Arquivo da tag: Política Fiscal

Estimativa preliminar do resultado primário do governo central em novembro de 2025

Por Sérgio Fonseca Ferreira

Segundo dados da execução orçamentária registrados no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) do governo federal, que constituem uma fonte confiável para a aproximação dos resultados oficiais posteriormente divulgados pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), o mês de novembro de 2025 registrou déficit primário de R$ 13,4 bilhões nas contas do governo central. A receita líquida alcançou R$ 172,7 bilhões, frente aos R$ 175,3 bilhões observados em novembro de 2024, representando uma redução real de 1,5%. As despesas totais atingiram R$ 186,1 bilhões, ante R$ 180,0 bilhões no mesmo mês do ano anterior, crescimento real de 3,4%. No acumulado anual até novembro, verifica-se déficit primário de R$ 75,7 bilhões, superior ao déficit de R$ 70,7 bilhões registrado no mesmo intervalo de 2024.

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Estimativa preliminar do resultado primário do governo central em outubro de 2025

Por Sergio Ferreira

Segundo dados da execução orçamentária registrados no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) do governo federal, que constituem uma fonte confiável para a aproximação dos resultados oficiais posteriormente divulgados pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), o mês de outubro de 2025 registrou superávit primário de R$ 37,1 bilhões nas contas do governo central. A receita líquida do governo central alcançou R$ 229,4 bilhões nesse período, frente aos R$ 219,2 bilhões observados em outubro de 2024, representando um aumento real de 4,7%. As despesas totalizaram R$ 192,4 bilhões, ante R$ 176,3 bilhões no mesmo mês do ano anterior, crescimento real de 9,1%. No acumulado anual, verifica-se um déficit primário de R$ 61,8 bilhões, a preços constantes de outubro, o que é inferior ao déficit de R$ 65,9 bilhões registrado no mesmo intervalo de 2024.

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Boletim de expectativas – outubro de 2025

Por Estêvão Kopschitz Xavier Bastos e  Caio Rodrigues Gomes Leite

Este Boletim de Expectativas fornece uma visão panorâmica das expectativas para al­gumas das principais variáveis macroeconômicas brasileiras e internacionais. No caso do Brasil, as projeções são do Sistema Expectativas de Mercado, também conhecido como relatório Focus, do Banco Central. Para juros e infla­ção, recorre-se ainda à estrutura a termo da taxa de juros derivada do merca­do secundário de títulos públicos, calculada pela Anbima. As previsões para Estados Unidos, China, área do euro e Argentina são de coleta da Bloomberg com analistas.

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Estimativa preliminar do resultado primário do governo central em setembro de 2025

Por Sergio Ferreira

De acordo com os dados da execução orçamentária, registrados no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) do governo federal, os quais fornecem boa aproximação com os dados oficiais relativos ao resultado primário que será divulgado posteriormente pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), setembro de 2025 apresentou um déficit primário de R$ 15,5 bilhões nas contas do governo central. Conforme mostra a tabela 1, a receita líquida atingiu R$ 171,3 bilhões nesse mês, mesmo valor em termos reais, comparativamente ao apurado em setembro de 2024, ao passo que a despesa totalizou R$ 186,8 bilhões, crescimento real de 5,7% na mesma base de comparação. No acumulado do ano, o resultado primário apresenta um déficit de R$ 99,9 bilhões, a preços constantes de setembro, ante o déficit de R$ 108,7 bilhões no mesmo período de 2024.

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Estimativa preliminar do resultado primário do governo central em agosto de 2025

Por Sergio Ferreira

De acordo com os dados da execução orçamentária, registrados no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) do governo federal, os quais fornecem boa aproximação com os dados oficiais relativos ao resultado primário que será divulgado posteriormente pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), agosto de 2025 apresentou um déficit primário de R$ 19,7 bilhões nas contas do governo central. Conforme mostra a tabela 1, a receita líquida do governo central atingiu R$ 169,3 bilhões nesse mês, um crescimento de 8,0% em termos reais, comparativamente ao apurado em agosto de 2024, ao passo que a despesa totalizou R$ 189,1 bilhões, crescimento real de 5,0% na mesma base de comparação. No acumulado do ano, o resultado primário apresenta um déficit de R$ 88,0 bilhões, a preços constantes de agosto, ante o déficit de R$ 102,8 bilhões no mesmo período de 2024.

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Estimativa preliminar do resultado primário do governo central em julho de 2025

Por Sergio Ferreira

De acordo com os dados da execução orçamentária, registrados no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) do governo federal, os quais fornecem boa aproximação com os dados oficiais relativos ao resultado primário que será divulgado posteriormente pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), julho de 2025 apresentou um déficit primário de R$ 58,6 bilhões nas contas do governo central. Conforme mostra a tabela 1, a receita líquida do governo central atingiu R$ 201,1 bilhões nesse mês, um crescimento de 3,9% em termos reais, comparativamente ao apurado em julho de 2024, ao passo que a despesa totalizou R$ 259,7 bilhões, crescimento real de 28,0% na mesma base de comparação. No acumulado do ano, o resultado primário apresenta um déficit de R$ 68,1 bilhões, a preços constantes de julho, ante o déficit de R$ 79,6 bilhões no mesmo período de 2024.

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Boletim de expectativas – julho de 2025

Por Caio Rodrigues Gomes Leite e Estêvão Kopschitz Xavier Bastos

Este boletim fornece uma visão panorâmica das expectativas para algumas das principais variáveis macroeconômicas brasileiras, a partir de diversas fontes. Predominam as projeções do Sistema Expectativas de Mercado (SEM), também conhecido como relatório Focus do Banco Central do Brasil (Focus/BCB). Nas finanças públicas, elas são cotejadas com as projeções mais recentes da Instituição Fiscal Independente (IFI), do Senado. Para juros e inflação, também se recorre à estrutura a termo da taxa de juros (ETTJ) derivada do mercado secundário de título públicos, calculada pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

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Estimativa preliminar do resultado primário do governo central em junho de 2025

Por Sergio Ferreira

De acordo com os dados da execução orçamentária, registrados no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) do governo federal, os quais fornecem boa aproximação com os dados oficiais relativos ao resultado primário que será divulgado posteriormente pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), junho de 2025 apresentou um déficit primário de R$ 41,6 bilhões nas contas do governo central. Conforme mostra a tabela 1, a receita líquida do governo central atingiu R$ 171,6 bilhões nesse mês, um crescimento de 1,4% em termos reais, comparativamente ao apurado em maio de 2024, ao passo que a despesa totalizou R$ 213,2 bilhões, crescimento real de 1,5% na mesma base de comparação. No acumulado do ano, o resultado primário apresenta um déficit de R$ 7,5 bilhões, a preços constantes de junho, ante o déficit de R$ 70,1 bilhões no mesmo período de 2024.

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Visão Geral da Conjuntura

Por Claudio Roberto Amitrano, Mônica Mora Y Araújo e Claudio Hamilton Matos dos Santos

Como previsto na última Visão Geral da Conjuntura (Nota Técnica, no 23, Carta de Conjuntura, no 66, de março de 2025), o produto interno bruto (PIB) da economia brasileira apresentou crescimento de 1,4% no primeiro trimestre de 2025 em relação ao último trimestre de 2024 na série dessazonalizada. Esse crescimento, como também já era previsível em março, foi puxado, pelo lado da oferta, pelo desempenho do setor agropecuário, que apresentou crescimento de 12,2% em relação ao último trimestre de 2024 na série dessazonalizada. Pelo lado da demanda, os destaques foram os desempenhos da Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) e das exportações, com crescimentos de 3,1% e 2,9%, respectivamente, na mesma base de comparação.

Os dados parciais disponíveis para o segundo trimestre apontam para a desaceleração da economia, o que também já era previsível em março, notadamente porque a referida desaceleração é um objetivo declarado do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil (BCB) desde setembro de 2024, quando o atual ciclo de alta de juros teve início – ciclo classificado pelo próprio Copom, na ata da 271a reunião, ocorrida nos dias 17 e 18 de junho de 2025, como particularmente rápido e bastante firme.

O grupo de conjuntura do Ipea projetou, em março passado, que a economia brasileira cresceria 2,4% em 2025 – contra expectativas de mercado inferiores a 2%. De lá para cá, vários indicadores conjunturais têm indicado que a economia continuou a crescer no segundo trimestre e, até por isso, várias estimativas foram revistas a maior, aproximando-se, portanto, do número divulgado nessa Visão Geral em março. Entendemos que o diagnóstico apresentado no final de março continua válido no final de junho, de modo que mantemos a nossa projeção de PIB para 2025 (2,4%). Dada a perspectiva de que a taxa Selic se mantenha alta por mais tempo do que prevíamos, reduzimos, entretanto, o crescimento esperado para 2026 para 1,8%.

Tal como no caso do produto, as expectativas de mercado para o IPCA em 2025, divulgadas pela pesquisa Focus, do Banco Central, se aproximaram das do grupo de conjuntura nos últimos meses – recuando de 5,7% para 5,3%, entre março e junho. Não vemos motivos, entretanto, para mudar a nossa previsão de março que, dessa forma, permanece em 5,2%, ainda que com mudanças de composição. Se, por um lado, a melhora no comportamento dos alimentos e do petróleo indica uma alta menos acentuada para a alimentação no domicílio e para os preços administrados, em 2025, por outro lado, os efeitos ainda mais fortes do mercado de trabalho sobre a expansão da massa salarial e do custo da mão de obra vêm gerando pressões adicionais sobre a inflação de serviços.

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Estimativa preliminar do resultado primário do governo central em maio de 2025

Por Sergio Ferreira

De acordo com os dados da execução orçamentária, registrados no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) do governo federal, os quais fornecem boa aproximação com os dados oficiais relativos ao resultado primário que será divulgado posteriormente pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), maio de 2025 apresentou um déficit primário de R$ 41,1 bilhões nas contas do governo central. Conforme mostra a tabela 1, a receita líquida do governo central atingiu R$ 177,7 bilhões nesse mês, um crescimento de 2,2% em termos reais, comparativamente ao apurado em maio de 2024, ao passo que a despesa totalizou R$ 218,9 bilhões, um decréscimo real de 7,8% na mesma base de comparação. No acumulado do ano, o resultado primário apresenta um superávit de R$ 33,1 bilhões, a preços constantes de maio, ante o déficit de R$ 29,2 bilhões no mesmo período de 2024.

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