Por Pedro Marques de Santana
Técnico de Planejamento e Pesquisa na Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Dimac/Ipea)
pedro.santana@ipea.gov.br
A atualização dos indicadores bimestrais do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que as receitas correntes dos estados e do Distrito Federal (DF) apresentaram crescimento real de 2,6% em 2025 em relação a 2024. Os dados do sexto bimestre reforçam essa trajetória, com alta de 4,9% frente ao mesmo período do ano anterior.
Esse resultado foi impulsionado sobretudo pelas receitas correntes próprias — que incluem tributos, receitas patrimoniais e outras fontes — as quais cresceram 2,9% no acumulado do ano e 4,2% na comparação interanual. As transferências correntes também contribuíram positivamente, embora em menor intensidade, registrando avanços de 1,2% no acumulado anual e de 7,3% em relação ao sexto bimestre de 2024.