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Políticas de inovação e sua aderência a missões
Pesquisadoras propõem modelo analítico qualitativo para avaliar o grau de aderência dessas políticas aos preceitos da abordagem orientada por missões (mission-oriented)
Publicado em 23/07/2025 - Última modificação em 23/07/2025 às 15h22
Diante dos novos e grandes desafios sociais, ambientais e econômicos, o debate sobre políticas de inovação tornou-se imperativo. Nesse contexto, diferentes perspectivas sobre a racionalidade das políticas têm ganhado destaque, entre elas a abordagem orientada por missões (mission-oriented). Esse enfoque tem fundamentado a formulação de políticas de inovação em diversos países, inclusive em nações em desenvolvimento. No entanto, a literatura sobre as iniciativas já empreendidas é limitada, especialmente no Brasil.
Nesse sentido, em artigo publicado em fins de junho na Revista do Serviço Público, da Escola Nacional de Administração Pública (ENAP), as pesquisadoras Luisa Alem Ribeiro, da Universidade Federal Fluminense (UFF), no Rio de Janeiro, Ana Lúcia Tatsch, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e Priscila Koeller, analista de planejamento e orçamento do Centro de Pesquisa Ciência, Tecnologia e Sociedade do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (CTS-Ipea), propõem um modelo analítico qualitativo para avaliar o grau de aderência das políticas implementadas aos preceitos da abordagem orientada por missões. O objetivo é sistematizar a análise das políticas existentes, visando aperfeiçoamentos.
O artigo “Políticas de inovação: o quão aderentes são à perspectiva mission-oriented?” encontra-se disponível na íntegra aqui.



