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Indicador Ipea de FBCF – junho e segundo trimestre de 2021

Por Leonardo M. de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aponta um recuo de 0,1% na comparação entre junho e maio de 2021, na série com ajuste sazonal. Com isso, o segundo trimestre fechou com uma queda de 3,6% – resultado já ajustado de acordo com as Contas Nacionais Trimestrais, do IBGE. Nas comparações com os mesmos períodos de 2020, enquanto junho registrou uma expansão de 28,3%, o segundo trimestre cresceu 32,9%. Os resultados voltaram a ser afetados, em parte, pelos efeitos das operações envolvendo importações de plataformas de petróleo associadas ao regime aduaneiro Repetro, que elevaram a base de comparação nos primeiros três meses do ano.

Na comparação com o ajuste sazonal, o consumo aparente de máquinas e equipamentos – que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida às importações – apresentou um recuo de 9,9% em junho, encerrando o segundo trimestre com uma queda de 27%. De acordo com os seus componentes, enquanto a produção nacional de máquinas e equipamentos recuou 10,2% em junho, a importação caiu 7% no mesmo período. Com isso, as importações caíram 65,9% no segundo trimestre, afetadas pela alta base de comparação
no primeiro trimestre do ano, quando o impacto das importações de plataformas de petróleo associadas às mudanças no regime aduaneiro Repetro ainda foi bastante significativo. Já a produção nacional encerrou o segundo trimestre com alta de 3,4%. No acumulado em doze meses, a demanda interna por máquinas e equipamentos registrou um aumento de 19,4%.

Os investimentos em construção civil, por sua vez, avançaram 5,3% na série dessazonalizada. Com esse resultado, que representou a quarta alta consecutiva na margem, o segmento registrou um crescimento de 11,2% no segundo trimestre

Gráfico Tabela

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Indicador Ipea de FBCF – Abril de 2021 Com forte queda nas importações, investimentos recuam 18% em abril. Produção nacional avança 5,3%

Por Leonardo M. de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aponta um recuo de 18% na comparação entre abril e março de 2021, na série com ajuste sazonal. Com isso, o trimestre móvel encerrado em abril registrou queda de 11,4%. Já nas comparações com os mesmos períodos de 2020, enquanto abril registrou uma expansão de 39,1%, o trimestre móvel apresentou alta de 24%. Os resultados foram afetados pela forte queda nas importações, explicada por uma base de comparação elevada em março, quando ainda foram contabilizadas as operações envolvendo importações fictas de plataformas de petróleo associadas ao Repetro. No acumulado em doze meses, os investimentos apresentaram crescimento de 6,9%. 

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Indicador Ipea de FBCF – Março e Primeiro Trimestre de 2021 Impulsionados pela importação de plataformas de petróleo, investimentos apresentam alta de 4,6% no primeiro trimestre de 2021

Por Leonardo M. de Carvalho e José Ronaldo de C. Souza Jr.

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aponta um recuo de 4,7% na comparação entre março e fevereiro de 2021, na série com ajuste sazonal. Ainda assim, o primeiro trimestre fechou com uma alta de 4,6% –resultado já ajustado pelas Contas Nacionais Trimestrais, do BGE.Nas comparações com os mesmos períodos de 2020, enquanto março registrou uma expansão de 27%, o primeiro trimestre apresentou alta de 17%. Os resultados voltaram a ser afetados pelas operações envolvendo importações de plataformas de petróleo, ainda sujeitas, em parte, às mudanças no regime aduaneiro Repetro. No acumulado em doze meses, os investimentos apresentaram crescimento de 2%.

Gráfico Tabela

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Indicador Ipea de FBCF – Janeiro de 2021 Investimentos iniciam 2021 com queda de 15,9% na margem

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aponta um recuo de 15,9% na comparação entre janeiro de 2021 e dezembro de 2020, na série com ajuste sazonal. Ainda assim, o trimestre móvel terminado em janeiro registrou alta de 23,5%. Na comparação com o ano anterior, a FBCF atingiu um patamar 6,1% superior ao verificado em janeiro de 2020. No acumulado em doze meses, a taxa de crescimento dos investimentos passou de -0,8% para -1,3%. O resultado de janeiro foi influenciado pela alta base de comparação, em virtude do forte crescimento no último mês do ano passado, explicado pelo alto volume importado de plataformas de petróleo e outros bens de capital de apoio à prospecção e extração de petróleo e gás natural.

Na comparação com o ajuste sazonal, o consumo aparente de máquinas e equipamentos – que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida das importações – apresentou uma queda de 37,1% em janeiro. Apesar desse resultado, o trimestre móvel registrou alta de 53%. De acordo com os seus componentes, enquanto a produção nacional de máquinas e equipamentos ficou praticamente estável, com um pequeno recuo de 0,3% em janeiro, a importação cedeu 40,5% no mesmo período. Embora tenham ocorrido novas importações de plataformas de petróleo em janeiro, o volume importado dos outros bens de apoio à prospecção e extração de petróleo e gás natural sofreu forte queda. No acumulado em doze meses, a demanda interna por máquinas e equipamentos apresentou retração de 3,2%.

Os investimentos em construção civil, por sua vez, recuaram 0,2% em janeiro, na série dessazonalizada, interrompendo uma sequência de oito altas na margem. Com isso, o segmento registrou um avanço de 2,4% no trimestre móvel, embora ainda apresente baixa de 1,3% no acumulado em doze meses.

Tabela 1

Gráfico 1

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Indicador IPEA de FBCF – Dezembro e Quarto Trimestre de 2020 Impulsionados pela importação de plataformas de petróleo, investimentos apresentam alta de 22,2% em dezembro, encerrando o ano com queda de 0,8%

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aponta um avanço de 22,2% na comparação entre dezembro e novembro de 2020, na série com ajuste sazonal, com forte impacto gerado pela importação de plataformas de petróleo no período. Com isso, o quarto trimestre fechou com uma alta de 13,5%, resultado já ajustado pelo resultado das Contas Nacionais Trimestrais, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nas comparações com os mesmos períodos de 2019, enquanto dezembro registrou uma expansão de 47,4%, o quarto trimestre apresentou alta de 13,5%. No acumulado em doze meses, os investimentos caíram 0,8% em 2020. Estimamos que, sem o efeito das importações de plataformas ao longo de 2020, mais notadamente nos meses de maio e dezembro, o resultado da FBCF teria sido mais negativo (-4,8%).

Na comparação com o ajuste sazonal, o consumo aparente de máquinas e equipamentos – que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida às importações – apresentou um crescimento de 59,2% em dezembro, encerrando o quarto trimestre com uma alta de 39,8%. De acordo com os seus componentes, enquanto a produção nacional de máquinas e equipamentos recuou 10,2% em dezembro, a importação aumentou 304,4% no mesmo período, devido à realização de importações de plataformas de petróleo no valor de US$ 4,8 bilhões, que ainda podem estar associados às mudanças no regime aduaneiro Repetro – cujo prazo final para as chamadas “importações fictas” era dezembro de 2020. No acumulado em 12doze meses, a demanda interna por máquinas e equipamentos encerra o ano de 2020 com queda de 1,1%.

Os investimentos em construção civil, por sua vez, voltaram a retroceder em dezembro, na série dessazonalizada, registrando queda de 3,3%. Ainda assim, o segmento registrou um avanço de 0,6% no quarto trimestre, encerrando 2020 com baixa de 1,2%.

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Indicador Ipea de FBCF – Novembro de 2020 Investimentos apresentam alta de 3,1% em novembro, o quinto aumento consecutivo

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aponta um avanço de 3,1% na comparação entre novembro e outubro de 2020, na série com ajuste sazonal. Com isso, o trimestre móvel encerrado em novembro fechou com uma alta de 6,3%. Nas comparações com os mesmos períodos de 2019, enquanto novembro registrou uma expansão de 3,6%, o trimestre móvel registrou queda de 2,3%. No acumulado em doze meses, os investimentos caíram 4,4%.

Na comparação com o ajuste sazonal, o consumo aparente de máquinas e equipamentos – que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida às importações – apresentou um crescimento de 7,7% em novembro, encerrando o trimestre móvel com uma alta de 14%. De acordo com os seus componentes, enquanto a produção nacional de máquinas e equipamentos cresceu 10,9% em novembro, a importação aumentou 20,1% no mesmo período.

Os investimentos em construção civil, por sua vez, permaneceram estáveis em novembro, na série dessazonalizada. O resultado sucede à pequena acomodação ocorrida no mês anterior. Com isso, o segmento registrou um avanço de 1,6% no trimestre móvel.

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Indicador IPEA de FBCF – Setembro e Terceiro Trimestre de 2020 Investimentos apresentam alta de 3,5% em setembro e encerram o terceiro trimestre do ano com crescimento de 16,3%

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aponta um avanço de 3,5% na comparação entre setembro e agosto de 2020, na série com ajuste sazonal. Com isso, o terceiro trimestre de 2020 fechou com uma alta de 16,3%. Nas comparações com os mesmos períodos de 2019, enquanto setembro registrou uma expansão de 1,1%, o terceiro trimestre encerrou com uma retração de 2,8%. No acumulado em doze meses, os investimentos caíram 3,6%.

Na comparação com o ajuste sazonal, o consumo aparente de máquinas e equipamentos – cujo valor corresponde à sua produção nacional destinada ao mercado interno acrescida às importações – apresentou um crescimento de 4,3% em setembro, encerrando o terceiro trimestre com uma alta de 9,7%. De acordo com os seus componentes, enquanto a produção nacional de máquinas e equipamentos cresceu 2% em setembro, a importação aumentou 30,1% no mesmo período, refletindo um impacto positivo da aquisição de plataformas de petróleo.

O indicador de construção civil, por sua vez, avançou 2% em setembro, na série dessazonalizada. O resultado foi a quinta variação positiva consecutiva nessa base de comparação. Com isso, o segmento registrou um avanço de 18,4% na passagem entre o segundo e terceiro trimestres de 2020.

Na comparação com o mesmo período do ano anterior, o destaque também ficou por conta do componente construção civil, que avançou para um patamar 10,9% superior a setembro de 2019. Já os componentes máquinas e equipamentos e outros, por sua vez, registraram quedas de 6,2% e 6,6%, respectivamente. Na comparação trimestral, o resultado foi similar.

Tabela Gráfico

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Indicador Ipea de FBCF – Agosto de 2020

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aponta uma alta de 2,2% na comparação entre agosto e julho de 2020, na série com ajuste sazonal. Com isso, o trimestre móvel encerrado em agosto fechou com um crescimento de 12%, também na série dessazonalizada. Nas comparações com os mesmos períodos de 2019, enquanto agosto registrou uma queda de 2,2%, o trimestre móvel encerrou com uma retração de 3,9%. No acumulado em doze meses, os investimentos caíram 2,7%.

Na comparação com o ajuste sazonal, o consumo aparente de máquinas e equipamentos – cujo valor corresponde à sua produção nacional destinada ao mercado interno, acrescida às importações – apresentou uma alta de 1,2% em agosto (após avanço de 11,4% em julho), encerrando o trimestre móvel com uma expansão de 11,1%. De acordo com os seus componentes, enquanto a produção nacional de máquinas e equipamentos cresceu 1,3% em agosto (terceira alta consecutiva), a importação caiu 0,4% no mesmo período.

O indicador de construção civil, por sua vez, avançou 3,2% em agosto, na série dessazonalizada. O resultado sucedeu altas de 8,2% e 2,8% nos meses de julho e junho, respectivamente. Com isso, o segmento registrou um avanço de 16,6% no trimestre móvel.

Na comparação com o mesmo período do ano anterior, os resultados foram heterogêneos. Enquanto os segmentos máquinas e equipamentos e outros ativos fixos registraram quedas, o componente da construção apresentou crescimento de 7,3% sobre agosto de 2019. Na comparação trimestral, os resultados foram similares.

Tabela

Gráfico

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Indicador Ipea de FBCF – Julho de 2020 Investimentos iniciam o terceiro trimestre com avanço de 3,4% em julho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aponta uma alta de 3,4% na comparação entre julho e junho de 2020, na série com ajuste sazonal. Com isso, o trimestre móvel encerrado em julho fechou com um crescimento de 7%, também na série dessazonalizada. Nas comparações com os mesmos períodos de 2019, enquanto julho registrou uma queda de 3,8%, o trimestre móvel encerrou com uma retração de 6%. No acumulado em doze meses, os investimentos caíram 2,4%.

Na comparação com o ajuste sazonal, o consumo aparente de máquinas e equipamentos – cujo valor corresponde à sua produção nacional destinada ao mercado interno, acrescida às importações – apresentou uma alta de 10,9% em julho (após queda de 18,1% em junho), encerrando o trimestre móvel com uma expansão de 8,2%. De acordo com os seus componentes, enquanto a produção nacional de máquinas e equipamentos cresceu 21,5% em julho (terceira alta consecutiva), a importação caiu 7,6% no mesmo período.

O indicador de construção civil, por sua vez, avançou 2,7% em julho, na série dessazonalizada. O resultado sucedeu altas de 7,8% e 17,4% nos meses de junho e maio, respectivamente. Com isso, o segmento registrou um avanço de 8,5% no trimestre móvel.

Na comparação com o mesmo período do ano anterior, os resultados foram heterogêneos. Enquanto os segmentos máquinas e equipamentos e outros ativos fixos registraram queda, o componente da construção apresentou crescimento de 3,3% sobre julho de 2019. Na comparação trimestral, todos os componentes registraram queda.

tabela

Gráfico

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Indicador Ipea de FBCF – Junho e Segundo Trimestre de 2020 Investimentos apresentam recuo de 1,3% em junho, e encerram o segundo trimestre do ano com queda de 24,5%.

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aponta um recuo de 1,3% na comparação entre junho e maio de 2020, na série com ajuste sazonal. Com isso, o segundo trimestre de 2020 fechou com uma queda de 24,5%, também na série dessazonalizada, reflexo do lockdown implementado na economia brasileira, em virtude da pandemia da Covid-19. Nas comparações com os mesmos períodos de 2019, enquanto junho registrou uma queda de 15,6%, o segundo trimestre encerrou com uma retração de 23,1%. No acumulado em doze meses, os investimentos caíram 4,1%.

Na comparação com o ajuste sazonal, o consumo aparente de máquinas e equipamentos – cujo valor corresponde à sua produção nacional destinada ao mercado interno acrescida às importações – apresentou uma retração de 13,9% em junho (após alta de 64,6% em maio), encerrando o segundo trimestre com uma baixa de 33,1%. De acordo com os seus componentes, enquanto a produção nacional de máquinas e equipamentos cresceu 8,2% em junho (segunda alta consecutiva), a importação caiu 56,9% no mesmo período. Este resultado refletiu a alta base de comparação em maio, quando ocorreu um forte aumento associado à importação de plataformas de petróleo.

O indicador de construção civil, por sua vez, avançou 6,5% em junho, na série dessazonalizada. O resultado sucedeu alta de 14,6% no mês de maio. Ainda assim, o segmento registrou um recuo de 13,9% na passagem entre o primeiro e segundo trimestres de 2020.
Na comparação com o mesmo período do ano anterior, todos os segmentos registraram queda em junho. O destaque negativo ficou por conta do componente máquinas e equipamentos, que recuou para um patamar 27,2% inferior a junho de 2019. Na comparação trimestral, o resultado foi similar.

TABELA 1  200806_indicador_fbcf_tabela

GRÁFICO 1200806_indicador_fbcf_grafico

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