
Estamos construindo uma grande rede"A conquista da segurança alimentar e nutricional é questão de cidadania."Industrialização localizada pode gerar desenvolvimento regional e empregoPolítica Industrial DescentralizadaViolência aumenta diferença da esperança de vida ao nascer para homens e mulheresQual seria o perfil da empresa mais lucrativa ?Mercosul prova ser um bom negócio para todos os parceirosEstudo propõe modelo estatístico para analisar mercado futuro de DIENTREVISTA COM LUÍS ANTÔNIO DE SOUZA CORDEIRO "O projeto exige, no mínimo, uma rede do porte da que existe no Citybank ou na Texaco" |
Estamos construindo uma grande redeComo saber os últimos dados conjunturais, conhecer a estrutura econômico-social do País, a situação do emprego, das finanças públicas, das políticas regionais e urbanas, obter informações sobre o panorama mundial, enfim ter acesso às análises e estudos produzidos pelo IPEA? A forma mais rápida, por enquanto, é se conectar à Internet no endereço http://www.ipea.gov.br.
A página do IPEA na Internet esteve hospedada na Diretoria de Pesquisa por um ano. Neste período, recebeu cerca de 26 mil visitas - 65% de fora do instituto - e, em média, quatro e-mails diários pedindo mais informações, fazendo perguntas, contestando opiniões Muitos são alunos de mestrado e doutorado em economia, alguns são estrangeiros estudando o Brasil, muitos outros pertencem a empresas de consultoria. Há movimento nos fins-de-semana, principalmente nas noites de sábado, mas o pico ocorre mesmo é às segundas-feiras, das 18h às 20h. A amostra revela, ainda, que os visitantes estão começando a adquirir o hábito de consultar diretamente o conteúdo de seu interesse, sem passar pela página principal. Começam a se tornar leitores cativos do material publicado na homepage do IPEA, que tem links com o MIT, biblioteca do Congresso Nacional, Folha de São Paulo, Jornal do Brasil, O Globo, Financial Times "Mas este é apenas o início de um processo que visa a facilitar o acesso às bases do IPEA, suas informações e análises", diz Luiz Antônio de Souza Cordeiro, diretor de Administração e Finanças, adiantando: "Estamos construindo a REDIPEA".
Saúde reflete alimentação e qualidade de vidaSegurança alimentar e nutricional vai além da garantia de uma quantidade suficiente de alimentos para todos, diariamente. A composição da dieta e a qualidade de vida são também fundamentais. Desta forma, ganham peso fatores tais como crescimento com eqüidade, abastecimento pleno, comércio internacional justo, reforma agrária e fortalecimento da produção agroalimentar em base familiar, organizada em cooperativas e associações. Destaca-se, neste caso, o espaço aberto para o debate em torno da participação de estados e municípios na gestão e no financiamento das políticas públicas e da sociedade civil no controle, implementação e fiscalização dessas políticas. Direito básico A Segurança Alimentar e Nutricional no Brasil é tema do segundo volume da série Cadernos Comunidade Solidária, divulgado no World Food Summit, em Roma. "O conceito foi objeto de debates no Conselho da Comunidade Solidária, revelando estar sendo incorporado progressivamente às nossas políticas públicas", diz Anna Peliano, secretária-executiva do Programa Comunidade Solidária. A publicação, agora lançada no Brasil, traz a evolução deste conceito e do debate sobre segurança alimentar no mundo e um histórico do tratamento do tema nos últimos dez anos em nosso País, além de relacionar doze "consensos gerais". Consenso Segurança Alimentar e Nutricional no Brasil apresenta propostas tiradas de discussões com representantes do Estado e da Sociedade e apresentadas em reunião do Conselho da Comunidade Solidária, em outubro. Entre as propostas, sobressaem-se algumas exigências: garantia de alimentos básicos para todos, incluindo preservação para gerações futuras, combate à exclusão social, promoção da vida, intensa articulação, defesa de mecanismos contra práticas desleais de comércio, estímulo à pesquisa, aumento de produtividade e redução de desperdícios, respeito a hábitos alimentares regionais, atendimento a grupos vulneráveis e acesso a informações. Cadernos Comunidade Solidária começou em setembro com um volume dedicado à Reforma Agrária no Brasil. A série é editada pelo IPEA, sempre com enfoque de grande interesse nacional e apresentando consensos gerais que possam servir de ponto de partida para debates que gerem ação. |
Industrialização localizada pode gerar desenvolvimento regional e empregoNa maioria das vezes, a "industrialização localizada" surge naturalmente, sem qualquer tipo de incentivo. Mas o porquê do seu surgimento e a busca de explicações para o seu sucesso ou fracasso podem gerar subsídios para a formulação de políticas. Até agora, no entanto, este tema tem sido muito pouco pesquisado. Por isso mesmo, o IPEA e a Cepal acabam de promover, em Brasília, o Seminário Internacional sobre Políticas Industriais Descentralizadas. Objetivo: reunir, debater e difundir as experiências de diversos países, com a participação de ministros, secretários de estados e representantes do meio acadêmico, científíco e de entidades empresariais. A idéia surgiu em outro seminário, no final do ano passado, com a apresentação de "casos" de políticas industriais de diversos países da América Latina, Inglaterra e Itália. Uma das observações mais fortes, de acordo com Luís Fernando Tironi, diretor de Planejamento e Políticas Públicas do IPEA, foi a de que a "industrialização localizada" pode ajudar a superar limitações das políticas industriais nacionais, como as que envolvem questões referentes ao desenvolvimento regional, ao emprego e à pequena empresa. Em seguida ao seminário, deverá ser implantada na REDIPEA uma rede temática que reunirá informações sobre políticas e industrialização localizada no Brasil e no Exterior. "Os distritos e clusters passar a ser analisados", defende Tironi, que dividiu a organização do industriais têm que seminário com Regis Bonelli, da Diretoria de Pesquisa do IPEA, e Renato Baumann, do Escritório da Cepal no Brasil.
Política industrial descentralizadaRegis Bonelli e Adriana Brito * O sucesso da experiência européia de desenvolvimento regional, notadamente o industrial, serve como pano de fundo para analisar as recentes iniciativas estaduais de incentivo ao desenvolvimento industrial no Brasil. A face mais visível é a chamada "guerra fiscal" travada entre os estados para atrair investimentos. Isto, a partir de várias formas de isenção, principalmente do ICMS, e créditos no valor devido deste imposto, além da doação de terrenos e provisão de infra-estrutura. A Europa tem dado ênfase especial à criação de ambiente propício às inovações tecnológicas e sua difusão, assim como às pequenas e médias empresas e às medidas em favor dos serviços de apoio à produção. Tais tendências levam a concluir que o Brasil ainda está aquém das expectativas: a única semelhança fica por conta da adoção de medidas favoráveis às micro e pequenas empresas. E, para se ter uma idéia, somente seis estados dão alguma ênfase à política tecnológica, que tem acentuada importância na política regional européia. Na verdade, a principal preocupação da política de incentivos dos estados brasileiros parece ser a de atrair empresas (principalmente estrangeiras) a qualquer custo. Esta política tem recebido intensas críticas, pois piora a situação financeira dos estados, que vêm enfrentando sérias dificuldades para "rolar" suas elevadas dívidas junto à União. Como não há cálculo econômico sobre as perdas de receitas estaduais e ganhos de geração de renda e emprego, não é improvável que o resultado líquido seja uma deterioração da situação fiscal dos estados, a curto e médio prazos. * Regis Bonelli e Adriana Brito são os autores do texto para discussão "Políticas Industriais Descentralizadas: As Experiências Européias e as Iniciativas Sub-Nacionais no Brasil". |
Seminário discute impactos do desenvolvimento sobre populaçãoA Comissão Nacional de População e Desenvolvimento - CNPD, comemora o seu primeiro ano de atividades promovendo um debate, nos dias 28 e 29 deste mês, no Ministério do Planejamento e Orçamento, em Brasília. O encontro conta com a participação dos ministros Paulo Paiva, Paulo Renato de Souza, Raul Jungmann e Reynolds Stephanes; do chefe do gabinete do ministro da Justiça, José Gregori, e dos presidentes do IBGE, Simon Schwartzman, e do IPEA, Fernando Rezende, além de outras autoridades e especialistas no assunto. Em pauta, o emprego diante do desenvolvimento, da globalização, da reforma agrária e da migração e a demografia diante das políticas públicas setoriais e da violência. A CNPD, sediada no IPEA, é presidida pela demógrafa Elza Berquó, da Cebrap/Unicamp e tem como secretária-executiva Ana Amélia Camarano, economista e demógrafa que coordena a área de população do IPEA. De Alberto Strozenberg, diretor-executivo da Fundação Centro de Informações e Dados do Rio de Janeiro - CIDE, Janira Mussulini, da Fundação de Economia e Estatística Siegfried Emanuel Heuser, de Porto Alegre, Paulo Roberto Absy, da MPS Informática, e Roberto Moreno, coordenador do Instituto de Administração e Gerência - IAG, da PUC-Rio, recebemos correspondência e agradecemos. É valioso poder contar com o retorno sobre a circulação de Visor IPEA nestas instituições. |
Qual seria o perfil da empresa mais lucrativa?A empresa mais lucrativa seria privada, voltada para o comércio, individual, nova, pequena e estaria localizada no Norte ou no Sul do País. Este é o perfil que se encontra no texto para discussão Brasil, de Sérgio Savino Portugal. Estrutura das Firmas no Taxa de Lucro e fatores estruturais - responsáveis por O autor leva em conta que, sem inflação, ¼ das taxas de lucro - retomam importância. Examina, então, a relação destas taxas com as características estruturais da firma, ressaltando, entretanto, não haver consenso sobre o assunto.
O estudo chega a conclusões tais como: o setor produtivo ao qual a firma pertence é o fator mais importante, sendo que as taxas mais altas ocorrem nos que têm baixa intensidade de capital; as maiores firmas, embora detenham elevada massa de lucro, realizam taxas menores, o que evidencia a inelasticidade do lucro em relação ao capital; a taxa de lucro do capital privado é superior ao do capital público em qualquer ramo de atividade; as firmas individuais, que respondem por 96,8% da massa de lucro da economia, realizam as melhores taxas líquidas de lucro, e os piores resultados ficam com as empresas em comandita por ação e as sociedades anônimas. As publicações do IPEA podem ser obtidas no: Serviço Editorial de Brasília Serviço Editorial do Rio Livrarias do IBGE em todo o país. Mercosul prova ser um bom negócio para todos os parceirosOs países do Mercosul ocupam 60% da superfície total da América Latina, têm 200 milhões de habitantes e PIB de US$ 800 bilhões, o que representa mais da metade do produto latino-americano. Em quatro anos (1990-94), as exportações entre os países-membros subiram de 8,9% para 19,2%, em relação ao total exportado. Chegaram, no ano passado, a US$14,3 bilhões, devido, principalmente, ao comércio Brasil-Argentina. Enquanto isso, na mesma base de comparação, as exportações extra-bloco caíram 10 pontos percentuais.
Brasil e Argentina Mesmo sendo o parceiro menos dependente, o Brasil incrementou bastante o seu comércio com os países do Mercosul, passando de US$ 3,6 bilhões, em 1990, para US$ 13 bilhões, em 1995. Escolheu claramente a agroindústria. A Argentina mostra-se mais ativa na exportação de produtos brutos ou pouco elaborados. As vendas de trigo para o Brasil aumentaram de 2 milhões para mais de 4 milhões de toneladas, em quatro anos. Nossa participação no total exportado passou de 30% para 63%. As secas deste ano forçam vendas mais modestas, mas a Argentina permanece como principal produtora de trigo do Mercosul, com 58% da superfície cultivada, 64% da produção e 99% das exportações. Balança comercial Existe uma tendência para maior regionalização das trocas. Paralelamente, a estabilidade - e, até, o aumento, no caso do Brasil - do valor importado de países extra-Mercosul contradiz a hipótese de que a expansão rápida do volume de trocas no Mercosul criaria desvio de comércio. Estas informações encontram-se no artigo O Período de Transição do Mercosul e o Setor Primário, de Yves Chaloult, da Universidade de Brasília, e Guillermo Hillcoat, da Universidade de Paris 1 - Sorbonne. Está publicado na nova edição de Planejamento e Políticas Públicas, revista trimestral do IPEA, que traz, ainda, artigos sobre o desenvolvimento regional e sobre a questão fiscal. |
FINANÇASEstudo propõe modelo estatístico para analisar mercado futuro de DIAo movimentar vários bilhões de reais, o mercado futuro de DI (taxas de juros praticadas entre bancos) ganhou importância no mercado financeiro brasileiro. Certamente, daqui em diante, muitos estudos deverão ser realizados usando como insumo dados desse mercado, que, portanto, requer análises cada vez mais eficientes. Mas parece que os modelos estatísticos tradicionais não se adaptam à sua dinâmica. A proposta de Um Estudo sobre a Volatilidade do Mercado Futuro de Taxa de Juros no Brasil é justamente dar uma contribuição metodológica à análise empírica em finanças no Brasil. Formas alternativas O artigo apresenta formas alternativas de organizar os dados, discutindo suas limitações e vantagens, e faz parte do projeto de pesquisa de Márcio Garcia sobre mercado de derivativos financeiros no Brasil. O objetivo principal é contestar a aplicação no mercado futuro de taxas de juros do procedimento proposto por Duffie (Future Markets - 1989) para analisar o comportamento das séries de preços futuros. Este estudo está na revista Pesquisa e Planejamento Econômico, que o IPEA acaba de divulgar. |
ENTREVISTA COM LUÍS ANTÔNIO DE SOUZA CORDEIRO "O projeto exige, no mínimo, uma rede do porte da que existe no Citybank ou na Texaco"Visor IPEA - As seis redes locais e as quatro remotas que compõem a REDIPEA estão em pleno funcionamento? Luiz Antonio - Já estão funcionando as seis redes locais, instaladas na sede do IPEA, em Brasília,
e duas remotas: a da Diretoria de Pesquisa, no Rio de Janeiro, e a do nosso centro de treinamento,
Cendec, também em Brasília. A do CIPEA - órgão que processa o Orçamento da União, está em
fase de conclusão. A quarta é a Rede de Pesquisa. Esta se encontra em fase final de projeto, com
o apoio do BID, e vai interligar instituições de pesquisas congêneres, conforme noticiado em uma
das primeiras edições de Visor Ipea. Deve funcionar, de início, em dez estados. V - Quais os principais benefícios para os usuários? LA - Com a utilização dos 28 sistemas já disponíveis, os usuários podem obter subsídios para as suas pesquisas e para diversos tipos de controle, além de beneficiar-se de melhor comunicação entre todos os órgãos do IPEA. Entre os sistemas voltados para a área-fim, temos o banco de tabelas técnicas, a base de dados do último censo e o sistema de informações sociais. Para a área-meio se incluem os sistemas de gestão integrada de recursos humanos, controle de patrimônio, de material e de hardware, e de registro de software. V - Trata-se de uma rede interna de trabalho. De fora não se tem acesso? LA - Ainda não. A meta é ir, aos poucos, permitindo o acesso para o público externo. Em breve, o banco de tabelas já estará disponível para o Banco Central, Cepal e outros órgãos que queiram acessar dados trabalhados pelo IPEA. O objetivo é melhorar o atendimento ao cliente, tornando os produtos IPEA mais valiosos, o que inclui mais agilidade na execução da tarefa e maior velocidade na disseminação de informações. V - Acaba a duplicidade de esforços. LA - Com certeza. Mas já estamos falando do Sistema Integrado de Informações Técnicas do IPEA (Sispea): uma filosofia de trabalho com base na qual os técnicos vão poder acessar, captar, processar e armazenar dados para produzir trabalhos, que, assim, ficarão disponíveis mais rapidamente. Deve estar funcionando em dois anos, usando tecnologia datawarehouse, que é muito mais do que hardware e software. Trata-se de uma arquitetura para trabalhar dados de diversos bancos, em qualquer linguagem. Na Internet, tudo isso se interliga e pode ser visto como um todo. Isto é o SISPEA, o backbone de informações do IPEA. V - A Internet, então, é parte integrante deste projeto? LA - É o meio atual do qual dispomos para tornar dados disponíveis, interna e externamente, e será mais um componente do Sispea. V - O senhor está falando de um banco de dados do IPEA? LA - Exatamente. Já estão disponíveis na rede todas as informações conjunturais produzidas pela nossa Diretoria de Pesquisa, bem como estudos e pesquisas de outras áreas, como a social, a regional, de políticas e de finanças públicas, inclusive as bases de dados produzidas pela Macrométrica e pelo Infoeconomics, além do censo e da Rais. O IPEA também adquiriu e colocou em rede o aplicativo SAS, que permite um vasto trabalho, graças aos instrumentos econométricos e estatísticos utilizados na análise econômica e social. Este aplicativo funciona de forma integrada nas plataformas mainframe e de microcomputadores. V - A REDIPEA exige recursos computacionais de médio porte e, portanto, investimento pesado também em equipamentos. LA - Sem dúvida. O projeto exige, no mínimo, uma rede do porte da que existe no Citybank ou na Texaco. Em dezembro, chegaremos a 600 estações de trabalho. Estamos, agora, em 42º lugar no ranking das maiores redes do País. E a estrutura planejada permite mil equipamentos só na sede, que hoje tem 324. V - A REDIPEA é a base do Sispea, que certamente será a alavanca da democratização da informação nas áreas econômica e social. LA - Não tenho dúvida quanto a isso, e estou certo de estarmos falando de um grande marco. Devemos vir a ser o maior provedor de informações econômicas e sociais sobre o País. V - Mas o Sispea só estará funcionando daqui a dois anos. Enquanto isso, como o IPEA está aproveitando a Internet para se comunicar com o seu público? LA - Justamente com a nossa homepage. V - As bibliotecas do IPEA estão integradas à rede? LA - Está em andamento o projeto de um sistema que vai automatizar as bibliotecas, utilizando a REDIPEA. Estamos falando de um acervo atual de 70 mil volumes, nas bibliotecas do Rio e de Brasília, que recebem cerca de mil títulos de periódicos nacionais e estrangeiros, regularmente. V - Isto vai significar melhor atendimento ao "cliente" LA - E também melhoria da qualidade do trabalho e do treinamento dos servidores. Podemos, aqui, destacar a realização de cursos, participação em palestras, seminários, congressos e outros eventos. Paralelamente, procura-se investir nos recursos humanos da área-fim. Neste sentido, cabe ressaltar a realização de concursos públicos. No ano passado e neste ano, foram selecionados 70 técnicos de alto nível, sendo que outros 70 deverão ser selecionados nos próximos três anos. V - Trata-se de uma retomada da política de formação e aperfeiçoamento de pessoal, de investimento no corpo técnico, que, afinal, ajudou a fazer o nome do IPEA. LA - Além de ser fundamental a reorganização pela qual o IPEA está passando, foram criadas condições para que pudéssemos acompanhar a tendência mundial da moderna gestão participativa, preenchendo espaços estratégicos antes ocupados pela burocracia. LUIZ ANTÔNIO DE SOUZA CORDEIRO é pernambucano de Timbaúba, tem 40 anos e é diretor de Administração e Finanças do IPEA pela segunda vez. Antes de entrar para o IPEA, em 1988, trabalhou no Projeto Integrado Araguaia-Tocantins, pela OEA, e no Projeto Nacional de Saneamento Rural, pela OPAS/OMS. Já no IPEA, trabalhou no Projeto de Gerenciamento do Setor Público, financiado pelo BIRD, e foi secretário de Administração Geral do Ministério da Cultura. |
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© 1996, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada E-mail para contato, sugestões ou comentários: visor@ipea.gov.br Editado em: 28 novembro 1996 URL: http://www.ipea.gov.br/pub/visor/v006.html |