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Indicadores mensais do mercado de trabalho – maio de 2024

Por Maria Andreia Parente Lameiras e Marcos Dantas Hecksher

As estimativas próprias mensais apresentadas nesta Nota – feitas com base nos dados por trimestre móvel da PNAD Contínua – indicam que o mercado de trabalho brasileiro continua a surpreender positivamente, caracterizado, sobretudo, por sucessivas expansões da população ocupada e dos rendimentos reais e seus efeitos positivos sobre a taxa de desocupação e a massa salarial.

Em maio de 2024, a população ocupada (PO) no país somava aproximadamente 101,4 milhões de pessoas, avançando 2,4% na comparação com o mesmo período de 2023. Já em termos dessazonalizados, em maio, a PO atingiu o montante de 101,7 milhões de trabalhadores, o que representa leve recuo (-0,2%) em relação ao observado em abril. Nota-se, ainda, que essa aceleração da ocupação, em termos interanuais, vem sendo acompanhada de um movimento similar, porém menos intenso, da força de trabalho, impedindo, assim, uma queda ainda mais significativa da taxa de desocupação. Por certo, na comparação interanual, a força de trabalho brasileira avançou 1,3%, passando de 107,8 milhões, em maio de 2023, para 109,2 milhões, em maio de 2024. Em relação a abril, registra-se um recuo de 0,2%.

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Dados Xls



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Indicadores mensais do mercado de trabalho

Por Maria Andreia Parente Lameiras e Marcos Dantas Hecksher

As estimativas próprias mensais apresentadas nesta nota – feitas com base nos dados por trimestre móvel da PNAD Contínua – indicam que o mercado de trabalho brasileiro segue em trajetória bastante favorável, marcada, sobretudo, pela forte expansão da população ocupada e seus efeitos positivos sobre a taxa de desocupação e a massa salarial.

Em março de 2024, a população ocupada (PO) no país somava aproximadamente 101,0 milhões de pessoas, avançando 3,5% na comparação com o mesmo período de 2023. Já em termos dessazonalizados, em março, a PO atingiu o montante recorde de 102,0 milhões de trabalhadores, o que representa alta de 1,2% em relação ao observado em fevereiro. Nota-se, ainda, que essa aceleração da ocupação vem sendo acompanhada de um movimento similar, porém menos intenso, da força de trabalho, impedindo, assim, uma queda ainda mais significativa da taxa de desocupação. Por certo, na comparação interanual, a força de trabalho brasileira avançou 1,9%, passando de 107,8 milhões, em março de 2023, para 109,1 milhões, em março de 2024. Em relação a fevereiro, a alta apontada é de 0,4%.

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PNADC xls



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Indicadores mensais do mercado de trabalho – fevereiro de 2024

Por Maria Andreia Parente Lameiras e Marcos Dantas Hecksher

As estimativas próprias mensais apresentadas nesta nota – feitas com base nos dados por trimestre móvel da PNAD Contínua – indicam que o mercado de trabalho brasileiro continua a surpreender positivamente. Em fevereiro de 2024, na comparação interanual, a taxa de desocupação voltou a desacelerar, mesmo diante de um incremento da força de trabalho, beneficiada por uma nova expansão da população ocupada (PO). Não obstante este aumento da ocupação, o crescimento dos rendimentos médios reais, que vem possibilitando sucessivas acelerações da massa salarial, ratifica este cenário favorável.

Por certo, em fevereiro de 2024, a PO no país somava aproximadamente 99,8 milhões de pessoas, avançando 2,0% na comparação com o mesmo período de 2023. Já em termos dessazonalizados, em fevereiro, a PO atingiu o montante recorde de 100,7 milhões de trabalhadores, o que representa alta de 0,4%, em relação ao observado em janeiro. Nota-se, no entanto, que essa aceleração da ocupação vem sendo acompanhada de um movimento similar da força de trabalho, impedindo uma queda ainda mais significativa da taxa de desocupação. Por certo, na comparação interanual, a força de trabalho brasileira avançou 1,6%, passando de 107,2 milhões, em fevereiro de 2023, para 108,9 milhões, em fevereiro de 2024. Em relação a janeiro, a alta apontada é de 0,6%.

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Dados xls



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Indicadores mensais do mercado de trabalho – dezembro de 2023

Por Maria Andreia Parente Lameiras e Marcos Hecksher

As estimativas próprias mensais apresentadas nesta nota1 – feitas com base nos dados por trimestre móvel da PNAD Contínua– indicam que o mercado de trabalho brasileiro voltou a surpreender positivamente em dezembro, ao mostrar queda da desocupação mais forte que a prevista, beneficiada por um incremento maior da população ocupada. Não obstante esse aumento da ocupação, o crescimento dos rendimentos médios reais, que vem possibilitando sucessivas expansões da massa salarial, ratifica esse cenário favorável.

Por certo, em dezembro de 2023, a população ocupada no país somava aproximadamente 101,1 milhões de pessoas, avançando 2,7% na comparação com o mesmo período de 2022. Já em termos dessazonalizados, em dezembro, a PO apresentou alta de 0,8% em relação ao observado em novembro. Nota-se, no entanto, que essa aceleração da ocupação vem sendo acompanhada de um movimento similar da força de trabalho, impedindo uma queda ainda mais significativa da taxa de desocupação. Por certo, na comparação interanual, a força de trabalho brasileira avançou 1,6%, passando de 107,3 milhões, em dezembro de 2022, para 109 milhões, em dezembro de 2023. Em relação a novembro, a alta apontada é de 0,3%. ​

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Dados Xls



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Indicadores mensais do mercado de trabalho – setembro de 2023

Por Maria Andreia Parente Lameiras e Marcos Hecksher

As estimativas próprias mensais feitas com base nos dados por trimestre móvel da PNAD Contínua indicam que o mercado de trabalho brasileiro continua a apresentar resultados favoráveis, tendo em vista que, mesmo diante de uma acomodação da população ocupada, na margem, o arrefecimento da força de trabalho vem possibilitando a manutenção da taxa de desocupação em patamares relativamente baixos. Adicionalmente, o aumento dos rendimentos médios reais nos últimos meses contribuiu para a manutenção da trajetória de expansão da massa salarial.

Em setembro de 2023, a população ocupada no país somava aproximadamente 99,7 milhões de pessoas, avançando 0,2% na comparação com o mesmo período do ano passado. Em termos dessazonalizados, em setembro, a PO apresentou queda de 0,7% em relação ao observado em agosto. Nota-se, entretanto, que a recente desaceleração da ocupação vem sendo acompanhada de um movimento similar da força de trabalho, impedindo uma alta da taxa de desocupação. Por certo, na comparação interanual, a força de trabalho brasileira recuou 0,8%, passando de 108,8 milhões, em setembro de 2022, para 107,9 milhões, em setembro de 2023. Em relação a agosto, a queda apontada é de 0,7%.

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PNADC xls



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Indicadores mensais do mercado de trabalho

Por Maria Andreia Parente lameiras e Marcos Dantas s Hecksher

As estimativas próprias mensais, feitas com base nos dados por trimestre móvel da PNAD Contínua, indicam que o mercado de trabalho brasileiro vem mantendo bom dinamismo, conjugando expansão da população ocupada, retração da taxa de desocupação e crescimento da massa salarial. Em junho de 2023, a população ocupada (PO) no país somava aproximadamente 99,1 milhões de pessoas, avançando 0,4% na comparação com o mesmo período do ano passado. Em termos dessazonalizados, em junho, houve a quinta expansão consecutiva da PO (0,5%), de modo que o contingente de ocupados na economia brasileira chegou a 100,2 milhões, atingindo o maior nível já estimado pela série do IBGE.

Como esperado, este aumento da ocupação gerou uma nova retração da taxa de desocupação, que estava em 7,9% em junho de 2023 – 1,3 ponto percentual (p.p.) menor que o observado neste mesmo período de 2022. Após o ajuste sazonal, a taxa de desocupação ficou em 7,8%, em junho, recuando 0,3 p.p. em relação à registrada em maio.

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Indicadores mensais do mercado de trabalho

Por Maria Andreia Parente Lameiras e Marcos Dantas Hecksher

As estimativas próprias mensais, feitas com base nos dados por trimestre móvel PNAD Contínua, indicam que, após um período de acomodação, o mercado de trabalho brasileiro segue apresentando resultados positivos, combinando aumento da população ocupada, queda da taxa de desocupação e expansão da massa salarial.

Em maio de 2023, a PO no país somava aproximadamente 99 milhões de pessoas, avançando 0,7% na comparação com o mesmo período do ano passado. Após o ajuste sazonal, embora o contingente de 99,8 milhões de ocupados, em maio de 2023, ainda se mantenha abaixo dos 100,2 milhões registrados em junho de 2022, na margem, a PO se expandiu pelo quarto mês consecutivo, com alta de 0,6% em relação a abril. Como consequência do bom desempenho da população ocupada, em maio, a taxa de desocupação foi de 8,2%, situando-se 1,0 ponto percentual abaixo da registrada no mesmo período de 2022. Na comparação com o mês imediatamente anterior com dados dessazonalizados, a taxa manteve-se praticamente estável.

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PNADC xls



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Indicadores mensais do mercado de trabalho

Por Maria Andreia Parente Lameiras e Marcos Hecksher

As estimativas próprias mensais apresentadas nesta Nota1 – feitas com base nos dados por trimestre móvel da PNAD Contínua)– indicam que, após um período de acomodação, o mercado de trabalho brasileiro segue apresentando resultados positivos, combinando aumento da população ocupada (PO), queda da taxa de desocupação e expansão da massa salarial.

Em março de 2023, a PO no país somava 97,6 milhões de pessoas, avançando 1,2% na comparação com o mesmo período do ano passado. Após o ajuste sazonal, embora o contingente de 98,3 milhões de ocupados, em março de 2023, ainda se mantenha abaixo dos 100,2 milhões registrados em junho de 2022, na margem, a PO se expandiu pelo segundo mês consecutivo, com alta de 0,2% em relação a fevereiro. Como consequência do bom desempenho da PO, a taxa de desocupação apontou novo recuo em março, situando-se em 8,8%, ou seja, 2,0 pontos percentuais (p.p.) abaixo da registrada no mesmo período de 2022. Na comparação com o mês imediatamente anterior, a taxa registra leve desaceleração, em março, passando de 8,5% para 8,4%.

Gráficos 1 e 2 _mar23

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PNADC xls



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Indicadores mensais do mercado de trabalho

Por Maria Andreia Parente lameiras e Marcos Dantas s Hecksher

As estimativas próprias mensais feitas com base nos dados por trimestre móvel da PNAD Contínua, indicam que, em setembro, a taxa de desocupação continuou em trajetória de queda, atingindo 8,5%, ante 8,7% em agosto. Na comparação interanual, a taxa de desocupação em setembro situou-se 3,7 pontos percentuais (p.p.) abaixo do nível observado no mesmo período de 2021 (12,2%). Na série livre de sazonalidade, no entanto, a taxa de desocupação de 8,5% ficou estável em relação a agosto.

A análise da taxa de participação mostra que, embora, na comparação interanual, a taxa de participação ainda tenha avançado 0,5 p.p., passando de 62,2% para 62,7%, observa-se recuo de 0,4 p.p. na margem, explicado pelo comportamento da força de trabalho brasileira. Por certo, se, por um lado, este contingente de 108,8 milhões de pessoas, em setembro de 2022, registrou alta de 1,7% na comparação com setembro de 2021, por outro lado, a série dessazonalizada aponta queda de 0,5% ante agosto. ​

Gráficos 1 e 2 _set22

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PNADC (xlsx)



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Indicadores mensais do mercado de trabalho – agosto de 2022

Por Maria Andreia Parente Lameiras e Marcos Hecksher

As estimativas próprias mensais apresentadas nesta nota – feitas com base nos dados por trimestre móvel da PNAD Contínua – indicam que, em agosto, a taxa de desocupação prosseguiu em queda, atingindo 8,7% e situando-se 4,2 p.p. abaixo do nível observado no mesmo período de 2021 (12,9%). Na série livre de sazonalidade, a taxa de desocupação recuou pela 15a vez consecutiva, chegando a 8,5%, em agosto de 2022, e atingindo o menor patamar desde julho de 2015. A queda da desocupação foi explicada, nos últimos dois meses, por uma retração da taxa de participação na margem, pois a população ocupada e o nível da ocupação não apresentaram crescimento nesse período.

221010_cc_57_nota_2_indicadores_mensais_de_mercado_de_trabalho_ago22_graficos_1_2

Por certo, embora na comparação interanual a taxa de participação tenha avançado 0,6 p.p., passando de 62,1% para 62,7%, na margem, observa-se um recuo de 63,4%, em julho, para 62,9%, em agosto. Estes movimentos da taxa de participação refletem o comportamento da força de trabalho brasileira. Se por um lado, em agosto de 2022, este contingente de 108,8 milhões de pessoas, avançou 1,9% na comparação com agosto de 2021, por outro lado, a série dessazonalizada aponta queda de 0,5% ante a registrada em julho.

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PNADC (xlsx)



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