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Indicador Ipea mensal de FBCF – resultado de maio de 2025

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que agrega os investimentos em máquinas e equipamentos, na construção civil e em outros ativos fixos, recuou 0,4% na comparação entre maio e abril, na série com ajuste sazonal. O resultado sucedeu à alta de 0,2% ocorrida no período anterior. Com isso, o trimestre móvel encerrado em maio registrou queda de 3,0% na comparação dessazonalizada. Nas comparações com os mesmos períodos de 2024, o indicador mensal apresentou crescimento de 5,6% em maio e alta de 3,3% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, por sua vez, os investimentos totais tiveram uma expansão de 8,5%.

Na comparação com ajuste sazonal, os investimentos em máquinas e equipamentos – medidos segundo o conceito de consumo aparente, que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida das importações – apresentaram um recuo de 1,4% em maio, encerrando o trimestre móvel com queda de 5,8%. Quanto a seus componentes, enquanto a produção nacional avançou 0,3%, as importações caíram 1,6%. Já na comparação em médias móveis, enquanto a produção nacional cresceu 2,7%, as importações retrocederam 22,1%. No acumulado em doze meses, o consumo aparente (ou a demanda interna) de máquinas e equipamentos registrou um crescimento de 11,9%.

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Indicador Ipea de consumo aparente de bens industriais – maio de 2025

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais avançou 0,2% na comparação entre maio e abril na série com ajuste sazonal. O indicador é uma proxy da demanda interna por bens industriais – definido como a parcela da produção industrial doméstica destinada ao mercado interno, acrescida das importações. Esse resultado ocorreu em razão da alta de 0,3% da produção interna destinada ao mercado nacional (bens nacionais), enquanto as importações de bens industriais permaneceram estáveis, conforme mostra a tabela 1.

              A alta na série dessazonalizada sucedeu recuo de 0,6% em abril. Com isso, o trimestre móvel encerrado em maio cresceu 0,9% na margem, quando comparado com aquele encerrado em fevereiro. Na comparação interanual, enquanto o indicador mensal subiu 4,5% em relação a maio de 2024, o indicador em médias móveis trimestrais aumentou 3,3%. No acumulado em doze meses, a demanda por bens industriais registrou alta de 6,3% em maio, contrastando com a elevação de 2,8% da produção interna, medida na Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PIM-PF/IBGE). Ambas apontam para uma aceleração, como ilustra o gráfico 1.

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Indicador Ipea de consumo aparente de bens industriais – abril de 2025

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais recuou 0,6% na comparação entre abril e março na série com ajuste sazonal. O indicador é uma proxy da demanda interna por bens industriais – definido como a parcela da produção industrial doméstica destinada ao mercado interno, acrescida das importações. Esse resultado ocorreu em razão das quedas de 1,0% da produção interna destinada ao mercado nacional (bens nacionais) e 0,3% das importações de bens industriais, conforme mostra a tabela.

A retração na série dessazonalizada sucedeu crescimento nulo em março. Ainda assim, o trimestre móvel encerrado em abril cresceu 1,7% na margem, quando comparado com aquele encerrado em janeiro. Na comparação interanual, enquanto o indicador mensal subiu 0,7% em relação a abril de 2024, o indicador em médias móveis trimestrais aumentou 4,2%. No acumulado em doze meses, a demanda por bens industriais registrou alta de 6,0% em abril, contrastando com a elevação de 2,4% da produção interna, medida na Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PIM-PF/IBGE). Ambas apontam para uma desaceleração, como ilustra o gráfico.

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Indicador Ipea de consumo aparente de bens industriais – março de 2025

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais avançou 0,1% na comparação entre março e fevereiro na série com ajuste sazonal. O indicador é uma proxy da demanda interna por bens industriais – definido como a parcela da produção industrial doméstica destinada ao mercado interno, acrescida das importações. Esse resultado ocorreu em razão da alta de 1,9% da produção interna destinada ao mercado nacional (bens nacionais) e da queda de 6,4% das importações de bens industriais, conforme mostra a tabela.

A expansão em março foi a quarta consecutiva na série dessazonalizada. Com isso, o trimestre móvel encerrado nesse mês cresceu 1,2% na margem, quando comparado com aquele em dezembro. Na comparação interanual, enquanto o indicador mensal subiu 4,1% em relação a fevereiro de 2024, o indicador em médias móveis trimestrais aumentou 6,1%. No acumulado em doze meses, a demanda por bens industriais registrou alta de 6,5% em março, contrastando com a elevação de 3,1% da produção interna, medida na Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PIM-PF/IBGE), como ilustra o gráfico.

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Indicador Ipea mensal de FBCF – resultado de fevereiro de 2025

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que agrega os investimentos em máquinas e equipamentos, na construção civil e em outros ativos fixos, registrou um avanço de 13,3% na comparação entre fevereiro e janeiro na série com ajuste sazonal. O resultado sucedeu à alta de 0,4% ocorrida no período anterior. Com isso, o trimestre móvel encerrado em fevereiro registrou expansão de 4,4% na comparação dessazonalizada. Nas comparações com os mesmos períodos de 2024, o indicador mensal apresentou crescimento de 22,2% em fevereiro e alta de 11,9% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, por sua vez, os investimentos totais apresentaram uma expansão de 8,5%.

Na comparação com ajuste sazonal, os investimentos em máquinas e equipamentos – medidos segundo o conceito de consumo aparente, que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida das importações – apresentaram um avanço de 25,3% em fevereiro, encerrando o trimestre móvel com crescimento de 9,8%. Quanto a seus componentes, enquanto a produção nacional recuou 4,4%, as importações cresceram 102,3%, influenciadas pela compra de três plataformas de petróleo no período. Na comparação em médias móveis, enquanto a produção nacional caiu 2,4%, as importações subiram 39,6%. No acumulado em doze meses, o consumo aparente (ou a demanda interna) de máquinas e equipamentos registrou um crescimento de 13,2%.

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Indicador Ipea de consumo aparente de bens industriais – fevereiro de 2025

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais avançou 1,3% na comparação entre fevereiro e janeiro na série com ajuste sazonal. O indicador é uma proxy da demanda interna por bens industriais – definido como a parcela da produção industrial doméstica destinada ao mercado interno, acrescida das importações. Esse resultado ocorreu em razão da queda de 0,3% da produção interna destinada ao mercado nacional (bens nacionais) e da alta de 7,0% das importações de bens industriais, conforme mostra a tabela.

A expansão em fevereiro foi a terceira consecutiva na série dessazonalizada. Ainda assim, o trimestre móvel encerrado nesse mês caiu 0,1% na margem, quando comparado com aquele encerrado em novembro. Na comparação interanual, enquanto o indicador mensal subiu 7,7% em relação a fevereiro de 2024, o indicador em médias móveis trimestrais aumentou 6,6%. No acumulado em doze meses, a demanda por bens industriais registrou alta de 6,1% em fevereiro, contrastando com a elevação de 2,6% apontada pela Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PIM-PF/IBGE), como ilustra o gráfico.

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Indicador Ipea de consumo aparente de bens industriais – janeiro de 2025

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais avançou 0,8% na comparação entre janeiro e dezembro na série com ajuste sazonal. O indicador é uma proxy da demanda interna por bens industriais – definido como a parcela da produção industrial doméstica destinada ao mercado interno, acrescida das importações. Esse resultado ocorreu em razão da queda de 1,3% da produção interna destinada ao mercado nacional (bens nacionais) e da alta de 10,6% das importações de bens industriais, conforme mostra a tabela 1.

A expansão em janeiro foi a segunda consecutiva na série dessazonalizada. Ainda assim, o trimestre móvel encerrado nesse mês caiu 1,5% na margem. Na comparação interanual, enquanto o indicador mensal subiu 5,9% em relação a janeiro de 2024, o indicador em médias móveis trimestrais aumentou 5,0%. No acumulado em doze meses, a demanda por bens industriais registrou alta de 6,0% em 2024, contrastando com a elevação de 2,9% apontada pela Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PIM-PF/IBGE), como ilustra o gráfico 1.

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Indicador Ipea de consumo aparente de bens industriais – dezembro de 2024

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais avançou 0,3% na comparação entre dezembro e novembro na série com ajuste sazonal. O indicador é uma proxy da demanda interna por bens industriais – definido como a parcela da produção industrial doméstica destinada ao mercado interno, acrescida das importações. Esse resultado ocorreu em razão da alta de 1,7% da produção interna destinada ao mercado nacional (bens nacionais) e da queda de 6,3% das importações de bens industriais, conforme mostra a tabela 1.
A expansão em dezembro sucedeu a queda de 2,4% na série dessazonalizada. Com isso, o trimestre móvel encerrado nesse mês caiu 0,5% na margem. Na comparação interanual, enquanto o indicador mensal subiu 6,5% em relação a dezembro de 2023, o indicador em médias móveis trimestrais aumentou 7,0%. No acumulado em doze meses, a demanda por bens industriais registrou alta de 5,8% em 2024, superando a elevação de 3,1% apontada pela Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PIM-PF/IBGE), como ilustra o gráfico 1.

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Indicador Ipea de consumo aparente de bens industriais – novembro de 2024

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais recuou 2,5% na comparação entre novembro e outubro na série com ajuste sazonal. O indicador é uma proxy da demanda interna por bens industriais – definido como a parcela da produção industrial doméstica destinada ao mercado interno, acrescida das importações. Esse resultado ocorreu em razão das quedas de 2,1% da produção interna destinada ao mercado nacional (bens nacionais) e de 2,9% das importações de bens industriais, conforme mostra a tabela 1.

A retração em novembro sucedeu duas altas consecutivas na série dessazonalizada. Ainda assim, o trimestre móvel encerrado nesse mês caiu 0,9% na margem. Na comparação interanual, enquanto o indicador mensal subiu 2,6% em relação a novembro de 2023, o indicador em médias móveis trimestrais aumentou 7,1%. No acumulado em doze meses, a demanda por bens industriais registrou alta de 5,1%, superando a elevação de 3,0% apontada pela Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PIM-PF/IBGE), como ilustra o gráfico 1.

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Indicador Ipea de consumo aparente de bens industriais – outubro de 2024

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais avançou 0,5% na comparação entre outubro e setembro na série com ajuste sazonal. O indicador é uma proxy da demanda interna por bens industriais – definido como a parcela da produção industrial doméstica destinada ao mercado interno, acrescida das importações. Esse resultado ocorreu em razão do recuo de 0,5% da produção interna destinada ao mercado nacional (bens nacionais) e do aumento de 0,8% das importações de bens industriais, conforme mostra a tabela 1.

O crescimento em outubro sucedeu a alta de 0,3% registrada no período anterior, na série dessazonalizada. Com isso, o trimestre móvel encerrado neste mês cresceu 1,6% na margem. Na comparação interanual, enquanto o indicador mensal subiu 10,6% em relação a outubro de 2023, o indicador em médias móveis trimestrais aumentou 7,9%. No acumulado em doze meses, a demanda por bens industriais registrou alta de 5,0%, superando a elevação de 3,0% apontada pela Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PIM-PF/IBGE), como visto no gráfico 1.

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