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Indicadores mensais do mercado de trabalho

Por Maria Andreia Parente Lameiras e Marcos Dantas Hecksher

As estimativas próprias mensais apresentadas nesta nota – feitas com base nos dados por trimestre móvel da PNAD Contínua – indicam que o mercado de trabalho brasileiro segue em trajetória bastante favorável, marcada, sobretudo, pela forte expansão da população ocupada e seus efeitos positivos sobre a taxa de desocupação e a massa salarial.

Em março de 2024, a população ocupada (PO) no país somava aproximadamente 101,0 milhões de pessoas, avançando 3,5% na comparação com o mesmo período de 2023. Já em termos dessazonalizados, em março, a PO atingiu o montante recorde de 102,0 milhões de trabalhadores, o que representa alta de 1,2% em relação ao observado em fevereiro. Nota-se, ainda, que essa aceleração da ocupação vem sendo acompanhada de um movimento similar, porém menos intenso, da força de trabalho, impedindo, assim, uma queda ainda mais significativa da taxa de desocupação. Por certo, na comparação interanual, a força de trabalho brasileira avançou 1,9%, passando de 107,8 milhões, em março de 2023, para 109,1 milhões, em março de 2024. Em relação a fevereiro, a alta apontada é de 0,4%.

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Indicadores mensais do mercado de trabalho – fevereiro de 2024

Por Maria Andreia Parente Lameiras e Marcos Dantas Hecksher

As estimativas próprias mensais apresentadas nesta nota – feitas com base nos dados por trimestre móvel da PNAD Contínua – indicam que o mercado de trabalho brasileiro continua a surpreender positivamente. Em fevereiro de 2024, na comparação interanual, a taxa de desocupação voltou a desacelerar, mesmo diante de um incremento da força de trabalho, beneficiada por uma nova expansão da população ocupada (PO). Não obstante este aumento da ocupação, o crescimento dos rendimentos médios reais, que vem possibilitando sucessivas acelerações da massa salarial, ratifica este cenário favorável.

Por certo, em fevereiro de 2024, a PO no país somava aproximadamente 99,8 milhões de pessoas, avançando 2,0% na comparação com o mesmo período de 2023. Já em termos dessazonalizados, em fevereiro, a PO atingiu o montante recorde de 100,7 milhões de trabalhadores, o que representa alta de 0,4%, em relação ao observado em janeiro. Nota-se, no entanto, que essa aceleração da ocupação vem sendo acompanhada de um movimento similar da força de trabalho, impedindo uma queda ainda mais significativa da taxa de desocupação. Por certo, na comparação interanual, a força de trabalho brasileira avançou 1,6%, passando de 107,2 milhões, em fevereiro de 2023, para 108,9 milhões, em fevereiro de 2024. Em relação a janeiro, a alta apontada é de 0,6%.

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Dados xls



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Desempenho recente do mercado de trabalho

Por Maria Andreia Parente Lameiras, Sandro Pereira Silva, Leo Veríssimo Fernandes, Gabriela Carolina Rezende Padilha

Ao longo do último trimestre, o mercado de trabalho brasileiro continuou a apresentar bons resultados, consolidando uma trajetória positiva, caracterizada por uma expansão da ocupação em ritmo superior ao registrado pela força de trabalho, assegurando, por conseguinte, uma taxa de desocupação bem-comportada. Em janeiro, segundo as estatísticas mensalizadas da PNAD Contínua, a taxa de desocupação ficou em 8,0%, recuando 0,9 ponto percentual (p.p.) na comparação com o observado no mesmo período de 2023. Após a dessazonalização, mesmo diante de uma leve alta na margem (0,2 p.p), a taxa de desocupação de 7,6%, registrada em janeiro, manteve-se em nível confortável.

Não obstante o fato de que a retomada, ainda modesta, da força de trabalho vem impedindo uma pressão maior da taxa de participação, o bom desempenho da população ocupada é o principal fator responsável pela relativa acomodação da taxa de desocupação em patamares favoráveis. Por certo, embora a força de trabalho tenha iniciado um processo de retomada, a partir do quarto trimestre de 2023, chegando a 108,5 milhões de pessoas em janeiro de 2024, esta população ainda era 1,0% menor que o contingente máximo já registrado pela PNAD Contínua, observado em junho de 2022 (109,6 milhões de pessoas). Nota-se ainda que, além desse crescimento modesto da força de trabalho, vem crescendo a proporção de indivíduos fora da força de trabalho que não almejam retornar ao mercado mesmo diante de uma oportunidade de emprego. Nos últimos dois anos, essa parcela de indivíduos saltou de 81,0%, no quarto trimestre de 2021, para 85,4%, no quarto trimestre de 2023.​

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Indicadores mensais do mercado de trabalho – dezembro de 2023

Por Maria Andreia Parente Lameiras e Marcos Hecksher

As estimativas próprias mensais apresentadas nesta nota1 – feitas com base nos dados por trimestre móvel da PNAD Contínua– indicam que o mercado de trabalho brasileiro voltou a surpreender positivamente em dezembro, ao mostrar queda da desocupação mais forte que a prevista, beneficiada por um incremento maior da população ocupada. Não obstante esse aumento da ocupação, o crescimento dos rendimentos médios reais, que vem possibilitando sucessivas expansões da massa salarial, ratifica esse cenário favorável.

Por certo, em dezembro de 2023, a população ocupada no país somava aproximadamente 101,1 milhões de pessoas, avançando 2,7% na comparação com o mesmo período de 2022. Já em termos dessazonalizados, em dezembro, a PO apresentou alta de 0,8% em relação ao observado em novembro. Nota-se, no entanto, que essa aceleração da ocupação vem sendo acompanhada de um movimento similar da força de trabalho, impedindo uma queda ainda mais significativa da taxa de desocupação. Por certo, na comparação interanual, a força de trabalho brasileira avançou 1,6%, passando de 107,3 milhões, em dezembro de 2022, para 109 milhões, em dezembro de 2023. Em relação a novembro, a alta apontada é de 0,3%. ​

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Dados Xls



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Desempenho recente do mercado de trabalho e perspectivas

Por Maria Andreia Parente Lameiras, Sandro Pereira Silva, Leo Veríssimo Fernandes e Gabriela Carolina Rezende Padilha

O mercado de trabalho brasileiro segue apresentando bons resultados, consolidando um cenário favorável, em que a expansão da população ocupada vem mantendo a taxa de desocupação bem-comportada, mesmo diante de uma retomada mais forte da força de trabalho. De acordo com as estatísticas mensalizadas da PNAD Contínua, em outubro a taxa de desocupação dessazonalizada ficou em 8,0%, recuando 0,5 ponto percentual (p.p.) na comparação com o observado no fim de 2022. Já na margem, a taxa de desocupação avançou de 7,7%, em setembro, para 8,0%, em outubro, refletindo uma aceleração mais intensa da força de trabalho comparativamente à registrada pela ocupação.

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No caso da força de trabalho, verifica-se que, em outubro, após a dessazonalização, este contingente chegou a 108,3 milhões, avançando 0,6% na comparação com setembro. No acumulado do ano, a força de trabalho aponta alta de 1,1%. Já em relação à ocupação, os dados mostram que, embora entre setembro e outubro este conjunto de trabalhadores tenha se expandido em apenas 0,1%, – chegando a 99,4 milhões –, nos dez primeiros meses de 2023 a população ocupada mostra crescimento de 1,5%.

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Indicadores mensais do mercado de trabalho – setembro de 2023

Por Maria Andreia Parente Lameiras e Marcos Hecksher

As estimativas próprias mensais feitas com base nos dados por trimestre móvel da PNAD Contínua indicam que o mercado de trabalho brasileiro continua a apresentar resultados favoráveis, tendo em vista que, mesmo diante de uma acomodação da população ocupada, na margem, o arrefecimento da força de trabalho vem possibilitando a manutenção da taxa de desocupação em patamares relativamente baixos. Adicionalmente, o aumento dos rendimentos médios reais nos últimos meses contribuiu para a manutenção da trajetória de expansão da massa salarial.

Em setembro de 2023, a população ocupada no país somava aproximadamente 99,7 milhões de pessoas, avançando 0,2% na comparação com o mesmo período do ano passado. Em termos dessazonalizados, em setembro, a PO apresentou queda de 0,7% em relação ao observado em agosto. Nota-se, entretanto, que a recente desaceleração da ocupação vem sendo acompanhada de um movimento similar da força de trabalho, impedindo uma alta da taxa de desocupação. Por certo, na comparação interanual, a força de trabalho brasileira recuou 0,8%, passando de 108,8 milhões, em setembro de 2022, para 107,9 milhões, em setembro de 2023. Em relação a agosto, a queda apontada é de 0,7%.

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Desempenho recente do mercado de trabalho

Por Maria Andreia Parente Lameiras, Sandro Pereira Silva, Lauro Roberto Ramos, Leo Veríssimo Fernandes e Gabriela Carolina Rezende Padilha

O mercado de trabalho brasileiro segue em trajetória favorável, caracterizada, entres outros aspectos, por quedas contínuas da taxa de desocupação e expansão da ocupação, especialmente formal. Adicionalmente, o aumento da massa salarial e os recuos da subocupação e do desalento ratificam esse cenário benigno.

De acordo com as estatísticas mensalizadas da PNAD Contínua, em julho, a taxa de desocupação dessazonalizada recuou pelo sexto mês consecutivo, chegando a 7,6% e atingindo o menor patamar desde abril de 2015. Embora parte dessa queda da desocupação possa ser creditada ao arrefecimento da taxa de participação, a forte expansão da população ocupada é o principal fator explicativo para o recuo do desemprego no país. Entre janeiro e julho, o contingente de ocupados dessazonalizado na economia brasileira passou de 98 milhões para 100,3 milhões de trabalhadores, acelerando 2,3%. Na comparação com julho de 2022, a alta é de 0,9%. Já no caso da taxa de participação, observa-se que, embora já se evidencie uma leve retomada na margem – 62,1%, em julho ante 61,5% observado em janeiro, na série dessazonalizada –, esta variável ainda se encontra em patamar reduzido, quando comparado à sua média histórica.

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Indicadores mensais do mercado de trabalho

Por Maria Andreia Parente lameiras e Marcos Dantas s Hecksher

As estimativas próprias mensais, feitas com base nos dados por trimestre móvel da PNAD Contínua, indicam que o mercado de trabalho brasileiro vem mantendo bom dinamismo, conjugando expansão da população ocupada, retração da taxa de desocupação e crescimento da massa salarial. Em junho de 2023, a população ocupada (PO) no país somava aproximadamente 99,1 milhões de pessoas, avançando 0,4% na comparação com o mesmo período do ano passado. Em termos dessazonalizados, em junho, houve a quinta expansão consecutiva da PO (0,5%), de modo que o contingente de ocupados na economia brasileira chegou a 100,2 milhões, atingindo o maior nível já estimado pela série do IBGE.

Como esperado, este aumento da ocupação gerou uma nova retração da taxa de desocupação, que estava em 7,9% em junho de 2023 – 1,3 ponto percentual (p.p.) menor que o observado neste mesmo período de 2022. Após o ajuste sazonal, a taxa de desocupação ficou em 7,8%, em junho, recuando 0,3 p.p. em relação à registrada em maio.

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Indicadores mensais do mercado de trabalho

Por Maria Andreia Parente Lameiras e Marcos Dantas Hecksher

As estimativas próprias mensais, feitas com base nos dados por trimestre móvel PNAD Contínua, indicam que, após um período de acomodação, o mercado de trabalho brasileiro segue apresentando resultados positivos, combinando aumento da população ocupada, queda da taxa de desocupação e expansão da massa salarial.

Em maio de 2023, a PO no país somava aproximadamente 99 milhões de pessoas, avançando 0,7% na comparação com o mesmo período do ano passado. Após o ajuste sazonal, embora o contingente de 99,8 milhões de ocupados, em maio de 2023, ainda se mantenha abaixo dos 100,2 milhões registrados em junho de 2022, na margem, a PO se expandiu pelo quarto mês consecutivo, com alta de 0,6% em relação a abril. Como consequência do bom desempenho da população ocupada, em maio, a taxa de desocupação foi de 8,2%, situando-se 1,0 ponto percentual abaixo da registrada no mesmo período de 2022. Na comparação com o mês imediatamente anterior com dados dessazonalizados, a taxa manteve-se praticamente estável.

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Desempenho recente do mercado de trabalho e perspectivas

Por Maria Andréia Parente Lameiras, Lauro Roberto Albrecht Ramos, Sandro Pereira Silva e Leo Veríssimo Fernandes

Após um período de relativa acomodação, os dados mais recentes mostram que o mercado de trabalho brasileiro voltou a apresentar maior dinamismo. A expansão da ocupação, combinada à retração da força de trabalho, vem possibilitando novos recuos da taxa de desocupação. Adicionalmente, a melhora de variáveis ligadas a rendimento, subocupação e desalento ratificam esse cenário mais benevolente. De acordo com as estatísticas mensais produzidas pelo Ipea, com base nas séries de trimestres móveis da PNAD Contínua, a taxa de desocupação, que vinha se mantendo relativamente estável, em torno de 8,5%, voltou a recuar com mais força no último bimestre, de modo que, em abril de 2023, na série livre de sazonalidade, o patamar registrado de 8,0% foi o mais baixo nos últimos oito anos.

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