Brasília (UnB). Em 2013, atuou no projeto Diagnóstico do Saneamento Básico das Regiões Integradas de Desenvolvimento (RIDES) do Brasil. Exerceu docência nos cursos de Engenharia Civil e Ambiental, na área de Recursos Hídricos, na Universidade de Brasília (UnB) e em outras instituições de ensino superior da Capital Federal. A partir da análise de Séries Temporais e Aprendizado de Máquina, tem estudado desde seu mestrado a relação Clima e Recursos Hídricos, de forma a contribuir com a gestão desses recursos e com a geração hidrelétrica no Brasil. Atualmente, utiliza modelos hidro climáticos, de base estatística, para a previsão de vazões de entrada em reservatórios de armazenamento de água, em regiões com baixa disponibilidade hídrica e forte influência climática, como o Nordeste Brasileiro. No Centro de Pesquisa em Ciência, Tecnologia e Sociedade sua principal pergunta é: pode o avanço científico e tecnológico mitigar os impactos socioambientais decorrentes de mudanças climáticas regionais e globais?

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    Ricardo Alves de Brito

    Economista, graduado em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), com mestrado em economia pelo PIMES/UFPE e doutorado em Economia Aplicada pela ESALQ/USP. Atuou em áreas diversas como Economia da Informação, Economia do Meio Ambiente e Economia Agrícola. Trabalhou no CEPEA/USP com modelos de séries temporais para previsão de preços do leite e testes de causalidade, além de estimar sistemas de demanda quase-ideal (AIDS, na sigla em inglês). Tem interesse nas áreas de Economia da Educação, Economia do Meio Ambiente e Economia da Informação, buscando entender a interrelação entre essas três áreas de estudo e como as variáveis analisadas pelas mesmas influenciam o crescimento e o desenvolvimento econômico.

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    Samuel Antenor

    Jornalista com pós-graduação em Jornalismo Científico pelo Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) e mestrado em Divulgação Científica e Cultural pelo Instituto de Estudos da Linguagem (IEL), ambos na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Atua em comunicação e jornalismo com ênfase em temas de C&T, Meio Ambiente, Saúde e Educação. Foi diretor do Centro de Apoio Técnico-Científico do Instituto de Saúde da SES-SP, editor do Boletim do Instituto de Saúde (BIS), assessor da Comissão de Comunicação e Informação do Conselho Estadual de Saúde de SP e assessor de comunicação da Fapesp. Em seu mestrado, estudou o papel da interatividade na constituição de um modelo de percepção pública de C&T, participando de pesquisas na Unicamp como a de Percepção Pública da Saúde, com apoio da Fapesp e do Ministério da Saúde, que reuniu informações acerca da percepção do tema no Estado de SP, a fim de obter subsídios para a elaboração de políticas públicas voltadas ao Sistema Único de Saúde (SUS).

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    Weverthon Barbosa Machado

    Sociólogo formado pela Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), mestre e doutorando em Sociologia pelo Instituto de Estudos Sociais Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Iesp/Uerj). Atualmente é assistente de pesquisa no Centro de Pesquisa em Ciência, Tecnologia e Sociedade do Ipea. Como bolsista Fulbright, realizou estágio de pesquisa no California Center for Population Research, da University of California Los Angeles (UCLA). Tem experiência na área de estratificação e desigualdades sociais e em métodos quantitativos para as ciências sociais.







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