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Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI)- março de 2024

O Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI), calculado pelo Ipea, apresentou taxa de variação de 0,30% em março de 2024, situando-se 0,51 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada no mês anterior. Na comparação com o mesmo mês de 2023, a variação foi 0,20 p.p. maior. Com a incorporação desse resultado, o ICTI acumula uma variação de 1,91% nos últimos doze meses.

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Dados Xls



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Indicador Ipea mensal de FBCF – resultado de fevereiro de 2024

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que agrega os investimentos em máquinas e equipamentos, na construção civil e em outros ativos fixos, registrou avanço de 0,6% na comparação entre fevereiro e janeiro na série com ajuste sazonal. Com isso, o trimestre móvel encerrado em fevereiro registrou expansão de 5,1% na comparação dessazonalizada. Nas comparações com os mesmos períodos de 2023, o indicador mensal apresentou altas de 10,5%, em fevereiro, e de 5,2%, no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, por sua vez, os investimentos totais apresentaram retração de 1,5%.

Na comparação com ajuste sazonal, os investimentos em máquinas e equipamentos – medidos segundo o conceito de consumo aparente, que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida das importações – apresentaram alta de 2,8% em fevereiro, encerrando o trimestre móvel com crescimento de 5,9%. Quanto a seus componentes, tanto a produção nacional quanto as importações registraram avanço em fevereiro, com altas de 4,4% e 1,9%, respectivamente. Já na comparação em médias móveis, enquanto a produção nacional cresceu 4,9%, as importações aumentaram 19,3%. No acumulado em doze meses, o consumo aparente (ou a demanda interna) de máquinas e equipamentos registrou retração de 6,5%.

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Dados Xls



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Indicador Ipea de consumo aparente de bens industriais – fevereiro de 2024

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais registrou avanço de 1,4% na comparação entre fevereiro e janeiro na série com ajuste sazonal. O indicador é uma proxy da demanda interna por bens industriais – definido como a parcela da produção industrial doméstica destinada ao mercado interno, acrescida das importações. Esse resultado ocorreu em razão das altas de 0,8% da produção interna destinada ao mercado nacional (bens nacionais) e de 1,6% das importações de bens industriais, conforme mostra a tabela 1.

              O resultado em fevereiro mais que compensou a queda registrada em janeiro, na série dessazonalizada. Com isso, o trimestre móvel encerrado em fevereiro cresceu 1,4% na margem. Na comparação interanual, enquanto o indicador mensal cresceu 5,0% em relação a fevereiro de 2023, o indicador em médias móveis trimestrais subiu 2,2%. No acumulado em doze meses, a demanda por bens industriais registrou baixa de 1,2%, contrastando com o aumento de 1,0% apontado pela Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PIM-PF/IBGE), como visto no gráfico 1.

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Modelos vetoriais de correção de erros trimestrais para os componentes da demanda agregada, para as importações e para a carga tributária bruta

Por Cláudio Hamilton Matos dos Santos

Este texto tem como objetivo apresentar modelos vetoriais de correção de erros (vector
error correction models – VECMs) para as importações, para a carga tributária
bruta e para os componentes da demanda agregada reportados nas contas nacionais
trimestrais (CNTs) brasileiras, com a finalidade de produzir cenários de até quatro
trimestres à frente para as referidas variáveis. Espera-se que alguns desses modelos
possam se mostrar, ao longo do tempo, suficientemente úteis para serem incorporados
à suíte de modelos macroeconômicos ora sendo estimados na Dimac/Ipea e/
ou que contribuam para refinar esforços de modelagem posteriores, provavelmente
envolvendo não linearidades.

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Comércio exterior do agronegócio: primeiro trimestre de 2024

Por Diego Ferreira

O agronegócio brasileiro fechou o primeiro trimestre com superávit acumulado de US$ 32,23 bilhões – crescimento de 2,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. As exportações do setor somaram US$ 36,83 bilhões, enquanto as importações, US$ 4,60 bilhões – valores estes 2,9% e 3,7%, respectivamente, acima dos observados em 2023. Considerando os produtos de todos os setores, o saldo da balança comercial no primeiro trimestre também foi superavitário em US$ 19,08 bilhões – isto é, US$ 3,47 bilhões a mais em relação ao valor registrado no mesmo período do ano anterior.

O agronegócio brasileiro fechou o primeiro trimestre com superávit acumulado de US$ 32,23 bilhões – crescimento de 2,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. As exportações do setor somaram US$ 36,83 bilhões, enquanto as importações, US$ 4,60 bilhões – valores estes 2,9% e 3,7%, respectivamente, acima dos observados em 2023. Considerando os produtos de todos os setores, o saldo da balança comercial no primeiro trimestre também foi superavitário em US$ 19,08 bilhões – isto é, US$ 3,47 bilhões a mais em relação ao valor registrado no mesmo período do ano anterior.

Em termos de participação, as importações do agronegócio representaram 7,78% do total importado pelo Brasil no primeiro trimestre de 2024, mantendo-se relativamente estável ante igual período anterior. De modo similar, a participação do setor no total exportado entre janeiro e março deste ano apresentou ligeira queda de 0,13 ponto percentual (p.p.) em comparação com igual período anterior, chegando a 47,06%.

Em relação ao saldo da balança comercial do agronegócio, este apresentou expressiva recuperação em março em comparação à estabilidade observada nos dois primeiros meses do ano. Mais especificamente, enquanto o setor apresentou superávits de US$ 9,83 bilhões e US$ 9,99 bilhões em janeiro e fevereiro, respectivamente, o saldo comercial em março atingiu a marca de US$ 12,42 bilhões. Ainda que esse movimento de alta observado em março represente o início do período de maior comercialização de produtos do agronegócio durante os próximos meses, o superávit mensal auferido foi 13,3% inferior ao observado no mesmo mês de 2023.

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Inflação por faixa de renda – março de 2024

Por Maria Andreia Parente Lameiras

Os dados de março do Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda indicam que houve uma forte desaceleração da inflação, na margem, para todas as classes de renda pesquisadas. Em que pese essa queda generalizada da inflação, as famílias de renda alta foram as que apresentaram o maior recuo inflacionário, tendo em vista que a taxa apurada de 0,05%, em março, ficou bem abaixo da observada em fevereiro (0,83%). Já para o segmento de renda muito baixa, a queda foi um pouco menos expressiva, dado que a taxa de inflação recuou de 0,78% para 0,22%, entre fevereiro e março. De uma maneira geral, a melhora no comportamento dos preços dos alimentos no domicílio e dos combustíveis explicam grande parte deste alívio inflacionário em março. Adicionalmente, para o segmento de renda alta, a desaceleração do grupo educação, impactado em fevereiro pelo reajuste das mensalidades escolares, também contribuiu para esta descompressão inflacionária em março.

Nota-se, ainda, que mesmo diante de uma maior pressão inflacionária no primeiro trimestre de 2024, no acumulado em 12 meses, as famílias de renda muito baixa seguem apresentando a menor taxa de inflação (3,25%), enquanto a faixa de renda alta aponta a taxa mais elevada (4,77%).

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Dados Xls



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Estimativa preliminar do resultado primário do governo central em março de 2024

Por Sergio Ferreira e Felipe Martins

De acordo com dados da execução orçamentária, registrados no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) do governo federal, obtidos por meio do Tesouro Gerencial, os quais fornecem boa aproximação com os dados oficiais relativos ao resultado primário que será divulgado posteriormente pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), março de 2024 apresentou um superávit primário de R$ 1,3 bilhão nas contas do governo central. A receita líquida do governo central atingiu R$ 166,5 bilhões nesse mês, um crescimento de 10,1% em termos reais, comparativamente a março de 2023, ao passo que a despesa totalizou R$ 165,2 bilhões, um acréscimo de 4,2% na mesma base de comparação. No acumulado do primeiro trimestre do ano, o resultado primário apresenta um superávit de R$ 22,9 bilhões, a preços constantes de março, ante o superávit de R$ 33,4 bilhões no mesmo período de 2023.

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Indicadores mensais do mercado de trabalho – fevereiro de 2024

Por Maria Andreia Parente Lameiras e Marcos Dantas Hecksher

As estimativas próprias mensais apresentadas nesta nota – feitas com base nos dados por trimestre móvel da PNAD Contínua – indicam que o mercado de trabalho brasileiro continua a surpreender positivamente. Em fevereiro de 2024, na comparação interanual, a taxa de desocupação voltou a desacelerar, mesmo diante de um incremento da força de trabalho, beneficiada por uma nova expansão da população ocupada (PO). Não obstante este aumento da ocupação, o crescimento dos rendimentos médios reais, que vem possibilitando sucessivas acelerações da massa salarial, ratifica este cenário favorável.

Por certo, em fevereiro de 2024, a PO no país somava aproximadamente 99,8 milhões de pessoas, avançando 2,0% na comparação com o mesmo período de 2023. Já em termos dessazonalizados, em fevereiro, a PO atingiu o montante recorde de 100,7 milhões de trabalhadores, o que representa alta de 0,4%, em relação ao observado em janeiro. Nota-se, no entanto, que essa aceleração da ocupação vem sendo acompanhada de um movimento similar da força de trabalho, impedindo uma queda ainda mais significativa da taxa de desocupação. Por certo, na comparação interanual, a força de trabalho brasileira avançou 1,6%, passando de 107,2 milhões, em fevereiro de 2023, para 108,9 milhões, em fevereiro de 2024. Em relação a janeiro, a alta apontada é de 0,6%.

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Dados xls



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Boletim de expectativas – abril de 2024

Por Estêvão Kopschitz Xavier Bastos

Este Boletim de Expectativas se baseia nas projeções do Sistema Expectativas de Mercado do Banco Central, também conhecido como Focus, para dar uma visão geral das previsões feitas pelos profissionais que contribuem com a pesquisa, abordando inflação, juros, nível de atividade, finanças públicas e setor externo. Além das médias amostrais, apresentam-se também intervalos de projeção com mais e menos um desvio-padrão. Para a meta Selic recorre-se também ao mercado de DI Futuro e, para a inflação, à estrutura a termo da taxa de juros.

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Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI) – fevereiro de 2024

Por Maria Andreia Parente Lameiras e Tarsylla da Silva de Godoy Oliveira

O Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI), calculado pelo Ipea, apresentou taxa de variação de 0,81% em fevereiro de 2024, situando-se 0,12 ponto percentual (p.p.) acima da taxa registrada no mês anterior. Na comparação com o mesmo mês de 2023, a variação foi 0,36 p.p. maior. Com a incorporação desse resultado, o ICTI acumula uma variação de 1,71% nos últimos doze meses.

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