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Indicador Ipea de FBCF – Janeiro de 2021 Investimentos iniciam 2021 com queda de 15,9% na margem

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aponta um recuo de 15,9% na comparação entre janeiro de 2021 e dezembro de 2020, na série com ajuste sazonal. Ainda assim, o trimestre móvel terminado em janeiro registrou alta de 23,5%. Na comparação com o ano anterior, a FBCF atingiu um patamar 6,1% superior ao verificado em janeiro de 2020. No acumulado em doze meses, a taxa de crescimento dos investimentos passou de -0,8% para -1,3%. O resultado de janeiro foi influenciado pela alta base de comparação, em virtude do forte crescimento no último mês do ano passado, explicado pelo alto volume importado de plataformas de petróleo e outros bens de capital de apoio à prospecção e extração de petróleo e gás natural.

Na comparação com o ajuste sazonal, o consumo aparente de máquinas e equipamentos – que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida das importações – apresentou uma queda de 37,1% em janeiro. Apesar desse resultado, o trimestre móvel registrou alta de 53%. De acordo com os seus componentes, enquanto a produção nacional de máquinas e equipamentos ficou praticamente estável, com um pequeno recuo de 0,3% em janeiro, a importação cedeu 40,5% no mesmo período. Embora tenham ocorrido novas importações de plataformas de petróleo em janeiro, o volume importado dos outros bens de apoio à prospecção e extração de petróleo e gás natural sofreu forte queda. No acumulado em doze meses, a demanda interna por máquinas e equipamentos apresentou retração de 3,2%.

Os investimentos em construção civil, por sua vez, recuaram 0,2% em janeiro, na série dessazonalizada, interrompendo uma sequência de oito altas na margem. Com isso, o segmento registrou um avanço de 2,4% no trimestre móvel, embora ainda apresente baixa de 1,3% no acumulado em doze meses.

Tabela 1

Gráfico 1

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Indicador IPEA de FBCF – Dezembro e Quarto Trimestre de 2020 Impulsionados pela importação de plataformas de petróleo, investimentos apresentam alta de 22,2% em dezembro, encerrando o ano com queda de 0,8%

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aponta um avanço de 22,2% na comparação entre dezembro e novembro de 2020, na série com ajuste sazonal, com forte impacto gerado pela importação de plataformas de petróleo no período. Com isso, o quarto trimestre fechou com uma alta de 13,5%, resultado já ajustado pelo resultado das Contas Nacionais Trimestrais, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nas comparações com os mesmos períodos de 2019, enquanto dezembro registrou uma expansão de 47,4%, o quarto trimestre apresentou alta de 13,5%. No acumulado em doze meses, os investimentos caíram 0,8% em 2020. Estimamos que, sem o efeito das importações de plataformas ao longo de 2020, mais notadamente nos meses de maio e dezembro, o resultado da FBCF teria sido mais negativo (-4,8%).

Na comparação com o ajuste sazonal, o consumo aparente de máquinas e equipamentos – que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida às importações – apresentou um crescimento de 59,2% em dezembro, encerrando o quarto trimestre com uma alta de 39,8%. De acordo com os seus componentes, enquanto a produção nacional de máquinas e equipamentos recuou 10,2% em dezembro, a importação aumentou 304,4% no mesmo período, devido à realização de importações de plataformas de petróleo no valor de US$ 4,8 bilhões, que ainda podem estar associados às mudanças no regime aduaneiro Repetro – cujo prazo final para as chamadas “importações fictas” era dezembro de 2020. No acumulado em 12doze meses, a demanda interna por máquinas e equipamentos encerra o ano de 2020 com queda de 1,1%.

Os investimentos em construção civil, por sua vez, voltaram a retroceder em dezembro, na série dessazonalizada, registrando queda de 3,3%. Ainda assim, o segmento registrou um avanço de 0,6% no quarto trimestre, encerrando 2020 com baixa de 1,2%.

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Indicador Ipea de FBCF – Novembro de 2020 Investimentos apresentam alta de 3,1% em novembro, o quinto aumento consecutivo

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aponta um avanço de 3,1% na comparação entre novembro e outubro de 2020, na série com ajuste sazonal. Com isso, o trimestre móvel encerrado em novembro fechou com uma alta de 6,3%. Nas comparações com os mesmos períodos de 2019, enquanto novembro registrou uma expansão de 3,6%, o trimestre móvel registrou queda de 2,3%. No acumulado em doze meses, os investimentos caíram 4,4%.

Na comparação com o ajuste sazonal, o consumo aparente de máquinas e equipamentos – que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida às importações – apresentou um crescimento de 7,7% em novembro, encerrando o trimestre móvel com uma alta de 14%. De acordo com os seus componentes, enquanto a produção nacional de máquinas e equipamentos cresceu 10,9% em novembro, a importação aumentou 20,1% no mesmo período.

Os investimentos em construção civil, por sua vez, permaneceram estáveis em novembro, na série dessazonalizada. O resultado sucede à pequena acomodação ocorrida no mês anterior. Com isso, o segmento registrou um avanço de 1,6% no trimestre móvel.

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Indicador IPEA de FBCF – Setembro e Terceiro Trimestre de 2020 Investimentos apresentam alta de 3,5% em setembro e encerram o terceiro trimestre do ano com crescimento de 16,3%

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aponta um avanço de 3,5% na comparação entre setembro e agosto de 2020, na série com ajuste sazonal. Com isso, o terceiro trimestre de 2020 fechou com uma alta de 16,3%. Nas comparações com os mesmos períodos de 2019, enquanto setembro registrou uma expansão de 1,1%, o terceiro trimestre encerrou com uma retração de 2,8%. No acumulado em doze meses, os investimentos caíram 3,6%.

Na comparação com o ajuste sazonal, o consumo aparente de máquinas e equipamentos – cujo valor corresponde à sua produção nacional destinada ao mercado interno acrescida às importações – apresentou um crescimento de 4,3% em setembro, encerrando o terceiro trimestre com uma alta de 9,7%. De acordo com os seus componentes, enquanto a produção nacional de máquinas e equipamentos cresceu 2% em setembro, a importação aumentou 30,1% no mesmo período, refletindo um impacto positivo da aquisição de plataformas de petróleo.

O indicador de construção civil, por sua vez, avançou 2% em setembro, na série dessazonalizada. O resultado foi a quinta variação positiva consecutiva nessa base de comparação. Com isso, o segmento registrou um avanço de 18,4% na passagem entre o segundo e terceiro trimestres de 2020.

Na comparação com o mesmo período do ano anterior, o destaque também ficou por conta do componente construção civil, que avançou para um patamar 10,9% superior a setembro de 2019. Já os componentes máquinas e equipamentos e outros, por sua vez, registraram quedas de 6,2% e 6,6%, respectivamente. Na comparação trimestral, o resultado foi similar.

Tabela Gráfico

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Indicador Ipea de FBCF – Agosto de 2020

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aponta uma alta de 2,2% na comparação entre agosto e julho de 2020, na série com ajuste sazonal. Com isso, o trimestre móvel encerrado em agosto fechou com um crescimento de 12%, também na série dessazonalizada. Nas comparações com os mesmos períodos de 2019, enquanto agosto registrou uma queda de 2,2%, o trimestre móvel encerrou com uma retração de 3,9%. No acumulado em doze meses, os investimentos caíram 2,7%.

Na comparação com o ajuste sazonal, o consumo aparente de máquinas e equipamentos – cujo valor corresponde à sua produção nacional destinada ao mercado interno, acrescida às importações – apresentou uma alta de 1,2% em agosto (após avanço de 11,4% em julho), encerrando o trimestre móvel com uma expansão de 11,1%. De acordo com os seus componentes, enquanto a produção nacional de máquinas e equipamentos cresceu 1,3% em agosto (terceira alta consecutiva), a importação caiu 0,4% no mesmo período.

O indicador de construção civil, por sua vez, avançou 3,2% em agosto, na série dessazonalizada. O resultado sucedeu altas de 8,2% e 2,8% nos meses de julho e junho, respectivamente. Com isso, o segmento registrou um avanço de 16,6% no trimestre móvel.

Na comparação com o mesmo período do ano anterior, os resultados foram heterogêneos. Enquanto os segmentos máquinas e equipamentos e outros ativos fixos registraram quedas, o componente da construção apresentou crescimento de 7,3% sobre agosto de 2019. Na comparação trimestral, os resultados foram similares.

Tabela

Gráfico

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Indicador Ipea de FBCF – Julho de 2020 Investimentos iniciam o terceiro trimestre com avanço de 3,4% em julho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aponta uma alta de 3,4% na comparação entre julho e junho de 2020, na série com ajuste sazonal. Com isso, o trimestre móvel encerrado em julho fechou com um crescimento de 7%, também na série dessazonalizada. Nas comparações com os mesmos períodos de 2019, enquanto julho registrou uma queda de 3,8%, o trimestre móvel encerrou com uma retração de 6%. No acumulado em doze meses, os investimentos caíram 2,4%.

Na comparação com o ajuste sazonal, o consumo aparente de máquinas e equipamentos – cujo valor corresponde à sua produção nacional destinada ao mercado interno, acrescida às importações – apresentou uma alta de 10,9% em julho (após queda de 18,1% em junho), encerrando o trimestre móvel com uma expansão de 8,2%. De acordo com os seus componentes, enquanto a produção nacional de máquinas e equipamentos cresceu 21,5% em julho (terceira alta consecutiva), a importação caiu 7,6% no mesmo período.

O indicador de construção civil, por sua vez, avançou 2,7% em julho, na série dessazonalizada. O resultado sucedeu altas de 7,8% e 17,4% nos meses de junho e maio, respectivamente. Com isso, o segmento registrou um avanço de 8,5% no trimestre móvel.

Na comparação com o mesmo período do ano anterior, os resultados foram heterogêneos. Enquanto os segmentos máquinas e equipamentos e outros ativos fixos registraram queda, o componente da construção apresentou crescimento de 3,3% sobre julho de 2019. Na comparação trimestral, todos os componentes registraram queda.

tabela

Gráfico

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Indicador Ipea de FBCF – Junho e Segundo Trimestre de 2020 Investimentos apresentam recuo de 1,3% em junho, e encerram o segundo trimestre do ano com queda de 24,5%.

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aponta um recuo de 1,3% na comparação entre junho e maio de 2020, na série com ajuste sazonal. Com isso, o segundo trimestre de 2020 fechou com uma queda de 24,5%, também na série dessazonalizada, reflexo do lockdown implementado na economia brasileira, em virtude da pandemia da Covid-19. Nas comparações com os mesmos períodos de 2019, enquanto junho registrou uma queda de 15,6%, o segundo trimestre encerrou com uma retração de 23,1%. No acumulado em doze meses, os investimentos caíram 4,1%.

Na comparação com o ajuste sazonal, o consumo aparente de máquinas e equipamentos – cujo valor corresponde à sua produção nacional destinada ao mercado interno acrescida às importações – apresentou uma retração de 13,9% em junho (após alta de 64,6% em maio), encerrando o segundo trimestre com uma baixa de 33,1%. De acordo com os seus componentes, enquanto a produção nacional de máquinas e equipamentos cresceu 8,2% em junho (segunda alta consecutiva), a importação caiu 56,9% no mesmo período. Este resultado refletiu a alta base de comparação em maio, quando ocorreu um forte aumento associado à importação de plataformas de petróleo.

O indicador de construção civil, por sua vez, avançou 6,5% em junho, na série dessazonalizada. O resultado sucedeu alta de 14,6% no mês de maio. Ainda assim, o segmento registrou um recuo de 13,9% na passagem entre o primeiro e segundo trimestres de 2020.
Na comparação com o mesmo período do ano anterior, todos os segmentos registraram queda em junho. O destaque negativo ficou por conta do componente máquinas e equipamentos, que recuou para um patamar 27,2% inferior a junho de 2019. Na comparação trimestral, o resultado foi similar.

TABELA 1  200806_indicador_fbcf_tabela

GRÁFICO 1200806_indicador_fbcf_grafico

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Indicador Ipea de FBCF – Maio de 2020 Investimentos apresentam avanço de 28,2% em maio

Por Leonardo M. de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) apresentou uma alta de 28,2% na comparação entre maio e abril de 2020, na série com ajuste sazonal. O resultado representou recuperação dos investimentos em relação às quedas verificadas nos dois meses anteriores, resultantes da crise gerada pela pandemia de Covid-19. Ainda assim, o trimestre móvel encerrado em maio fechou com uma retração de 20,6%, também na série dessazonalizada. Nas comparações com os mesmos períodos de 2019, enquanto maio registrou uma queda de 19,6%, o trimestre móvel ficou 18,4% abaixo do patamar verificado no ano passado. No acumulado em doze meses, os investimentos caíram 2,8%.

Na comparação com o ajuste sazonal, o consumo aparente de máquinas e equipamentos – cujo valor corresponde à sua produção nacional destinada ao mercado interno acrescida às importações – apresentou um crescimento de 68,7% em maio, encerrando o trimestre móvel com uma queda de 25,5%. Desagregando por componentes, enquanto a produção nacional de máquinas e equipamentos avançou 22% em maio, a importação cresceu 145,6% no mesmo período.

O indicador de construção civil, por sua vez, apresentou alta de 14,1% em maio, na série dessazonalizada. Com isso, o segmento registrou um recuo de 14,7% na passagem entre o trimestre terminado em fevereiro e aquele terminado em maio.

Na comparação com o mesmo período do ano anterior, a queda foi generalizada. Enquanto o segmento máquinas e equipamentos recuou 23,7%, a construção civil e o componente outros registraram baixas de 16% e 18,5% sobre maio de 2019, respectivamente.

 Gráfico Tabela
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Indicador Ipea de FBCF – Abril de 2020

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aponta um recuo de 27,5% na comparação entre abril e março de 2020, na série com ajuste sazonal. O resultado reflete o forte impacto da crise resultante da pandemia de Covid-19 sobre os investimentos. Com essa queda no mês, o trimestre móvel encerrado em abril fechou com uma retração de 11%, também na série dessazonalizada. Nas comparações com os mesmos períodos de 2019, enquanto abril registrou uma queda de 32,8%, o trimestre móvel ficou 9,5% abaixo do patamar verificado ano passado. No acumulado em doze meses, os investimentos ainda cresceram 0,2%.

Na comparação com o ajuste sazonal, o consumo aparente de máquinas e equipamentos – cujo valor corresponde à sua produção nacional destinada ao mercado interno acrescida às importações – apresentou uma retração de 39,4% em abril, encerrando o trimestre móvel com uma queda de 11,3%. De acordo com os seus componentes, enquanto a produção nacional de máquinas e equipamentos recuou 43,4% em abril, a importação caiu 27,6% no mesmo período.

O indicador de construção civil, por sua vez, recuou 19,6% em abril, na série dessazonalizada. Com isso, o segmento registrou um recuo de 9,9% na passagem entre o trimestre terminado em janeiro e aquele terminado em abril.

Na comparação com o mesmo período do ano anterior, a forte queda também foi generalizada. Enquanto o segmento máquinas e equipamentos recuou 46%, a construção civil e o componente outros registraram baixas de 25,6% e 19,1% sobre abril de 2019, respectivamente.

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Indicador Ipea de FBCF – Março e Primeiro Trimestre de 2020 Investimentos apresentam recuo de 8,9% em março, mas encerram o primeiro trimestre do ano com alta de 1,7%

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aponta um recuo de 8,9% na comparação entre março e fevereiro de 2020, na série com ajuste sazonal. O resultado já reflete parcialmente os impactos econômicos da pandemia da Covid-19. Ainda assim, o primeiro trimestre de 2020 fechou com uma alta de 1,7%, também na série dessazonalizada, o que é explicado pela aceleração observada nos primeiros dois meses do ano, além de uma baixa base de comparação referente ao quarto trimestre de 2019. Nas comparações com os mesmos períodos de 2019, enquanto março registrou uma queda de 0,9%, o primeiro trimestre encerrou com uma alta de 4%. No acumulado em doze meses, os investimentos cresceram 3%.

Na comparação com o ajuste sazonal, o consumo aparente de máquinas e equipamentos – cujo valor corresponde à sua produção nacional destinada ao mercado interno acrescida às importações – apresentou uma retração de 15,1% em março, encerrando o primeiro trimestre com um avanço de 6,6%. De acordo com os seus componentes, enquanto a produção nacional de máquinas e equipamentos recuou 9,5% em março, a importação caiu 35,9% no mesmo período.

O indicador de construção civil, por sua vez, recuou 6,7% em março, na série dessazonalizada. Com isso, o segmento registrou um recuo de 1% na passagem entre o último trimestre de 2019 e o primeiro de 2020.

Na comparação com o mesmo período do ano anterior, enquanto a construção civil e o componente outros registraram ambos uma variação negativa de 2%, o segmento máquinas e equipamentos registrou uma alta de 0,9% em relação a março de 2019. Já na comparação trimestral, o crescimento foi generalizado.

Taxas de crescimento do Indicador Ipea mensal de FBCF

Gráfico

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