Ilustrações

 

As ilustrações das publicações do Ipea correspondem, em sua maior parte, a tabelas, gráficos e quadros, embora se verifique também a ocorrência de mapas, organogramas e outras figuras.

 

 

Tipos

 

Classificam-se as ilustrações, conforme o caso, em tabelas, gráficos, quadros e boxes, sendo numeradas sequencialmente em números arábicos, por cada tipo – tabela 1, quadro 2, por exemplo.

 

Classificam-se como figuras os demais tipos de ilustração, tais como mapas e organogramas, embora estes possam ser indicados e numerados especificamente – figura 1 ou mapa 1, por exemplo.

 

FIGURA 1
Trajetória virtuosa para a regulação econômica

Elaboração do autor.


MAPA 1
Emissões da posição de carga por contêiner

Fonte: Till (2006).

 

Consideram-se tabelas, nas publicações do Ipea, apenas as ilustrações compostas predominantemente por células com conteúdo numérico. As ilustrações com grades predominantemente textuais são consideradas quadros.

 

TABELA 1
Saques do FGTS por modalidade (2006-2010)
(Em R$ milhões)


  2006 2007 2008 2009 2010

Demissão sem justa causa 19.958,5 23.242,4 26.491,7 30.960,9 30.861,3
Aposentadoria 2.485,7 6.709,3 5.955,2 6.146,9 6.707,8
Moradia 4.327,8 4.911,4 5.649,6 5.686,8 6.962,1
Inatividade da conta 599,7 634,7 662,0 723,8 801,8
Doenças graves 274,6 316,8 330,5 360,3 407,5
Demais 2.037,4 2.564,5 3.590,5 3.946,0 4.149,9
Total 29.683,7 38.379,2 42.679,4 47.824,8 49.890,3

Fonte: CEF (2011).

 

Os termos quadro e box são distinguidos pela disposição de seus originais: se possuírem células são tratados como quadros; caso contrário, são numerados na sequência dos boxes.

 

QUADRO 1
Existência de conselhos municipais (2001)

Área de atuação Petrolina Juazeiro
Educação Sim Sim
Saúde Sim Sim
Assistência social Sim Sim
Criança e adolescente Sim Sim
Emprego e trabalho Não Não
Turismo Sim Não
Habitação Sim Não
Meio ambiente Sim Não
Transportes Não Não
Política urbana Não Sim
Políticas setoriais Não Não

Fonte: Ipea (2002).


BOX 1
Vulnerabilidade infantil

Considera-se como muito vulnerável uma criança que vive em família cujo chefe é de cor negra, a mãe tem zero ano de escolaridade e não está presente, a localização do domicílio é em área rural da região Nordeste, a família possui razão de dependência demográfica igual a dois e renda per capita menor que um meio de linha de extrema pobreza.

 

Por seu turno, a criança considerada como não vulnerável vive em família cujo chefe é de cor branca, a mãe tem ao menos escolaridade média completa e está presente, o domicílio está localizado na área urbana da região Sul, com razão de dependência demográfica igual a um meio e a renda per capita é duas vezes maior que a média da população como um todo.

Elaboração dos autores.

 

 

Disposição dos elementos

 

As ilustrações a seguir indicam os principais padrões adotados para as ilustrações das publicações do Ipea. Para informações mais detalhadas, consulte a seção Ilustrações contida em Padrões gráficos visuais.

 

Nas tabelas, a numeração correspondente, o título acompanhado da especificação do período de tempo em análise, a unidade utilizada e a fonte são informações elementares. A seguir, tem-se um modelo completo de tabela contendo balões explicativos.

 

TABELA Usam-se maiúsculas nas palavras tabela, gráfico, quadro, mapa, organograma, figura etc. que encimam os respectivos títulos, seguidas de suas numerações em arábico, sem negrito. 2Toda e qualquer ilustração deve receber numeração.Na ocorrência de uma única ilustração no texto, ainda assim esta será numerada (tabela 1, gráfico 1 etc.).

DInicia-se com maiúsculas o primeiro termo dos títulos das ilustrações. Os demais termos são iniciados com minúsculas, todos em negrito.istribuição do valor da transformação industrial¹ segundo Unidades da Federação e níveis de intensidade tecnológica (1996-2007)Insere-se o período de tempo a que se refere a ilustração entre parênteses, no final ou ao longo de seu título, conforme o caso. Separam-se com hífen o início e o fim do período em tela.
(Em %)A unidade utilizada na ilustração, quando única, deve figurar abaixo do título e com ele alinhada, em minúsculas, entre parênteses, antecedida da preposição em – esta em maiúscula e minúscula – e sem destaque gráfico-visual (negrito ou itálico).


  Intensidade tecnológica

Estados Alta Média-alta Média-baixa Baixa

  1996 2007 1996 2007 1996 2007 1996 2007

PInicia-se com maiúsculas o primeiro termo das células e das legendas das ilustrações. Os demais termos são iniciados com minúsculas.araná 4,6 6,1 4,1 7,1 3,4 7,0 7,5 8,8
Santa Catarina 1,1 1,8 3,9 4,5 3,1 3,1 6,5 7,8
Rio Grande do Sul 2,4 2,7 6,9 9,0 5,0 4,5 9,9 9,6
São Paulo 60,8 58,7 63,2 51,0 46,2 37,4 43,0 36,9
Rio de Janeiro 10,5 8,1 4,7 5,1 9,8 13,3 6,9 4,1
Minas Gerais 1,8 3,5 7,5 10,0 13,2 13,6 7,9 8,5
Outros estados 18,9 19,2 9,7 13,3 19,3 21,2 18,1 24,2
BrasilOs totais figuram em negrito. 100,0Os totais figuram em negrito. 100,0Os totais figuram em negrito. 100,0Os totais figuram em negrito. 100,0Os totais figuram em negrito. 100,0Os totais figuram em negrito. 100,0Os totais figuram em negrito. 100,0Os totais figuram em negrito. 100,0Os totais figuram em negrito.

FonteA fonte é apresentada logo abaixo dos dados das ilustrações, e tem caráter obrigatório. Se não indicada, insere-se elaboração dos autores. Em caso de duas ou mais fontes, utiliza-se o plural. São grafadas como o texto corrente, e em corpo e entrelinhas menores. É editorialmente desejável que a fonte remeta às referências.: Pesquisa Industrial Anual (IBGE, 1996; 2007).
ElaboraçãoA elaboração informa sobre a autoria da ilustração apresentada logo abaixo das fontes de ilustrações. Não tem caráter obrigatório, mas é um dado importante para o leitor. Sua omissão dá a entender que a elaboração da ilustração é do autor ou da instituição que assina a publicação. É grafada como o texto corrente – não em itálico –, e em corpo e entrelinhas menores.: Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes).
NotaAs notas correspondem a notas de rodapé, e dizem respeito a determinados itens da ilustração dispostos anteriormente, devidamente numerados, mesmo em casos de um único item. Tal numeração se apresenta em arábicos e em sobrescrito. As notas figuram logo na linha seguinte à autoria da elaboração da ilustração, e cada uma tem início em uma linha com o respectivo número em sobrescrito, em corpo e entrelinhas menores. São grafadas com iniciais em maiúsculas, não em itálico e separadas por ponto.:1 Inclui apenas a indústria de transformação.

    • Obs.As observações são informações complementares às ilustrações e, diferentemente das notas, abrangem a ilustração como um todo, não se referindo a tópicos específicos indicados. Quando necessárias, vêm, sob forma abreviada (obs.), em seguida às notas – quando houver. Figuram em corpo e entrelinhas menores e sem itálico. A partir da segunda linha, deve-se utilizar o recuo, de forma que o texto fique alinhado à esquerda. As observações são iniciadas por maiúscula e encerradas por ponto. No caso de haver mais de uma, cada observação inicia-se em uma linha e recebe numeração sequencial.: Classificação de intensidade tecnológica com base na metodologia da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

 

Os gráficos seguem o mesmo padrão das tabelas. Ressalta-se que a unidade de medida – quando não única – deve ser indicada em cada um dos eixos – salvo no caso de anos.

 

GRÁFICO 1
BNDES: desembolsos (1995-2010)
(Em % do PIB)

Fontes: BNDES (2011) e IBGE (2009).
Elaboração do autor.


GRÁFICO 2
BNDES: desembolsos para o setor de infraestrutura (1998-2010)

Fonte: BNDES (2011).
Elaboração dos autores.

 

Quando uma ilustração for composta por duas ou mais figuras, usa-se a sequência alfabética em maiúscula após sua numeração em algarismos arábicos.

 

FIGURA 2
Localização dos municípios de Estância, Indiaroba e Lagarto

 2A – Estância 2B – Indiaroba 2C – Lagarto

Elaboração dos autores.

 

Quando uma ilustração faz parte de um anexo ou de um apêndice, sua numeração sequencial em algarismos arábicos é antecedida pela letra que identifica o anexo ou apêndice (A, B etc.). Separam-se com um ponto a letra do anexo e o número da ilustração.

 

ANEXO A



TABELA A.1
Média de horas semanais dedicadas a afazeres domésticos por mulheres de 16 anos ou mais de idade segundo horas habitualmente trabalhadas por semana em todos os trabalhos da semana de referência (2001-2008)


Mulheres

  2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008

Até 14 horas 36,2 33,7 33,0 32,7 32,7 31,9 31,5 29,5
15 a 39 horas 27,7 26,7 26,1 25,3 25,0 24,9 25,5 24,0
40 a 44 horas 20,5 19,3 19,3 18,7 18,0 18,1 19,0 17,8
45 a 48 horas 20,2 19,0 19,3 18,9 17,9 18,0 19,1 17,9
49 horas ou mais 20,0 18,8 18,7 18,3 17,8 17,8 18,7 17,8

Fonte: Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (IBGE, 2009).

 

Exceto quando por orientação do autor, evita-se, para não confundir o leitor, a publicação de células vazias nas ilustrações. Nestes casos, inserem-se símbolos (-, ...) ou abreviaturas (n.d., por exemplo) – de acordo com a preferência do autor – acompanhados de observação explicativa.

 

TABELA 3
Índice de Gini: Brasil, Sudeste, Minas Gerais e Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) (2003-2010)


  2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010

Brasil 0,581 0,570 0,567 0,561 0,554 0,545 0,540 ...
Sudeste 0,554 0,539 0,540 0,534 0,520 0,514 0,507 ...
Minas Gerais 0,548 0,540 0,525 0,525 0,515 0,512 0,509 ...
RMBH 0,566 0,556 0,550 0,554 0,549 0,531 0,530 ...

Fonte: IBGE (2012).
Obs.: (...) dado não disponível.

 

É frequente o processo de diagramação não permitir que a ilustração figure na íntegra em uma página de um volume. Opta-se então por inserir o termo continua ao término da página em que a ilustração for interrompida, à direita, entre parênteses e com iniciais em maiúsculas. A página seguinte é então iniciada com o termo continuação, à esquerda, igualmente entre parênteses e com iniciais maiúsculas. Em caso de tabelas e quadros, repetem-se os dados contidos no eixo horizontal – e também vertical, conforme o caso.