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Bem-estar digital em perspectiva

Fundamentos conceituais e situação brasileira

O termo “bem-estar digital” emergiu nos últimos anos em meio ao esforço crescente de pesquisa para compreender como o uso disseminado de tecnologias digitais afeta a qualidade de vida, a autonomia, a inclusão social e as experiências objetiva, subjetiva e relacional dos indivíduos.

A literatura sobre o tema reconhece que essas tecnologias produzem efeitos ambíguos. Por um lado, ampliam o acesso à informação, a serviços e a redes de apoio; por outro, podem aprofundar desigualdades, gerar ansiedade, potencializar transtornos psiquiátricos e induzir comportamentos problemáticos, como práticas de cyberbullying.

Apesar de sua difusão, o conceito de “bem-estar digital” ainda carece de definição precisa. Nesse contexto, uma Nota Técnica publicada no fim de janeiro analisa e discute esse tema à luz de publicações acadêmicas em periódicos indexados, além de apresentar dados sobre o Brasil disponíveis no Digital Well-being Hub da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

O trabalho é assinado por Tulio Chiarini, analista em ciência e tecnologia do Centro de Pesquisa em Ciência, Tecnologia e Sociedade do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (CTS-Ipea); Antônio de Pádua de Lima Brito, especialista em políticas públicas e gestão governamental na Diretoria de Estudos e Políticas do Estado, das Instituições e da Democracia (Diest) do Ipea; e Vitor da Silva Marinho, assistente de pesquisa pleno do Programa de Incentivo à Pesquisa Aplicada na Diset-Ipea à época.

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