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Demanda Interna por Bens Industriais Avança 1,2% em Abril​

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente (CA) de Bens Industriais – definido como a produção industrial doméstica líquida das exportações e acrescida das importações – registrou alta de 1,2% na comparação entre abril e março de 2018,na série com ajuste sazonal. Apesar disso, o resultado ficou negativo em 1,4% no trimestre encerrado em abril. Entre os componentes do consumo aparente, ainda no comparativo entre abril e março, enquanto a produção doméstica líquida de ex- portações avançou 1,3% na margem, as importações de bens industriais cresceram 2,6%​.

Na comparação interanual, o forte crescimento de 11% em abril foi influenciado, em parte, pela presença de três dias úteis a mais que o mesmo período do ano passado. Esse crescimento da de- mando superou a alta da produção industrial (8,9%), mensurada pela Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física (PIM-PF) do IBGE​.

O crescimento registrado em abril foi pouco disseminado entre as grandes categorias econômicas, como pode ser visto na análise completa do indicador.

180619_tabela_indicador_ipea_consumo_aparente_abr_18

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Demanda Interna por Bens Industriais Recua 2% em Março

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente (CA) de Bens Industriais – definido como a produção industrial doméstica líquida das exportações e acrescida das importações – registrou queda de 2% na comparação entre março e fevereiro de 2018, na série com ajuste sazonal. Com isso, o resultado ficou negativo em 0,9% no primeiro trimestre do ano. Entre os componentes do consumo aparente, ainda no comparativo entre março e fevereiro, enquanto a produção doméstica líquida de exportações recuou 1,7% na margem, as importações de bens industriais caíram 5,2%.

Indicador Léo consumo aparente

Na comparação interanual, apesar da queda de 0,3% sobre março do ano passado, o primeiro trimestre de 2018 acumulou alta de 3,4%. Tomando por base o resultado acumulado em 12 meses, a demanda por bens industriais segue registrando ritmo de crescimento mais intenso (3,7%) que o apresentado pela produção doméstica, mensurada pela Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física (PIM-PF) do IBGE (2,9%).

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Os números de cada segmento industrial e a análise completa do indicador podem ser acessados aqui.

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Demanda interna por bens industriais recua 1,6% em fevereiro

Por Leonardo Mello de Carvalho

Consumo de bens industriais mantém ritmo de crescimento mais intenso que a produção doméstica na comparação interanual

O Indicador Ipea mensal de Consumo Aparente (CA) de bens industriais – definido como a produção industrial doméstica líquida das exportações e acrescida das importações – registrou queda de 1,6% na comparação entre fevereiro e janeiro de 2018, na série com ajuste sazonal. No entanto, no trimestre móvel terminado em fevereiro, o resultado continua positivo (1,2%). Entre os componentes do consumo aparente, ainda no comparativo entre fevereiro e janeiro, enquanto a produção doméstica líquida de exportações recuou 1,2% na margem, as importações de bens industriais caíram 2,8%.

Na comparação interanual, o indicador voltou a avançar, atingindo patamar 4,5% superior ao observado em fevereiro de 2017. Com isso, tomando por base o resultado acumulado em 12 meses, a demanda por bens industriais segue registrando ritmo de crescimento mais intenso (4,1%) que o apresentado pela produção doméstica, mensurada pela Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF) do IBGE (2,9%).

Tabela-Indicador-Ipea-Consumo Aparente_fev-18

Gráfico_Indicador Ipea CA_fev-18

Na comparação dessazonalizada, foi verificado um crescimento em apenas 11 segmentos, de um total de 22, aumentando o índice de difusão (que mede a porcentagem dos segmentos da indústria de transformação com aumento em comparação ao período anterior, após ajuste sazonal) para 50%, ante 41% de janeiro. Entre aqueles com maior peso, contribuíram positivamente químicos, com alta de 5,8% na margem, e máquinas e equipamentos, com expansão de 2,6%. O principal destaque negativo do mês de fevereiro foi o segmento alimentos, que registrou queda de 4,4%. Os produtos de fumo e os serviços de impressão e reprodução de gravações também recuaram 6,9% e 13,4%, respectivamente.

Os números de cada segmento industrial e a análise completa do indicador podem ser acessados aqui.

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